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By Ferramentas Blog

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 806 - VELHOS POÇOS! ÁGUA FRESCA! 2


MISSÕES 30 - ESPIRITUALIDADE MISSIONÁRIA

ESPIRITUALIDADE MISSIONÁRIA


INTRODUÇÃO

Desejo com este trabalho mostrar ao leitor, como está a espiritualidade da igreja dos nossos dias, analisando-a por uma perspectiva missiológica.
A espiritualidade é a comunhão que se tem com Deus e com o próximo, e se caracteriza pela prática do amor, e infelizmente esta comunhão está desgastada, e é superficial em muitas igrejas contemporâneas.
A igreja precisa de um fundamento sólido para uma espiritualidade verdadeira, aquela que se manifesta na prática, e para isso a igreja precisa conhecer o período histórico em que vive, a fim de que essa prática seja eficaz.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 805 - UNIDADE SIM! UNIFORMIDADE NÃO! (2)


MISSÕES 29 - ANTIOQUIA: A IGREJA E SUA MISSÃO

ANTIOQUIA: A IGREJA E SUA MISSÃO


Estudo bíblico de Atos 13.1-3

"Havia na igreja de Antioquia profetas e mestres: Barnabé, Simeão, por sobrenome Níger, Lúcio de Cirene, Manaém, colaço de Herodes, o tetrarca, e Saulo. E servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-me, agora, Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado. Então, jejuando, e orando, e impondo sobre eles as mãos, os despediram" (At 13.1-3)
Uma das primeiras coisas que podemos observar como resultado da ação missionária do Espírito Santo em Atos é o chamado ou vocação de obreiros para a missão. Em Atos o cronograma de Cristo para a igreja é cumprido à risca pelo Espírito. Sua missão é glorificar a pessoa de Jesus Cristo na continuação do que Ele começou a fazer e ensinar através de homens e mulheres que O amam.
O texto bíblico relata que "havia na igreja de Antioquia profetas e mestres" (At 13.1).

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

SERMÕES 18 - CORAÇÃO TRANSPLANTADO

CORAÇÃO TRANSPLANTADO
2 Coríntios 12.9

Mas ele me disse: "Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza". Portanto, eu me gloriarei ainda mais alegremente em minhas fraquezas, para que o poder de Cristo repouse em mim. (2 Coríntios 12:9 - NVI)

Introdução: “Minha graça é suficiente para você” essa foi à resposta de Deus ao apóstolo Paulo referente ao seu pedido para que Ele retirasse um espinho de sua carne.
A bíblia diz que Paulo orou três vezes a Deus, isso significa que Paulo foi insistente com Deus, pois este espinho o perturbava muito.
Jesus no Getsêmani orou três vezes ao Pai para que se possível passasse dele o cálice que ele estava para beber.
Mesmo diante a insistência de Paulo a resposta foi “a minha graça te basta”.
Todas as vezes que me deparo com a palavra “graça” sou levado imediatamente a pensar no favor que Deus me fez, sem que eu merecesse. Deus me deu o céu, mesmo eu merecendo o inferno. Isso é graça, é amor imerecido. Essa é uma verdade maravilhosa sem dúvida.
Na cruz fomos agraciados por Deus, favorecidos por Deus, amados por Deus através do Seu Filho Jesus. Pela graça somos salvos, isto significa que nada podemos fazer para alcançarmos salvação, como defendeu os reformadores. A graça de Deus é suficiente para nossa salvação. O homem não tem participação alguma na obra da salvação. Mas o termo graça se estende além desta compreensão.
Somos tendenciosos a lidarmos com assuntos bíblicos de forma compartimentada. Acredito que isso muito vezes dificulta nosso entendimento e consequentemente nosso relacionamento com Deus.
Quando eu divido Deus em compartimentos me relaciono com um de seus atributos por vez. Algumas vezes olho para Deus e O vejo como santo, diante disso me comporto como bom moço, uso palavras eloquentes, visto uma roupa santa, etc.. Outras vezes O vejo como Pai; então entro em sua presença relaxado, não me preocupo com as palavras, roupa, postura, afinal Deus é pai.
A sistematização, a divisão de Deus e de seus atributos em compartimentos deve servir para compreendermos melhor esses atributos, mas Deus é um ser íntegro, inteiro e deve ser compreendido desta forma. Assim também a graça de Deus não se restringe a céu e inferno.
A sistematização teológica visa nos facilitar em nosso estudo sobre Deus, mas corremos o perigo de nos tornarmos religiosos quando tratamos Deus como matéria de estudo. A religião quer nos apontar o caminho para o céu, nos tranquilizar quanto à vida após a morte. A religião cria ritos e credos para nos dar a convicção de nossa salvação. A religião alcança nossas mentes, mas não transforma nossos corações. A religião pode me fazer entender a graça, mas não experimentá-la.
Quando compreendemos o verdadeiro significado da graça de Deus e a experimentamos nos sentimos amados, cuidados e protegidos. Por isso hoje quero convidar você a olhar a graça de Deus além da questão do céu ou inferno, além do seu significado teológico e religioso.

MENSAGEM EM VÍDEO 804 - CORAÇÃO TRANSPLANTADO


MISSÕES 28 - A TEOLOGIA DE MISSÕES DOS SALMOS

A TEOLOGIA DE MISSÕES DOS SALMOS


Existe uma perspectiva missionária nos salmos que muitas vezes passa despercebida por nós. Convido você a repensar o livro dos Salmos e resgatar um de seus enfoques originais que era cantar louvores a Deus com todos os povos.

I - TÍTUL0 E DIVISÕES DO LIVRO DOS SALMOS
1.1. O título do livro dos Salmos
O título original do livro dos Salmos é tehllim (louvores). A palavra portuguesa "salmos" deriva-se da LXX pela tradução do termo hebraico mismor, que significa "cântico acompanhado de instrumentos musicais". Outra palavra correlata é o verbo zamar_(cantar, cantar louvores, fazer musica). Ocorre apenas no piel, grau que expressa ação ativa intensiva no hebraico. Zamar_é cognato de zammeru "cantar", "tocar um instrumento". É usado apenas em poesia, quase exclusivamente nos Salmos. Termos como maskil_são desconhecidos (1).

