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By Ferramentas Blog

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

ESTUDOS 118 - A MENSAGEM ATENDIDA

A Mensagem Atendida
De Éfeso, Paulo empreendeu outra viagem missionária, durante a qual esperava visitar uma vez mais os lugares que foram cenário de seu primeiro trabalho na Europa. Demorando-se por algum tempo em Trôade “para pregar o evangelho de Cristo”, encontrou alguns que estavam prontos para ouvir-lhe a mensagem. “Abrindo-se-me uma porta no Senhor” (II Cor. 2:12), foi como declarou mais tarde com referência a seu trabalho neste lugar. Bem-sucedidos embora seus esforços em Trôade, ele não permaneceu ali muito tempo. “O cuidado de todas as igrejas” (II Cor. 11:28), e particularmente da igreja de Corinto, pesava sobre seu coração. Esperava encontrar Tito em Trôade e dele ouvir de como haviam sido recebidas pelos irmãos de Corinto as palavras de conselho e reprovação que lhes enviara; mas nisso ele ficou decepcionado. “Não tive descanso no meu espírito”, escreveu com relação a esta experiência, “porque não achei ali meu irmão Tito.” II Cor. 2:13. Deixou pois Trôade, e atravessou para a Macedônia, encontrando-se com Timóteo em Filipos.


Durante este tempo de ansiedade com respeito à igreja de Corinto, Paulo esperava pelo melhor; todavia às vezes sentimentos de profunda tristeza lhe varriam a alma, pelo receio de que seus conselhos e admoestações pudessem ser mal compreendidos. “A nossa carne não teve repouso algum”, escreveu mais tarde, “antes em tudo fomos atribulados; por fora combates, temores por dentro. Mas Deus, que consola os abatidos, nos consolou com a vinda de Tito.” II Cor. 7:5.

Este fiel mensageiro trouxe as alegres novas de que maravilhosa mudança ocorrera entre os crentes coríntios. Muitos haviam aceito as instruções contidas na carta de Paulo, e arrependeram-se de seus pecados. Suas vidas não eram mais uma reprovação ao cristianismo, mas exerciam poderosa influência a bem da piedade prática.

Cheio de satisfação, o apóstolo enviou outra carta aos crentes de Corinto, expressando sua alegria de coração por causa da boa obra operada neles: “Ainda que vos contristei com a minha carta, não me arrependo, embora já me tivesse arrependido.” II Cor. 7:8. Quando torturado pelo temor de que suas palavras pudessem ser desprezadas, sentiu algumas vezes pesar de haver escrito tão decidida e severamente. “Agora folgo”, continuou, “não porque fostes contristados, mas porque fostes contristados para o arrependimento, pois fostes contristados segundo Deus; de maneira que por nós não padecestes dano em coisa alguma. Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, da qual ninguém se arrepende.” II Cor. 7:9 e 10. Este arrependimento, produzido pela influência da divina graça no coração, levará à confissão e ao abandono do pecado. Tais eram os frutos que o apóstolo declarava terem sido vistos na vida dos crentes coríntios. “Porque,
quanto cuidado não produziu isto mesmo em vós, que segundo Deus fostes contristados! Que apologia, que indignação, que temor, que saudades, que zelo.” II Cor. 7:11.

Por algum tempo Paulo estivera levando um peso de alma pelas igrejas – um peso tão grande que ele mal o podia suportar. Falsos ensinadores haviam buscado destruir sua influência entre os crentes, inculcando-lhes suas próprias doutrinas em lugar da verdade evangélica. As perplexidades e desencorajamento de que Paulo se achava rodeado são revelados nestas palavras: “Fomos sobremaneira agravados mais do que podíamos suportar, de modo tal que até da vida desesperamos.” II Cor. 1:8.

Agora, porém, uma causa de ansiedade estava removida. Ao receber as novas da aceitação de sua carta aos coríntios, Paulo prorrompeu em palavras de júbilo: “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação, que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados de Deus. Porque, como as aflições de Cristo abundam em nós, assim também a nossa consolação abunda por meio de Cristo. Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação é, a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos; e a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.” II Cor. 1:3-7.
Expressando seu júbilo pela reconversão deles e crescimento na graça, Paulo tributa a Deus todo o louvor por esta transformação do coração e da vida. “Graças a Deus”, exclamou, “que sempre nos faz triunfar em Cristo, e por meio de nós manifesta em todo o lugar o cheiro do Seu conhecimento. Porque para Deus somos o bom cheiro de Cristo, nos que se salvam e nos que se perdem.” II Cor. 2:14 e 15. Era costume da época um general vitorioso numa guerra conduzir em seu retorno um séquito de cativos. Em tais ocasiões eram designados incensadores, e na triunfal marcha de regresso do exército, o suave odor era para os cativos destinados para morrer, um cheiro de morte, o qual indicava estarem eles próximos da execução; mas para os prisioneiros que haviam alcançado o favor de seus captores, e cuja vida devia ser poupada, era um cheiro de vida, pois isto lhes indicava estarem perto da libertação.

