DE VOLTA A COMUNHÃO
Série: Juntos...
Estamos iniciando o mês de agosto e com ele a série
“Juntos...”. O tema de nossa mensagem de hoje é “De Volta A Comunhão”. Meu
objetivo hoje é encorajar você à comunhão presencial, a voltar ao templo do
Senhor. Desde o início da pandemia passamos a prestar culto ao nosso Deus em
nossas casas, de forma virtual. Estávamos proibidos de nos reunirmos e assim o
fizemos por entendermos que esta era a atitude certa para proteção de todos.
Cremos que chegou o tempo de voltarmos a prestarmos cultos ao
nosso Deus juntos, lado a lado, de retomarmos todas as nossas atividades
eclesiásticas, é claro que digo isto considerando que praticaremos nesta
retomada todas as medidas de prevenção contra o coronavírus e assumimos essa postura
de voltar à comunhão reconhecendo o avanço das vacinações, e também a posição
do nosso governo em retirar, a partir do dia 17 de Agosto, todas as restrições
que foram impostas por causa da pandemia.
Acreditamos que precisamos retomar nossas atividades, pois
não existe igreja virtual, não existe como vivermos igreja virtualmente. A fé
precisa ser engajada e desafiada através da comunhão com os irmãos. Na comunhão
nossa fé é provada e edificada.
Portanto quero através da leitura de um dos Salmos desafia-los
a voltarem para os cultos presenciais. Os Salmos compõem um livro bíblico
com 150 hinos ou poesias e por isso não são tratados como capítulos, como
ocorre com os demais livros da Bíblia. O foco maior em todas estas poesias
cantadas é Deus, elas expressam verdades sobre a pessoa de Deus, sobre a
criação e como devemos viver nossa fé Nele.
Hoje iremos ler o
salmo 133, atribuído a Davi,
que diz o seguinte:
1 Como é bom e agradável quando os irmãos convivem em união! 2 É como óleo precioso derramado sobre a cabeça, que desce pela barba, a barba de Arão, até a gola das suas vestes. 3 É como o orvalho do Hermom quando desce sobre os montes de Sião. Ali o Senhor concede a bênção da vida para sempre. (Salmos 133.1-3)
Este é um dos
Cânticos dos Degraus ou das Subidas, que também podem ser chamados de cânticos
de Romagem. Ele é um dos salmos que formam uma coleção de quinze
cânticos de peregrinação, que se encontram entre os Salmos 120 e 134.
De acordo com a
Lei de Moisés, os judeus
deveriam ir a Jerusalém pelo menos em uma das grandes festas anuais para adorar
no Templo. Estes judeus partiam das cidades onde viviam em direção ao Monte
Sião. Alguns partiam da Palestina mesmo, outros partiam de lugares muito
distantes.
Na época das
grandes festas, os judeus se reuniam em caravanas que seguiam para Jerusalém em
romagem. Em família, os judeus romeiros levavam suas ofertas e animais que
seriam sacrificados e durante a caminhada cantavam cânticos ao Senhor. Esses
cânticos eram justamente os Cânticos dos Degraus que serviam como um hinário de
viagem.
Foi em um
retorno de uma dessas peregrinações, quando Jesus ainda tinha 12 anos, que José
e Maria não perceberam que Jesus havia ficado em Jerusalém e voltaram para casa
sem ele. Quando perceberam que Jesus não estava com eles ficaram apavorados como
quaisquer pais ficariam. José e Maria deixaram a caravana e voltaram a
Jerusalém em busca de Jesus. Eles o encontraram conversando com os mestres da
lei, os teólogos daqueles dias.
O salmo 133
descreve a beleza e importância de vivermos juntos, unidos como irmãos. No
verso um, o salmista, afirma como é bom e agradável quando os irmãos convivem
em união. Nos versos dois e três o salmista descreve através de figuras
daqueles dias o quanto é bom e agradável quando os irmãos convivem em união. Ele
usa da figura do óleo que é derramado sobre a cabeça de Arão e que escorre por
sua barba e que chega a gola de suas vestes, para demonstrar o frescor provido
por Deus na comunhão dos irmãos. Quando ele fala que é como o orvalho do Monte
Hermon que desce sobre o monte de Sião, ele está querendo dizer que a comunhão
dos irmãos produz vida, renovo naqueles que participam dessa comunhão. O monte
Hermon é um monte de 32 quilômetros de extensão, tendo o cume coberto de neve.
