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By Ferramentas Blog

terça-feira, 23 de julho de 2013

CIDADES 2 - A CIDADE DE NÍNIVE


A Cidade de Nínive


 "Ora veio a palavra do Senhor a Jonas, filho de Amitai, dizendo: Levanta-te, vai à grande cidade de Nínive, e clama contra ela, porque a sua malícia subiu até mim. (Jn 1.1-2)."
Na Bíblia: (Gn 10.11-12 / 2Rs 19.36 / Is 37.37 / Jn 1.2; 3.2-7; 4.11 / Na 1.1; 2.8; 3.7 / Sf 2.13 / Lc 11.32).


O começo das expedições:
Em 1854, dirigia-se para o solitário morro vermelho uma caravana de camelos e jumentos com uma carga incomum de pás, picaretas e aparelhos de medição, sob a direção do consul inglês em Baçorá, J. E. Taylor, que não estava ali por espírito de aventura nem, tampouco, por sua própria vontade. Ele fazia essa viagem a serviço do Foreign Office, a fim de satisfazer o desejo do Museu Britânico de Londres de que fosse explorado o sul da Mesopotâmia, a terra onde o Eufrates e o Tigre se avizinham cada vez mais um do outro ao se aproximarem do Golfo Pérsico, em busca de antigos monumentos arquitetônicos. Em Baçorá, Taylor havia ouvido falar muitas vezes do estranho e imenso monte de pedras de que se aproximava nesse momento. Parecia-lhe um objeto adequado para a sua expedição.
Nos meados do seculo XIX, iniciaram-se pesquisas e escavações por toda parte, no Egito, na Mesopotâmia e na Palestina, obedecendo a um desejo subitamente surgido de formar uma idéia cientificamente alicerçada sobre a história da humanidade naquela parte do mundo. O objetivo de uma vasta série de expedições foi o Oriente Próximo.
Até então, desde o ano 550 a.C. aproximadamente, a Bíblia fora a única fonte de informações sobre a história da Ásia Menor. Só ela falava de tempos que se perdiam nas sombras do passado. Surgiram na Bíblia povos e nomes de que nem os gregos e romanos antigos tinham mais notícia alguma.
Pelos meados do século passado, multidões de eruditos foram atraídas irresistivelmente para as terras do antigo Oriente. Ninguém conhecia os nomes que em breve andariam em todas as bocas. Os homens do "Século das Luzes" ouviam com assombro a respeito de seus achados e descobertas. O que aqueles homens arrancaram, a poder de contínuo e árduo trabalho, das areias do deserto ao longo dos grandes rios da Mesopotâmia e do Egito chamou com justiça a atenção de milhões e milhões de pessoas: ali a ciência abria pela primeira vez a porta do misterioso mundo da Bíblia.

As escavações:
O consul francês em Mossul, Paul-Émile Botta, é um arqueólogo inspirado. Em 1843, ele inicia escavações em Khursabad, no Tigre, e traz à luz do dia, das ruínas de uma metrópole de quatro mil anos, em todo o seu esplendor, os primeiros testemunhos da Bíblia: Sargão, o lendário soberano da Assíria. No ano em que Tartan, enviado por Sargão, rei dos assírios, foi contra Azot... (Is 20.1).
Dois anos depois, um jovem diplomata e explorador inglês, A. H. Layard, pôs a nu Nimrod (Callach), a cidade que na Bíblia se chama Cale (Gn 10.11) e agora tem o nome do bíblico Nemrod, um poderoso caçador diante do Senhor. O princípio do seu reino foi Babilônia, e Arac, e Acad, e Calane, na terra de Senaar. Daquela terra foi para Assur, e edificou Nínive, e as praças da cidade, e Cale... (Gn 10.10-11).

  A descoberta de Nínive:
Pouco tempo depois, escavações realizadas a onze quilômetros de Khursabad, sob a direção do major inglês Henry Creswicke Rawlinson, que se tornou um dos assiriólogos mais notáveis, puseram a descoberto a capital assíria de Nínive e a célebre biblioteca do Rei Assurbanipal. E a Nínive da Bíblia, cuja maldade os profetas verberam repetidamente (Jn 1.2).
Na Palestina, o sábio americano Edward Robinson dedica-se, entre 1838 e 1852, a reconstituição da antiga topografia.
O alemão Richard Lepsius, posteriormente diretor do Museu Egípcio de Berlim, registra, numa expedição que se prolonga de 1842 a 1846, os monumentos rquitetônicos do Nilo.
Depois de o francês Champollion ter conseguido decifrar os hieróglifos egípcios, por volta de 1850 é igualmente solucionado o mistério da escrita cuneiforme, entre outros por Rawlinson, o explorador de Nínive. Os velhos documentos começam a falar!

Werner Keller, e a Bíblia tinha razão...


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