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By Ferramentas Blog

quinta-feira, 5 de abril de 2018

ARTIGOS TEOLÓGICOS 11 - A POBREZA


A pobreza

G. Gomes A pobreza é uma realidade que se tem tornado assunto político nestes últimos tempos. É a esfera da vida na qual os comunistas se agitam constantemente nos países livres de todo o mundo, concitando os pobres a derrubarem a sociedade livre e a desenvolverem um sistema socialista que elimine a pobreza.
Aqui está um exemplo prático do comportamento dos comunistas: Em Portugal, nas eleições de 1985, embora os partidos de esquerda sofressem fragorosa derrota, não se deram por vencidos. Usaram a tática de desviar a atenção pública da derrota deles para os males do Governo, fazendo a este duros ataques nos quais salientavam, como prova da pobreza do país, a emigração de tantos portugueses. Ao ouvir esse argumento, um líder cristão comentou: "Gostaria de saber quantos desses emigrantes portugueses escolheram viver em algum país do paraíso comunista!"
A pobreza é uma realidade que pode ser explorada e pode ser removida. Todos aqueles que amam a Deus e defendem a verdadeira justiça social, devem regozijar-se na liberdade e procurar remover a causa da pobreza ou pelo menos aliviá-la mediante a aplicação do remédio indicado pela Palavra de Deus.
Que a injustiça social é escandalosa não há dúvida.

quarta-feira, 4 de abril de 2018

REFLEXÃO 388 - A PLENITUDE DOS TEMPOS


A Plenitude dos Tempos



“Vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou Seu Filho … para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos.” Gál. 4:4 e 5.

A vinda do Salvador foi predita no Éden. Quando Adão e Eva ouviram pela primeira vez a promessa, aguardavam-lhe o pronto cumprimento. Saudaram alegremente seu primogênito, na esperança de que fosse o Libertador. Mas o cumprimento da promessa demorava. Aqueles que primeiro a receberam, morreram sem o ver. Desde os dias de Enoque, a promessa foi repetida por meio de patriarcas e profetas, mantendo viva a esperança de Seu aparecimento, e todavia Ele não vinha. A profecia de Daniel revelou o tempo de Seu advento, mas nem todos interpretavam corretamente a mensagem. Século após século se passou; cessaram as vozes dos profetas. A mão do opressor era pesada sobre Israel, e muitos estavam dispostos a exclamar: “Prolongar-se-ão os dias, e perecerá toda a visão.” Ezeq. 12:22.

quinta-feira, 29 de março de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 863 - APOCALIPSE: CARTA PARA TIATIRA (2)


ESTUDOS 169 - A PLENITUDE DO ESPÍRITO SANTO


A PLENITUDE DO ESPÍRITO SANTO
Efésios 5:18

Introdução: 
“Todos os cristãos devem ser cheios do Espírito Santo. qualquer coisa menos que isto é só parte do plano de Deus para nossa vida”. Billy  Graham

Transição: O que é ser cheio do Espírito Santo?

“Ser cheio do Espírito Santo é ser controlado ou dominado pela presença e pelo poder do Espírito” - Efésios 5:18.
Uma pessoa embriagada está controlada pelo álcool, devemos nos embriagar do Espírito Santo.

sexta-feira, 23 de março de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 862 - APRENDENDO A ORAR: A ORAÇÃO DO QUARTO (2)


ESTUDOS 168 - A PLENITUDE DO ESPÍRITO SANTO (1)


A Plenitude do Espírito Santo 

Efésios 5.18-21


Introdução
Pregamos há um tempo atrás sobre o Batismo com o Espírito Santo como sendo uma experiência única que acontece no ato do pecador se arrepender e crer sendo então batizado no corpo de Cristo.


Porém se há apenas um batismo no Espírito Santo podemos observar pelas Escrituras que um mesmo cristão pode ser cheio do Espírito Santo várias vezes e é sobre esse assunto que desejamos falar hoje.



Se o batismo do Espírito Santo é um ato único já a plenitude do Espírito Santo é um estado contínuo como norma de vida para todos os cristãos.

quinta-feira, 22 de março de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 821 - APOCALIPSE CARTA PARA PÉRGAMO (2)


REFLEXÃO 387 - A PLENITUDE DO AMOR


A Plenitude do Amor
Cantares 8. 6 e 7

Introdução
Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, são veementes labaredas. As muitas águas não poderiam apagar o amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens da sua casa pelo amor, seria de todo desprezado.
Durante muito tempo, a igreja perdeu a riqueza do livro Cantares. Nós temos no livro de Cantares uma linda história de amor. Todo o movimento do livro se dá entre declarações de amor entre a Sulamita e o Pastor de Ovelhas a quem ama. Das quais esta é a mais expressiva.


Encontramos, aqui, a expressão plena desse amor que se revela:

quarta-feira, 21 de março de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 820 - APOCALIPSE CARTA PARA ÉFESO (2)


ESTUDOS 167 - A PRÁTICA DA CONFISSÃO


A PRÁTICA DA CONFISSÃO
1 João:1:8-9

Confissão: É algo que os evangélicos não sabem fazer, são medrosos confundem a confissão como o catolicismo brasileiro
Definição de Confissão: é arte de apresentar-se constantemente diante de Deus para se declarar culpado de pecados pessoais, comunitários, específicos, depois de ser alertado, lembrado e repreendido, pela Palavra de Deus e pelo Espírito Santo com o propósito de obter perdão e purificação mediante a obra de Jesus Cristo.

A CONFISSÃO DE PECADOS É BENÇAO DE DEUS PARA USO CONTÍNUO
Cf. 1aJo:1:1-2" Estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai; Jesus Cristo, e ele é a propiciação pelos nossos pecados

terça-feira, 20 de março de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 819 - APROVEITE BEM O TEMPO (2)


REFLEXÃO 386 - A PISCINA E A CRUZ

A PISCINA E A CRUZ


Conta-se que um excelente nadador tinha o costume de correr até à água e molhar somente o dedão do pé antes de qualquer mergulho.

Alguém intrigado com aquele comportamento lhe perguntou qual a razão daquele hábito. O nadador sorriu e respondeu:

Há alguns anos atrás eu era um professor de natação de um grupo de homens.

Eu os ensinava a nadar e a saltar do trampolim.

Certa noite, eu não conseguia dormir e fui à piscina para nadar um pouco.

Não acendi a luz, pois a lua brilhava através do teto de vidro do clube.

