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By Ferramentas Blog

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

LOUVOR E ADORAÇÃO 1 - LOUVOR E ADORAÇÃO

LOUVOR E ADORAÇÃO

  1. O que é adoração?
Adoração é atribuir a Deus valor supremo, porque somente Ele é digno; É dar a Ele tudo quanto está de acordo com a sua natureza.
Adoração é a resposta do homem a Deus e a sua ação. “Tributai ao Senhor a glória devida ao Seu Nome”, “Exaltai ao Senhor nosso Deus e prostrai-vos ante o Seu Santo Nome, porque Santo é o Senhor nosso Deus”.


  1. Adoração e revelação.
Deus tem se revelado a nós. Não uma revelação mística, porém, Bíblica. Tudo o que se pode conhecer a respeito de Deus, foi-nos revelado através de Sua Palavra. Deus procura adoradores que o adorem em espírito e em verdade. Isto é, que tenham um conhecimento íntimo e pessoal de Sua pessoa e caráter, e não apenas saber a respeito Dele. Vejamos o que a Palavra de Deus nos revela a respeito do seu caráter.
DEUS É:
  1. 1 João 4:8, 16 – Amor.
  2. Dt 33:27 – Eterno.
  3. Mal 3:6 – Imutável.
  4. Rm 16:27 – Sábio.
  5. Mt 5:48 – Perfeito.
  6. Is 6:3 – Santo.
  7. Is 45:21 – Justo.
  8. Sal 25:8 – Bom.
  9. Sal 86:10 – Grande.
  10. 2 Tm 2:13 – Fiel.
  11. Naum 1:2 – Zeloso.
  12. Dt 32:39 – Único.

Ainda que a adoração seja a resposta do homem à natureza e a ação de Deus, em todas as partes da Bíblia, é tomado como certo, que a iniciativa na adoração verdadeira vem da parte de Deus. A adoração que é planejada pelos homens e levada a efeito conforme os ditames e caprichos humanos, por mais impressionante e estética que possa parecer, não é aceitável (Lev 10:1,3; Col 2:23).
A eficácia de nossa adoração fundamenta-se na ação de Jesus por nós, em sua continua intercessão. Aquele a quem adoramos, tornou-se conhecido em Jesus Cristo, através de quem nos aproximamos. Nossa comunhão com Ele em adoração, não é com medo servil, mas em temor de filho que nos leve a ter um senso apropriado da reverência e prostração, mas que também nos torna conscientes de que contemplar a face do Senhor e gozar de comunhão com Ele são bênçãos inestimáveis.

  1. Quem pode adorar?
Os salvos: e para saber com certeza que Cristo está em sua vida, você precisa conhecer quatro princípios básicos:
a) Deus o ama e tem um plano maravilhoso para a sua vida (João 3:16; João 10:10).
b) O homem é pecador e está separado de Deus, por isso não pode conhecer nem experimentar o amor e o plano de Deus para a sua vida (Rm 3:23; 6:23).
c) Jesus Cristo é a única provisão de Deus para o homem pecador. Por meio Dele você pode conhecer o plano de Deus para a sua vida (Rm 5:8; 1 Co 15:3, 6; Jo 14:6).
d) Precisamos receber a Jesus Cristo como Salvador e Senhor, por meio de um convite. Então poderemos conhecer e experimentar o amor e o plano de Deus para a nossa vida (Jo 1:12; Ef 2:8, 9; Ap 3:20).

Os que vivem vidas limpas: Como experimentar o amor e o perdão de Deus:
O propósito de Jesus é que tenhamos uma vida cristã abundante e frutífera (Jo 10:10; Gl 5:22, 23).
A grande maioria dos cristãos não estão experimentando esta vida. Por que? Há três tipos de pessoas:
a)    Natural – mortos em delitos e pecados.
b)   Espiritual – vivo para Deus e controlado pelo Espírito Santo.
c)    Carnal – é cristã, mas continua no controle de sua vida.
Deus providenciou a solução para a carnalidade por meio da confissão:
·         Reconhecer que o pecado ofende a santidade de Deus.
·         Reconhecer que Jesus, por sua morte, perdoou todos os pecados.
·         Arrependendo, e mudando de atitude em relação ao pecado.

