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terça-feira, 3 de agosto de 2021

SERMÕES 130 - DE VOLTA A COMUNHÃO

 DE VOLTA A COMUNHÃO

Série: Juntos...

 

Estamos iniciando o mês de agosto e com ele a série “Juntos...”. O tema de nossa mensagem de hoje é “De Volta A Comunhão”. Meu objetivo hoje é encorajar você à comunhão presencial, a voltar ao templo do Senhor. Desde o início da pandemia passamos a prestar culto ao nosso Deus em nossas casas, de forma virtual. Estávamos proibidos de nos reunirmos e assim o fizemos por entendermos que esta era a atitude certa para proteção de todos.

Cremos que chegou o tempo de voltarmos a prestarmos cultos ao nosso Deus juntos, lado a lado, de retomarmos todas as nossas atividades eclesiásticas, é claro que digo isto considerando que praticaremos nesta retomada todas as medidas de prevenção contra o coronavírus e assumimos essa postura de voltar à comunhão reconhecendo o avanço das vacinações, e também a posição do nosso governo em retirar, a partir do dia 17 de Agosto, todas as restrições que foram impostas por causa da pandemia.

Acreditamos que precisamos retomar nossas atividades, pois não existe igreja virtual, não existe como vivermos igreja virtualmente. A fé precisa ser engajada e desafiada através da comunhão com os irmãos. Na comunhão nossa fé é provada e edificada.

Portanto quero através da leitura de um dos Salmos desafia-los a voltarem para os cultos presenciais. Os Salmos compõem um livro bíblico com 150 hinos ou poesias e por isso não são tratados como capítulos, como ocorre com os demais livros da Bíblia. O foco maior em todas estas poesias cantadas é Deus, elas expressam verdades sobre a pessoa de Deus, sobre a criação e como devemos viver nossa fé Nele.

Hoje iremos ler o salmo 133, atribuído a Davi, que diz o seguinte:

1 Como é bom e agradável quando os irmãos convivem em união! 2 É como óleo precioso derramado sobre a cabeça, que desce pela barba, a barba de Arão, até a gola das suas vestes. 3 É como o orvalho do Hermom quando desce sobre os montes de Sião. Ali o Senhor concede a bênção da vida para sempre. (Salmos 133.1-3)

Este é um dos Cânticos dos Degraus ou das Subidas, que também podem ser chamados de cânticos de Romagem. Ele é um dos salmos que formam uma coleção de quinze cânticos de peregrinação, que se encontram entre os Salmos 120 e 134.

De acordo com a Lei de Moisés, os judeus deveriam ir a Jerusalém pelo menos em uma das grandes festas anuais para adorar no Templo. Estes judeus partiam das cidades onde viviam em direção ao Monte Sião. Alguns partiam da Palestina mesmo, outros partiam de lugares muito distantes.

Na época das grandes festas, os judeus se reuniam em caravanas que seguiam para Jerusalém em romagem. Em família, os judeus romeiros levavam suas ofertas e animais que seriam sacrificados e durante a caminhada cantavam cânticos ao Senhor. Esses cânticos eram justamente os Cânticos dos Degraus que serviam como um hinário de viagem.

Foi em um retorno de uma dessas peregrinações, quando Jesus ainda tinha 12 anos, que José e Maria não perceberam que Jesus havia ficado em Jerusalém e voltaram para casa sem ele. Quando perceberam que Jesus não estava com eles ficaram apavorados como quaisquer pais ficariam. José e Maria deixaram a caravana e voltaram a Jerusalém em busca de Jesus. Eles o encontraram conversando com os mestres da lei, os teólogos daqueles dias.

O salmo 133 descreve a beleza e importância de vivermos juntos, unidos como irmãos. No verso um, o salmista, afirma como é bom e agradável quando os irmãos convivem em união. Nos versos dois e três o salmista descreve através de figuras daqueles dias o quanto é bom e agradável quando os irmãos convivem em união. Ele usa da figura do óleo que é derramado sobre a cabeça de Arão e que escorre por sua barba e que chega a gola de suas vestes, para demonstrar o frescor provido por Deus na comunhão dos irmãos. Quando ele fala que é como o orvalho do Monte Hermon que desce sobre o monte de Sião, ele está querendo dizer que a comunhão dos irmãos produz vida, renovo naqueles que participam dessa comunhão. O monte Hermon é um monte de 32 quilômetros de extensão, tendo o cume coberto de neve. A medida em que se chega à base do monte, a geleira derrete irrigando a terra e trazendo vida ao local, e é ali que nasce o rio Jordão. Esse monte se encontra na área norte de Israel, uma localização considerada desértica. Portanto Hermom é a representação de vida para a região desértica, é uma bênção de Deus para uma localidade que maltratada pela seca.