Quando eu estava no trampolim, vi minha sombra na parede da frente. Com os braços abertos, minha imagem formava uma magnífica cruz. Em vez de saltar,fiquei ali parado, contemplando minha imagem.Nesse momento pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado.

sexta-feira, 16 de março de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 818 - ALICERCES PARA A CONSTRUÇÃO DE UMA IGREJA FORTE (2)


REFLEXÃO 385 - A PIRATARIA E OS EVANGÉLICOS


A Pirataria e os Evangélicos

Pirataria, como os evangélicos estão se comportando?

.
"Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os devassos, em os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbedos, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus". (1Co. 6.9,10) 
.

A pirataria tem invadido o meio evangélico de maneira vergonhosa, e não são os do mundo que a tem praticado em nosso meio, são os nossos "irmãos" que enganosamente ou não, estão lesando aqueles que se sacrificam para realizar seus trabalhos.
Antes de continuarmos e necessário entender o que é pirataria, pois o que temos observado são pessoas completamente desinformadas, que estão nesta prática simplesmente olhando para o financeiro enquanto condenam suas almas a perdição.

quinta-feira, 15 de março de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 817 - A VIDA É MELHOR QUANDO RECONHECEMOS NOSSA FRAGILIDADE (2)


REFLEXÃO 384 - A PÍLULA DO HOMEM: UMA PERSPECTIVA PASTORAL


A PÍLULA DO HOMEM: UMA PERSPECTIVA PASTORAL

Em vias de comercialização, o primeiro contraceptivo oral masculino do mundo chega ao Brasil, e com ele, algumas indagações de cristãos sobre a legalidade Bíblica de um homem crente usar a "pílula" para não ter filhos.
A questão interessa a muitos cristãos. Muitos jovens casais têm evitado filhos nos dias de hoje. As razões geralmente apresentadas são a explosão demográfica das grandes cidades onde vivem, a depravação e corrupção cada vez maiores do ambiente onde seus filhos haveriam de crescer, tal como o uso de drogas e a delinqüência infantil e juvenil. Alega-se ainda a falta de segurança que sentem em relação a filhos: saberei dar respostas? Será que serei capaz de viver uma vida exemplar? E, por fim, o argumento mais forte, o alto custo financeiro hoje de se criar filhos. Para os que pensam assim, filhos atrapalhariam os planos financeiros de se ter uma vida financeira mais tranqüila.
Por outro lado, há algumas boas razões para se enfrentar as dificuldades mencionadas acima.

terça-feira, 13 de março de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 815 - A PRÁXIS DO BOM PASTOR (2)


ESTUDOS 166 - A PESSOA DO ESPÍRITO SANTO


A PESSOA DO ESPÍRITO SANTO

ESTUDO 1
QUEM É O ESPÍRITO SANTO?
A. O Espírito Santo é a terceira pessoa da Trindade.
Ele é um com o Pai e o Filho. Nos textos abaixo podemos comprovar isto:
(1) "Pai, Filho e Espírito Santo" (Mt 3.16,17;28.19).
(2) "Ele é uma Personalidade com quem podemos nos comunicar e nos familiarizar. (Fp 2.1; 2 Co 13.13).

B. A presente tarefa do Espírito Santo na terra.
(1) Consolar. Ele é o Consolador (do Grego Parakletos). Literalmente quer dizer: Aquele que intercede, que está ao lado, um Ajudador, um Advogado. (Jo 14.16,17; 15.26; 16.7).
(2) Líder (Diretor) da igreja (At 8.29, 30; 13.2-4; 16.6,7; 20.28).

C. Símbolos do Espírito Santo
(1) Fogo - Purifica e refina (At 2.3; Is 4.4; Ex 13.21,22).
(2) Água - Regenera, limpa, dá vida, dessedenta (Jo 7.38, 39; Is 44.3).
(3) Vento - Invisível, Indescobrível, Indispensável, dá Vida, Irresistível (At 2.2; Jo 3.8).
(4) Óleo - Unge, autoriza, escolhe, dá poder, cura (Lc 4.18; At 10.38).
(5) Pomba - Pureza, lealdade, devoção, gentileza, inofensivo, terno amável (Mt 3.16, 17; Jo 1.32).
(6) Selo - Segurança, proteção, direito de propriedade, garantia, como um selo lacrado de autoridade (Ef 1.13).
(7) Penhor - Direito real, garantia, prova de pagamento (Ef 1.14).

sexta-feira, 9 de março de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 814 - A PALAVRA DE DEUS (2)


REFLEXÃO 383 - A PESCA


A PESCA

Em uma aldeia de Terranova, os habitantes, que viviam principalmente da pesca, estavam muito desanimados. A temporada de pesca já estava quase no final, e os resultados tinham sido péssimos. Além disso, o inverno se aproximava e, se tudo continuasse da mesma maneira, haveria fome e miséria em toda a aldeia. Então uma pequena congregação reuniu-se num culto especial de oração para pedir a ajuda de Deus. Naquela noite o templo ficou lotado. Após a leitura de algumas passagens bíblicas, várias pessoas elevaram sua voz a Deus para falar-lhe da penosa situação que a aldeia atravessava. A população recobrou o ânimo por um momento, mas na manhã seguinte todos estavam novamente desalentados.
Apenas um dentre aqueles pescadores que haviam assistido à reunião saiu para pescar. Tal homem era conhecido por sua incredulidade e achava uma loucura orar pela pesca. Ele foi pescar apenas para provar que não pegaria nada. Porém, assim que ele e seu ajudante jogaram as redes, estas se encheram de peixes. Duas horas depois retornaram ao porto com a embarcação abarrotada. A notícia se espalhou com a rapidez do vento; logo o porto encheu de embarcações. Nesse dia todas voltaram carregadas de pescado. E isso aconteceu até o fim da temporada de pesca.
Esse maravilhoso fato marcou profundamente aquele pescador, cuja incredulidade desmoronou diante de Deus. Ele se transformou num homem novo, fiel seguidor de Jesus Cristo.

AUTOR DESCONHECIDO
(Não nos responsabilizamos pelo conteúdo teológico deste material)

quinta-feira, 8 de março de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 813 - A MORTE NÃO É O FIM DE TUDO (2)


REFLEXÃO 382 - A PERSUASÃO E O EVANGELHO

A persuasão e o evangelho

Na ocasião quando o apóstolo Paulo apresentou o evangelho de Cristo ao Rei Herodes Agripa II, a memorável resposta de Agripa foi: “Por pouco me persuades a me fazer cristão” (Atos 26:28). É difícil saber com certeza se o rei era sincero ao fazer esta declaração. Ele pode ter sido sarcástico.
 Em ambos os casos, sua observação sobre quase ser persuadido a se tornar um cristão sugere algumas linhas de pensamento interessantes.
Para começar, ser um cristão exige tornar-se conscientemente um deles. Ninguém jamais, inconscientemente (ou mesmo subconscientemente) sofreu a transformação envolvida em se tornar um cristão, de tal modo que ele acordasse um dia para a percepção de que tinha evoluído, por bem ou por mal, num discípulo de Cristo. Ao contrário, toda pessoa que jamais se tornou um cristão decidiu ser tal coisa; ele fez algumas coisas definidas que são exigidas. O evangelho é uma mensagem que precisa ser obedecida (Atos 6:7; 2 Tessalonicenses 1:8; Hebreus 5:9; 1 Pedro 4:17, etc).

terça-feira, 6 de março de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 811 - VOCÊ CRÊ? (2)


MISSÕES 35 - MISSÕES OU ADORAÇÃO?


