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By Ferramentas Blog

terça-feira, 9 de outubro de 2012

LIDERANÇA 17 - GRANDES IGREJAS, PEQUENOS LÍDERES


 GRANDES IGREJAS, PEQUENOS LÍDERES
Josué Campanhã (Ed Hagnos)

Frases Capítulo 1 ao 3
1.      Jesus era um líder servo. Um líder servo é servo da missão e lidera servindo os que estão na missão com ele (Wilkes, Gene C. O último degrau da liderança. São Paulo: Ed. Mundo Cristão, 2002).
2.      A verdadeira liderança servil começa quando o líder se humilha para cumprir a missão que lhe foi confiada, em vez de servir aos seus interesses pessoais (Wilkes, Gene C. O último degrau da liderança. São Paulo: Ed. Mundo Cristão, 2002).
3.      A missão de Jesus dividia-se em duas partes: dar a sua vida para salvação das pessoas e criar uma equipe de liderados que propagassem essa mensagem para o mundo inteiro e para as gerações seguintes.
4.      O líder-servo diz o que fazer, mostra como fazer, permite que o liderado faça e então observa seu desempenho. Elogia o progresso e acerto ou redireciona comportamentos e ações.
5.      Um líder-servo como Jesus age com base na essência do seu caráter e na essência da sua missão.
6.      A grandeza de um líder não é definida pela quantidade de poder que ele tem em suas mãos, mas pela forma como se torna eficiente para usar esse poder.
7.      Pessoas que desejam tornar-se líderes voltadas para o serviço enxergam a vida como uma missão, e não como uma carreira. Isto faz com que se desviem da liderança egocêntrica.
8.      Liderança pode significar ensino, treinamento, tarefas, incentivo, orientação, correção, decisões, planejamento, resolução de conflitos, etc..
9.      As pessoas que passam a liderar podem ver essa posição como uma forma de “poder” o que pode ser muito ilusório. Um líder não é apenas alguém que detém o poder para conduzir um grupo a alcançar um objetivo.
10.  Jesus nunca ofereceu um cargo aos seus discípulos, desta forma nunca ofereceu a eles poder visível que pudessem assumir.
11.  Jesus ofereceu uma liderança baseada na capacidade deles influenciarem pessoas a segui-los. Jesus ofereceu uma liderança baseada em sonho a ser conquistado. Jesus ofereceu uma liderança baseada na tarefa de implantar o sonho no mundo presente. Jesus ofereceu a eles a oportunidade de liderarem servindo.
12.  É fato que sobre o líder atual pesam algumas responsabilidades: proporcionar e manter o ritmo da organização, garantir a eficácia, expressar e defender valores, ter uma vida pessoal que inspire outros.
13.  Princípios da liderança:
a.       Princípio da visão
b.      Princípio das metas
c.       Princípio do amor (habilidade pessoal – relacional)
d.      Princípio do domínio próprio (caráter)
e.       Princípio da comunicação
f.        Princípio da oportunidade – olhe para o mundo atual e aproveite as oportunidades, crie caminhos, para atingir os objetivos do grupo.
g.       Princípio da perseverança – insistência mesmo diante as dificuldades.
14.  Os líderes não podem servir a outras pessoas apenas com palavras; precisam servir com atitudes. As atitudes referendam as palavras de um líder e lhe dão credibilidade.
15.  O orgulho impede a criação de relacionamentos profundos e mantém as pessoas apenas no campo das tarefas. Essa postura leva os líderes a ter apenas o desejo de serem servidos para alcança resultados e não a fortalecer os relacionamentos para, através deles, alcançar resultados.
16.  O líder-servo como um pastor implica entender que os liderados são o principal produto deste líder. O pastor prioriza as pessoas acima das tarefas, mas não descuida das tarefas.
17.  A informação por si só é fria. (...) A informação só produz serviço se penetrar na mente e no coração das pessoas e gerar algum tipo de transformação nos sentimentos e nos relacionamentos.
18.  Poder, delegação e desenvolvimento de líderes são três áreas conexas na vida de Jesus. Ele concedeu aos discípulos poder para fazerem a obra, delegou-lhes autoridade para exercerem suas tarefas e os treinou. Eles estavam desta forma capacitados para servirem o mundo fazendo discípulos de todas as nações.
19.  Jesus investiu o potencial máximo da sua vida e liderança no desenvolvimento de novos líderes. Serviu de modelo para mentorear outros. Mentorear não equivale a transferir conhecimento para outra pessoa, mas servir de modelo e se possível caminhar com ela para seu crescimento.
20.  O coração do líder pulsa por resultados e o coração do líder-servo pulsa por resultados na vida das pessoas. Um líder de uma igreja deseja não só resultados operacionais, mas transformação de vidas.
21.  A arte da liderança consiste em “libertar as pessoas para fazerem o que lhes cabe, da maneira mais eficiente e humana possível” (Max De Pree, Liderar é uma Arte, pg. 15).