Paulo estava agora cheio de fé e esperança. Sentia que Satanás não haveria de triunfar sobre a obra de Deus em Corinto, e em palavras de louvor extravasou a gratidão que lhe ia na alma. Ele e seus colaboradores celebraram sua vitória sobre os inimigos de Cristo e da verdade, saindo com novo zelo para estender o conhecimento do Salvador. À semelhança do incenso, a fragrância do evangelho devia ser difundida através do mundo. Aos que aceitassem a Cristo, a mensagem seria um cheiro de vida para vida; mas, aos que persistissem na incredulidade, um cheiro de morte para morte.
Sentindo a opressora magnitude da obra, Paulo exclamou: “E para estas coisas quem é idôneo?” II Cor. 2:16. Quem está habilitado a pregar a Cristo de maneira que Seus inimigos não tenham justo motivo para desprezar o mensageiro ou mensagem por ele levada? Paulo desejava impressionar os crentes com a solene responsabilidade do ministério evangélico. A fidelidade em pregar a Palavra, unida a uma vida pura e consistente, só pode tornar os esforços dos pastores aceitáveis a Deus e proveitosos às almas. Os pastores de nossos dias, que arcam com o peso da grandeza da obra, bem poderiam exclamar com o apóstolo: “Para estas coisas quem é idôneo?” II Cor. 2:16.
Havia alguns que tinham acusado a Paulo de louvor próprio por haver escrito a carta anterior. A isto se refere agora o apóstolo, quando pergunta aos membros da igreja se assim haviam julgado seus motivos. “Começamos outra vez a louvar-nos a nós mesmos?” indagou; ou necessitamos, como alguns, de cartas de recomendação para vós, ou de recomendação de vós?” II Cor. 3:1. Crentes que se mudavam para outro lugar, levavam muitas vezes cartas de recomendação da igreja a que estavam antes unidos; mas os pioneiros da obra, os fundadores dessas igrejas, não tinham necessidade de tal recomendação. Os crentes coríntios, que haviam sido levados do culto dos ídolos para a fé no evangelho, eram eles mesmos toda a recomendação de que Paulo necessitava. O haverem recebido a verdade, e a reforma operada em sua vida, davam eloqüente testemunho da fidelidade de seus trabalhos e de sua autoridade para aconselhar, reprovar e exortar como ministro de Cristo.

Paulo se referiu aos irmãos coríntios como suas testemunhas. “Vós sois a nossa carta”, disse ele, “escrita em nossos corações, conhecida e lida por todos os homens. Porque já é manifesto que vós sois a carta de Cristo, ministrada por nós, e escrita, não com tinta, mas com o Espírito de Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração.” II Cor. 3:2 e 3.