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 803 - UM TESOURO EM VASOS DE BARRO (2)


MISSÕES 27 - A RELEVÂNCIA DA MISSIOLOGIA PARA A EDUCAÇÃO TEOLÓGICA

A RELEVÂNCIA DA MISSIOLOGIA PARA A EDUCAÇÃO TEOLÓGICA

Ao olharmos para a Igreja Evangélica Brasileira e o movimento missionário atual, percebemos como ao longo dos anos teologia e missão tem andado por caminhos diferentes, completamente divorciados, assim proponho que em primeiro lugar pensemos sobre a relação existente entre a Missiologia e a Teologia.
Orlando Costas em seu ensaio sobre “Educação Teológica e Missão”1 parte do principio de que a Missão é a mãe da Teologia, dizendo que isto pode ser afirmado pelo fato de que a “teologia nasce do movimento da Palavra do Deus vivente ao cruzar as múltiplas fronteiras da história para criar uma nova humanidade.” A missão é o meio pelo qual Deus faz nascer a Igreja, ela é resultado do esforço missionário não somente de Deus ao enviar seu filho ao mundo como também do esforço de irmãos de outros continentes que plantaram aqui a igreja.
A teologia nasce da necessidade desta igreja plantada, sob o poder do Espírito Santo, de ensinar os rudimentos da fé, refletir critica e sistematicamente sobre si mesma e equipar os seus líderes para a obra do ministério.
Em segundo lugar devemos pensar sobre a prática ministerial que resulta de uma educação teológica divorciada da missiologia.
Em seu ensaio “Missiologia e Educação Teológica”2 Carlos Del Pino conclui dizendo que, “em termos gerais, a nossa educação teológica não tem se preocupado com o aspecto missiológico e missionário na formação dos nossos alunos”, reforçando nossos temores de que o divorcio existente entre Teologia e Missiologia tem causado problemas para que a Igreja ganhe uma visão correta do ministério integral saudável.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 802 - TIPOS DE ORAÇÕES (2)


MISSÕES 26 - A PERSPECTIVA MISSIONÁRIA DE PAULO

A PERSPECTIVA MISSIONÁRIA DE PAULO

I - Introdução
A vida de Paulo é uma riqueza sem fim. Para qualquer aspecto do ministério dele, que focalizarmos nosso olhar, não faltará material de pesquisa, seja para estudá-lo como teólogo, escritor, pastor e mestre, ou missionário. Embora para este último caso não exista, ainda, um bom acervo sobre a missiologia de Paulo, principalmente em português. É lamentável, porque Paulo, o missionário é, com certeza, uma das facetas mais importantes do apóstolo. Não encontrei, em língua portuguesa, um livro sequer com o título de Paulo, o missionário. Em inglês existe apenas (até onde temos conhecimento) o livro Paul the missionary, de William M. Taylor, publicado pela Harper & Brothers Publishers em 1902. É verdade que existem livros e artigos, tanto em português quanto em inglês (alguns deles são citados neste ensaio bíblico-teológico), que tratam da obra missionária de Paulo como um todo, porém, somente o livro de Taylor traz em sua capa um título específico. Neste meu estudo veremos como a teologia de Paulo subsidiava a sua missão e vice-versa. Mas qual era a natureza dessa teologia? Como era feita? Como o apóstolo entendia a dinâmica de sua missão no contexto de seu ministério apostólico? Além disso, quais eram as verdadeiras motivações missionárias dele? Eram tão somente teológicas, apocalípticas e escatológicas ou envolviam mais alguma coisa? E quanto à estratégia de trabalho, o apóstolo possuía alguma? Qual? Enfim, qual era a perspectiva missionária de Paulo?
A estas e outras perguntas tentaremos responder no decorrer deste estudo.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 801 - NO QUE CONSISTE A VIDA DE UM HOMEM? (2)


MISSÕES 25 - A PERSPECTIVA MISSIONÁRIA DO PENTECOSTES

A PERSPECTIVA MISSIONÁRIA DO PENTECOSTES

 Qual o propósito fundamental do Pentecostes de Atos 2? Seria o batismo do Espírito Santo, o dom de línguas, a edificação da igreja?
O objetivo deste artigo é mostrar que apesar de válidas, nenhuma das alternativas acima mereceria uma resposta afirmativa como um fim em si mesma. Tentaremos mostrar a partir de agora que o batismo do Espírito Santo, o dom de línguas e a edificação do povo de Deus foram necessários em Atos 2, mas apenas como meio e não como fim do propósito fundamental de Deus para a igreja e o mundo.
A natureza e propósito do Pentecostes são eminentemente missionários. E Lucas prepara o cenário para apresentá-lo desta forma quando diz em Atos 2.5: "Ora, estavam habitando em Jerusalém judeus, homens piedosos, vindos de todas as nações debaixo do céu" (grifo nosso).  Para uma melhor compreensão deste tema, acreditamos que seria interessante traçarmos primeiro um panorama geral da festa de pentecostes, segundo era comemorada nos tempos do Antigo Testamento. Vejamos qual a finalidade desta festa e o que ela representava, para em seguida tratarmos do Pentecostes de Atos 2.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 800 - TENHA RAÍZES PROFUNDAS (2)


MISSÕES 24 - A FRAGILIDADE DE MISSÕES

A Fragilidade de missões

Parece claro à todos nós, que a igreja do chamado terceiro mundo tem tido e terá uma grande e importante participação no avanço do Evangelho em termos mundiais nesse novo milenium. Não podemos negar que houve uma vasta mudança no centro de gravidade em missões e que agora possuímos uma nova agenda. Cristãos vindos da Asia, África e América Latina para a Europa, ficam impressionados e até mesmo chocados com o declíno do cristianismo nesse continente. Em geral eles encontram um cristianismo apologético e ansioso para assegurar à todos que eles não querem impor a sua fé sobre ninguém.
Isto acontece ao mesmo tempo em que testemunhamos um vibrante crescimento da Igreja de Cristo, jamais visto em toda história, especialmente no chamado terceiro mundo. Patrick Johnstone1, quando fala sobre o crescimento dos evangélicos nos últimos quarenta anos, ressalta que esse crescimento tem acontecido predominantemente nas partes mais pobres do mundo. Citando a América Latina e o que tem acontecido em nosso continente, especialmente na década de 70, nos faz sentir que vivemos num verdadeiro tempo de Deus (kairos). Tempo esse que com certeza nenhum de nós quer perder. Continuando ele declara que “existem mais evangélicos no Brasil do que em toda Europa”, o que deveria ser motivo de alegria, mas quando pensamos no velho continente e o que ele significa para todos nós hoje, não só como o berço da Reforma Protestante mas também em termos missionários. Sem dúvida alguma sentimos a grande responsabilidade que pesa sobre todos nós.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 799 - SEJA VERDADEIRO COM DEUS... (2)


