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By Ferramentas Blog

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

DÍZIMO 1 - O DÍZIMO E A FIDELIDADE FINANCEIRA

O DÍZIMO E A FIDELIDADE FINANCEIRA


O que a Bíblia ensina sobre o dízimo?

  • A palavra “dízimo” significa a décima parte de alguma coisa.
  • Dez por cento de tudo o que nos vem às mãos deve ser entregue ao Senhor, uma vez que o dízimo é santo, ou seja, separado exclusivamente para Deus.

“No tocante às dízimas do gado e do rebanho, de tudo o que passar debaixo do bordão do pastor, o dízimo será santo ao SENHOR.”-  Levítico 27:32

  • Os dízimos e as ofertas pertencem a Deus
  • Se você deixa de entrega-los você está roubando a Deus. Se roubar a homens traz maldição, imagine roubar de Deus?

“Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, vós, a nação toda.”-  Malaquias 3:8-9

  • O dízimo é diferente da oferta
  • Dízimo é dar dez por cento do meu salário, mas a oferta é qualquer coisa que eu dou além do meu dízimo.
  • O dízimo é para proteção contra o devorador, enquanto a oferta é para prosperidade.

“Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos”-  Malaquias 3:11

  • O dízimo mostra a nossa fidelidade, mas a nossa oferta demonstra o nosso amor.
  • O dízimo é lei, mas a oferta é amor. Portanto, a oferta deveria ser maior que o dízimo.
  • O dízimo não é uma semente, mas as ofertas são sementes. A palavra de Deus diz que aquele que semeia com fartura colherá com abundância.

“E isto afirmo: aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia com fartura com abundância também ceifará”-  II Cor. 9:6

Porque devo entregar o meu dízimo?
  • (1) Porque Deus ordena
  • (2) Porque Jesus era dizimista - Ele disse que veio cumprir a lei, logo ele foi dizimista. E se ele foi nós também devemos ser - “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas!” Mt. 23:23
  • (3) O dízimo me lembra que tudo o que tenho me foi dado por Deus - “Antes, te lembrarás do SENHOR, teu Deus, porque é ele o que te dá força para adquirires riquezas; para confirmar a sua aliança, que, sob juramento, prometeu a teus pais, como hoje se vê.” Dt. 8:18
  • (4) O dízimo expressa a minha gratidão a Deus - “Cada um oferecerá na proporção em que possa dar, segundo a bênção que o SENHOR, seu Deus, lhe houver concedido”-  Dt. 16:17 - “Que darei ao SENHOR por todos os seus benefícios para comigo?” Sl. 116:12
  • (5) Deixar de dar o dízimo é roubar a Deus - “Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, vós, a nação toda.” Ml. 3:8-9
  • (6) O dízimo libera bênção sem medida da parte de Deus - “Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida.” Ml. 3:10
  • (7) O dízimo é proteção contra o diabo - “Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos.” Ml. 3:11

Desculpas mais comuns para não entregar o dízimo:

  • 1. O dinheiro é meu, eu ganhei – É comum a idéia de que temos completa autoridade sobre nossos bens. Mas a realidade é bem diferente. Ao SENHOR pertence a terra e tudo o que nela se contém (Sl. 24:1). Tudo o que temos vem do Senhor e somente indiretamente procede de nosso trabalho (I Cr. 29:14). Os nossos bens nos pertencem da mesma forma que o quarto de nosso filho pertence a ele. Na verdade pertence aos pais que deram temporariamente o quarto ao filho. Isto é muito mais verdadeiro em relação a nós que fomos comprados pelo sangue de Jesus ( I Cor. 5:20).
  • 2. Minha oferta é algo entre eu e Deus e ninguém mais – Muitos cristãos pensam que a sua oferta é uma questão privada que somente Deus pode saber. Eles usam o texto de Mateus 6 como justificativa: “não saiba a sua mão direita o que a faz a esquerda”. Mas as palavras de Jesus aqui estão relacionadas com a motivação do coração não com a privacidade. Sempre que alguém insiste muito na privacidade é porque tem algo a esconder. É a vontade de Deus que prestemos contas uns aos outros de nossa fidelidade como discípulos. Ofertar é uma questão que envolve você, Deus e os irmãos também.
  • 3. Deus ama a quem dá com alegria, como eu não me sinto alegre eu não dou de forma alguma – Deus ama a quem dá com alegria (II Cor. 9:7). Mas isso não significa que você precisa esperar até se sentir suficientemente alegre. A obediência não depende de sentimento. A alegria normalmente vem durante ou depois de ofertarmos. Nós devemos aspirar sermos grandes doadores e a melhor maneira de cultivar a alegria de dar é dando.
  • 4. Eu não confio na honestidade dos pastores e líderes por isso não contribuo – Antes de tudo precisamos entender que não damos para a Igreja, damos para o Senhor. É verdade que damos ao Senhor através da Igreja, mas não contribuímos como se fosse pagamento de mensalidade de membros de um clube. Além disso quem é você para julgar as motivações da sua liderança (Mt. 7:1-2)? Será que nossos líderes necessitam de se arrepender ou será que nós precisamos nos arrepender de nossa atitude?
  • 5. Eu gostaria de ofertar, mas eu não tenho o suficiente – Ofertar pode ser um luxo para o rico, mas é um privilégio para o pobre. Muitos dizem que não podem dar, mas o que eles querem realmente dizer é que não podem dar confortavelmente. Ofertar pode significar algum sacrifício. Mas é exatamente isso que a Bíblia nos convida a fazer. O maior exemplo é o próprio Senhor Jesus que se fez pobre para fazer-nos ricos (II Cor. 8:9). A oferta genuína é um sacrifício do conforto pessoal por causa do reino de Deus.
  • 6. Eu estou cheio de dívidas. Não posso ofertar agora – Você tem uma obrigação não somente para com os seus credores, mas antes de tudo para com Deus. Especificamente a Bíblia nos ensina a dar ao Senhor as primícias, ou seja, o melhor de nossa renda (Pv. 3:9). O nosso primeiro cheque deve ser para Deus e ninguém mais. Nós refreamos de dar porque nos sentimos inseguros, mas aquele que não poupou o seu próprio Filho não nos negará coisa alguma (Rm. 8:32), antes nos suprirá em todas as nossas necessidades (Fp. 4:19).
  • 7. Eu quero ofertar, mas agora o meu orçamento está muito apertado – Alguns dos maiores exemplos de generosidade na Bíblia são de pessoas pobres (Lc. 21:1-4 e II Cor. 8:1-2). O receio e a insegurança não são motivos para deixarmos de ofertar. O Senhor sabe do que necessitamos e ele prometeu nos suprir (Mt. 6:32). Se você esperar até se sentir seguro para ofertar pode ser que esse dia nunca chegue. A provisão de Deus somente vem depois que ofertamos (II Cor. 9:6-11). É assim que a fé funciona. Faça prova de Deus (Ml. 3:10).
  • 8. Eu sou um jovem (ou adolescente) e tudo o que tenho é uma mesada do meus pais – A época de estudante é notoriamente um tempo difícil em nossas vidas. O estudante normalmente não tem dinheiro, mas nem por isso deve se eximir de ofertar. A Bíblia ensina que ofertar é privilégio e responsabilidade de todos os filhos de Deus independe de idade ou renda. Ironicamente o milagre da multiplicação foi possível porque um garoto resolveu ofertar o seu lanche ao Senhor (Jo. 6:9).
  • 9. Eu sou pobre. A responsabilidade de ofertar é dos ricos – Como eu disse, muitos exemplos bíblicos de generosidade são de pessoas pobres. (Lc. 21:1-4 e II Cor. 8:1-6). Como pode ser isso? Eles foram transformados pelo evangelho de Jesus Cristo. Eles sabem que Deus tem se agradado em conceder-lhes o reino, como resultado eles não temem dar o pouco que possuem, para herdar tesouros no céu (Lc. 12:32-34). Se você é pobre você é um bem aventurado pois você terá a oportunidade de ofertar e receber o elogio do Senhor.
  • 10. O dízimo não se aplica aos cristãos hoje, isto era para Israel no Velho Testamento – É interessante que o dízimo seja uma parte tão importante do Velho Testamento, mas seja tão pouco mencionado no Novo Testamento. A partir desse fato alguns podem concluir que Deus não mais requer o dízimo do seu povo. Isto é um engano
    • O padrão de Deus para o Novo Testamento é a excelência. Jesus disse: “ouviste o que foi dito...” Se a regra era não matar, agora é nem sequer chamar o irmão de tolo. Se a regra era não adulterar, agora é nem sequer olhar com intenção impura.
    • Se a regra era 10%, agora Deus requer 100%. João Batista requereu 50% (Lc. 3:11) e Jesus requereu 100% (Lc. 21:1-4). O dízimo é apenas o ponto de onde partimos não é o nosso alvo final em Deus.
    • Se um crente não consegue deixar de adulterar imagine deixar de olhar. Se não consegue dar os dízimos imagine quando Deus requerer algo mais.
    • Além disso Jesus não aboliu o dízimo antes o confirmou em Mateus 23:23.
    • O dízimo vem antes da lei, quando Abraão deu o dízimo a Deus ao dá-lo a Melquizedeque como está escrito em Hebreus 7:8.
  • 11. Os cristãos estão debaixo da graça e não da lei, então a obrigação de dar o dízimo não se aplica a mim – Nós estamos na graça para sermos capazes de cumprir a lei. A graça não anula a lei, antes me capacita a cumpri-la. Nós nos tornamos justos pela graça e não pelo esforço próprio (Gl. 3:11).
    • O fato de termos sido salvos pela graça não nos autoriza a sermos adúlteros, por exemplo. – Graça significa que Deus não espera que você dê generosamente, mas ele mesmo vai capacitar você para ofertar e depois ainda irá recompensá-lo por isso.
  • 12. Dízimo é uma forma de legalismo, que a palavra de Deus condena – É certo que a palavra de Deus condena o legalismo (Mt. 23 e Gl. 3). Mas o que é legalismo? Legalismo é confiar nas obras para se justificar diante de Deus. Entregar o dízimo é simplesmente um ato de obediência a Deus. Não damos o dízimo para sermos aceitos diante de Deus.
  • 13. Não concordo com dízimos pois Deus não precisa de dinheiro – Deus é o dono de toda prata e todo ouro (Ag. 2:8). Ele não apenas não precisa de dinheiro como não precisa de homem algum para servi-lo. Ainda assim ele nos convida a servi-lo com tudo o que somos e temos.
  • 14. A Bíblia diz que cada um deve contribuir segundo tiver proposto no coração. Então eu sou livre para ofertar muito, pouco ou nada – É verdade que Paulo disse para cada um contribuir segundo tiver proposto no coração (II Cor. 9:7). Diante disso poderíamos pensar que estamos autorizados a sermos egoístas e avarentos. Para vermos o engano basta irmos ao verso anterior onde ele nos estimula a semearmos muito para colhermos muito. O desejo de Paulo é que nos sintamos livres para sermos generosos em amor.
  • 15. Estou economizando para comprar uma casa e por isso parei de dar o dízimo momentaneamente – É ótimo que o crente economize e compre o que desejar com o seu dinheiro, mas não com a parte sagrada do Senhor (Lv. 27:32). Não faça compromissos com algo que não pertence a você.
  • 16. Mordomia é mais que dinheiro. Eu dou meu tempo e meus talentos por isso eu já me considero um ofertante – Mordomia é mais que dinheiro, mas nunca menos.