Os que vivem cheios do Espírito Santo: como ser cheio do Espírito?
- ser cheio do Espírito é ser controlado e fortalecido por Jesus e permanecer Nele (Jo 15:1, 18).
- A maioria dos cristãos nada sabe a respeito da pessoa e do ministério do Espírito Santo.
- Somos cheios do Espírito Santo pela fé, assim como recebemos a Cristo. Devemos lembrar de que ser cheio do Espírito Santo é ordem de Deus (Ef 5:18). Não devemos nos esquecer da promessa de Deus (1 Jo 5:14, 15) se pedirmos segundo a sua vontade, ele nos ouve e atende.

4. Culto e louvor
O louvor é a diferença entre o assistir ao culto e o prestar culto. No primeiro caso a fórmula consiste em um pequeno grupo apresentar o programa, enquanto a grande maioria assume uma atitude passiva de meros espectadores. Este sistema é no mínimo inadequado ao verdadeiro significado do louvor.
No segundo caso a dinâmica do verdadeiro culto está presente, pois se deixa conduzir pelo Espírito Santo que a tudo conhece. Este mesmo Espírito tem concedido dons a igreja para o Louvor de Deus e edificação de si mesmo em amor. Com a direção do Espírito, o culto não ficará restrito a um padrão rígido, nem cairá em desordem, dois extremos que desagradam a Deus.
Quando apenas o elemento humano assume o controle há sempre a tendência de se enfatizar àqueles aspectos que mais nos atraem, que são do “nosso grupo”. Entretanto o louvor deve ter por finalidade agradar a Deus e não a nós mesmos (Sl 115:1).
Devemos dar toda a liberdade ao Espírito de Deus, sem nos esquecermos que Ele já nos tem revelado em padrão, onde todos os membros do Corpo participam ativamente (1 Co 14:26-40).
Outro aspecto que precisamos reformular é todo o culto é adoração a Deus. O próprio termo se refere à prostração a alguém infinitamente superior a nós humanos. Portanto, o culto não pode ser dirigido aos pecadores, aos demais irmãos ou a nós mesmos, mas sim ao Soberano Deus.
Enquanto o cultuamos, Ele age, promovendo edificação para nós mesmos e para toda a igreja, convencendo os pecadores e envergonhando a Satanás (2 Co 2:17; At 4:23-31).
O louvor não é apenas um período do culto, é o próprio culto. Sem louvor não pode haver culto. O verdadeiro culto acontece quando a igreja se reúne para oferecer-se a Deus, não somente para receber Dele. Quando nos oferecemos a Deus em sacrifício vivo, santo e agradável; quando buscamos o seu reino em primeiro lugar, então, e só então, teremos a revelação de sua vontade para nós, e Ele nos acrescentará todas as demais coisas.

  1. Louvor e música na Bíblia
Na Bíblia encontramos pelo menos 575 referências à música. Deus é o seu autor e concedeu aos homens a grande satisfação de adora-lo através dela. Ele mesmo a estabeleceu de maneira organizada em toda a Bíblia.

No Antigo Testamento

No deserto
a)    Êxodo 15:1-21 – o cântico de Moisés após a travessia do Mar Vermelho.
b)    Deuteronômio 32:1-47 – Moisés testemunhando a rebeldia do povo e o vai lembrar deste cântico.

No templo
a)    1 Crônicas 15:16; 25:1-31 – Davi seleciona (constitui cantores e músicas).
b)    2 Cr 29:25-30 – Ezequias restabelece a música no culto.
c)    Esdras 8:15-20 – Esdras manda buscar os levitas para o servi-lo no templo.

No Salmos

a)    Salmos 96 – Salmos de Adoração.
b)    Salmos 105 – Salmos de gratidão.
c)    Salmos 71 – Salmos de súplica.
d)    Salmos 51 – Salmos de Confissão.
·         Salmos são escritos feitos para ser cantado com acompanhamento de instrumentos.

 

No Novo Testamento

Nos Evangelhos

a)    Lucas 1:46-55 – Cântico de Maria.
b)    Lucas 1:68-79 – Cântico de Zacarias.
c)    Lucas 2:13, 14 – Cânticos de Anjos.
d)    Mateus 26:30 – Jesus e seus discípulos cantaram após a ceia.