MISSÕES OU ADORAÇÃO?


UM PERSPECTIVA REFORMADA DE MISSÕES


Qual é a principal tarefa da igreja? Em resposta a esta pergunta, temos ouvido: “Missões é a principal tarefa da Igreja” ou “Se a Igreja não é missionária, então não é Igreja”. Não há dúvida, de que missões é uma prioridade da Igreja, mas não é a prioridade última. Na verdade, a Adoração a Deus o é. E isto porque Deus é o nosso alvo, e não o ser humano. John Piper diz que quando esta era terminar e representantes de toda raça, tribo e nação estiverem dobradas diante do Cordeiro de Deus, a obra missionária não mais terá razão de existir na igreja. Mas o Culto continuará a existir. Quando chegarmos ao fim dos tempos e todos os redimidos estiverem diante do trono de Deus, missões não serão mais necessárias. Missões representam apenas uma necessidade temporária da Igreja, mas o Culto a Deus permanecerá para todo o sempre.

sexta-feira, 2 de março de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 810 - VIVA NO ALTO (2)


MISSÕES 34- MISSÃO SE FAZ COM ORAÇÃO E JEJUM TAMBÉM!



Missão se faz com oração e jejum também!

"E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-me, agora, Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado. Então, jejuando, e orando, e impondo sobre eles as mãos, os despediram" (At 13.2,3).

José Martins disse corretamente: "A oração é a essência da obra missionária. Não é só uma atividade necessária ao sucesso da obra - é a obra em si. É a prática mais missionária possível, quando vivida de maneira bíblica". É evidente que Martins não quer dizer que oração e missões são a mesma coisa, e sim, que essas duas atividades devem vir interligadas uma na outra. Nunca é demais enfatizar a importância da prática da oração na obra missionária.
Quando o Espírito Santo ordenou que a igreja de Antioquia separasse Paulo e Barnabé para a obra que os tinha chamado, a igreja estava em oração. Esta verdade está implícita e explícita em Atos 13.2 e 3, respectivamente.
Implicitamente porque o versículo dois diz o seguinte: "E, servindo eles ao Senhor, e jejuando...". O fato da igreja estar jejuando subentende-se que ela estava também orando. Seria incoerente pensar que uma igreja que estava adorando a Deus e jejuando não estivesse em oração. Nem toda oração é feita em jejum, mas todo jejum bíblico é feito com oração. Além disso, temos uma evidência explícita de que a igreja de Antioquia realmente orava naquela ocasião: "Então, jejuando e orando..." (v3). Não sabemos ao certo se o jejum do verso 3 é o mesmo do verso 2. Pela urgência do chamado do Espírito, tudo indica que sim. Mas se é o mesmo ou deixa de ser, não é tão importante sabermos. Basta saber que a igreja de Antioquia era uma igreja de oração e que fazia da oração a base de sua missão.
É provável que o exemplo da igreja de Antioquia tenha marcado positivamente o ministério de Paulo. Paulo foi um homem de oração e recomendava às igrejas que orassem por ele e pela expansão do evangelho de Jesus Cristo.

quinta-feira, 1 de março de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 809 - SERVI AO SENHOR COM ALEGRIA! (2)


MISSÕES 33 - MATEUS 24.14 E A MISSIO DEI


Mateus 24.14 e a Missio Dei


"E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim" (Mt 24.14)


1. Missio Dei: o termo e seu significado

Em um trabalho lido na Conferência Missionária de Brandemburgo, na Alemanha, em 1932, Karl Barth tornou-se um dos primeiros teólogos a articular a missão como atividade de Deus mesmo. Do início ao fim da conferência a influência de Barth foi crucial. O influxo de Barth no pensamento missionário atingiria seu auge na Conferência de Willingen em 1952. Em Willingen reviveu um antigo termo (que veio dos tempos da patrística [séculos II-V] com as famosas discussões trinitárias): Missio Dei. Foi lá que a idéia da missio Dei emergiu,pela primeira vez, de maneira clara. Compreendeu-se a missão como derivada da própria natureza de Deus. Ela foi colocada, pois, no contexto da doutrina da Trindade, não da eclesiologia ou da soteriologia. Outro nome que se destacou na Conferência de Willingen foi o de George Vicedom, autor da famosa obra Missio Dei: An Introduction to the Science of Mission. A ênfase de Vicedom foi: "Deus é o sujeito ativo da missão. Deus o Pai enviou o Seu Filho, e ambos enviaram o Espírito Santo. A Trindade envia a igreja e os crentes em particular, para cumprir a tarefa da Grande Comissão".

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 808 - VIVA COM GRATIDÃO (2)


MISSÕES 32 - O FAVOR IMERECIDO DE DEUS


O FAVOR IMERECIDO DE DEUS

"Se o Senhor se agradar de nós..." , Olho para mim mesmo e para a sociedade na qual estou inserido, e nada vejo porque Deus possa me amar, nem a essa sociedade, nem a esse mundo. É um mundo perdido. Cantamos um hineto que destaca o amor de Deus e diz no meio de sua letra, "que levou Seu Filho à cruz pra morrer em meu lugar". Foi esse amor que nasceu no Seu coração que fez com que Ele olhasse para nós e Se agradasse de nós. Esse amor tem nome: graça
Há razões para Ele Se agradar de nós? Não! Nossa conclusão só pode ser, "Não!". Quando refletimos na nossa pequenez, "Não!" Quando refletimos na nossa nulidade, "Não!" Quando refletimos na nossa maldade, nada pode nos levar a pensar que Deus possa ter um intenso amor por nós. Quando refletimos na nossa culpa, também não; quando refletimos na nossa rebelião, também não. E Paulo chega a asseverar que "todos pecaram, e destituídos estão da glória de Deus" (Rm 3.23). Temos que ter bem na nossa mente o fato de que somos pecadores e nada temos em nós que nos faça merecedores da misericórdia divina.
Quando refletimos na nossa falta, falta de conformidade com a semelhança de Deus, mais ainda, quando refletimos em Sua grandeza e em Sua majestade, nada, absolutamente nada nos leva a imaginar que Deus pudesse um dia olhar com bondade para nós.