MISSÕES 23 - O CARÁTER MISSIOLÓGICO DA ESPERANÇA CRISTÃ


O CARÁTER MISSIOLÓGICO DA ESPERANÇA CRISTÃ

INTRODUÇÃO
Esta monografia tem como objetivo mostrar que a esperança cristã é o fator motivador para a prática missiológica da igreja. Assim sendo, o nosso estudo estará baseado no termo "esperança " que expressa a expectativa ou o ato de esperar, dando-nos a idéia de um objeto ou algo esperado. Embora sabemos que o objeto ou o produto desta expectativa é Cristo, esse estudo descreverá os momentos de profunda experiência de Deus com o seu povo, de tal forma que levou pessoas à formulação de uma compreensão eficaz ao cumprimento da missão da igreja a partir de Cristo.
Esta compreensão toma forma no Antigo Testamento, onde a esperança era vista como o ato de esperar, ansiar, aguardar. Todos esses verbos dão a conotação de que a esperança do povo de Israel estava baseada em Javé e estava intimamente ligada com o ato de confiar. Assim, no AT, o povo mantinha a expectativa a partir da relação de espera e confiança. Javé era, portanto, o motivo da esperança para o povo que nele confiava. Já no Novo Testamento, a situação que no AT se descreve como esperança, agora é caracterizada como sendo o já de Deus para o povo com a presença do Deus encarnado. Aquilo que antes era futuro, agora se torna presente com a revelação de Cristo, mudando o caráter da esperança em si. Por causa da presença de Cristo, a esperança no NT é reformulada em relação ao seu conteúdo. A esperança adquire um sentido duplo diante do Deus presente: ao agora é preciso acrescentar o ainda não, acrescentando também a esperança no Cristo e o esperar por ele.
Assim, estaremos trabalhando a fundamentação bíblico-teológica da esperança cristã, a metodologia missiológica da esperança cristã e a esperança cristã como articuladora de uma missão contextualizada, entendendo sempre que o caráter missiológico da esperança deve ser visto e analisado a partir do Cristo crucificado, e vai em direção às promessas da ação de Deus no "já" e no "ainda não", não importando a nossa situação, mas tendo consciência de que a nossa fé está baseada em Cristo, na sua obra e exemplo, bem como no seu esperado retorno.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 798 - QUAIS SÃO OS SEUS PROJETOS DE VIDA? (2)


MISSÕES 22 - O QUE É MISSÃO?


O QUE É MISSÃO?

          Existe hoje uma confusão generalizada no meio dos cristãos, a respeito do que é missão. Assim como antigamente, hoje tudo se convencionou chamar de missão. Ora se tudo é missão, nada é missão, diz Stephen Neill.
Tentar definir missão não é tarefa fácil. É claro que houve uma evolução natural do termo ao ponto de "missão" incluir tudo, porém sem se identificar com esse todo. Pôr exemplo missão não é sinônimo de evangelismo, pois se tudo que a Igreja fizer for chamado de evangelismo, então nada é realmente evangelismo.
No dizer de John Stott, "missão" significa atividade divina que emerge da própria natureza de Deus". Foi o Deus vivo quem enviou a seu filho Jesus Cristo ao mundo, que enviou pôr sua vez os apóstolos e a Igreja. Enviou também o seu Espírito Santo à Igreja e hoje envia aos nossos corações.
Daí surge a missão da Igreja como resultado da própria missão de Deus, devendo aquela ser modelada pôr esta. Para que todos nós entendamos a natureza da missão da Igreja, precisamos entender a natureza da missão do Filho. Não podemos pensar em missão como um dos aspectos do ser Igreja, um departamento, mas como afirma o Dr. J. Andrew Kirk, "a Igreja é missionária pôr natureza ao ponto de que, se ela deixa de ser missionária, ela não tem simplesmente falhado em uma de suas tarefas, ela deixa de ser Igreja."
Para nós entretanto, não nos resta outra opção a não ser entender a missão a luz do ministério de Jesus. O que implica em dizer que missão é ser enviado; "Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio a vós" (João 20:21). Primeiramente ao mundo. Johannes Blauw, em a Natureza Missionária da Igreja, diz que "Não há outra Igreja, que não a Igreja enviada ao mundo". Fomos enviados para que nos identifiquemos com outras pessoas, pois de fato o que Jesus fez foi se identificar conosco assumindo nossos pecados, experimentando nossa fraqueza, sendo tentado e morrendo a nossa morte. Somos enviados pôr Cristo para encarnar as necessidades das pessoas, necessidades espirituais e materiais num mundo cada vez mais hostil.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 797 - ORAÇÃO: UMA NECESSIDADE (2)


MISSÕES 21 - A PERSPECTIVA MISSIOLÓGICA DE PAULO (2)

A perspectiva missiológica de Paulo  II

I - MISSÕES EM PAULO


1.1. A missiologia de Paulo



Dentre algumas dicotomias que a igreja evangélica brasileira enfrenta atualmente, uma delas é a polarização entre teologia e missões. Este reducionismo evangélico foi detectado pelo Dr. Augustus Nicodemus Lopes (Paulo,Plantador de Igrejas,1997, p. 5), ao dizer que a separação entre teologia e missões tem penetrado nas igrejas e organizações missionárias no período moderno, e tem produzido efeitos perniciosos até o dia de hoje. Isto é verdade. E a causa dessa divergência teológica, com sua conseqüência danosa para a igreja, foi acertadamente observado pelo Dr. Michael Green (Evangelização na Igreja Primitiva, 1989, p. 7) quando disse: A maior parte dos evangelistas não se interessa muito por teologia; e a maioria dos teólogos não se interessa muito por evangelização.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 796 - ORAÇÃO! O QUE É? (2)


MISSÕES 20 - A PERSPECTIVA MISSIONÁRIA DE PAULO (1)

A perspectiva missionária de Paulo - I




I - Introdução
A vida de Paulo é uma riqueza sem fim. Para qualquer aspecto do ministério dele, que focalizarmos nosso olhar, não faltará material de pesquisa, seja para estudá-lo como teólogo, escritor, pastor e mestre, ou missionário. Embora para este último caso não exista, ainda, um bom acervo sobre a missiologia de Paulo, principalmente em português. É lamentável, porque Paulo, o missionário é, com certeza, uma das facetas mais importantes do apóstolo. Não encontrei, em língua portuguesa, um livro sequer com o título de Paulo, o missionário. Em inglês existe apenas (até onde temos conhecimento) o livro Paul the missionary, de William M. Taylor, publicado pela Harper & Brothers Publishers em 1902. É verdade que existem livros e artigos, tanto em português quanto em inglês (alguns deles são citados neste ensaio bíblico-teológico), que tratam da obra missionária de Paulo como um todo, porém, somente o livro de Taylor traz em sua capa um título específico. Neste meu estudo veremos como a teologia de Paulo subsidiava a sua missão e vice-versa. Mas qual era a natureza dessa teologia? Como era feita? Como o apóstolo entendia a dinâmica de sua missão no contexto de seu ministério apostólico? Além disso, quais eram as verdadeiras motivações missionárias dele? Eram tão somente teológicas, apocalípticas e escatológicas ou envolviam mais alguma coisa? E quanto à estratégia de trabalho, o apóstolo possuía alguma? Qual? Enfim, qual era a perspectiva missionária de Paulo?
A estas e outras perguntas tentaremos responder no decorrer deste estudo.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 795 - ONDE VOCÊ ESTAVA? (2)