A medida em que se chega à base do monte, a geleira derrete irrigando a terra e
trazendo vida ao local, e é ali que nasce o rio Jordão. Esse monte se encontra na
área norte de Israel, uma localização considerada desértica. Portanto Hermom é
a representação de vida para a região desértica, é uma bênção de Deus para uma
localidade que maltratada pela seca.
Muitos leem este
salmo buscando encontrar nele uma palavra profética, uma referência à nova
aliança feita na cruz. Penso que esse exercício é perigoso, embora compreendo
que muitos textos bíblicos no Antigo Testamento trazem referências proféticas
apontando de alguma forma para a nova aliança. Nessa busca de dar a este texto
um sentido profético, o óleo da consagração é comparado ao Espírito Santo que
escorre sobre a cabeça de Jesus, o cabeça da Igreja, personificado na pessoa de
Arão, o sumo-sacerdote, e que alcança a gola de suas vestes, assim alcançando
seu corpo, que somos nós, eu e você, o Corpo de Cristo. Dessa
forma a comunhão dos irmãos é boa e agradável porque provém da ação do Espírito
de Deus que nos une a Jesus Cristo.
Nesta busca de
encontrar uma referência à nova aliança o orvalho é novamente comparado ao
Espírito Santo que traz vida sobre o monte de Sião. O monte de Sião figura o
lugar onde Jesus reinará sobre seu povo para sempre, portanto nesta leitura “ali
o Senhor concede a bênção da vida para sempre” aponta que em Jesus e no seu
reino a vida fluirá para sempre sobre seu povo.
Embora você
possa fazer essa leitura, eu penso que Davi não tinha essa visão profética em
mente quando escreveu estas palavras e nem os romeiros quando eles cantavam
este pequeno hino. Acredito sim, que este pequeno hino traduzia claramente o
sentimento que este encontro anual com todos os irmãos produzia neles.
Lembro que este
hino era cantado enquanto eles viajavam em direção a Jerusalém em companhia de
familiares e amigos. Essa convivência entre os irmãos durante toda a
peregrinação era boa demais e agradável, prazerosa demais para eles. Ela era
refrescante, como o óleo da consagração que escorria literalmente sobre a
cabeça do sumo-sacerdote e promovia renovo para suas vidas, como o Hermon para
o Monte de Sião.
Ao longo dessa
romaria, eles trocavam experiências, aprendiam uns com os outros, os filhos iam
brincando com os filhos das outras famílias, eles iam sendo cuidados pelas
outras famílias irmãs que estavam juntos nessa romaria. Possivelmente foi por
isso que José e Maria não perceberam a ausência de Jesus ao longo de sua
viagem. Eles protegiam uns aos outros dos perigos iminentes, como assaltos,
ataques de leões e outros animais, de lesões corporais, muitas vezes causadas
por pisarem em pequenas pedras. Eles socorriam uns aos outros caso alguém
viesse a adoecer ou sofrer uma lesão mais séria durante a viagem. Por isso o
salmista afirma: Como é bom
e agradável quando os irmãos convivem em união!
Com esta imagem
em mente dos irmãos juntos, caminhando em direção a Jerusalém, trocando
experiências, cuidando uns dos outros, protegendo uns aos outros, socorrendo
uns aos outros, eu quero exortar você em amor a voltar à comunhão presencial.
Mas eu não estou falando de estar somente no domingo, mas de viver em união com
seus irmãos dessa igreja, onde Deus te colocou. A razão que me leva a te exortar
a voltar à comunhão presencial é a mesma descrita pelo salmista: Porque é bom e
agradável quando convivemos em união.