Obs.: Existe um falso conceito de mentorear na vida eclesial. Mentorear é visto como alguém que busca ajuda de um “guru”, onde se espera respostas prontas. Um mentor ensina através de sua experiência, mas não toma as decisões para o aprendiz. Um mentor ajuda a refletir, mas não faz a reflexão do aprendiz.


Capítulo 4 – Características de um Líder Que é Servo
·        O que um líder faz para deixar marcas em sua geração.
·        Uma mente voltada para a vida. Sua missão era produzir vida.
·        Uma mente perseverante. Jesus não perdia o foco, sabia que tudo que fizesse tinha por objetivo gerar vida.
·        Uma mente humilde. A humildade esta ligada a simplicidade. A simplicidade tem a ver com a abdicação à ganância.
·        Uma mente pura. É bem difícil para os líderes conservarem a mente pura. A competição, até mesmo entre igrejas hoje, a corrupção e as reações adversas de outras pessoas tiram a mente do foco da pureza. Sem contarmos luxuria, avareza, inveja e a ansiedade que estão na moda.
·        Uma mente sensível. Jesus serviu as pessoas porque foi sensível a elas.

Capítulo 5 – Passando Pelo Processo De Se Tornar Um Líder-Servo
·        “O caráter de um servo deve ser de entrega total em quatro áreas: a cabeça, o coração, os joelhos e a língua”. Conforme Miller, a cabeça deve ser dominada pela humildade, o coração pela obediência, os joelhos pela entrega e a língua pela confissão (Calvin Miller. Nas Profundezas de Deus:...).
·        A atuação de Jesus baseou-se na escolha de uma equipe para desenvolver sua visão e servir às pessoas.
·        É preciso cruzar a linha entre ser um líder tradicional e ser um líder-servo.
·        Possivelmente o ego de um líder é o inimigo número um do serviço. A tendência do ego é atrair para si todos os interesses e benefícios da liderança em detrimento dos liderados. Quanto mais o ego é alimentado pelos símbolos de poder, mais o líder se distancia da possibilidade de servir.
·        Um líder que não entende o significado da obediência na liderança dificilmente conseguirá seguir as diretrizes da missão. A obediência é uma parte essencial do espírito de servo, Jesus, mesmo sendo um grande líder, seguiu o tempo todo as diretrizes da missão que lhe havia sido dada por Deus.
·        O projeto de Jesus deu certo porque ele trabalhou na dependência de Deus Pai e investiu em seus discípulos para que dessem continuidade em sua missão. Jesus mostrou que um líder não chega a lugar algum sozinho. Não se vive na autossuficiência.
·        Submeter a missão à Um líder pode ser comparado a um vaso.
o   O vaso abriga a semente que se tornará uma planta. O líder abriga um legado que é a sua missão. O vaso não pode se tornar mais vistoso que a planta ou que a missão. O vaso serve de suporte para a planta, assim como o líder serve de suporte para a missão ou legado.
o   O vaso é vistoso, pois sustenta e ajuda na beleza da planta. O líder é visto, pois sustenta a missão e ajuda em seu crescimento.
o   A planta é maior que o vaso, assim como a missão é maior que o líder.
·        O sacrifício de um líder para atingir uma missão é mais apaixonante do que a superficialidade da vida de um líder que abandonou a missão para atingir apenas seus objetivos interesseiros.
·        Focalizar na realização da visão à Provérbio chinês: “Se sua visão é para um ano, plante trigo. Se sua visão é para uma década, plante árvores. Se sua visão é para toda a vida, plante pessoas”.
·        A transformação de pessoas envolve sentimentos, raciocínio, mudança de mentalidade e mudança de vontade.
·        Jesus não morreu para organizar uma igreja. Ele foi mártir de uma causa, mas morreu pelas pessoas e pela qualidade de vida das pessoas.
·        Numa visão correta as coisas são usadas e as pessoas são valorizadas. A visão de Jesus não era iniciar um empreendimento, mas transformar a vida das pessoas.
·        Jesus plantou nos discípulos a mesma visão: transformar vidas e não construir empreendimentos.