PÁSCOA 5 - A PERSPECTIVA MISSIOLÓGICA DA PÁSCOA CRISTÃ

A perspectiva missiológica  da páscoa cristã


Introdução

Num contexto de mudanças tão rápidas e da banalização do cristianismo, eu particularmente creio que a celebração cristã que mais representa o significado do verdadeiro cristianismo é a páscoa cristã.
Nela encontramos elementos que resumem o que verdadeiramente significa ser cristão no mundo de hoje. Sem a páscoa cristã não teríamos nenhuma boa notícia para contar a ninguém.
Ela nos diz por exemplo, que: 1. A experiência da páscoa cristã veio confirmar todo o ministério terreno de Jesus. Ele foi verdadeiro e tudo aquilo que ele disse e fez se consumam nesta experiência maravilhosa; 2. Os evangelhos só foram escritos por causa deste evento e que sem ele não teríamos nada prá contar ao mundo; 3. Também nos fala de uma era que se estava findando e de uma nova que estava tomando forma e começando. A páscoa cristã tem profunda influência na origem da missão da Igreja cristã primitiva, pois era o Cristo ressurrecto e exaltado que atraia e atrai as pessoas a Deus.
Neste contexto eu gostaria de pensar sobre o que tudo isto tem a ver conosco no inicio de um novo milênio e meditar sobre a perspectiva dessa experiência tão singular na história da humanidade, para nós hoje enquanto comunidade cristã, Igreja.
Eu quero pensar que os eventos dos últimos dias da vida de Jesus na terra nos falam sobre a nossa responsabilidade de encarnar sua história e nos remetem para a Missão.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 794 - O VALOR DE NOSSAS CRIANÇAS (2)


ESPÍRITO SANTO (PNEUMATOLOGIA) 9 - A PERSONALIDADE E A DIVINDADE DO ESPÍRITO SANTO


A PERSONALIDADE E A DIVINDADE DO ESPÍRITO SANTO

Quando se fala a respeito da pessoa do Espírito Santo está se tratando da Terceira Pessoa do Deus Eterno, Trino e Uno. As três divinas pessoas do Trindade estão presentes no batismo do Senhor Jesus. Deus é revelado nas Escrituras como um só Deus, existente como Pai, Filho e Espírito Santo. Esta é a doutrina da trindade, expressando a verdade de que dentro da essência una de Deus, subsistem três Pessoas distintas, compartilhando uma só natureza divina comum: 

• "MT 28:19 - Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;" 

Assim, segundo a Bíblia, Deus é singular num sentido, e plural noutro. As Escrituras declaram que Deus é Um só - uma união perfeita de uma só natureza, substância e essência: 
• "DT 6:4 - Ouve, Israel, o SENHOR nosso Deus é o único SENHOR." 
• "MC 12:29 - E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, Israel, o SENHOR nosso Deus é o único Senhor." 

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 793 - O QUE DEUS REALMENTE DESEJA DE VOCÊ? (2)


ESTUDOS 165 - A PERSONALIDADE DO ESPÍRITO SANTO

A PERSONALIDADE DO ESPÍRITO SANTO

INTRODUÇÃO
A personalidade (quer dizer, a qualidade ou fato de ser uma pessoa) do Espírito Santo é um fato descrito na Bíblia tanto quanto a personalidade do Pai e do Filho. Quando o homem nega essa verdade fica evidente uma cegueira Satânica. Satã, quem ataca toda a verdade, tem atuado em duas frentes contra a doutrina da personalidade do Espírito Santo:
  1. Negação doutrinária
O herege antigo, Arius, falou do Espírito como a "energia exercida por Deus". Isso reduz o Espírito de Deus à uma mera amostra do poder do Pai. Este erro ainda é divulgado por várias seitas.

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 792 - JESUS O ÚNICO REMÉDIO (2)


SALVAÇÃO 5 - A PERSEVERANÇA DOS SANTOS

A Perseverança dos Santos e Certeza da Salvação
 
 I N T R O D U Ç Ã O
 
 
Irmão, a perseverança dos santos é a obra de Deus, de sua nova criação em Jesus Cristo. Ele, o Criador e Salvador, é o único infalível, incorruptível, eterno. Nós, falíveis, corruptíveis e mortais só temos uma oportunidade de perseverança: A eleição. Por ela Deus, em sua infinita misericórdia, apropria-se de nós, regenera-nos, vincula-nos a seu filho, identifica-se conosco, concede-nos a bênção da perseverança, torna-se nosso Pai. E, como tal, mantém-nos em seu regaço, protegidos e cuidados espiritualmente.
A paternidade biológica pode ser rejeitada, mas não negada. O descendente traz, no organismo e na psique, a herança de seus ancestrais. A paternidade espiritual é algo semelhante, porém mais radical e mais profunda: É inegável e irrecusável. Uma vez filho, eternamente filho.
A certeza da salvação procede da filiação. Existe exclusivamente no regenerado; uma convicção natural, intelectualmente inexplicável; uma operação interna do Espírito Santo: "O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo" (Rm 8.16,17a).

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

ARTIGOS TEOLÓGICOS 10 - A PERSEVERANÇA DOS SANTOS

A Perseverança dos Santos (1):
O regenerado não está livre do seu pecado
  
Aqueles que, de acordo com o seu propósito, Deus chama à comunhão do seu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, e regenera pelo seu Santo Espírito, ele certamente os livra do domínio e da escravidão do pecado. Mas nesta vida, ele não os livra totalmente da carne e do corpo de pecado (Rm 7.24).
Artigo 2 - Pecados diários de fraqueza
Portanto, pecados diários de fraqueza surgem e até as melhores obras dos santos são imperfeitas.
Estes são para eles constante motivo para humilhar-se perante Deus e refugiar-se no Cristo crucificado. Também são motivo para mais e mais mortificar a carne através do espírito de oração e através dos Santos exercícios de piedade, e ansiar pela meta da perfeição. Eles fazem isto até que possam reinar com o Cordeiro de Deus nos céus, finalmente livres deste corpo de morte.
Artigo 3 - Deus preserva os seus

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 791 - O TEMPO E O HOMEM (2)