Eu vou destacar
algumas lições que se encontram neste salmo e que considero relevantes.
A primeira lição
é que existe uma condição para que experimentemos essa sensação de frescor e
renovo entre nós.
1 – EXISTE UMA CONDIÇÃO
1 Como é bom e agradável quando os irmãos convivem em união! (Salmos 133.1)
A palavra “quando”
é neste verso uma conjunção condicional. A sensação de frescor e renovo
mencionado pelo salmista se tornam presentes quando os irmãos convivem em
união. Experimentar o frescor e o renovo está condicionado à convivência em
união com os demais irmãos. Não existe frescor e renovo fora da comunhão com os
irmãos. Estar fora da comunhão com os irmãos é estar desligado de Jesus. Não
existe como estar ligado com Jesus sem estar ligado com os irmãos.
A segunda lição
para que possamos experimentar essa sensação de frescor e renovo entre nós, uma
vez que conviver em união é uma condição para isso, é compreendermos o que
significa “convivência em união”.
2 – COMPREENDENDO O SIGNIFICADO DE “CONVIVÊNCIA
EM UNIÃO”
1 Como é bom e agradável quando
os irmãos convivem em união! (Salmos 133.1)
Conviver em
união é viver unido com os irmãos. Essa
expressão transcende a ideia de um convívio social apenas e também a ideia de
encontros casuais apenas. Ela faz referência a um modo de vida. É diferente
de estarmos reunidos por um breve momento, mas sem nos misturarmos, como
normalmente o fazemos em nossos encontros dominicais. Precisamos aprofundar
nossos relacionamentos. Precisamos nos misturar mais uns com os outros.
Desde março de
2020, com o início da pandemia do Covid-19, nós perdemos muito no que diz
respeito da comunhão entre nós, nos distanciamos geograficamente e consequentemente
emocionalmente, embora continuamos virtualmente conectados através dos cultos
on-line e através das “lives” de intercessão, que ainda acontecem todas as
sextas às 20h, não conseguimos estar perto de todos e nem tão perto como
deveríamos.
Graças ao nosso
bom Deus durante este período de pandemia não deixamos de trabalhar e fazer
pelo Reino de Deus. Distribuímos cestas básicas, cestas de Natal, máscaras para
profissionais da saúde, reformamos a igreja, estamos com letreiro novo, enviamos
ofertas para os missionários com quem temos parceria. Continuamos sendo uma
igreja viva.
Entretanto
precisamos reconhecer que os cultos on-line não substituem os cultos
presenciais. Os cultos virtuais são ferramentas para aqueles que se encontram
impossibilitados de frequentarem uma igreja presencialmente, mas não podem
substituir o culto presencial.
Nós temos
investido nos cultos on-line e entendemos que precisamos investir ainda mais.
Os cultos virtuais têm o seu valor e compreendemos que cada vez mais eles serão
uma grande ferramenta para alcançarmos vidas. Contudo reafirmo, eles não
substituem os cultos presenciais. Não podemos conviver em união de forma
virtual. Não existe convivência plena virtual. Não existe comunhão real
virtual.
O autor diz que
é bom e agradável o convívio dos irmãos. O frescor desse convívio só pode ser
experimentado na comunhão presencial. Você pode experimentar o frescor da
Palavra de Deus através do culto virtual, você pode se relacionar virtualmente
com alguns irmãos, mas não pode experimentar o frescor proveniente da comunhão
com os irmãos virtualmente.
A terceira lição
que destaco neste salmo é a exclamação daquele que experimentou a convivência
com os irmãos: “Como é bom e agradável”.
3 – COMO É BOM E AGRADÁVEL
1 Como é bom e
agradável quando os
irmãos convivem em união! (Salmos 133.1)
Muitos têm
descoberto esta verdade e a tem experimentado. Contudo talvez você conteste
esta afirmação. Ao longo deste período da pandemia você pode ter chego à
conclusão de que não precisa de uma igreja, de que não precisa da convivência
dos irmãos, mas eu afirmo que isso é mentira. Não se deixe ser enganado pelo
diabo, somente ele deseja que você se afaste da comunhão dos irmãos.
