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sexta-feira, 23 de outubro de 2020

SERMÕES 153 - JACÓ: DE FUGITIVO A VENCEDOR

 

VIVENDO EPIFANIAS

JACÓ: DE FUGITIVO A VENCEDOR

 

No último domingo aprendemos através da primeira epifania vivida por Jacó que ele foi escolhido por Deus não por seus méritos. Ele era trapaceiro, traiçoeiro, alguém que confiava na sua malandragem para subir na vida, contudo Deus por sua imensa graça e fidelidade a Sua Palavra o escolheu para dar continuidade ao projeto de redenção da humanidade que Ele havia iniciado através de Abraão. Jacó herdou a promessa de Deus que havia sido entregue a seu avô, Abraão.

Agora nós vamos iniciar nossa mensagem de hoje vendo a reação de Jacó e sua oração ao acordar de sua primeira experiência de epifania com Deus (Gênesis 28.16-22).

terça-feira, 20 de outubro de 2020

MENSAGEM EM VÍDEO 1125 - JACÓ: ESCOLHIDO POR DEUS


 

SERMÕES 152 - JACÓ: ESCOLHIDO POR DEUS

 

VIVENDO EPIFANIAS

JACÓ: ESCOLHIDO POR DEUS

 

Neste mês estamos falando de epifanias, de visitações de Deus extraordinárias. Nosso objetivo com esta série é que você seja despertado a buscar experiências de epifanias com Deus. Experiências onde a presença de Deus se torne real para você.

Hoje e no próximo domingo iremos refletir nas epifanias vividas por Jacó. A história de Jacó se encontra no Livro de Gênesis e tem seu início no capítulo vinte e cinco.

19 Esta é a história da família de Isaque, filho de Abraão: Abraão gerou Isaque, 20 o qual aos quarenta anos se casou com Rebeca, filha de Betuel, o arameu de Padã-Arã, e irmã de Labão, também arameu. 21 Isaque orou ao Senhor em favor de sua mulher, porque era estéril. O SENHOR respondeu à sua oração, e Rebeca, sua mulher, engravidou. 22 Os meninos se empurravam dentro dela, pelo que disse: "Por que está me acontecendo isso?" Foi então consultar o Senhor. 23 Disse-lhe o Senhor: "Duas nações estão em seu ventre, já desde as suas entranhas dois povos se separarão; um deles será mais forte que o outro, mas o mais velho servirá ao mais novo". 24 Ao chegar a época de dar à luz, confirmou-se que havia gêmeos em seu ventre. 25 O primeiro a sair era ruivo, e todo o seu corpo era como um manto de pelos; por isso lhe deram o nome de Esaú. 26 Depois saiu seu irmão, com a mão agarrada no calcanhar de Esaú; pelo que lhe deram o nome de Jacó. Tinha Isaque sessenta anos de idade quando Rebeca os deu à luz. 27 Os meninos cresceram. Esaú tornou-se caçador habilidoso e vivia percorrendo os campos, ao passo que Jacó cuidava do rebanho e vivia nas tendas. 28 Isaque preferia Esaú, porque gostava de comer de suas caças; Rebeca preferia Jacó. (Gênesis 25.19-28)

Vamos conhecer mais sobre Jacó.

terça-feira, 13 de outubro de 2020

MENSAGEM EM VÍDEO 1124 - ABRAÃO: UMA FÉ RACIONAL ALÉM DA RAZÃO


 

SERMÕES 151 - ABRAÃO: UMA FÉ RACIONAL ALÉM DA RAZÃO

 

VIVENDO EPIFANIAS

               ABRAÃO: UMA FÉ RACIONAL ALÉM DA RAZÃO

        

O teólogo dinamarquês Kierkgaard em seu livro “Temor e Tremor” diz que a fé em Deus muitas vezes transcendia qualquer tipo de racionalidade. Isso é facilmente provado quando pensamos que a fé dividiu as águas do Mar Vermelho, assim como dividiu as águas do rio Jordão, fazendo com que milhares de pessoas atravessassem entre as águas sem molharem seus pés. O que dizermos das muralhas de Jericó que desabaram sem que ninguém lançasse sobre elas pedra alguma. Ou ainda dos três jovens que foram lançados na fornalha ardente e saíram sem nenhuma queimadura. Não podemos deixar de fora o evento em que Jesus andou sobre as águas, ou quando curou cegos, paralíticos e ressuscitou mortos com apenas uma palavra. Todos estes milagres transcendem qualquer tipo de racionalidade.