Muitos leem este salmo buscando encontrar nele uma palavra profética, uma referência à nova aliança feita na cruz. Penso que esse exercício é perigoso, embora compreendo que muitos textos bíblicos no Antigo Testamento trazem referências proféticas apontando de alguma forma para a nova aliança. Nessa busca de dar a este texto um sentido profético, o óleo da consagração é comparado ao Espírito Santo que escorre sobre a cabeça de Jesus, o cabeça da Igreja, personificado na pessoa de Arão, o sumo-sacerdote, e que alcança a gola de suas vestes, assim alcançando seu corpo, que somos nós, eu e você, o Corpo de Cristo.   Dessa forma a comunhão dos irmãos é boa e agradável porque provém da ação do Espírito de Deus que nos une a Jesus Cristo.

Nesta busca de encontrar uma referência à nova aliança o orvalho é novamente comparado ao Espírito Santo que traz vida sobre o monte de Sião. O monte de Sião figura o lugar onde Jesus reinará sobre seu povo para sempre, portanto nesta leitura “ali o Senhor concede a bênção da vida para sempre” aponta que em Jesus e no seu reino a vida fluirá para sempre sobre seu povo.

Embora você possa fazer essa leitura, eu penso que Davi não tinha essa visão profética em mente quando escreveu estas palavras e nem os romeiros quando eles cantavam este pequeno hino. Acredito sim, que este pequeno hino traduzia claramente o sentimento que este encontro anual com todos os irmãos produzia neles.  

Lembro que este hino era cantado enquanto eles viajavam em direção a Jerusalém em companhia de familiares e amigos. Essa convivência entre os irmãos durante toda a peregrinação era boa demais e agradável, prazerosa demais para eles. Ela era refrescante, como o óleo da consagração que escorria literalmente sobre a cabeça do sumo-sacerdote e promovia renovo para suas vidas, como o Hermon para o Monte de Sião.

Ao longo dessa romaria, eles trocavam experiências, aprendiam uns com os outros, os filhos iam brincando com os filhos das outras famílias, eles iam sendo cuidados pelas outras famílias irmãs que estavam juntos nessa romaria. Possivelmente foi por isso que José e Maria não perceberam a ausência de Jesus ao longo de sua viagem. Eles protegiam uns aos outros dos perigos iminentes, como assaltos, ataques de leões e outros animais, de lesões corporais, muitas vezes causadas por pisarem em pequenas pedras. Eles socorriam uns aos outros caso alguém viesse a adoecer ou sofrer uma lesão mais séria durante a viagem. Por isso o salmista afirma: Como é bom e agradável quando os irmãos convivem em união!

Com esta imagem em mente dos irmãos juntos, caminhando em direção a Jerusalém, trocando experiências, cuidando uns dos outros, protegendo uns aos outros, socorrendo uns aos outros, eu quero exortar você em amor a voltar à comunhão presencial. Mas eu não estou falando de estar somente no domingo, mas de viver em união com seus irmãos dessa igreja, onde Deus te colocou. A razão que me leva a te exortar a voltar à comunhão presencial é a mesma descrita pelo salmista: Porque é bom e agradável quando convivemos em união.

Eu vou destacar algumas lições que se encontram neste salmo e que considero relevantes.

A primeira lição é que existe uma condição para que experimentemos essa sensação de frescor e renovo entre nós.

 

 

1 – EXISTE UMA CONDIÇÃO

1 Como é bom e agradável quando os irmãos convivem em união! (Salmos 133.1)

A palavra “quando” é neste verso uma conjunção condicional. A sensação de frescor e renovo mencionado pelo salmista se tornam presentes quando os irmãos convivem em união. Experimentar o frescor e o renovo está condicionado à convivência em união com os demais irmãos. Não existe frescor e renovo fora da comunhão com os irmãos. Estar fora da comunhão com os irmãos é estar desligado de Jesus. Não existe como estar ligado com Jesus sem estar ligado com os irmãos.

A segunda lição para que possamos experimentar essa sensação de frescor e renovo entre nós, uma vez que conviver em união é uma condição para isso, é compreendermos o que significa “convivência em união”.

 

2 – COMPREENDENDO O SIGNIFICADO DE “CONVIVÊNCIA EM UNIÃO”

1 Como é bom e agradável quando os irmãos convivem em união! (Salmos 133.1)

Conviver em união é viver unido com os irmãos. Essa expressão transcende a ideia de um convívio social apenas e também a ideia de encontros casuais apenas. Ela faz referência a um modo de vida. É diferente de estarmos reunidos por um breve momento, mas sem nos misturarmos, como normalmente o fazemos em nossos encontros dominicais. Precisamos aprofundar nossos relacionamentos. Precisamos nos misturar mais uns com os outros.

