A Inveja e a
Contenda
Aristóteles definia ciúmes como o desejo de ter
o que outra pessoa possui. Era originariamente uma palavra boa e referia-se ao
desejo de imitar uma coisa nobre da outra pessoa. Mais tarde a palavra passou a
ser associada com um desejo lascivo daquilo que pertencia a outra pessoa.
Salomão reconheceu a vaidade (inutilidade) desse pecado quando disse: "Então vi que todo trabalho e toda destreza
em obras provêm da inveja do homem
contra o seu próximo" (Eclesiastes 4:4). Tentar "seguir o padrão
de vida do vizinho" é um pecado que não somente nos impedirá de ir para o
céu, mas também mesmo nesta vida nos tirará a satisfação (Filipenses 4:12-13).
Embora o ciúme simplesmente cobice a riqueza e a honra dos outros, a inveja é
algo que se faz acompanhar de rancor. A inveja não é necessariamente querer
para nós mesmos, mas simplesmente querer que seja tirado do outro. A inveja é o
sentimento de infelicidade produzido por presenciarmos a vantagem ou a
prosperidade do outro. Os invejosos se incomodam com os sucessos dos amigos.