Capítulo 6 – O Programa de Treinamento de Líderes-servos de Jesus
·        Jesus investiu a maior parte de seu tempo em relacionar-se com os seus doze discípulos mais próximos.
·        Primeiro passo: Jesus escolheu 12 homens de maneira estratégica. Ele orou muito para isso. A escolha não foi técnica, nem política, mas estratégica. A Escolha de Jesus não se baseou no que os 12 eram, mas no que poderiam se tornar.
·        Segundo passo: Jesus conferiu aos 12 homens autoridade.
·        Terceiro passo: Aprofundou o relacionamento com esses homens para influir na própria vida deles.
·        Quarto passo: Os enviou em missões de teste.
·        Quinto lugar: Passou o bastão para os 12.
·        O segredo de Jesus não estava na forma como ele desenvolveu seu programa de treinamento, mas nos princípios usados para perpetuá-lo.
·        A liderança é relacional - Jesus se relacionou com seus discípulos porque desejava servi-los. Jesus conseguiu servir seus discípulos por causa da sua humildade.
·        Muitos líderes se concentram mais no sonho do que na equipe. Jesus se concentrou mais nos discípulos do que no sonho.
·        Jesus não aprofundou o relacionamento com seus discípulos ficando no escritório com eles oito horas por dia, como fazem muitos líderes hoje. Ele os levou a muitas festas, teve momentos a sós com sua equipe para conversas francas, fez milagres incríveis como a multiplicação de pães, reuniu seus discípulos com sua mãe e seus irmãos, e viveu momentos extremamente especiais, como quando lhes lavou os pés.
·        Ensinar não é garantia de aprendizado. Uma pessoa pode ser o melhor líder do mundo, mas se não souber usar alguns métodos de ensino verá seus objetivos frustrados. Para transmitir alguns princípios efetivos, é preciso que o ensino seja vivencial.
·        O líder é aquele que deve estar sempre pronto a criar novos paradigmas didáticos no exercício da liderança.
·        É preciso ensinar os liderados a pensar, a aprender e a trabalhar.
·        Testar gradualmente a vida e a liderança das pessoas que compõem uma equipe pode ser uma boa estratégia ao preparar o ambiente na compreensão da liderança para o serviço. Jesus testou seus discípulos várias vezes. Esse processo de testes implica medir as resistências, vencer as barreiras e migrar para uma nova forma de pensar. Quando um líder submete seus liderados a alguns desses testes, está criando as condições para que eles entendam o significado do serviço não apenas de forma teórica, mas experiencial.
·        Jesus não escreveu nenhum manual com orientações para seus discípulos, mas ensinou para eles como deveriam pensar e agir. Estes princípios serviam para todas as situações, mesmo as imprevistas.
·        Jesus não estava pensando em criar mais uma religião, nem formar um grupo de homens regidos por regras, mas um grupo de líderes prontos para servir e transformar a vida das pessoas em qualquer parte do mundo.
·        Um dos grandes problemas do treinamento de líderes é que as organizações normalmente criam réplicas. O novo líder normalmente recebe é um conjunto de regras que devem ser obedecidos. Não se transmite os princípios, mas os manuais.
·        Para que um líder tenha sucesso precisa ter sucesso em sua missão pessoal de vida. A trajetória proporcional à sua trajetória pessoal. Assim o líder é alguém que não fica esperando as coisas acontecerem, mas trabalha para que aconteçam dentro de uma visão específica relacionada à sua missão de vida.
·        Não vale a pena ser líder se não for possível deixar marcas na vida das pessoas.
·        Um líder não fica apenas ensinando, mas aprende com seus liderados também. Um bom líder tem a capacidade de ouvir e analisar os fatos e mudar seus próprios pensamentos.
·        Visão não é algo que eu pego, mas é algo que me pegue.
·        Os apóstolos perpetuaram a missão de Jesus e tiveram sucesso porque focaram o alvo.
·        A própria missão produziu gente disposta a servir a sofrer. Talvez um dos grandes problemas da liderança na atualidade é que ela produz resultados imediatos e pessoas que anseiam por ser servidas, e não por sofrer. Esse paradigma requer uma mudança de cultura e mentalidade nos líderes e nas organizações.
·        Para um líder deixar um impacto duradouro, é preciso enfrentar a cultura atual, manter-se fiel ao objetivo sem ter a preocupação de sucesso imediato, e cultivar a paciência e não a pressa.
·        O líder que pensa apenas na pescaria de hoje dificilmente desenvolverá uma missão que repercuta na história.