Três motivos
podem ter levado você a ter desistido da igreja, da comunhão presencial com
seus irmãos em Cristo.
· Primeiro motivo: Você chegou à conclusão que os irmãos
de sua igreja possuem muitos defeitos. Eles mentem, julgam um ao outro, são
traiçoeiros, hipócritas, etc.
· Segundo motivo: Você chegou a esta conclusão diante
as muitas brigas na igreja. Você percebeu que sempre que deseja realizar algo
para Deus, você se desgasta emocionalmente. Existe uma luta de poder e status
social eclesiástico.
· Terceiro motivo: Você concluiu que sua igreja está
ensinando muitas doutrinas erradas. Existe uma ênfase no homem e nos seus
desejos pessoais.
Eu quero dizer
algo pra você que se encontra apegado no primeiro motivo, que chegou a conclusão
de que os irmãos de sua igreja possuem muitos defeitos. Você já parou para
pensar que possivelmente os defeitos dos seus irmãos são nas mãos de Deus
instrumentos para trabalhar com o seu caráter e forjar dessa forma a sua fé.
Assim também os seus defeitos, pois você também possui defeitos, servem para
trabalhar o caráter de seus irmãos e assim forjar a fé deles. Está escrito em
Provérbios:
17 Assim como o
ferro afia o ferro, o homem afia o seu companheiro. (Provérbios 27.17)
Agora eu quero
falar com você que deixou de congregar por causa do segundo motivo. Que se
distanciou da comunhão por causa das muitas brigas na igreja. Não podemos desconsiderar
que as muitas brigas na igreja possivelmente sejam a afirmação da ausência de maturidade
entre nós, da minha imaturidade e da sua imaturidade. Mas juntos podemos
promover esta maturidade que nos leve a experimentar o frescor encontrado na
comunhão dos santos. Você não deve fugir da convivência, mas ajudar seu irmão
mais fraco a se tornar uma pessoa melhor e assim alcançarmos juntos uma
convivência melhor. Jesus espera que você contribua no desenvolvimento de sua
igreja com seu dom, com seu caráter, com sua postura, com seu ser, mas que você
faça isso com amor, com compaixão.
O frescor e o
renovo promovido pela comunhão entre nós só existirão quando tivermos
maturidade para aplicarmos a verdade juntamente com a misericórdia e a
misericórdia juntamente com a verdade. Verdade sem misericórdia é crueldade. Misericórdia
sem verdade é impunidade.
Se você está
desanimado pelo terceiro motivo, porque sua igreja só prega apego aos bens
materiais, está sempre exigindo de você um sacrifício, ou apenas estimulando o
seu “ego”, minha palavra para você é: “busque outra igreja, mas não deixe de se
engajar numa igreja que leve a sério o Evangelho de Cristo, onde você possa
desenvolver sua comunhão com Cristo e com seus irmãos”.
A igreja é o
ambiente onde o Espírito Santo de Deus trata o nosso ser. É o ambiente onde
desenvolvemos nossa fé através da comunhão. Portanto você precisa aprender a
ouvir o outro e a falar com o outro. Não existe crescimento na comunhão se não
existir um diálogo saudável. A comunhão só pode existir desse exercício de
falar e ouvir. Falar com amor e ouvir com atenção.
Se você não é uma
pessoa ensinável, você provavelmente não entendeu quem é Deus. Não compreendeu
que Deus se faz humilde. Deus se humilhou a si mesmo, se fez homem, se colocou
na mesma estatura que você para falar com você. Deus deixou sua glória, se fez carne
na pessoa de Jesus, para ter comunhão com você, para morrer numa cruz por você,
para fazer com que você se tornasse um com Ele e com todos que Nele creem, de
todas as raças, tribos e nações. Ele não desistiu de você com todos os defeitos
que você possui. Portanto você não pode desistir de seus irmãos. Você precisa
descer do pedestal de onde está e aprender a falar e a ouvir seus irmãos, mesmo
que estes tenham muitos defeitos.