A conversão dos pecadores e sua santificação por meio da verdade é a mais forte prova, para um pastor, de que Deus o chamou para o ministério. A evidência de seu apostolado está escrita no coração desses conversos, e é testemunhada por sua vida renovada. Cristo, a esperança da glória, é neles formado. Um pastor é grandemente fortalecido por esses sinais de seu ministério.
Hoje os ministros de Cristo deveriam ter o mesmo testemunho que a igreja de Corinto deu dos trabalhos de Paulo. Mas conquanto neste tempo haja muitos pregadores, há grande escassez de pastores santos e capazes – homens cheios do amor que havia no coração de Cristo. O orgulho, a confiança própria, o amor do mundo, o criticismo, o rancor, a inveja são os frutos que apresentam muitos que professam a religião de Cristo. Sua vida, em evidente contraste com a vida do Salvador, não raro dá mau testemunho do caráter da obra ministerial sob a qual se converteram.
Não pode um homem receber maior honra que ser aceito por Deus como hábil ministro do evangelho. Mas os que o Senhor abençoa com poder e êxito em Sua obra não se envaidecem. Reconhecem sua inteira dependência dEle, sentindo que não possuem por si mesmos nenhum poder. Com Paulo eles dizem: “Não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos, mas a nossa capacidade vem de Deus, o qual nos fez também capazes de ser ministros dum novo testamento.” II Cor. 3:5.
Um verdadeiro ministro faz a obra do Mestre reconhece a importância de sua obra, sentindo que mantém para com a igreja é para com o mundo uma relação similar à que manteve Cristo. Trabalha incansavelmente para conduzir pecadores a uma vida mais nobre e mais elevada, a fim de que eles possam obter a recompensa do vencedor. Seus lábios são tocados com a brasa viva do altar, e ele exalta a Jesus como a única esperança do pecador. Os que o ouvem sabem que ele se tem achegado a Deus em oração fervente e eficaz. O Espírito Santo sobre ele tem repousado, sua alma sentiu o fogo vital e celestial, e está capacitado a comparar as coisas espirituais com as espirituais. É-lhe dado poder para pôr abaixo as fortalezas de Satanás. Apresentando ele o amor de Deus, o coração é quebrantado, e muitos são levados a indagar: “Que é necessário que eu faça para me salvar?” Atos 16:30.
“Pelo que, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos; antes, rejeitamos as coisas que por vergonha se ocultam, não andando com astúcia nem falsificando a Palavra de Deus; e assim nos recomendamos à consciência de todo o homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade. Mas, se ainda o nosso evangelho está encoberto, para os que se perdem está encoberto. Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus. Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus, o Senhor; e nós mesmos somos vossos servos por amor de Jesus. Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo.” II Cor. 4:1-6.

Assim o apóstolo enalteceu a graça e a misericórdia de Deus, mostradas na sagrada incumbência a ele entregue como ministro de Cristo. Pela abundante misericórdia de Deus ele e seus irmãos tinham sido sustentados em dificuldades, aflição e perigo. Não haviam eles modelado sua fé e ensino de maneira a convir aos desejos de seus ouvintes, nem sonegaram verdades essenciais à salvação para tornar seu ensino mais atrativo. Tinham apresentado a verdade com simplicidade e clareza, orando pela convicção e conversão das almas. Tinham procurado manter sua conduta em harmonia com seu ensino, para que a verdade apresentada se recomendasse à consciência de cada homem.

“Temos, porém, este tesouro”, prosseguiu o apóstolo, “em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós.” II Cor. 4:7. Deus poderia ter proclamado Sua verdade por meio de anjos sem pecado, mas este não é Seu plano. Ele escolhe seres humanos, homens repassados de fraquezas, como instrumentos na execução de Seus desígnios. Os tesouros de valor inapreciável são colocados em vasos terrestres. Por intermédio de homens Suas bênçãos devem ser transmitidas ao mundo. Por meio deles Sua glória deve brilhar em meio às trevas do pecado. Em amorável ministério devem ir ao encontro dos necessitados e dos pecadores e guiá-los à cruz. E em toda a sua obra devem tributar glória, honra e louvor Àquele que é sobre tudo e sobre todos.

Referindo-se a sua própria experiência, Paulo mostrou que ao escolher o serviço de Cristo não fora movido por motivos egoístas, pois seu caminho tinha sido assediado por provas e tentações. “Em tudo somos atribulados”, escreveu, “mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também em nossos corpos.” II Cor. 4:8-10.