ORIENTAÇÕES PRÁTICAS

      Não fique guardando o seu dízimo. Entregue-o imediatamente no culto da Igreja. Se você recebe semanalmente, quinzenalmente ou mensalmente, entregue o seu dízimo no primeiro culto após o recebimento.
“No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade...”I Cor. 16:2

      Você pode dar o dízimo do líquido ou do bruto.
Ninguém tem autoridade para administrar os próprios dízimos e nem mesmo as suas ofertas. Quem administra é a casa do Senhor. O que passar disso é do maligno. Não dê dízimos para profetas, evangelistas itinerantes ou mesmo para orfanatos, asilos ou qualquer outra instituição.
      Todo dízimo deve ser trazido para a Igreja onde você é cuidado e alimentado. Entregar o dízimo em outra igreja é como um homem casado que dá dinheiro para outras mulheres, é prostituição espiritual.
      Nenhum pastor tem autoridade para liberar alguém de dar o seu dízimo. Nem um homem pode autorizar alguém a deixar de obedecer a Palavra de Deus.

      Dê o dízimo antes de fazer qualquer pagamento. Quem primeiro paga as contas para depois entregar o dízimo está pecando. Mostra que Deus não é prioridade.
      O dízimo deve ser de tudo, ou seja, de horas extras, venda de bens móveis e imóveis, investimentos, presentes, etc.

      Seja organizado. Faça o controle  de todas as suas entradas, quer sejam poucas ou muitas. Só assim você será um dizimista fiel; caso contrário você pode estar a mercê do devorador.
      Um empresário somente será considerado fiel no dízimo se ele der o dízimo de sua empresa e não apenas de sua retirada mensal.

      Ninguém pode determinar à Igreja o que fazer com o seu dízimo. Quem administra os dízimos são os presbíteros e pastores.
      Os dizimistas fiéis têm o direito de ver o relatório mensal dos gastos da Igreja. A Igreja tem a obrigação de prestar um relatório no mínimo anual.

      Ninguém está isento de dar o dízimo. Nem pastor, nem missionário, nem apóstolo, etc.

      Deus não empresta o dízimo para ninguém. Quem conhece a verdade e deixa de entregar o dízimo está debaixo da maldição de roubar a Deus.

      Se você deixou de dar o dízimo por alguns meses, não recomece simplesmente, mas pague todos os atrasados.
      Existe um envelope especial que você deve usar para entregar o seu dízimo. Procure o seu líder de célula para que ele o oriente como fazê-lo.

      Não toque trombeta quando você der oferta na Casa de Deus. Se você procura a glória de homens, esta será a sua recompensa.
      Procure não vir de mãos vazias para o culto a Deus. Nós tiramos ofertas em todos os cultos. Traga a sua oferta.
“Três vezes no ano, todo varão entre ti aparecerá perante o SENHOR, teu Deus, no lugar que escolher, na Festa dos Pães Asmos, e na Festa das Semanas, e na Festa dos Tabernáculos; porém não aparecerá de mãos vazias perante o SENHOR; cada um oferecerá na proporção em que possa dar, segundo a bênção que o SENHOR, seu Deus, lhe houver concedido.” Dt. 16:16-17

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