REFLEXÃO FINAL
Eu quero
concluir com uma breve reflexão das palavras do autor de Hebreus (Hb 10.24).
24 E consideremo-nos
uns aos outros para incentivar-nos ao amor e às boas obras. (Hebreus 10.24)
É verdade que podemos
nos encorajar diante as muitas pressões que a sociedade exerce sobre nós
cristãos de forma virtual. Aqueles que estão nos assistindo agora pela internet
estão ouvindo a voz do Espírito, assim como nós. Podemos nos incentivar
mutuamente a pratica do amor e das boas obras através dos cultos on-line, mas
não temos como nos considerar uns aos outros virtualmente como pede o autor de
Hebreus.
Considerar
significa examinar atentamente, julgar, reputar, mas isto só é possível quando
nos enxergamos, quando estamos frente a frente. Eu não posso pastorear sua vida
de longe. Você pode ouvir as pregações que aqui apresento, mas não tenho como
ouvi-lo de longe, não tenho como me sentir solidário a sua dor de longe, não
tenho como sentir empatia por sua causa sem que eu conviva com você. Eu não sei
como você está reagindo a esta pregação. Eu não sei se você me deixou falando
sozinho e foi tomar um café neste momento. Eu não tenho como examiná-lo através
da interação digital.
Da mesma forma
você não tem como se sentir pastoreado sem que se faça ser ouvido, sem que
possa expressar sua dor presencialmente. Se você estiver chorando agora, eu não
tenho como abraça-lo e confortá-lo. Nem mesmo o whatsapp serve como instrumento
para um bom pastoreio. Na virtualidade eu não posso cumprir a ordem apresentada
pelo autor do livro de Hebreus: “consideremo-nos uns aos outros”.
Para
encontrarmos o frescor descrito no salmo é preciso nos olharmos atentamente, é
preciso nos enxergarmos, pois ao nos olharmos nos descobrimos como irmãos, como
seres humanos e somos capazes de nos vermos um no outro e assim nos
considerarmos mutuamente, nos acolhendo, protegendo, cuidando, ensinando e
socorrendo uns aos outros.
O frescor da
convivência entre os irmãos, não está na ausência de defeitos e adversidades
entre nós, mas na descoberta de Jesus no outro, onde Jesus se revela a você
através de mim e se revela a mim através de você. O renovo de nossas vidas está
na alegria de percebermos e contribuirmos através do poder do Espírito Santo para
o crescimento do outro como ser humano. Eu me renovo quando sirvo a você e sou
servido por você. Você se renova quando me serve e é servido por mim.
Somente quando
nos vemos frente a frente podemos ver Jesus no outro e percebermos a obra do
Espírito Santo no outro. Somente quando nos olhamos, olho no olho, podemos nos
examinar atentamente e nos considerarmos uns aos outros. Por isso reafirmo as
palavras do salmista: Como é bom
e agradável quando os irmãos convivem em união.
Eu espero encontrar você aqui nos próximos domingos para
juntos cultuarmos ao nosso Deus. É tempo de voltar para a comunhão com seus
irmãos em Cristo. É tempo de lançar o medo fora e retomar a vida, os projetos,
os sonhos, a esperança, a fé. É tempo de olhar para frente e caminharmos
juntos. Estamos reiniciando nossa EBD para capacitá-lo e ajudá-lo a ser um
cristão melhor, um marido, uma esposa, um filho, uma filha, um patrão, um
empregado, um líder de ministério melhor. Estamos desejosos de darmos continuidade
nos projetos de melhoria de nossas estruturas para atendermos nossos
adolescentes, nossas crianças, nossos idosos. Queremos avançar com projetos
sociais, entre eles um projeto para terceira idade. Sonhamos em investir em
mais missionários. Há muito para fazer, há muito para viver! Você é importante
nesta obra. Existe um propósito de Deus para você aqui. Juntos de volta a
comunhão faremos mais pelo Reino de Deus em Itapevi. Deus te abençoe!
Pr. Cornélio Póvoa de Oliveira
01/08/2021 (manhã)
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