Entretanto acredito que a disposição de Abraão em sacrificar seu filho Isaque, após uma experiência de epifania, ultrapassa todos os limites da racionalidade. Por isso creio que Abraão possuía uma fé racional além da razão. Ele era dotado de uma fé racional, uma fé sustentada em sua relação com um Deus que falava com ele de uma forma extraordinária. A realidade de falar com Deus por si só já era suficiente para leva-lo a crer em realizações além da razão. Afinal ele falava com Deus de uma forma que seus sentidos humanos não podiam negar.

Todos os outros eventos bíblicos milagrosos, penso eu, não exigiram de seus autores tamanho sacrifício. A grandeza do sacrifício de Abraão só pode ser comparada com a grandeza do sacrifício de Deus Pai que entregou seu Filho, Jesus Cristo, para ser sacrificado numa cruz por nós pecadores, e a grandeza do próprio Senhor Jesus que voluntariamente se ofereceu por nós como sacrifício. Ainda assim, a entrega de Abraão está numa proporção muito menor que a de Deus Pai e a do Senhor Jesus, pois o amor de Abraão por maior que seja por Isaque, não se compara com o amor existente na relação entre o Pai Celestial e Jesus, seu Filho.

Para que possamos compreender essa fé racional além da razão vamos ler a epifania vivida por Abraão em Gênesis 22.1-14.

terça-feira, 6 de outubro de 2020

MENSAGEM EM VÍDEO 1123 - ABRAÃO: ENTRE PROMESSAS E DESAFIOS


 

SERMÕES 150 - ABRAÃO: ENTRE PROMESSAS E DESAFIOS

 

VIVENDO EPIFANIAS

ABRAÃO: ENTRE PROMESSAS E DESAFIOS

 

Neste mês de outubro estaremos falando de experiências vividas por alguns homens e mulheres na história que chamamos de epifanias. Acredito que quando trabalhamos com Deus é impossível que não vivamos epifanias.

Embora Deus esteja sempre presente conosco, na maior parte do tempo de nossas vidas não percebemos Sua presença. Mesmo Deus habitando em nós cristãos, em nosso dia a dia, não sentimos Sua presença em nós. Nós cremos em sua presença, mas não a sentimos.

O termo epifania é aplicado quando um pensamento inspirador e iluminante nos vêm à mente, nos revelando o que naturalmente não poderíamos saber, como aconteceu com Pedro ao revelar que Jesus era o Cristo, o Filho do Deus vivo (Mt 16.16). O próprio Senhor Jesus disse a Pedro que aquela revelação foi dada pelo Pai a ele naquele momento. Ou quando uma força e uma fé nos tomam e nos leva a realizar o que não realizaríamos por nossa própria força, como aconteceu com Sansão que com uma queixada de jumento matou mil filisteus (Jz 15.15). Ou ainda quando somos visitados pelo sobrenatural de uma forma perceptível por nossos sentidos humanos, como aconteceu a José e Maria quando um anjo lhes apareceu Mt 1.20; Lc 1.26,27); ou quando os apóstolos oravam depois do pentecostes e novamente o Espírito de Deus veio lhes encher de poder e todo o lugar tremeu. Epifania é a experiência que vivemos quando o divino invade nossa história de uma forma tal que não fica dúvida alguma em nós que fomos visitados por Deus. A essas experiências extraordinárias, fora do ordinário, chamamos de visitação de Deus ou epifanias.