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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

ARTIGOS TEOLÓGICO 6 - A PAIXÃO SEGUNDO ZACARIAS

A Paixão segundo Zacarias

Fixarão os olhos naquele que traspassaram  (Zc 12,10)
 São três horas de sofrimentos, de mistério e projeções. Zacarias parece postar-se, invisível, ao lado do evangelista João. Ambos estão atentos aos menores detalhes, a fim de captar o sentido de tudo.

Começa a via dolorosa, do pretório de Pilatos até o Calvário. Lá vai Jesus carregando a Sua cruz, acompanhado por uma multidão hostil de inimigos e curiosos. Infiltrando-se cautelosamente por entre a turba, o vidente percebe um grupo de piedosas mulheres que choram a morte do condenado. Por isso, ele havia anotado em suas previsões: Ao que eles feriram de morte, hão de chorar como se chora a perda de um filho único, e hão de sentir por ele a dor que se sente pela morte de um primogênito" (Zc 12,10b). Será que é por mera casualidade que Jesus é chamado de Filho único e Primogênito (cf. Cl 1,15; Jo 3,16)?

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

ARTIGOS TEOLÓGICOS 5 - A PAIXÃO DE CRISTO


 A PAIXÃO DE CRISTO: a Partir do Ponto de Vista Médico

De repente, eu percebi que eu tinha tornado a crucificação de Jesus mais ou menos sem valor, e que durante estes anos, haviam crescido calos em meu coração sobre esse horror, por tratar seus detalhes de forma tão familiar – e pela amizade distante que eu tinha com Ele. Isto finalmente aconteceu comigo quando, como médico, eu não sabia o que verdadeiramente ocasionou a morte imediata. Os escritores do evangelho não nos ajudam muito com este ponto, porque a crucificação era tão comum naquele tempo que, sem dúvida, acharam que qualquer detalhe seria desnecessário.
Eu estudei a prática da crucificação, que é a tortura e execução de alguém fixando-o na cruz.
A coluna vertical era geralmente fixada ao solo, onde seria a execução, e o réu era forçado a carregar o poste horizontal, pesando aproximadamente 55 quilos, da prisão até o lugar da execução.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

ARTIGOS TEOLÓGICOS 4 - A PAIXÃO DE CRISTO: Cinco Razões Para Não Assistir o Filme

CENTRO APOLOGÉTICO CRISTÃO DE PESQUISAS - CACP

Cinco Razões Para Não Assistir

  “A Paixão de Cristo” 

Por Rev. Andrew J. Webb

 
Em 25 de fevereiro de 2004 a Icon Films, lançou o tão esperado filme de Mel Gibson “A Paixão de Cristo”. A data do lançamento foi deliberadamente escolhida para coincidir com dia santo Católico Romano de Quarta-Feira de Cinzas, e é indicativo do fato de que para Gibson, seu filme é mais uma obra de devoção do que um empreendimento lucrativo. Em uma entrevista para a Rede de Televisão Católica Romana EWTN, Gibson candidamente declarou por que este filme é tão diferente de todos os seus outros filmes, “Ele reflete minhas crenças – Eu nunca fiz isto antes.”(1) Ele também é completamente franco sobre seu desejo de ver seu filme utilizado para evangelismo pelo mundo inteiro. Muitos Evangélicos notáveis incluindo James Dobson e Billy Graham têm também se apresentado para endossar “A Paixão de Cristo” e recomendar seu uso como uma ferramenta de ensino. Presentemente, “A Paixão de Cristo” está sendo conduzida sobre uma grande onda de suporte de âmbito nacional de Evangélicos e Católicos Romanos, com muitas bem conhecidas congregações Evangélicas, tais como a Igreja Saddleback do mais vendido autor e pastor Rick Warren que comprou 18.000 (dezoito mil) ingressos em sete cinemas, fazendo todo o possível para assegurar que “A Paixão de Cristo” seja um sucesso estrondoso entre cristãos e “seekers.” Expressando a visão amplamente sustentada entre os defensores do filme, Lisa Wheeler, editora associada do Catholic Exchange, um portal web dedicado ao evangelismo católico, disse ao Atlanta Journal-Constitution: “Esta é a melhor oportunidade de evangelização que nós tivemos desde a morte real de Jesus.” (2)

quarta-feira, 10 de maio de 2017

REFLEXÃO 340 - A NOITE EM JERUSALÉM

           À Noite em Jerusalém

            Como aquela viagem para Jerusalém deve ter sido agonizante para
            Jesus!  O único homem capaz de realmente entender o completo
            significado do amor e da misericórdia de Deus visita o centro
            espiritual de Israel e é esbofeteado com a superficialidade e o
            desdém em relação a tudo o que se relacionava com Deus.  Em vez de
            adoradores agradecidos comemorando a libertação da Páscoa, ele
            encontra mercadores abusando da casa de Deus.  E agora, quando o
            Cordeiro de Deus se apresenta aos que deviam estar ansiosos para
            abraçar o Messias, eles mostram pouco mais do que um interesse
            passageiro.  "Veio para o que era seu, e os seus não o receberam"
            (João 1:11).

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

FILME 58 - A PAIXÃO DE CRISTO


O filme "A Paixão de Cristo", dirigido por Mel Gibson, tem provocado polêmicas em todo o mundo. Ele mostra as últimas horas da vida de Jesus, e especialmente Sua crucificação, de uma forma extremamente brutal. Os que defendem o filme louvam-no como uma das maiores chances para a evangelização em dois mil anos. Os adversários o consideram anti-semita, dizendo que incentivará o preconceito contra os judeus, as opiniões se dividem. No meio da noite, Jesus é traído por Judas e é preso por soldados no Monte das Oliveiras, sob o comando de religiosos, que eram liderados por Caifás. Após ser severamente espancado, Jesus é entregue para o governador romano, Pôncio Pilatos, pois só ele poderia ordenar a pena de morte para Jesus. Pilatos não entende o que aquele homem possa ter feito de tão horrível para pedirem a pena máxima. Pilatos tenta passar a decisão para Herodes, governador da Galileia, pois Jesus era de lá. Herodes também não encontra nada que incrimine Jesus e o assunto volta para Pilatos, que vai perdendo o controle da situação enquanto boa parte da população pede que Jesus seja crucificado. Tentando acalmar o povo e a província, que detesta, Pilatos vai cedendo sob os olhares incriminadores, sua mulher, que considera Jesus um santo.