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terça-feira, 12 de setembro de 2023

MENSAGEM EM VÍDEO 1240 - A RELAÇÃO ENTRE O PERDÃO E A JUSTIÇA DE DEUS


 

SERMÕES 205 - A RELAÇÃO ENTRE O PERDÃO E A JUSTIÇA DE DEUS

 A RELAÇÃO ENTRE O PERDÃO E A JUSTIÇA DE DEUS

Série: A Justiça do Reino de Deus

 

Neste ano estamos refletindo sobre o Reino de Deus e neste mês de Setembro o tema de nossa série é “A Justiça do Reino de Deus”. Hoje pela manhã refletimos no tema “Nas Mãos de um Deus Justo” e agora à noite iremos refletir no tema “A Relação Entre o Perdão e a Justiça de Deus”.

Muitos consideram o perdão e a justiça contraditórios, incoerentes entre si. Para muitos o perdão é injusto visto que retira do ofensor o seu pecado, enquanto o ofendido tem que carregar a sua dor em silêncio, uma vez que perdoou.

Seria realmente o perdão um ato de injustiça? Se o perdão fosse um ato de injustiça, Deus seria injusto e estaria nos pedindo para sermos injustos também. Sabemos que Deus é justo e não comete injustiça alguma, então o perdão é um ato de justiça, embora tenhamos dificuldade com isso.

Para compreendermos melhor essa relação de justiça no perdão, vamos começar nossa reflexão buscando compreender o perdão.

MENSAGEM EM VÍDEO 1239 - NAS MÃOS DE UM DEUS JUSTO


 

SERMÕES 204 - NAS MÃOS DE UM DEUS JUSTO

 NAS MÃOS DE UM DEUS JUSTO

Série: A Justiça do Reino de Deus

 

Ao longo deste ano temos falado sobre o Reino de Deus. Neste mês de Setembro o tema de nossa série é “A Justiça do Reino de Deus”. O tema de nossa mensagem de hoje é “Nas Mãos de um Deus Justo”.

Começaremos nossa mensagem respondendo a pergunta: O que significa a afirmação bíblica “Deus é justo”? Esse é o nosso primeiro ponto.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

SERMÕES 65 - A PRÁTICA DE UMA JUSTIÇA SANTA


A PRÁTICA DE UMA JUSTIÇA SANTA

Neste mês de fevereiro estamos meditando no tema santidade e hoje gostaria de refletir sobre a prática de uma justiça santa.
20 Pois eu lhes digo que se a justiça de vocês não for muito superior à dos fariseus e mestres da lei, de modo nenhum entrarão no Reino dos céus. (Mateus 5.20)
Para compreendermos o que Jesus está dizendo, precisamos saber quem são os fariseus e mestres da lei e como eles praticavam a justiça, pois ele afirma que precisamos praticar uma justiça superior à deles.
Em nossos dias temos diversas interpretações da bíblia, essas diversas interpretações produziram diversos pensamentos teológicos e diversos grupos denominacionais que representam essas diversas linhas teológicas. Por exemplo: Teologia Católica, Calvinista, Arminista, Pentecostal e o Neopentecostal. Estes grupos são caracterizados por acreditarem em um corpo de doutrinas que os diferenciam entre si.
Nos dias de Jesus também existiam grupos que se divergiam na interpretação das Escrituras. Os principais grupos nos tempos de Jesus eram os Escribas (ficaram conhecidos nas páginas do Novo Testamento como doutores da Lei), Fariseus (um grupo extremamente apegados à Torá), Essênios (levaram as ideias do farisaísmo ao extremo), Saduceus (eram compostos pelos mais ricos da população e muitas vezes faziam oposições às interpretações dos fariseus), Herodianos (eram mais políticos do que religiosos e acreditavam que era possível uma aliança política com os romanos) e Zelotes (um grupo religioso com caráter militarista e revolucionário que combatiam o domínio de Roma sobre Israel). De forma geral todos eram caracterizados pelo legalismo religioso, principalmente os fariseus e escribas que são o alvo dentro deste contexto do sermão do monte. Quando falamos de um legalismo religioso, estamos dizendo que eles eram extremamentes cuidadosos em cumprirem toda a Lei de Deus dada por Moisés.
Como seria possível exceder a justiça daqueles que eram considerados como os mais fiéis seguidores da lei de Moisés? Primeiro...