Capítulo 7 – Ser, Conhecer e Agir Como Um Líder-Servo
·        Um dos princípios da filosofia de Jesus é que os líderes-servos não estão preocupados com posições. Servem independentemente das posições ou cargos que ocupam.
·        Servir não é fazer aquilo que as pessoas querem, mas aquilo de que elas precisam. Não se trata de satisfazer caprichos ou desejos, mas de atender necessidades.
·        As pessoas atualmente não são convidadas a servir o líder, mas a uma missão. As pessoas não querem servir a uma pessoa, mas a um propósito maior do que elas.
·        O Império Romano investiu em seu exército para conquistar mais povos. Por um bom tempo conseguiu expandir seus domínios através da força de armas e de uma "boa" política. O que restou deste Império? Jesus investiu na vida de doze homens para conquistar o coração dos povos. Ainda hoje seu Império continua crescendo.

Capítulo 8 – Como Construir Grandes Igrejas Com Líderes-Servos
·        Às vezes nos preocupamos tanto em construir uma grande igreja que nos esquecemos de servir às pessoas.
·        Os líderes tendem a ficar fascinados com os símbolos de poder que tem em suas mãos, como o prédio da igreja, o microfone, o carro ou mesmo o número de pessoas que lidera, o líder deve desenvolver “símbolos de serviço”.
·        Símbolos de serviço:
o   servir para formar novos líderes que impactem a próxima geração.
o   Ter uma visão, cumprir e envolver a equipe no processo.
·        Mudança de mentalidade implica que os líderes precisam reaprender a liderar. Reaprender implica desaprender, ou abrir mão de algo que se sabe, se crê e se pratica para a emergência de um novo conceito.
·        A confiança também cria um laço forte entre o líder e os seus liderados capaz de superar as falhas e os fracassos.
·        Os líderes sempre falharam e os líderes da próxima geração também falharão. No entanto, a confiança sustentará os relacionamentos e fará com que os líderes não sejam avaliados apenas no que fazem, mas especialmente pelo que são.
·        A pergunta que todo líder deve fazer a si mesmo todas as manhã é: De que forma eu estou sendo útil para a minha geração? O que você está produzindo hoje que não irá decompor-se?

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