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By Ferramentas Blog

quarta-feira, 11 de junho de 2014

REFLEXÃO 206 - A FIDELIDADE E A BÊNÇÃO

A FIDELIDADE E A BÊNÇÃO

Pela fé Jacó, quando estava para morrer, abençoou cada um dos filhos de José, e adorou, inclinado sobre a extremidade do seu bordão. (Hb 11.21).

É preciso ser fiel para abençoar.  É preciso ser fiel para ser abençoado. Todos nós queremos receber bênçãos.

Bênção é uma autorização espiritual para que uma pessoa prospere em áreas específicas ou gerais.  O Reino de Jesus Cristo funciona de maneira organizada; assim, para que o sobrenatural de Deus venha para uma pessoa há algumas autorizações que precisam acontecer, senão a bênção não é liberada, ficando retida.


I – É preciso ter a bênção do novo nascimento em Cristo Jesus.  Foi o próprio Jesus quem disse: Se alguém não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus (Jo 3.3).  Sem ser participante do Reino de Deus a pessoa não participa da bênção do Reino de Deus, ou seja, não tem autorização para receber os benefícios eternos em seu espírito, ficando entregue à própria sorte.

II – É preciso ter a bênção dos pais.  Jacó abençoou seus filhos e cada pai e mãe deve abrir a sua boca para abençoar e não para amaldiçoar seus filhos. E se alguém não tiver pai ou mãe, ou se um deles não tiver o novo nascimento ou mesmo a vontade de abençoar?  Para estas situações é que Deus tem usado cada líder na Igreja de maneira especial: somos pais e mães de uma grande multidão. Por isso o Apóstolo Paulo diz: Meus filhinhos, por quem de novo sinto as dores de parto, até que Cristo seja formado em vós.  (Gl 4.19).

III – É preciso ter a bênção dos Líderes espirituais.  O próprio Abraão, o pai da fé, precisou ser abençoado por um sacerdote, Melquisedeque (Gn 14:18-19).
Jesus é nosso Sumo Sacerdote, mas Ele constituiu pessoas para O representarem no Reino físico. A Bíblia é clara quando nos ensina a honrar e respeitar as autoridades espirituais que Deus colocou sobre nós: Obedecei aos vossos guias e sede submissos para com eles; pois velam por vossa alma, como quem deve prestar contas, para que façam isto com alegria e não gemendo; porque isto não aproveita a vós outros. (Hb 13.17).  Sem esta obediência a bênção é retida.

A bênção de um líder muda uma história.  Isaque abençoou seus filhos, Jacó e Esaú, e disse ao mais novo, Jacó, mesmo por engano: Deus te dê do orvalho do céu e da exuberância da terra, e fartura de trigo e de mosto. Sirvam-te povos, e nações te reverenciem; sê senhor de teus irmãos e os filhos de tua mãe encurvem a ti; maldito seja o que te amaldiçoar, e abençoado o que te abençoar. (Gn 27.28,29).  Pela ordem natural das coisas Esaú seria o que governaria sobre seu irmão, mas o descaso de Esaú com as coisas de Deus o levou a perder a bênção, que Jacó lutou para conseguir.

É claro que a bênção pura e simples não respalda os erros do abençoado pois ele terá que zelar pela profecia para que ela se cumpra. Assim, Jacó sofreu pelas legalidades que deu ao inimigo, no reino espiritual, apesar de repousar sobre ele a bênção do seu líder e pai.

Por ter sido abençoado por Isaque, Jacó, agora Israel, compreendia o valor da bênção que muda a história, pois a sua própria história havia mudado.  Sua personalidade passou de enganador para Príncipe de Deus que luta a luta do Espírito.

Israel também abençoou seus filhos.  Ele abençoou Rubem, o primogênito, mas declarou que o seu “descomedimento” o impedia de reter a “preeminência” ou seja, por falta de domínio próprio, Rubem perdeu a maior bênção, a bênção da primogenitura (Gn 49.3-4). Rubem nasceu primeiro, era o mais velho assim como Esaú, mas a omissão de ambos os levou a perder a maior bênção. 

A bênção de Israel sobre Judá também mudou a sua história.  Judá não era o mais velho, mas foi o irmão que teve a coragem de salvar José da morte (Gn 37.26).  Rubem tentou uma estratégia covarde e não assumiu a liderança que possuía para salvar José (Gn 37.22).  Talvez esse motivo tenha sido determinante para que o nome de Judá, que aparece em quarto lugar na ordem de Gênesis, em Apocalipse apareça em primeiro lugar, como aquele de quem o governo não se afastaria e que daria o nome a Jesus, o Leão da tribo de Judá (Ap 5.5; 7.4-8).

Quando Esaú buscou a bênção, seu líder e pai já havia entregue a Jacó. Esaú chorou, mas não encontrou o verdadeiro arrependimento (Hb 12:17).  Mas graças a Deus que Jesus, sendo Unigênito do Pai, se tornou o mais velho dos irmãos para que todos nós possamos vir a ser primogênitos com direito a uma herança maior sem precisar concorrer com nossos irmãos (Hb 12.22-24).

Só a fidelidade ao projeto e estratégia de Jesus poderá nos levar ao nível de herdeiros primogênitos pela bênção da nova aliança.

AUTOR DESCONHECIDO


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