Na Igreja
a)    Atos 4:24-30 – Em Jerusalém.
b)    Atos 16:25 – Paulo e Silas na prisão.
c)    Efésios 5:19 – Resultada da vida cheia do Espírito.

No Apocalipse
a)    Ap 5:8, 9 – quatro seres viventes e os vinte e quatro anciãos.
b)    Ap 11:15-19 – Anciãos louvam ao Senhor Cânticos celestiais.

  1. A procedência da música
Deus  - Ele é o seu criador e designou cantores e instrumentistas para o louvor (1 Cr 23:1-31).
Homem – A inspiração de origem humana pode ter o seu lado puro e inocente. Uma pessoa sensível e apreciadora da criação de Deus permite brotar de si mesma, lindos poemas e melodias.
Satanás – Ele vivia no meio da música. Na verdade, era o regente do coro celestial, até que se achou iniqüidade nele. Hoje ele utiliza da música para atrair os homens e implantar neles os seus próprios padrões de imoralidade, rebelião, feitiçaria, etc. (Ezequiel 28:13).

  1. Música sacra e música profana
Há músicas que são reconhecidamente sacras, em nossas reuniões. Mas vemos suas semelhanças no mundo, muitas vezes com a mesma linha melódica, ritmo e instrumentação, e que em essência, são musicas cuja inspiração, não é divina. Esta questão tem sido grandemente discutida no meio cristão. Ou seja, definir de uma vez por todas o que é sacro e o que é profano.
A semelhança de ritmo ou melodia, não é o melhor critério para se identificar a música profana, e sim a sua procedência, se vêm ou não de Deus.
Uma vista de olhos na história de Israel, por exemplo, mostrará que o estilo de música usado pelo povo de Deus na adoração é totalmente diferente e estranha a sociedade ocidental. Nosso estilo de música nos cultos é quase todo europeu e quando algo, que não se assemelha a este estilo entra nos cultos, deixa-nos, a principio, perturbados.

8.    Características da música sacra
1 – Nasce no coração de Deus.
2 – É dirigida a adoração ao Senhor.
3 – Enfatiza os atributos do caráter de Deus.
4 – Apresenta doutrina e princípios bíblicos.
5 – Edifica todo o nosso ser.
6 – Desafia a Satanás.

9.    Como identificar uma música profana?
1 – Nasce no coração do homem.
2 – É dirigida ao próprio homem.
3 – Não enfatiza os atributos do caráter de Deus.
4 – Despreza a sã doutrina ou a usa de maneira leviana.
5 – Atinge somente a nossa alma (emoções).
6 – Pode ser dirigida ao próprio satanás.

Ainda que este critério não ajude a definir a música da igreja, há um outro critério mais elevado, através do qual somente Deus pode avaliar. A pessoa que apresenta a música é ou não consagrada a Deus?
Muita coisa sacra se torna profana em nosso culto porque o ofertante não preencheu os requisitos básicos. Santificação e consagração a Deus. Por mais sacra que seja uma música em sua forma e origem, não será aceita por Deus através de vidas profanas e iníquas (Rm 7:18; 8:6-8; Is 1:10-19; 64:6).

10. A Teologia do cântico
A igreja primitiva usou os cânticos não somente para ensinar a adoração, mas também para ensinar fortes argumentos teológicos. Isto com o fim de fortalecer os crentes contra as falsas doutrinas que se instalavam no seio da igreja.
Muitos dos hinos das igrejas protestantes foram escritos por homens responsáveis pela nova vitalidade da igreja. Martinho Lutero, John Wesley e outros se sentiram responsáveis pelos hinos que cantavam, pois sabiam da sua força na realização, dos seus trabalhos.
Hoje, a responsabilidade dos que compõem e dos que escolhem os cânticos, não é menor. Deus é exaltado quando o louvamos por sua pessoa e obra. Para isto, não bastam belas melodias, ainda que isto seja importante, porém, mais do que isto, é necessário que enfatizemos o seu caráter revelado.
Doutrinas como a Eleição, Expiação, Trindade, Soberania de Deus, Encarnação de Jesus e outras, devem estar fortemente presentes em nossa hinologia. Não apenas cânticos “animados” ou “românticos”. Com o auxilio de belas melodias que tornam e retornam à nossa mente, as doutrinas se repetem e assim se gravam em nosso coração (Dt 32:1-47; Col 3:15,16).