SERMÕES 64 - A JUSTIÇA SANTA


A JUSTIÇA SANTA

15 Nesta vida sem sentido eu já vi de tudo: um justo que morreu apesar da sua justiça, e um ímpio que teve vida longa apesar da sua impiedade. 16 Não seja excessivamente justo nem demasiadamente sábio; por que destruir-se a si mesmo? 17 Não seja demasiadamente ímpio e não seja tolo; por que morrer antes do tempo? 18 É bom reter uma coisa e não abrir mão da outra, pois quem teme a Deus evitará ambos os extremos. (Eclesiastes 7.15-18)
A tradição rabínica afirma que o livro de Eclesiastes foi escrito por Salomão já em sua idade avançada. Salomão neste livro está compartilhando de sua experiência de vida para nos ajudar a compreendermos a vida.
A primeira leitura destes versos podem nos levar a uma conclusão errada sobre o viver uma vida santa. O autor não encontra sentido na vida diante o que seus olhos viram. Primeiro o justo veio a morrer cedo, quando era esperado que ele tivesse vida longa. Depois o ímpio teve vida longa, quando este deveria ter morrido cedo. Para a tradição judaica a longevidade estava condicionada a uma vida santa e justa diante de Deus.
1 Meu filho, não se esqueça da minha lei, mas guarde no coração os meus mandamentos, 2 pois eles prolongarão a sua vida por muitos anos e lhe darão prosperidade e paz. (Provérbios 3.1,2)
Mas diante tal infortúnio que seus olhos viram estaria Salomão dizendo: “As coisas não são bem assim. Portanto viva com equilíbrio. Seja justo em algumas coisas, mas às vezes compre um filme pirata e vá se divertir. Trabalhe honestamente, mas sonegue o imposto afinal o governo nos rouba mesmo. Dê esmola com a mão direita, mas tome um pouco com a mão esquerda, não seja otário. Vá à igreja, mas não deixe de se divertir no carnaval está cheio de meninas e meninos dando mole nos bloquinhos”. Será que é isso que Salomão está querendo dizer? Nem tanto ao mar nem tanto a terra, como diz o ditado popular. Nem tanto a Deus nem tanto ao diabo.
Certamente não é isso que Salomão está querendo dizer. Vejamos o que ele está nos ensinando através de sua experiência.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

REFLEXÃO 286 - A JUSTIÇA E O AMOR DE DEUS

A Justiça e o amor de Deus

A Bíblia nos mostra claramente a condição de todo homem como um pecador (Rom 3:23), "Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus..." reconhecendo esta condição de transgressor, percebemos a incapacidade do homem em salvar a sí mesmo, seus esforços ou boas obras não o capacita a receber a salvação de Deus.
Em contra partida encontramos a Justiça Gratuita e o infinito Amor de Deus. Tendo em vista a transgressão do homem por causa da lei, consideraremos agora o julgamento de Deus por esta transgressão. Como Deus agiria nesta situação? aceitaria a condição do homem como transgressor por causa de Seu amor sem julgá-lo? deixando assim de exceder a Sua justiça por causa de Seu amor? o que Ele faria?
Primeiro precisamos perceber que Deus é justo mas também que Ele é amor, e o seu desejo é salvar o pecador de uma maneira justa.
Por isto Deus sabendo que este homem não tinha condição de se justificar da sua transgressão, o substituiu morrendo em seu lugar e ressuscitou para sua justificação "O qual foi entregue por causa das nossas transgressões, e ressuscitou por causa da nossa justificação." (Rom 4:25).
Isto foi o que ocorreu para conosco, Deus por muito nos amar tomou o nosso lugar exercendo corretamente a sua justiça e aplicando ricamente o seu infinito amor. Como um juiz que julgando uma causa na qual o réu seria o seu próprio filho, não usou a sua autoridade para cobrir a sua justiça, mas a exerceu sentenciando à morte, tomando contudo o seu lugar porque muito o amava. Isto fez Jesus Cristo por nós, por isso hoje temos paz com Deus através da sua morte maravilhosa na cruz do calvário. Se você ainda não percebeu o quanto Deus te amou, basta olhar para o sacrifício de Jesus na cruz, o qual te justificou diante de Deus, o Pai, e pagou todos os teus pecados, e agora espera que você simplesmente se achegue para Ele e diga: "Senhor Jesus reconheço minha condição de pecador, me arrependo de todos os meus pecados, aceito hoje o que Tu fizeste por mim, recebe-me agora como Teu filho, Amém!.
Tendo pois paz com Deus vivamos para Ele como filhos amados.