HISTÓRIA DO NOVO TESTAMENTO 4 - A PERSEGUIÇÃO DE HERODES A JESUS

A PERSEGUIÇÃO DE HERODES A JESUS

Quando Jesus nasceu a Palestina estava sob o domínio do Império Romano, que a dividiu nos distritos da Galiléia; Samaria e Judéia; Induméia com Peréia; e Traconites com Ituréia além do Rio Jordão. Todos estes territórios constituíam os domínios de Herodes, o Grande, que governou a Palestina de 40 ªC. até o ano 4 ªC.
Segundo o texto de Mateus 2:1, quando Jesus nasceu em Belém da Judéia, Herodes, o Grande reinava em Jerusalém. Diz o texto de Mateus que uns magos vindos do Oriente a Jerusalém, perguntavam onde havia nascido o Rei dos Judeus, pelo que tinham visto a sua estrela no Oriente e desejam adorá-lo. Quando o Rei Herodes tomou conhecimento desse fato, ficou muito alarmado juntamente com os habitantes de Jerusalém. Isto porque o Império Romano jamais admitiria que alguém fosse proclamado Rei de uma província sob o seu domínio. Por outro lado a notícia soava bem aos ouvidos dos Judeus que se achavam oprimidos pelo Império, sendo escravizados e pagando altos tributos a Roma. O fato de lhes nascer um Rei era por demais alviçareiro e renovava-lhes a esperança de tornarem-se livres novamente. Esta notícia portanto deixou Jerusalém agitada.

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 790 - VIVEMOS MORRENDO E MORREMOS VIVENDO


REFLEXÃO 381 - A PÉROLA DE VALOR INCOMPARÁVEL


A pérola de valor incomparável



Desconhecemos o autor desta história, portanto não podemos comprovar sua autenticidade. Mesmo assim, representa vividamente uma verdade que às vezes é difícil de entender.

Há muitos anos, um americano chamado David Morse, vivia e trabalhava na Índia, onde fez amizade com Rambhau, um mergulhador que retirava pérolas no mar. 

Muitas foram às vezes em que Morse passou o final do dia na casinha de Rambhau, lendo a Bíblia para ele e explicando-lhe a essência desse livro: o amor de Deus e a salvação através de Jesus.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 789 - TEMPO DE ESPERANÇAR


SERMÕES 17 - VIVEMOS MORRENDO E MORREMOS VIVENDO

VIVEMOS MORRENDO E MORREMOS VIVENDO
(ano novo)

Na vida existe morte e na morte existe vida.
Somos uma geração que vive a morte todos os dias, que transpira morte, morremos vivendo. Basta olharmos para os noticiários do nosso dia a dia e vemos a morte reinando sobre a humanidade, através da corrupção, da mentira, da idolatria, da  violência, da homossexualidade, da prostituição, etc.. Basta olharmos para nós e vemos a morte se tornando mais real a cada dia sobre nosso corpo. O tempo nos mostra que nossa força se vai, e não conseguimos fugir da morte. A cada dia que vivemos, mais perto da morte estamos. A cada ano que viramos mais velhos ficamos.
Contudo existe algo de especial na virada de 31 de Dezembro para o dia 01 de Janeiro. Esta é uma data em que renovamos nossos sonhos, nossas forças, como num passe de mágica refazemos promessas, esquecemos por um instante do que ficou para trás e olhamos adiante.  
O nascimento de um novo ano é visto como uma oportunidade de recomeçar a vida. Mas que vida pretendemos recomeçar no novo ano? A vida que recebemos de nosso pai Adão no Éden ou a vida que nos foi oferecida por Jesus na cruz?

Portanto, da mesma forma como o pecado entrou no mundo por um homem (Adão), e pelo pecado a morte, assim também a morte veio a todos os homens, porque todos pecaram (Romanos 5.12).

SERMÕES 16 - TEMPO DE ESPERANÇAR

TEMPO DE ESPERANÇAR (ano novo)

15Vejam que hoje ponho diante de vocês vida e prosperidade, ou morte e destruição.
16Pois hoje lhes ordeno que amem o Senhor, o seu Deus, andem nos seus caminhos e guardem os seus mandamentos, decretos e ordenanças; então vocês terão vida e aumentarão em número, e o Senhor, o seu Deus, os abençoará na terra em que vocês estão entrando para dela tomar posse.
17Se, todavia, o seu coração se desviar e vocês não forem obedientes, e se deixarem levar, prostrando-se diante de outros deuses para adorá-los,
18eu hoje lhes declaro que sem dúvida vocês serão destruídos. Vocês não viverão muito tempo na terra em que vão entrar e da qual vão tomar posse, depois de atravessarem o Jordão. (Deuteronômio 30:15-18)

O povo de Israel se encontrava próximo de entrar na terra de Canaã, a terra prometida. Seus corações estavam cheios de esperança e sonhos. A oportunidade de viverem uma nova vida estava diante deles.
Moisés estava dando as últimas instruções ao povo, uma vez, que ele já não estaria mais com eles. É neste contexto que ele entrega estas palavras de Deus ao povo.
Deus estava dizendo se vocês seguirem o que lhes ensinei, se obedecerem a tudo que lhes disse, serão bem-sucedidos, mas se não derem ouvidos as minhas palavras sem dúvida vocês serão destruídos. Se me fizerem Rei sobre vocês viverão, se me excluírem da vida de vocês certamente morrerão.
Deus coloca nas mãos de Israel o seu destino. Deus tinha o melhor para eles, mas cabia a eles escolherem seu próprio caminho. Infelizmente Israel não fez acontecer, escolheram seguir o caminho mais fácil e a bênção lhes foi tirada.

REFLEXÃO 380 - A PERIGOSA ARTE DE ENGANAR

A perigosa arte de enganar
Ricardo Gondim Rodrigues
Alguns divertimentos infantis são universais. Um dos que mais gostávamos, e que nos entretinha muito, chamávamos de esconde-esconde. Consistia em esconder do restante dos amigos de tal maneira que ninguém conseguisse nos descobrir. Hoje, depois de crescido, surpreendo-me que essa brincadeira seja comum também entre os adultos. Aliás, parece que gente grande gosta mais de brincar de esconde-esconde que as crianças. Só que agora, o jogo é mais perigoso.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 788 - O MESTRE (2)


REFLEXÃO 379 - A PERFEIÇÃO DE DEUS

A PERFEIÇÃO DE DEUS

 
Em Brooklyn, Nova Iorque, Chush é uma escola que se dedica ao ensino de crianças deficientes.


Algumas crianças permanecem em Chush por toda a vida escolar,  enquanto outras podem ser educadas em escolas normais.