Mas a Bíblia diz em Efésios 1. 3 a 6: 
"Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nas regiões celestiais em Cristo. Pois nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis diante dele. Em amor nos predestinou para sermos filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito da sua vontade, para louvor e glória da sua graça, a qual nos deu gratuitamente no Amado"

Em 2Timóteo 1.8, 9, diz ainda o apóstolo que "o poder de Deus, que nos salvou, e chamou com uma santa vocação, não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e a graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos eternos".

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 807 - VITÓRIA SOBRE A MORTE (2)


MISSÕES 31 - LEVANDO A SÉRIO A NOSSA MISSÃO

LEVANDO A SÉRIO A NOSSA MISSÃO

(Lucas 4.14-21)

O verso 14 deste capítulo, chamado por alguns de "O Manifesto de Nazaré", inicia uma das mais extraordinárias narrativas do evangelho. Jesus lê no culto da sinagoga o trecho de Isaías 61.1,2 acrescido de Isaías 58.6. Com essa narrativa, única nos Evangelhos Sinóticos, única, aliás, nos Evangelhos, enquanto Mateus e Marcos dizem que Jesus anuncia o reino de Deus, Lucas mostra que o reino é a realidade do próprio Jesus, o Messias, o Cristo, o Ungido de Deus.

BREVÍSSIMA ANÁLISE
Diferentes critérios poderão ser utilizados no estudo deste tocante trecho. Há quem o veja por seu aspecto literário, seu lado puramente poético, e, assim, perceba o paralelismo entre os seus versos, onde "porquanto me ungiu para anunciar boas novas aos pobres" casa com "restauração da vista aos cegos", e "enviou-me para proclamar libertação aos cativos" é paralelo a "para por em liberdade os oprimidos", tendo tudo seu ápice em "para proclamar o ano aceitável do Senhor".
Há quem olhe o apelo político das fortes expressões: "anunciar boas novas aos pobres", libertação aos cativos", "restauração da vista aos cegos", "por em liberdade os oprimidos", posição tão do agrado dos liberacionistas e dos radicais de uma modo geral.
Podemos ver, no entanto, a extraordinária lição de apostolado, o embasamento de um ministério que é repassado à Igreja de Cristo. Analisemos, assim, a missão que nos é confiada.
Tudo começa com a unção porque nenhum empreendimento em nome de Cristo subsiste sem a unção do Espírito: "O Espírito do Senhor está sobre mim...", diz o texto (v. 18a).
O apóstolo Pedro, num culto de proclamação do evangelho em casa de um oficial do exército romano, refere-se ao ministério de Jesus Cristo afirmando, "como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com poder; o qual andou fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele" (At 10.28). Afirmação que nos conduz às incisivas expressões que definem a plataforma a ser seguida por Jesus.  

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 806 - VELHOS POÇOS! ÁGUA FRESCA! 2


MISSÕES 30 - ESPIRITUALIDADE MISSIONÁRIA

ESPIRITUALIDADE MISSIONÁRIA


INTRODUÇÃO

Desejo com este trabalho mostrar ao leitor, como está a espiritualidade da igreja dos nossos dias, analisando-a por uma perspectiva missiológica.
A espiritualidade é a comunhão que se tem com Deus e com o próximo, e se caracteriza pela prática do amor, e infelizmente esta comunhão está desgastada, e é superficial em muitas igrejas contemporâneas.
A igreja precisa de um fundamento sólido para uma espiritualidade verdadeira, aquela que se manifesta na prática, e para isso a igreja precisa conhecer o período histórico em que vive, a fim de que essa prática seja eficaz.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 805 - UNIDADE SIM! UNIFORMIDADE NÃO! (2)


MISSÕES 29 - ANTIOQUIA: A IGREJA E SUA MISSÃO

ANTIOQUIA: A IGREJA E SUA MISSÃO


Estudo bíblico de Atos 13.1-3

"Havia na igreja de Antioquia profetas e mestres: Barnabé, Simeão, por sobrenome Níger, Lúcio de Cirene, Manaém, colaço de Herodes, o tetrarca, e Saulo. E servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-me, agora, Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado. Então, jejuando, e orando, e impondo sobre eles as mãos, os despediram" (At 13.1-3)
Uma das primeiras coisas que podemos observar como resultado da ação missionária do Espírito Santo em Atos é o chamado ou vocação de obreiros para a missão. Em Atos o cronograma de Cristo para a igreja é cumprido à risca pelo Espírito. Sua missão é glorificar a pessoa de Jesus Cristo na continuação do que Ele começou a fazer e ensinar através de homens e mulheres que O amam.
O texto bíblico relata que "havia na igreja de Antioquia profetas e mestres" (At 13.1).

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

SERMÕES 18 - CORAÇÃO TRANSPLANTADO

CORAÇÃO TRANSPLANTADO
2 Coríntios 12.9

Mas ele me disse: "Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza". Portanto, eu me gloriarei ainda mais alegremente em minhas fraquezas, para que o poder de Cristo repouse em mim. (2 Coríntios 12:9 - NVI)

Introdução: “Minha graça é suficiente para você” essa foi à resposta de Deus ao apóstolo Paulo referente ao seu pedido para que Ele retirasse um espinho de sua carne.
A bíblia diz que Paulo orou três vezes a Deus, isso significa que Paulo foi insistente com Deus, pois este espinho o perturbava muito.
Jesus no Getsêmani orou três vezes ao Pai para que se possível passasse dele o cálice que ele estava para beber.
Mesmo diante a insistência de Paulo a resposta foi “a minha graça te basta”.
Todas as vezes que me deparo com a palavra “graça” sou levado imediatamente a pensar no favor que Deus me fez, sem que eu merecesse. Deus me deu o céu, mesmo eu merecendo o inferno. Isso é graça, é amor imerecido. Essa é uma verdade maravilhosa sem dúvida.
Na cruz fomos agraciados por Deus, favorecidos por Deus, amados por Deus através do Seu Filho Jesus. Pela graça somos salvos, isto significa que nada podemos fazer para alcançarmos salvação, como defendeu os reformadores. A graça de Deus é suficiente para nossa salvação. O homem não tem participação alguma na obra da salvação. Mas o termo graça se estende além desta compreensão.
Somos tendenciosos a lidarmos com assuntos bíblicos de forma compartimentada. Acredito que isso muito vezes dificulta nosso entendimento e consequentemente nosso relacionamento com Deus.
Quando eu divido Deus em compartimentos me relaciono com um de seus atributos por vez. Algumas vezes olho para Deus e O vejo como santo, diante disso me comporto como bom moço, uso palavras eloquentes, visto uma roupa santa, etc.. Outras vezes O vejo como Pai; então entro em sua presença relaxado, não me preocupo com as palavras, roupa, postura, afinal Deus é pai.
A sistematização, a divisão de Deus e de seus atributos em compartimentos deve servir para compreendermos melhor esses atributos, mas Deus é um ser íntegro, inteiro e deve ser compreendido desta forma. Assim também a graça de Deus não se restringe a céu e inferno.
A sistematização teológica visa nos facilitar em nosso estudo sobre Deus, mas corremos o perigo de nos tornarmos religiosos quando tratamos Deus como matéria de estudo. A religião quer nos apontar o caminho para o céu, nos tranquilizar quanto à vida após a morte. A religião cria ritos e credos para nos dar a convicção de nossa salvação. A religião alcança nossas mentes, mas não transforma nossos corações. A religião pode me fazer entender a graça, mas não experimentá-la.
Quando compreendemos o verdadeiro significado da graça de Deus e a experimentamos nos sentimos amados, cuidados e protegidos. Por isso hoje quero convidar você a olhar a graça de Deus além da questão do céu ou inferno, além do seu significado teológico e religioso.

