TRADUTOR

English French German Spain Italian Dutch
Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified
By Ferramentas Blog

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

ESTUDOS 114 - A MARCHA TRIUNFAL DE CRISTO

A Marcha Triunfal de Cristo


As imagens militares são abundantes nos escritos de Paulo. Nossa falta de familiaridade com os costumes de guerra limitam o seu impacto sobre nós. Observe 2 Coríntios 2:14-16: 

"Graças, porém, a Deus, que, em Cristo, sempre nos conduz em triunfo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar a fragrância do seu conhecimento. Porque nós somos para com Deus o bom perfume de Cristo, tanto nos que são salvos como nos que se perdem. Para com estes, cheiro de morte para morte; para com aqueles, aroma de vida para vida. Quem, porém, é suficiente para estas coisas?" 

Este texto descreve a marcha da vitória de um general. Normalmente, ele fazia desfilar os prisioneiros capturados através das ruas, enquanto incenso era queimado celebrando a conquista.


Paulo usou dois aspectos desse costume para ensinar lições espirituais. 
Primeiro, ele descreveu-se como um "prisioneiro de guerra", vencido por Cristo. Ironicamente, ele não lamentou, mas regozijou-se por ser um troféu no desfile da vitória de Jesus. É uma bênção ser conquistado pelo Senhor. 
Segundo, ele usou a prática de queimar incenso para descrever como o Senhor espalhava o evangelho. Esta figura é apropriada porque nada é mais penetrante e irreprimível do que uma fragrância. Deus pretende que os cristãos espalhem a palavra em todos os cantos do mundo. O evangelho, como o incenso, provoca reações opostas. Para o exército e para a multidão que dava as boas vindas o incenso era o perfume da vitória, mas era o odor da escravidão e da morte para os prisioneiros. Assim também, nossa resposta ao evangelho é questão de vida ou morte.



Os métodos de ensino de Paulo refletiam seu papel como prisioneiro de Cristo e como mensageiro de um evangelho decisivo. Ele não se sentia com direito a reduzir o evangelho para torná-lo mais popular, mas simplesmente manifestava a verdade (2 Coríntios 2:17; 4:2). Sentindo-se inadequado, ele nunca preencheu o perfil de um chefe auto-confiante. Ele sentiu que poderia exalar um tão potente aroma somente através de Cristo (2 Coríntios 3:4-6) e, assim, buscou somente glorificá-lo.

AUTOR DESCONHECIDO

(não me responsabilizo pela posição e/ou leitura teológica do autor)

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Translate

NOTÍCIAS