Em um jantar beneficente de Chush, o pai de uma criança fez um discurso de que nunca seria esquecido pelos que estavam presentes. Depois de elogiar a escola e seu dedicado pessoal, clamou ele, "Onde está a perfeição em meu
filho Shaya? Tudo o que Deus faz é feito com perfeição. Mas meu filho não pode entender as coisas como outras crianças entendem. Meu filho não pode se lembrar de fatos e números como as outras crianças. Onde está a perfeição de Deus? A audiência estava chocada pela pergunta, sofrida pela angústia do pai e paralisada pela pergunta crucial. "Eu acredito," o pai respondeu, que
quando Deus traz uma criança assim no mundo, a perfeição que ele busca está no modo como as pessoas reagem a esta criança".

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

MENSAGEM EM VÍDEO 787 - NÃO VOS CONFORMEIS COM ESTE SÉCULO (2)


REFLEXÃO 378 - A PERDIÇÃO E SUA PROVISÃO EM CRISTO

A Perdição e Sua Provisão em Cristo

Com efeito, o Filho do Homem veio procurar e salvar o que estava perdido

(Lc 19:10 TEB)

O sentimento e a realidade de perdição apresentam-se em nossa vida, vez por outra, em situações concretas ou abstratas que, ainda assim, e talvez de maneira mais pungente sentimos nossa garganta apertada por ela. Querendo ou não, conscientemente ou não, vez por outra estamos numa situação de perdição real. E exatamente por estarmos nesta condição existencial, perdemos alguns de nossos referenciais mais necessários. É exatamente isso que caracteriza a perdição. A noite escura na floresta, o barco solto em meio a uma madrugada chuvosa no mar furioso da existência. Tudo isto sem bússola, sem norte, sem referenciais. 


O sentimento de perdição articula-se em categorias diversas, e ignorar qualquer uma delas seria equivalente a minimizar o campo de abrangência do Milagre. 



Hoje podemos falar de algumas categorias, das que estão mais próximas de nossa realidade, que podem ser perdição política; financeira; religiosa; moral e, finalmente, perdição real. 

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

ESCATOLOGIA 10 - A PEDRA DO CÉU

A Pedra do Céu.

O Profeta Daniel, interpretou um sonho do Rei Nabucodonossor. Neste sonho Deus revelou a seqüência de reinos que imperaria na terra, começando com Babilônia, e terminando com a Divisão do Império Romano se transformando nos países que hoje forma a Europa. Daniel conclui a interpretação do sonho, falando que a pedra que atingiu a estátua nos pés, simbolizava um reino eterno que o próprio Deus instalaria aqui na terra. Neste estudo, vamos analisar à luz da palavra de Deus, quem realmente e a pedra simbolizava no sonho do rei. Passemos agora ao estudo.
1. Quem é a pedra no dizer do apóstolo S. Pedro? Porque como dizem as Escrituras Sagradas: "Vocês já provaram a bondade do Senhor." Cheguem perto do Senhor, a pedra viva que os seres humanos rejeitaram como inútil, mas que Deus escolheu como de grande valor. (I S. Pedro 2: 3 e 4) ( Como podemos observar neste relato, o apóstolo Pedro diz claramente que a pedra é Jesus. Leia também Atos 4:10 e 11 e Efésios 2:20)

MENSAGEM EM VÍDEO 785 - NÃO SE DEIXE ENGANAR! SÓ JESUS QUER TE DAR VIDA ETERNA (2)


quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

MENSAGEM EM VÍDEO 784 - NÃO MATE O TEMPO (2)


ESTUDOS 164 - A PEDAGOGIA DE JESUS (1 parte)

A PEDAGOGIA DE JESUS

I . INTRODUÇÃO
Nos relatos sobre o ministério de Jesus, não nos é possível demarcar uma separação nítida entre pregação e ensino, tão entrelaçados que um não pode ser totalmente separado do outro.
Marcos, constantemente descreve Jesus ensinando: Mc.4:1-2; 6:2; 8:31; 9:31; 12:35. Para as multidões que se amontoavam ao redor de Jesus, Ele era mais um mestre do que um profeta. Ele era constantemente chamado "Mestre" ou "rabino" porque seu ensino tinha em si uma autoridade e um poder tal que o diferenciava claramente dos rabinos da época.
Depois da ressurreição, os discípulos e apóstolos foram igualmente pregadores e mestres ( Mt. 28: 19-20; Mc.16:15; At. 5:42 ). Isto evidentemente significa que para os homens que conheciam Jesus pessoalmente, o ensinar e o pregar não eram idênticos, mas interdependentes, ao ponto de um não ser superior ao outro.
Paulo, considerando Jesus a essência da mensagem, também utilizava todos os meios possíveis de comunicação para transmitir suas idéias. Ele pregava e ensinava em todas as igrejas por onde passava.
Assim, constatamos que pregação e ensino fazem parte essencial do ministério de Jesus, da Igreja primitiva e da Igreja dos nossos dias.
Jesus tem consciência de que sua prática é a culminância da história do povo de Israel. Essa consciência é precisamente sua consciência messiânica de ser o revelador pleno e último da vontade do Pai e a vitória definitiva de seu Reino. Esta perspectiva histórica permite que Jesus viva, na encruzilhada das contradições, o tempo do presente singular, tempo do companheirismo, da amizade e da solidariedade horizontal, onde se manifestam a fé, a esperança, o amor e a misericórdia. Jesus toma uma posição radical que lhe vale a morte de cruz, aceita com a coerência que sua prática determina.
Vamos focalizar nosso olhar sobre o cotidiano de Jesus, seus gestos e sua prática pedagógica em seus contatos criadores da vida e da esperança.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

MENSAGEM EM VÍDEO 783 - NÃO DESANIME! (2)


REFLEXÃO 377 - A PAZ DE DEUS!

A Paz de Deus!
"Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, quem vê,não pode amar a Deus, a Quem não vê" (1Jo 4.20)

Amar é uma decisão, não um sentimento

Um esposo foi visitar um sábio conselheiro e disse-lhe que já não amava sua esposa e que pensava em separar-se. O sábio escutou-o, olhou-o nos olhos e disse-lhes apenas uma palavra:

* Ame-a. E calou-se.

* Mas, já não sinto nada por ela!

* Ame-a, disse-lhe novamente o sábio.

E diante do desconcerto do homem, depois de um breve silêncio, disse-lhe o seguinte:

Amar é uma decisão, não um sentimento;

Amar é dedicação e entrega.

Amar é um verbo e o fruto dessa ação é o amor.

O amor é um exercício de jardinagem: arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, regue e cuide.

Esteja preparado porque haverão pragas, secas ou excessos de chuvas, mas nem por isso abandone o seu jardim.