MENSAGEM EM VÍDEO 804 - CORAÇÃO TRANSPLANTADO


MISSÕES 28 - A TEOLOGIA DE MISSÕES DOS SALMOS

A TEOLOGIA DE MISSÕES DOS SALMOS


Existe uma perspectiva missionária nos salmos que muitas vezes passa despercebida por nós. Convido você a repensar o livro dos Salmos e resgatar um de seus enfoques originais que era cantar louvores a Deus com todos os povos.

I - TÍTUL0 E DIVISÕES DO LIVRO DOS SALMOS
1.1. O título do livro dos Salmos
O título original do livro dos Salmos é tehllim (louvores). A palavra portuguesa "salmos" deriva-se da LXX pela tradução do termo hebraico mismor, que significa "cântico acompanhado de instrumentos musicais". Outra palavra correlata é o verbo zamar_(cantar, cantar louvores, fazer musica). Ocorre apenas no piel, grau que expressa ação ativa intensiva no hebraico. Zamar_é cognato de zammeru "cantar", "tocar um instrumento". É usado apenas em poesia, quase exclusivamente nos Salmos. Termos como maskil_são desconhecidos (1).

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 803 - UM TESOURO EM VASOS DE BARRO (2)


MISSÕES 27 - A RELEVÂNCIA DA MISSIOLOGIA PARA A EDUCAÇÃO TEOLÓGICA

A RELEVÂNCIA DA MISSIOLOGIA PARA A EDUCAÇÃO TEOLÓGICA

Ao olharmos para a Igreja Evangélica Brasileira e o movimento missionário atual, percebemos como ao longo dos anos teologia e missão tem andado por caminhos diferentes, completamente divorciados, assim proponho que em primeiro lugar pensemos sobre a relação existente entre a Missiologia e a Teologia.
Orlando Costas em seu ensaio sobre “Educação Teológica e Missão”1 parte do principio de que a Missão é a mãe da Teologia, dizendo que isto pode ser afirmado pelo fato de que a “teologia nasce do movimento da Palavra do Deus vivente ao cruzar as múltiplas fronteiras da história para criar uma nova humanidade.” A missão é o meio pelo qual Deus faz nascer a Igreja, ela é resultado do esforço missionário não somente de Deus ao enviar seu filho ao mundo como também do esforço de irmãos de outros continentes que plantaram aqui a igreja.
A teologia nasce da necessidade desta igreja plantada, sob o poder do Espírito Santo, de ensinar os rudimentos da fé, refletir critica e sistematicamente sobre si mesma e equipar os seus líderes para a obra do ministério.
Em segundo lugar devemos pensar sobre a prática ministerial que resulta de uma educação teológica divorciada da missiologia.
Em seu ensaio “Missiologia e Educação Teológica”2 Carlos Del Pino conclui dizendo que, “em termos gerais, a nossa educação teológica não tem se preocupado com o aspecto missiológico e missionário na formação dos nossos alunos”, reforçando nossos temores de que o divorcio existente entre Teologia e Missiologia tem causado problemas para que a Igreja ganhe uma visão correta do ministério integral saudável.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 802 - TIPOS DE ORAÇÕES (2)


MISSÕES 26 - A PERSPECTIVA MISSIONÁRIA DE PAULO

A PERSPECTIVA MISSIONÁRIA DE PAULO

I - Introdução
A vida de Paulo é uma riqueza sem fim. Para qualquer aspecto do ministério dele, que focalizarmos nosso olhar, não faltará material de pesquisa, seja para estudá-lo como teólogo, escritor, pastor e mestre, ou missionário. Embora para este último caso não exista, ainda, um bom acervo sobre a missiologia de Paulo, principalmente em português. É lamentável, porque Paulo, o missionário é, com certeza, uma das facetas mais importantes do apóstolo. Não encontrei, em língua portuguesa, um livro sequer com o título de Paulo, o missionário. Em inglês existe apenas (até onde temos conhecimento) o livro Paul the missionary, de William M. Taylor, publicado pela Harper & Brothers Publishers em 1902. É verdade que existem livros e artigos, tanto em português quanto em inglês (alguns deles são citados neste ensaio bíblico-teológico), que tratam da obra missionária de Paulo como um todo, porém, somente o livro de Taylor traz em sua capa um título específico. Neste meu estudo veremos como a teologia de Paulo subsidiava a sua missão e vice-versa. Mas qual era a natureza dessa teologia? Como era feita? Como o apóstolo entendia a dinâmica de sua missão no contexto de seu ministério apostólico? Além disso, quais eram as verdadeiras motivações missionárias dele? Eram tão somente teológicas, apocalípticas e escatológicas ou envolviam mais alguma coisa? E quanto à estratégia de trabalho, o apóstolo possuía alguma? Qual? Enfim, qual era a perspectiva missionária de Paulo?
A estas e outras perguntas tentaremos responder no decorrer deste estudo.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 801 - NO QUE CONSISTE A VIDA DE UM HOMEM? (2)