Paulo recordava a seus irmãos que como mensageiros de Cristo, ele e seus companheiros de trabalho estavam continuamente em perigo. As privações que suportaram estavam gastando suas forças. “E assim nós, que vivemos”, escreveu, “estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também em a nossa carne mortal. De maneira que em nós opera a morte, mas em vós a vida.” II Cor. 4:11 e 12. Sofrendo fisicamente através de privações e fadigas, esses ministros de Cristo estavam imitando Sua morte. Mas o que neles estava operando a morte, levava vida e saúde espiritual aos coríntios que, por crerem na verdade, estavam sendo feitos participantes da vida eterna. Em vista disto, os seguidores de Jesus deviam ser cuidadosos para não aumentar, por negligência e desafeição, as cargas e trabalhos dos obreiros.
“E temos portanto o mesmo espírito de fé”, continuou Paulo, “como está escrito: Cri, por isso falei. Nós cremos também, por isso também falamos.” II Cor. 4:13. Plenamente convencido da realidade da verdade a ele confiada, nada poderia induzir Paulo a manejar a Palavra de Deus enganosamente, ou a ocultar as convicções de sua alma. Ele não compraria riquezas, honra ou prazeres mediante o conformar-se com as opiniões do mundo. Embora em constante perigo de martírio por causa da fé que havia pregado aos coríntios, não estava intimidado; pois sabia que Aquele que havia morrido e ressuscitado poderia ressuscitá-lo da sepultura, e apresentá-lo ao Pai.
“Porque tudo isto é por amor de vós”, declarou, “para que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar a ação de graças para glória de Deus.” II Cor. 4:15. Não para o engrandecimento próprio pregavam os apóstolos o evangelho. Era a esperança de salvar almas que os levava a devotar a vida a este trabalho. E era esta esperança que os livrara de cessar seus esforços pelo temor dos perigos que os ameaçavam ou do sofrimento real.
“Por isso”, declarou Paulo, “não desfalecemos; mas ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia.” II Cor. 4:16. Paulo sentia o poder do inimigo; mas embora sua força física estivesse declinando, fiel e inabalavelmente ele declarava o evangelho de Cristo. Revestido de toda armadura de Deus, este herói da cruz prosseguia no conflito. Sua voz animosa proclamava-o triunfante no combate. Olhos fitos na recompensa dos fiéis, ele exclamava em tom de vitória: “A nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente; não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.” II Cor. 4:17 e 18.

Muito ardente e tocante é o apelo do apóstolo para que seus irmãos coríntios considerassem de novo o incomparável amor de seu Redentor. “Porque já sabeis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo”, escreveu, “que, sendo rico, por amor de vós Se fez pobre; para que pela Sua pobreza enriquecêsseis.” II Cor. 8:9. Conheceis a altura de onde Ele baixou; a profundeza da humilhação a que desceu. Uma vez tendo entrado na senda da renúncia e do sacrifício, não recuou até que tivesse dado a vida. Não houve repouso para Ele entre o trono e a cruz.

Demoradamente Paulo considerou ponto por ponto, para que todos os que lessem sua epístola pudessem compreender amplamente a maravilhosa condescendência do Salvador em seu benefício. Apresentando a Cristo ao tempo em que Ele estava em igualdade com Deus e com Ele recebendo homenagem dos anjos, o apóstolo traçou Seu caminho até que Ele alcançou as mais baixas profundezas da humilhação. Paulo estava convencido de que se fossem levados a compreender o estupendo sacrifício feito pela majestade do Céu, todo o egoísmo seria banido da vida deles. Ele mostrou como o Filho de Deus tinha posto de lado Sua glória, submetendo-Se voluntariamente às condições da natureza humana; e então Se humilhara como servo, tornando-Se obediente até à morte, “e morte de cruz” (Filip. 2:8), para que pudesse levantar o homem caído, da degradação à esperança, à alegria e ao Céu.

Quando estudamos o caráter divino à luz da cruz, vemos a misericórdia, a compaixão e o perdão, misturados à eqüidade e à justiça. Vemos no trono Alguém tendo nas mãos, nos pés e no lado as marcas do sofrimento suportado para reconciliar o homem com Deus. Vemos um Pai, infinito, habitando na luz inacessível e todavia recebendo-nos para Si através dos méritos de Seu Filho. A nuvem de vingança que ameaçava apenas miséria e desespero, à luz da cruz refletida revela as palavras de Deus: Vive, pecador, vive! Penitente e crente alma, vive! Eu paguei o resgate!

Na contemplação de Cristo demoramo-nos na praia de um amor sem limites. Procuramos falar deste amor, e a linguagem falha. Consideramos Sua vida sobre a Terra, Seu sacrifício por nós, Sua obra no Céu como nosso Advogado e as mansões que Ele está preparando para os que O amam; e não podemos mais que exclamar: Ó altura e profundidade do amor de Cristo! “Nisto está a caridade, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou a nós, e enviou Seu Filho em propiciação pelos nossos pecados.” I João 4:10. “Vede quão grande caridade nos tem concedido o Pai: que fôssemos chamados filhos de Deus.” I João 3:1.Em cada verdadeiro discípulo, este amor, como fogo sagrado, arde no altar do coração. Foi sobre a Terra que o amor de Deus foi revelado por meio de Cristo. É sobre a Terra que Seus filhos devem refletir este amor mediante uma vida irrepreensível. Assim serão os pecadores levados à cruz, a fim de contemplarem o Cordeiro de Deus.


AUTOR DESCONHECIDO
(não me responsabilizo pela posição e/ou leitura teológica do autor)

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