Ame seu par, ou seja, aceite-o, valorize-o, respeite-o, dê afeto e ternura, admire e compreenda-o. Ame!



AUTOR DESCONHECIDO
(Não nos responsabilizamos pelo conteúdo teológico deste material)


terça-feira, 19 de dezembro de 2017

MENSAGEM EM VÍDEO 782 - O “MARCO ZERO” DA FELICIDADE (2)


ARTIGOS TEOLÓGICOS 9 - A PASTORAL DA PERIFERIA: O PARADIGMA DA GALILÉIA EM JESUS

A Pastoral Da Periferia: O Paradigma Da Galiléia Em Jesus

Introdução

Esta reflexão quer ser uma pequena contribuição na busca de uma pastoral urbana a partir do agir da Igreja no mundo, modelada em Cristo Jesus, usando para isto o paradigma de Jesus na Galiléia.
Este tema é desafiador porque, dentro de nosso contexto Latino Americano, podemos nos identificar com o paradigma de Jesus na Galiléia, pois a missão de Jesus se desenvolveu na periferia da Galiléia.
Não podemos falar de periferia sem mencionar Orlando Costas, que se orgulhava de fazer parte do povo Latino Americano. Estar na periferia com eles era parte de sua alegria e prazer.  A periferia para ele era mais do que uma localização geográfica, porque ele também a entendia em termos sociológicos. Para ele periferia se refere a pessoas que não possuem voz nem poder em relação à cultura dominante. Costas fala sobre periferia em relação ao ministério de Cristo, e conseqüentemente, em relação à missão da Igreja. Traz o argumento de que a Galiléia é a periferia, o lugar dos marginalizados, e isto confere a Jesus a força e a voz profética para desafiar as estruturas de Jerusalém. A periferia provia Costas não somente de uma metodologia de missões da Igreja, mas também de fundamento para a construção de sua missiologia. Missões, portanto, devem seguir o modelo Galileu da práxis de Jesus.[1][1] É nesta compreensão que iremos desenvolver nosso artigo.
Como a Igreja na América Latina pode articular e praticar uma pastoral urbana a partir da periferia? Como desenvolver uma pastoral da periferia?
O propósito deste trabalho é demonstrar que a pastoral da periferia é o modelo prático de missão urbana, capaz de resgatar a esperança para um povo excluído, capaz de se inserir no seu meio, alcançá-los e levá-los a uma libertação que promova a vida em Cristo a ponto de se tornarem agentes missionários.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

MENSAGEM EM VÍDEO 781 - LIÇÕES DE LIDERANÇA (2)


ESTUDOS 163 - A PÁSCOA

A Páscoa


1. A Páscoa e o crente


A primeira Páscoa, celebrada pelo Povo de Israel naquela inesquecível noite da morte dos primogénitos egípcios, trouxe-lhes uma autêntica libertação e o novo sistema de vida. A partir de então, Deus liberta-os poderosamente das garras de Faraó e, levantando Moisés, guia-os pelo deserto, sustentando-os, protegendo-os e disciplinando-os.



Páscoa, em hebraico pesah, significa passar por cima. Assim, naquela noite, o anjo da morte passou por cima de todas as casas israelitas cujo sangue do cordeiro tinha sido aspergido nas ombreiras e vergas das portas (Êxodo 12:7,13).



O mês de Abibe, posteriormente chamado Nisan, no qual foi celebrada a Páscoa, passou a ser o primeiro mês do calendário judaico (Ex. 12:2, Dt. 16:1).



Para o crente, CRISTO é a sua páscoa (1Cor. 5:7). O nosso Senhor Jesus Cristo é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (João 1:29). E só o sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo o pecado (1João 1:7). Tanto a Páscoa antiga dos israelitas, como agora a morte de Cristo, aponta-nos para o juízo de Deus, o pecado do homem, o valor do sangue e a importância da fé.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

MENSAGEM EM VÍDEO 780 - FAMILIARIDADE OU INTIMIDADE? (2)


MENSAGEM EM VÍDEO 779 - JESUS NOSSA ESTRELA (2)


ESTUDOS 162 - A PÁSCOA

A PÁSCOA

Êx 12.11 "Assim, pois, o comereis: Os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a páscoa do Senhor."

CONTEXTO HISTÓRICO. Desde que Israel partiu do Egito em cerca de 1445 a.C., o povo hebreu (posteriormente chamado "judeus") celebra a Páscoa todos os anos, na primavera (em data aproximada da sexta-feira santa). Depois de os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó passarem mais de quatrocentos anos de servidão no Egito, Deus decidiu libertá-los da escravidão. Suscitou Moisés e o designou como o líder do êxodo (3 — 4). Em obediência ao chamado de Deus, Moisés compareceu perante Faraó e lhe transmitiu a ordem divina: "Deixa ir o meu povo." Para conscientizar Faraó da seriedade dessa mensagem da parte do Senhor, Moisés, mediante o poder de Deus, invocou pragas como julgamentos contra o Egito. No decorrer de várias dessas pragas, Faraó concordava em deixar o povo ir, mas, a seguir, voltava atrás, uma vez a praga sustada. Soou a hora da décima e derradeira praga, aquela que não deixaria aos egípcios nenhuma outra alternativa senão a de lançar fora os israelitas. Deus mandou um anjo destruidor através da terra do Egito para eliminar "todo primogênito... desde os homens até aos animais" (12.12). Visto que os israelitas também habitavam no Egito, como poderiam escapar do anjo destruidor? O Senhor emitiu uma ordem específica ao seu povo; a obediência a essa ordem traria a proteção divina a cada família dos Hebreus, com seus respectivos primogênitos. Cada família tinha de tomar um cordeiro macho de um ano de idade, sem defeito e sacrificá-lo ao entardecer do dia quatorze do mês de Abibe; famílias menores podiam repartir um único cordeiro entre si (12.4). Parte do sangue do cordeiro sacrificado, os israelitas deviam aspergir nas duas ombreiras e na verga da porta de cada casa. Quando o destruidor passasse por aquela terra, ele passaria por cima daquelas casas que tivessem o sangue aspergido sobre elas (daí o termo Páscoa, do hb. pesah, que significa "pular além da marca", "passar por cima", ou "poupar"). Assim, pelo sangue do cordeiro morto, os israelitas foram protegidos da condenação à morte executada contra todos os primogênitos egípcios. Deus ordenou o sinal do sangue, não porque Ele não tivesse outra forma de distingüir os israelitas dos egípcios, mas porque queria ensinar ao seu povo a importância da obediência e da redenção pelo sangue, preparando-o para o advento do "Cordeiro de Deus," que séculos mais tarde tiraria o pecado do mundo (Jo 1.29). Naquela noite específica, os israelitas deviam estar vestidos e preparados para viajar (12.11). A ordem recebida era para assar o cordeiro e não fervê-lo, e preparar ervas amargas e pães sem fermento. Ao anoitecer, portanto, estariam prontos para a refeição ordenada e para partir apressadamente, momento em que os egípcios iam se aproximar e rogar que deixassem o país. Tudo aconteceu conforme o Senhor dissera (12.29-36).