MISSÕES 25 - A PERSPECTIVA MISSIONÁRIA DO PENTECOSTES

A PERSPECTIVA MISSIONÁRIA DO PENTECOSTES

 Qual o propósito fundamental do Pentecostes de Atos 2? Seria o batismo do Espírito Santo, o dom de línguas, a edificação da igreja?
O objetivo deste artigo é mostrar que apesar de válidas, nenhuma das alternativas acima mereceria uma resposta afirmativa como um fim em si mesma. Tentaremos mostrar a partir de agora que o batismo do Espírito Santo, o dom de línguas e a edificação do povo de Deus foram necessários em Atos 2, mas apenas como meio e não como fim do propósito fundamental de Deus para a igreja e o mundo.
A natureza e propósito do Pentecostes são eminentemente missionários. E Lucas prepara o cenário para apresentá-lo desta forma quando diz em Atos 2.5: "Ora, estavam habitando em Jerusalém judeus, homens piedosos, vindos de todas as nações debaixo do céu" (grifo nosso).  Para uma melhor compreensão deste tema, acreditamos que seria interessante traçarmos primeiro um panorama geral da festa de pentecostes, segundo era comemorada nos tempos do Antigo Testamento. Vejamos qual a finalidade desta festa e o que ela representava, para em seguida tratarmos do Pentecostes de Atos 2.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 800 - TENHA RAÍZES PROFUNDAS (2)


MISSÕES 24 - A FRAGILIDADE DE MISSÕES

A Fragilidade de missões

Parece claro à todos nós, que a igreja do chamado terceiro mundo tem tido e terá uma grande e importante participação no avanço do Evangelho em termos mundiais nesse novo milenium. Não podemos negar que houve uma vasta mudança no centro de gravidade em missões e que agora possuímos uma nova agenda. Cristãos vindos da Asia, África e América Latina para a Europa, ficam impressionados e até mesmo chocados com o declíno do cristianismo nesse continente. Em geral eles encontram um cristianismo apologético e ansioso para assegurar à todos que eles não querem impor a sua fé sobre ninguém.
Isto acontece ao mesmo tempo em que testemunhamos um vibrante crescimento da Igreja de Cristo, jamais visto em toda história, especialmente no chamado terceiro mundo. Patrick Johnstone1, quando fala sobre o crescimento dos evangélicos nos últimos quarenta anos, ressalta que esse crescimento tem acontecido predominantemente nas partes mais pobres do mundo. Citando a América Latina e o que tem acontecido em nosso continente, especialmente na década de 70, nos faz sentir que vivemos num verdadeiro tempo de Deus (kairos). Tempo esse que com certeza nenhum de nós quer perder. Continuando ele declara que “existem mais evangélicos no Brasil do que em toda Europa”, o que deveria ser motivo de alegria, mas quando pensamos no velho continente e o que ele significa para todos nós hoje, não só como o berço da Reforma Protestante mas também em termos missionários. Sem dúvida alguma sentimos a grande responsabilidade que pesa sobre todos nós.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 799 - SEJA VERDADEIRO COM DEUS... (2)


MISSÕES 23 - O CARÁTER MISSIOLÓGICO DA ESPERANÇA CRISTÃ


O CARÁTER MISSIOLÓGICO DA ESPERANÇA CRISTÃ

INTRODUÇÃO
Esta monografia tem como objetivo mostrar que a esperança cristã é o fator motivador para a prática missiológica da igreja. Assim sendo, o nosso estudo estará baseado no termo "esperança " que expressa a expectativa ou o ato de esperar, dando-nos a idéia de um objeto ou algo esperado. Embora sabemos que o objeto ou o produto desta expectativa é Cristo, esse estudo descreverá os momentos de profunda experiência de Deus com o seu povo, de tal forma que levou pessoas à formulação de uma compreensão eficaz ao cumprimento da missão da igreja a partir de Cristo.
Esta compreensão toma forma no Antigo Testamento, onde a esperança era vista como o ato de esperar, ansiar, aguardar. Todos esses verbos dão a conotação de que a esperança do povo de Israel estava baseada em Javé e estava intimamente ligada com o ato de confiar. Assim, no AT, o povo mantinha a expectativa a partir da relação de espera e confiança. Javé era, portanto, o motivo da esperança para o povo que nele confiava. Já no Novo Testamento, a situação que no AT se descreve como esperança, agora é caracterizada como sendo o já de Deus para o povo com a presença do Deus encarnado. Aquilo que antes era futuro, agora se torna presente com a revelação de Cristo, mudando o caráter da esperança em si. Por causa da presença de Cristo, a esperança no NT é reformulada em relação ao seu conteúdo. A esperança adquire um sentido duplo diante do Deus presente: ao agora é preciso acrescentar o ainda não, acrescentando também a esperança no Cristo e o esperar por ele.
Assim, estaremos trabalhando a fundamentação bíblico-teológica da esperança cristã, a metodologia missiológica da esperança cristã e a esperança cristã como articuladora de uma missão contextualizada, entendendo sempre que o caráter missiológico da esperança deve ser visto e analisado a partir do Cristo crucificado, e vai em direção às promessas da ação de Deus no "já" e no "ainda não", não importando a nossa situação, mas tendo consciência de que a nossa fé está baseada em Cristo, na sua obra e exemplo, bem como no seu esperado retorno.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 798 - QUAIS SÃO OS SEUS PROJETOS DE VIDA? (2)


MISSÕES 22 - O QUE É MISSÃO?


O QUE É MISSÃO?

          Existe hoje uma confusão generalizada no meio dos cristãos, a respeito do que é missão. Assim como antigamente, hoje tudo se convencionou chamar de missão. Ora se tudo é missão, nada é missão, diz Stephen Neill.
Tentar definir missão não é tarefa fácil. É claro que houve uma evolução natural do termo ao ponto de "missão" incluir tudo, porém sem se identificar com esse todo. Pôr exemplo missão não é sinônimo de evangelismo, pois se tudo que a Igreja fizer for chamado de evangelismo, então nada é realmente evangelismo.
No dizer de John Stott, "missão" significa atividade divina que emerge da própria natureza de Deus". Foi o Deus vivo quem enviou a seu filho Jesus Cristo ao mundo, que enviou pôr sua vez os apóstolos e a Igreja. Enviou também o seu Espírito Santo à Igreja e hoje envia aos nossos corações.
Daí surge a missão da Igreja como resultado da própria missão de Deus, devendo aquela ser modelada pôr esta. Para que todos nós entendamos a natureza da missão da Igreja, precisamos entender a natureza da missão do Filho. Não podemos pensar em missão como um dos aspectos do ser Igreja, um departamento, mas como afirma o Dr. J. Andrew Kirk, "a Igreja é missionária pôr natureza ao ponto de que, se ela deixa de ser missionária, ela não tem simplesmente falhado em uma de suas tarefas, ela deixa de ser Igreja."
Para nós entretanto, não nos resta outra opção a não ser entender a missão a luz do ministério de Jesus. O que implica em dizer que missão é ser enviado; "Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio a vós" (João 20:21). Primeiramente ao mundo. Johannes Blauw, em a Natureza Missionária da Igreja, diz que "Não há outra Igreja, que não a Igreja enviada ao mundo". Fomos enviados para que nos identifiquemos com outras pessoas, pois de fato o que Jesus fez foi se identificar conosco assumindo nossos pecados, experimentando nossa fraqueza, sendo tentado e morrendo a nossa morte. Somos enviados pôr Cristo para encarnar as necessidades das pessoas, necessidades espirituais e materiais num mundo cada vez mais hostil.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 797 - ORAÇÃO: UMA NECESSIDADE (2)


