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By Ferramentas Blog

quinta-feira, 28 de julho de 2016

ESTUDOS 107 - A LOUCA MANIA DE QUERER MANDAR EM DEUS

A Louca mania de querer mandar em Deus


O grande perigo para os filhos de Deus é quando uma mentira parece verdade. Quanto mais parecida com a verdade maior é sua periculosidade. Vivemos dias em que muitas mentiras (heresias) são infiltradas nas igrejas. Pior ainda, denominações inteiras formaram-se alicerçadas na mentira. O diabo continua usando a mesma estratégia, a mentira. Ele acredita que conseguirá vencer Deus, se fizer o povo se desviar das Escrituras Sagradas, retirando a centralidade de Jesus Cristo, da verdadeira obra do Espírito Santo, colocando-a em ritos e formas, tais como a oração declaratória e reivindicatória.


A Oração Reivindicatória
A oração reivindicatória não pede, reivindica. Reivindicar é intentar ação para reaver propriedade, que está de posse de outro. É exigir os seus direitos. Ensinam os pregadores desta idéia, que quando oramos estamos lembrando a Deus de suas promessas para conosco e reivindicando os nossos direitos. Irmãos, Deus não esquece de nada. Em relação ao Senhor, o profeta Isaias disse: ainda que uma mãe se esquecesse de seu filho de peito, "... Eu (Deus), todavia não me esquecerei de ti" (Is 49.17). Outro ponto a ser considerado é que não temos direito para exigir a nada, a nossa salvação foi pela graça de DEUS, "pela graça sois salvo..." (Ef 2.8). Recebemos a salvação por meio de um favor imerecido (graça).

A Oração Declaratória
Outra falsificação da oração é a oração declaratória. Seus defensores acreditam na magia das palavras, chegam a ensinar que quando oramos devemos ter o cuidado de usar as palavras certas. Mas a Bíblia diz: "porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inexprimíveis" (Rm 8.26). Alguns anos atrás um certo grupo convidou todas as denominações evangélicas, para juntos no dia tal, declararem: "O Rio de Janeiro é de Jesus, o Brasil pertence a Jesus". Segundo esse grupo nós declaramos e as coisa acontecem.
Você declara que um ímpio é de Cristo e no outro dia ele mata. Isto porque o mundo jaz no maligno: "Sabemos que somos filhos de DEUS, e que o mundo jaz no maligno" (I Jo 5:19). Logo, não adianta nada você declarar que um assaltante é de Jesus por ele não é. A transformação das pessoas não acontece pelo poder de nossas palavras, mas sim pelo poder de Deus quando o indivíduo recebe a Jesus Cristo.

Os Erros e Origens Dessas Orações
O principal erro está em depositar a confiança na magia das palavras em detrimento do poder Deus. Trocam o poder de DEUS pela forma, pelo ritual. Esquecem que DEUS não quer adoradores de aparência, de ritos. Ele busca adoradores, que o adorem em espírito e em verdade (Jo 4.23). Paulo também condenou a ênfase em cima das palavras ou ações humanas "e eu,... não fui com sublimidade de palavras ou de sabedoria. A minha linguagem e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder" (I Co 2:1,4). Mas de onde vem estas práticas? Da Bíblia é que não é. Esta apostasia vem da mente de satanás através da cabala e da magia. Cabala é o poder mágico das palavras e dos números para dominar os elementos do universo; e magia é o poder de dominar os espíritos e demônios para fazer o mal ou bem. Na realidade, ambas são doutrinas de demônios. Observe o alerta de Paulo: "Mas o Espírito expressamente diz que em tempos posteriores alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios" (I Tm 4:1). Essas aberrações acontecem porque pessoas saem desse meio, entram num grupo de periferia do Evangelho, sem aprender nada, se põe a ensinar. O povo por desconhecimento do Evangelho recebe estas práticas como corretas, porém seus resultados são devastadores.

A Oração que a Bíblia Ensina.
"E esta é a confiança que temos nEle, que se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, Ele nos ouve" (I Jo. 5:14). O apóstolo João nos ensina duas coisas: primeiro que devemos pedir, não reivindicar ou declarar, segundo e mais importante é que esse pedido deve ser submisso à vontade de Deus. Mas se não pudermos identificar a vontade de Deus devemos orar como Jesus orou: "... Pai tudo te é possível; afasta de mim este cálice, todavia não seja o que eu quero, mas o que tu queres" (Mc14.36). Em Mt 6:10 quando Jesus ensina a orar Ele diz "venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu". Toda oração deve estar submissa a vontade de Deus. Nossa oração deve ser um pedido respeitoso, dirigido a Deus, em nome de Jesus. Há pessoas que oram a Jesus em nome de Jesus, oram a Deus em nome do Pai do Filho e do Espírito Santo. Jesus nos ensinou que devemos orar a Deus e em seu nome. "Portanto vós orareis assim: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome" (Mt 6.9).
O propósito de nossa oração deve ser glorificar e enaltecer a Deus. "E tudo que pedirdes em meu nome, isso farei, afim de que o Pai seja glorificado no Filho" (Jo 14:13). A glória de DEUS deve ser o motivo de todas as nossas orações, como também de toda nossa vida. Portanto, em nossa oração devemos pedir a DEUS em nome de JESUS, com toda reverência, respeito e humildade "e se meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se desviar dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do Céu, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra"( II Cr 7.14). É preciso que as palavras e os ensinos de Jesus estejam ativos em nossos corações. O primeiro e mais importante é amar a DEUS sobre todas as coisas, quem ama a Deus não reivindica, declara, ou tenta dar ordens ao Eterno, mas pede dentro de sua Santa Vontade. Ensinemos os salvos para que fiquem na posição da Palavra de DEUS, contra todas essas opiniões dos que jazem em trevas. Amém


AUTOR DESCONHECIDO

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