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

MENSAGEM EM VÍDEO 778 - JESUS GERA UMA NOVA RAÇA DE SERES HUMANOS (2)


REFLEXÃO 376 - A PÁSCOA

A PÁSCOA 
Êxodo 12.1-27


No texto em tela, o Próprio Deus dá a ordem a Moisés para que preparasse a festa e que a chamassem de Páscoa. 

Páscoa no hebraico é pessach que significa passagem ou passar por cima: "...é a páscoa do Senhor" (Ex.12:11), "Porque o Senhor passará para ferir os egípcios..." (Ex.12:23), "É o sacrifíco da páscoa ao Senhor que passou por cima das casas dos filhos de Israel..." (Ex.12:27).

O desenho ao lado mostra um hebreu aspergindo o sangue de um cordeiro sobre as ombreiras (batentes ou colunas verticais) e nas vergas da porta (Êxodo 12:7). Observe que o sangue aspergido nas colunas e nas vergas, nos sentidos horizontal e vertical, apontam para a cruz de Cristo.

Nela, na Páscoa um animal seria separado, preparado e sacrifício, um cordeiro, como figura pelo pecado (Ex.12.2,6), no dia 14 do mês de abibe. que significa espigas verdes.

Durante o exílio fou substituído pelo nome nisã (Ne.2.1) que significa começo ou abertrua

Correspondendo a março-abril em nosso calendário. A páscoa foi instituída numa sexta-feira, um dia antes dos Pães Asmos (Lv.23.6) e dois dias antes das Primícias (Lv.23.12).
Um cordeiro ou carneiro morreria, porém não um cordeiro comum, sua escolha seria rigorosíssima, deveria ser de um ano, sem nenhum defeito físico (aleijado, mancha, etc), macho, separado por um período de quatro dias nos quais seria observado, para que não pairasse quaisquer dúvidas sobre seu estado de completa perfeição física, após este período seria levado ao Sacerdote que com uma adaga "pechera", que deveria estar absurdamente bem afiada, muito mais que uma navalha - das que conhecemos hoje -, e então era cortada a jugular do animal para que não sentisse dor, seu sangue deveria ser recolhido numa bacia e aspergido nos umbrais das portas para que os primogênitos dos Hebreus não morressem, seriam protegidos da morte.
O Sacrifício do animal deveria ser a tarde, na declinação do sol e o seu ocaso. Seus ossos não poderiam ser quebrados.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

MENSAGEM EM VÍDEO 777 - JESUS CRISTO SOFREU POR MIM (2)


ESTUDOS 161 - A PÁSCOA EM CRISTO É NOVA VIDA

A Páscoa em Cristo é Nova Vida

Ref. Ex 12:3 - Gn 15: 13,14 - Jo 8:32-36 - Jo 3:16

Jesus é a nossa Páscoa. O termo "páscoa" deriva da palavra hebraica "pessah", que significa passar por cima, pular além da marca ou passar sobre (atravessar). Quando Deus ordenou ao anjo destruidor que eliminasse todo primogênito na terra do Egito, a casa que tivesse o sinal do sangue do cordeiro não seria visitada pela morte (Êxodo 12:1-36). Os judeus passaram então a celebrar a Páscoa (Pessah) comemorando a saída do Egito, a passagem para a liberdade. A partir de Jesus, essa celebração foi substituída pela Ceia do Senhor, com o pão e o vinho, em Sua memória. Não mais para relembrarmos a saída do Egito, mas para estarmos sempre nos lembrando da liberdade que nEle há, da Sua morte e ressurreição. A passagem de uma vida, para uma vida vivida em "novidade de vida".
O Homem moderno, em suas muitas ocupações, tem se esquecido do profundo significado da festa da Páscoa. Até porque, a versão secular desta data é apenas comercial e não religiosa. Podemos lembrar dos significados que a páscoa tem dentro do contexto escriturístico.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

MENSAGEM EM VÍDEO 776 - JESUS CRISTO É A ÚNICA ESPERANÇA (2)


REFLEXÃO 375 - A PÁSCOA ABIBE

A Páscoa Abibe


Egito, dia 14 de abibe, do ano em que os filhos de Israel foram livres da 
escravidão. Esse seria um dia decisivo. Dia de regozijo para alguns e 
desespero para outros. Naquela noite, o anjo da morte visitaria o Egito e 
mataria a todos os primogênitos, desde os animais ate o filho de Faraó. 
Esse seria o castigo de Deus contra o Egito.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

MENSAGEM EM VÍDEO 775 - JESUS A FONTE ETERNA (2)


REFLEXÃO 374 - A PARÁBOLA DOS TRÊS SERVOS

A Párábola dos Três Servos
Mat. 25.14-30.

Pregação, ensino e curas eram as três principais áreas do ministério de Jesus.
Em tudo o que falava e fazia, o ensino estava presente. Até em silêncio ensinava.
Trabalhava com facilidade e competência todos os assuntos da vida espiritual em sua aplicação prática. Isso despertou na liderança religiosa da época um sentimento de inveja e ódio porque não possuíam o conhecimento e a autoridade de Jesus.
Jesus usava uma linguagem simples sem ser simplória e assim desvendava os mistérios de Deus a todos aqueles que estavam interessados não somente em ouvi-lo, mas em viver os seus ensinos.
Era respeitoso e honesto com os ouvintes. Não lhes sonegava o direito ao conhecimento. Essa luz era própria Dele. As palavras do apóstolo Pedro retratam bem isso: "Senhor, para que iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna". João 6. 68. Como Luz do Mundo realizava sua missão de forma natural e prazerosa. (João 8.12)
Cumpriu integralmente o papel da luz que é: iluminar, denunciando a sujeira (o pecado), e revelando o que havia de bom no ambiente e nas pessoas. Não condenava sem razão e nem elogia sem motivo. João 8. 39 – 47;
12. 1 – 8. O equilíbrio, a credibilidade e a autoridade despertaram a admiração de corações puros. Jesus é singular. A formação teológica e acadêmica não eram pré-requisitos no entendimento e aplicação dos seus ensinos. Até uma criança tinha acesso às verdades espirituais. Uma delas foi usada como instrumento na multiplicação de pães.

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