MISSÕES 21 - A PERSPECTIVA MISSIOLÓGICA DE PAULO (2)

A perspectiva missiológica de Paulo  II

I - MISSÕES EM PAULO


1.1. A missiologia de Paulo



Dentre algumas dicotomias que a igreja evangélica brasileira enfrenta atualmente, uma delas é a polarização entre teologia e missões. Este reducionismo evangélico foi detectado pelo Dr. Augustus Nicodemus Lopes (Paulo,Plantador de Igrejas,1997, p. 5), ao dizer que a separação entre teologia e missões tem penetrado nas igrejas e organizações missionárias no período moderno, e tem produzido efeitos perniciosos até o dia de hoje. Isto é verdade. E a causa dessa divergência teológica, com sua conseqüência danosa para a igreja, foi acertadamente observado pelo Dr. Michael Green (Evangelização na Igreja Primitiva, 1989, p. 7) quando disse: A maior parte dos evangelistas não se interessa muito por teologia; e a maioria dos teólogos não se interessa muito por evangelização.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 796 - ORAÇÃO! O QUE É? (2)


MISSÕES 20 - A PERSPECTIVA MISSIONÁRIA DE PAULO (1)

A perspectiva missionária de Paulo - I




I - Introdução
A vida de Paulo é uma riqueza sem fim. Para qualquer aspecto do ministério dele, que focalizarmos nosso olhar, não faltará material de pesquisa, seja para estudá-lo como teólogo, escritor, pastor e mestre, ou missionário. Embora para este último caso não exista, ainda, um bom acervo sobre a missiologia de Paulo, principalmente em português. É lamentável, porque Paulo, o missionário é, com certeza, uma das facetas mais importantes do apóstolo. Não encontrei, em língua portuguesa, um livro sequer com o título de Paulo, o missionário. Em inglês existe apenas (até onde temos conhecimento) o livro Paul the missionary, de William M. Taylor, publicado pela Harper & Brothers Publishers em 1902. É verdade que existem livros e artigos, tanto em português quanto em inglês (alguns deles são citados neste ensaio bíblico-teológico), que tratam da obra missionária de Paulo como um todo, porém, somente o livro de Taylor traz em sua capa um título específico. Neste meu estudo veremos como a teologia de Paulo subsidiava a sua missão e vice-versa. Mas qual era a natureza dessa teologia? Como era feita? Como o apóstolo entendia a dinâmica de sua missão no contexto de seu ministério apostólico? Além disso, quais eram as verdadeiras motivações missionárias dele? Eram tão somente teológicas, apocalípticas e escatológicas ou envolviam mais alguma coisa? E quanto à estratégia de trabalho, o apóstolo possuía alguma? Qual? Enfim, qual era a perspectiva missionária de Paulo?
A estas e outras perguntas tentaremos responder no decorrer deste estudo.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 795 - ONDE VOCÊ ESTAVA? (2)


PÁSCOA 5 - A PERSPECTIVA MISSIOLÓGICA DA PÁSCOA CRISTÃ

A perspectiva missiológica  da páscoa cristã


Introdução

Num contexto de mudanças tão rápidas e da banalização do cristianismo, eu particularmente creio que a celebração cristã que mais representa o significado do verdadeiro cristianismo é a páscoa cristã.
Nela encontramos elementos que resumem o que verdadeiramente significa ser cristão no mundo de hoje. Sem a páscoa cristã não teríamos nenhuma boa notícia para contar a ninguém.
Ela nos diz por exemplo, que: 1. A experiência da páscoa cristã veio confirmar todo o ministério terreno de Jesus. Ele foi verdadeiro e tudo aquilo que ele disse e fez se consumam nesta experiência maravilhosa; 2. Os evangelhos só foram escritos por causa deste evento e que sem ele não teríamos nada prá contar ao mundo; 3. Também nos fala de uma era que se estava findando e de uma nova que estava tomando forma e começando. A páscoa cristã tem profunda influência na origem da missão da Igreja cristã primitiva, pois era o Cristo ressurrecto e exaltado que atraia e atrai as pessoas a Deus.
Neste contexto eu gostaria de pensar sobre o que tudo isto tem a ver conosco no inicio de um novo milênio e meditar sobre a perspectiva dessa experiência tão singular na história da humanidade, para nós hoje enquanto comunidade cristã, Igreja.
Eu quero pensar que os eventos dos últimos dias da vida de Jesus na terra nos falam sobre a nossa responsabilidade de encarnar sua história e nos remetem para a Missão.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 794 - O VALOR DE NOSSAS CRIANÇAS (2)


ESPÍRITO SANTO (PNEUMATOLOGIA) 9 - A PERSONALIDADE E A DIVINDADE DO ESPÍRITO SANTO


A PERSONALIDADE E A DIVINDADE DO ESPÍRITO SANTO

Quando se fala a respeito da pessoa do Espírito Santo está se tratando da Terceira Pessoa do Deus Eterno, Trino e Uno. As três divinas pessoas do Trindade estão presentes no batismo do Senhor Jesus. Deus é revelado nas Escrituras como um só Deus, existente como Pai, Filho e Espírito Santo. Esta é a doutrina da trindade, expressando a verdade de que dentro da essência una de Deus, subsistem três Pessoas distintas, compartilhando uma só natureza divina comum: 

• "MT 28:19 - Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;" 

Assim, segundo a Bíblia, Deus é singular num sentido, e plural noutro. As Escrituras declaram que Deus é Um só - uma união perfeita de uma só natureza, substância e essência: 
• "DT 6:4 - Ouve, Israel, o SENHOR nosso Deus é o único SENHOR." 
• "MC 12:29 - E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, Israel, o SENHOR nosso Deus é o único Senhor." 