Direção da música congregacional
Algumas pessoas não acham válida a idéia de haver alguém na direção do canto congregacional da igreja com receio de que o culto possa tomar o rumo do gosto do dirigente. Especialmente se este dirigente possui uma personalidade forte. Por outro lado, não se pode negar o perigo de reuniões onde todos opinam. Para evitar estes dois perigos, sempre que possível à direção do culto deve ser plural.
Deve-se levar em conta o exemplo bíblico. Miriã, Davi e os levitas ministravam o louvor diante do Senhor e de todo o Israel. Uma pessoa que não possui uma vida intensa de comunhão e adoração, não poderá guiar outros na adoração e louvores ao Senhor. O dirigente deve transmitir vida, não somente quando à gente da reunião, como também em sua vida intima.

Perigo na vida dos que ministram a música
DOS DIRIGENTES
a)    Orgulho (só ele sabe);
b)    Impaciência;
c)    Falta de conhecimento bíblico;
d)    Indiscrição;
e)    Induzir em vez de dirigir.

DOS CANTORES
a)    Orgulho quanto a sua habilidade;
b)    Insubmissão aos lideres;
c)    Falta de integridade (vida limpa);
d)    Cantar para homens e não para Deus;
e)    Ênfase sensual.

DOS QUE TOCAM
a)    Orgulho quanto a sua habilidade;
b)    Insubmissão aos líderes;
c)    Ênfase sensual;
d)    Seu temperamento (falta paciência);
e)    Tocar para homens e não para Deus;
f)     Síndrome de Elias.

Como evitar estes perigos
1)    1 Coríntios 4:7; Tiago 1:17 – Reconhecemos que tudo que temos inclusive talentos vem de Deus;
2)    Romanos 12:1,2 – Apresentar a Deus tudo que somos e tudo que temos;
3)    Lucas 9:23,24 – Negue-se a si mesmo dia a dia, e identifique-se com Jesus que é manso e humilde;
4)    Romanos 13:1-7; Hebreus 13:17 – Reconhecendo que todas as autoridades foram instituídas por Deus;
5)    Gálatas 5:16,17,22,23 – Andar no Espírito, não satisfazer os desejos da nossa carne e manifestar o fruto do Espírito em nossa vida.

Liberdade do regente no louvor
Com júbilo – Salmos 27:6; 47:1; 81:1,2; 149:1-6.
Definição – Alegria exclusiva, contentamento expansivo, alegria ruidosa ou barulhenta e pulos de alegria. Deus fez grandes coisas por nós.

Com palmas – Salmos 47:1; 98:8; Isaías 55:12.
Definição – Geralmente usamos para marcar o ritmo, porém devemos usa-las como expressões de vivas de alegria (ao Senhor).

Com as mãos levantadas – Salmos 63:4; 77:2; 134:1-3; 141:2; 143:6.
Definição – Em sinal de rendição total e de dedicação completa de tudo que somos e de tudo o que temos.

Inclinando-se e prostrando-se – Salmos 95:6; 99:9; Ezequiel 43:3; Lev. 9:24.
Definição – Os que servem a astros soberanos e até deuses pagãos, prostram-se diante deles, quanto mais aqueles que adoram o grande Rei e Soberano de todo o Universo, o nosso Deus.

Com danças – 2 Samuel 6:14; Êxodo 15:20; Salmos 150:4.
Definição – Para celebrar os grandes feitos do Senhor, especialmente sua vitória sobre os inimigos. Nunca como um simples exercício de expressão corporal ou para se dar lugar aos desejos da carne.

Com um novo cântico – Salmos 96:1; 98:1; 144:9; Isaías 24:10.
Definição – Com novas melodias que o Espírito Santo pode nos trazer ou dar a cânticos já conhecidos e até mesmo antigos que se renovam quando nosso coração está completamente entregue ao Senhor.

Com habilidade e arte – Êxodo 36:1; Salmos 33:3.
Definição – Deus tem concedido talentos ao seu povo. Ele deseja que não apenas usemos mais que também o aperfeiçoamento para o seu próprio louvor.

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