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 793 - O QUE DEUS REALMENTE DESEJA DE VOCÊ? (2)


ESTUDOS 165 - A PERSONALIDADE DO ESPÍRITO SANTO

A PERSONALIDADE DO ESPÍRITO SANTO

INTRODUÇÃO
A personalidade (quer dizer, a qualidade ou fato de ser uma pessoa) do Espírito Santo é um fato descrito na Bíblia tanto quanto a personalidade do Pai e do Filho. Quando o homem nega essa verdade fica evidente uma cegueira Satânica. Satã, quem ataca toda a verdade, tem atuado em duas frentes contra a doutrina da personalidade do Espírito Santo:
  1. Negação doutrinária
O herege antigo, Arius, falou do Espírito como a "energia exercida por Deus". Isso reduz o Espírito de Deus à uma mera amostra do poder do Pai. Este erro ainda é divulgado por várias seitas.

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 792 - JESUS O ÚNICO REMÉDIO (2)


SALVAÇÃO 5 - A PERSEVERANÇA DOS SANTOS

A Perseverança dos Santos e Certeza da Salvação
 
 I N T R O D U Ç Ã O
 
 
Irmão, a perseverança dos santos é a obra de Deus, de sua nova criação em Jesus Cristo. Ele, o Criador e Salvador, é o único infalível, incorruptível, eterno. Nós, falíveis, corruptíveis e mortais só temos uma oportunidade de perseverança: A eleição. Por ela Deus, em sua infinita misericórdia, apropria-se de nós, regenera-nos, vincula-nos a seu filho, identifica-se conosco, concede-nos a bênção da perseverança, torna-se nosso Pai. E, como tal, mantém-nos em seu regaço, protegidos e cuidados espiritualmente.
A paternidade biológica pode ser rejeitada, mas não negada. O descendente traz, no organismo e na psique, a herança de seus ancestrais. A paternidade espiritual é algo semelhante, porém mais radical e mais profunda: É inegável e irrecusável. Uma vez filho, eternamente filho.
A certeza da salvação procede da filiação. Existe exclusivamente no regenerado; uma convicção natural, intelectualmente inexplicável; uma operação interna do Espírito Santo: "O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo" (Rm 8.16,17a).

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

ARTIGOS TEOLÓGICOS 10 - A PERSEVERANÇA DOS SANTOS

A Perseverança dos Santos (1):
O regenerado não está livre do seu pecado
  
Aqueles que, de acordo com o seu propósito, Deus chama à comunhão do seu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, e regenera pelo seu Santo Espírito, ele certamente os livra do domínio e da escravidão do pecado. Mas nesta vida, ele não os livra totalmente da carne e do corpo de pecado (Rm 7.24).
Artigo 2 - Pecados diários de fraqueza
Portanto, pecados diários de fraqueza surgem e até as melhores obras dos santos são imperfeitas.
Estes são para eles constante motivo para humilhar-se perante Deus e refugiar-se no Cristo crucificado. Também são motivo para mais e mais mortificar a carne através do espírito de oração e através dos Santos exercícios de piedade, e ansiar pela meta da perfeição. Eles fazem isto até que possam reinar com o Cordeiro de Deus nos céus, finalmente livres deste corpo de morte.
Artigo 3 - Deus preserva os seus

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 791 - O TEMPO E O HOMEM (2)


HISTÓRIA DO NOVO TESTAMENTO 4 - A PERSEGUIÇÃO DE HERODES A JESUS

A PERSEGUIÇÃO DE HERODES A JESUS

Quando Jesus nasceu a Palestina estava sob o domínio do Império Romano, que a dividiu nos distritos da Galiléia; Samaria e Judéia; Induméia com Peréia; e Traconites com Ituréia além do Rio Jordão. Todos estes territórios constituíam os domínios de Herodes, o Grande, que governou a Palestina de 40 ªC. até o ano 4 ªC.
Segundo o texto de Mateus 2:1, quando Jesus nasceu em Belém da Judéia, Herodes, o Grande reinava em Jerusalém. Diz o texto de Mateus que uns magos vindos do Oriente a Jerusalém, perguntavam onde havia nascido o Rei dos Judeus, pelo que tinham visto a sua estrela no Oriente e desejam adorá-lo. Quando o Rei Herodes tomou conhecimento desse fato, ficou muito alarmado juntamente com os habitantes de Jerusalém. Isto porque o Império Romano jamais admitiria que alguém fosse proclamado Rei de uma província sob o seu domínio. Por outro lado a notícia soava bem aos ouvidos dos Judeus que se achavam oprimidos pelo Império, sendo escravizados e pagando altos tributos a Roma. O fato de lhes nascer um Rei era por demais alviçareiro e renovava-lhes a esperança de tornarem-se livres novamente. Esta notícia portanto deixou Jerusalém agitada.

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 790 - VIVEMOS MORRENDO E MORREMOS VIVENDO


REFLEXÃO 381 - A PÉROLA DE VALOR INCOMPARÁVEL


A pérola de valor incomparável



Desconhecemos o autor desta história, portanto não podemos comprovar sua autenticidade. Mesmo assim, representa vividamente uma verdade que às vezes é difícil de entender.

Há muitos anos, um americano chamado David Morse, vivia e trabalhava na Índia, onde fez amizade com Rambhau, um mergulhador que retirava pérolas no mar. 

Muitas foram às vezes em que Morse passou o final do dia na casinha de Rambhau, lendo a Bíblia para ele e explicando-lhe a essência desse livro: o amor de Deus e a salvação através de Jesus.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 789 - TEMPO DE ESPERANÇAR


SERMÕES 17 - VIVEMOS MORRENDO E MORREMOS VIVENDO

VIVEMOS MORRENDO E MORREMOS VIVENDO
(ano novo)

Na vida existe morte e na morte existe vida.
Somos uma geração que vive a morte todos os dias, que transpira morte, morremos vivendo. Basta olharmos para os noticiários do nosso dia a dia e vemos a morte reinando sobre a humanidade, através da corrupção, da mentira, da idolatria, da  violência, da homossexualidade, da prostituição, etc.. Basta olharmos para nós e vemos a morte se tornando mais real a cada dia sobre nosso corpo. O tempo nos mostra que nossa força se vai, e não conseguimos fugir da morte. A cada dia que vivemos, mais perto da morte estamos. A cada ano que viramos mais velhos ficamos.
Contudo existe algo de especial na virada de 31 de Dezembro para o dia 01 de Janeiro. Esta é uma data em que renovamos nossos sonhos, nossas forças, como num passe de mágica refazemos promessas, esquecemos por um instante do que ficou para trás e olhamos adiante.  
O nascimento de um novo ano é visto como uma oportunidade de recomeçar a vida. Mas que vida pretendemos recomeçar no novo ano? A vida que recebemos de nosso pai Adão no Éden ou a vida que nos foi oferecida por Jesus na cruz?

Portanto, da mesma forma como o pecado entrou no mundo por um homem (Adão), e pelo pecado a morte, assim também a morte veio a todos os homens, porque todos pecaram (Romanos 5.12).

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