Desde março de 2020, com o início da pandemia do Covid-19, nós perdemos muito no que diz respeito da comunhão entre nós, nos distanciamos geograficamente e consequentemente emocionalmente, embora continuamos virtualmente conectados através dos cultos on-line e através das “lives” de intercessão, que ainda acontecem todas as sextas às 20h, não conseguimos estar perto de todos e nem tão perto como deveríamos.

Graças ao nosso bom Deus durante este período de pandemia não deixamos de trabalhar e fazer pelo Reino de Deus. Distribuímos cestas básicas, cestas de Natal, máscaras para profissionais da saúde, reformamos a igreja, estamos com letreiro novo, enviamos ofertas para os missionários com quem temos parceria. Continuamos sendo uma igreja viva. 

Entretanto precisamos reconhecer que os cultos on-line não substituem os cultos presenciais. Os cultos virtuais são ferramentas para aqueles que se encontram impossibilitados de frequentarem uma igreja presencialmente, mas não podem substituir o culto presencial.

Nós temos investido nos cultos on-line e entendemos que precisamos investir ainda mais. Os cultos virtuais têm o seu valor e compreendemos que cada vez mais eles serão uma grande ferramenta para alcançarmos vidas. Contudo reafirmo, eles não substituem os cultos presenciais. Não podemos conviver em união de forma virtual. Não existe convivência plena virtual. Não existe comunhão real virtual.

O autor diz que é bom e agradável o convívio dos irmãos. O frescor desse convívio só pode ser experimentado na comunhão presencial. Você pode experimentar o frescor da Palavra de Deus através do culto virtual, você pode se relacionar virtualmente com alguns irmãos, mas não pode experimentar o frescor proveniente da comunhão com os irmãos virtualmente.

A terceira lição que destaco neste salmo é a exclamação daquele que experimentou a convivência com os irmãos: “Como é bom e agradável”.

 

3 – COMO É BOM E AGRADÁVEL

1 Como é bom e agradável quando os irmãos convivem em união! (Salmos 133.1)

Muitos têm descoberto esta verdade e a tem experimentado. Contudo talvez você conteste esta afirmação. Ao longo deste período da pandemia você pode ter chego à conclusão de que não precisa de uma igreja, de que não precisa da convivência dos irmãos, mas eu afirmo que isso é mentira. Não se deixe ser enganado pelo diabo, somente ele deseja que você se afaste da comunhão dos irmãos.

Três motivos podem ter levado você a ter desistido da igreja, da comunhão presencial com seus irmãos em Cristo.

·      Primeiro motivo: Você chegou à conclusão que os irmãos de sua igreja possuem muitos defeitos. Eles mentem, julgam um ao outro, são traiçoeiros, hipócritas, etc.

·      Segundo motivo: Você chegou a esta conclusão diante as muitas brigas na igreja. Você percebeu que sempre que deseja realizar algo para Deus, você se desgasta emocionalmente. Existe uma luta de poder e status social eclesiástico.

·      Terceiro motivo: Você concluiu que sua igreja está ensinando muitas doutrinas erradas. Existe uma ênfase no homem e nos seus desejos pessoais.

Eu quero dizer algo pra você que se encontra apegado no primeiro motivo, que chegou a conclusão de que os irmãos de sua igreja possuem muitos defeitos. Você já parou para pensar que possivelmente os defeitos dos seus irmãos são nas mãos de Deus instrumentos para trabalhar com o seu caráter e forjar dessa forma a sua fé. Assim também os seus defeitos, pois você também possui defeitos, servem para trabalhar o caráter de seus irmãos e assim forjar a fé deles. Está escrito em Provérbios:

17 Assim como o ferro afia o ferro, o homem afia o seu companheiro. (Provérbios 27.17)

Agora eu quero falar com você que deixou de congregar por causa do segundo motivo. Que se distanciou da comunhão por causa das muitas brigas na igreja. Não podemos desconsiderar que as muitas brigas na igreja possivelmente sejam a afirmação da ausência de maturidade entre nós, da minha imaturidade e da sua imaturidade. Mas juntos podemos promover esta maturidade que nos leve a experimentar o frescor encontrado na comunhão dos santos. Você não deve fugir da convivência, mas ajudar seu irmão mais fraco a se tornar uma pessoa melhor e assim alcançarmos juntos uma convivência melhor. Jesus espera que você contribua no desenvolvimento de sua igreja com seu dom, com seu caráter, com sua postura, com seu ser, mas que você faça isso com amor, com compaixão.

O frescor e o renovo promovido pela comunhão entre nós só existirão quando tivermos maturidade para aplicarmos a verdade juntamente com a misericórdia e a misericórdia juntamente com a verdade. Verdade sem misericórdia é crueldade. Misericórdia sem verdade é impunidade.

Se você está desanimado pelo terceiro motivo, porque sua igreja só prega apego aos bens materiais, está sempre exigindo de você um sacrifício, ou apenas estimulando o seu “ego”, minha palavra para você é: “busque outra igreja, mas não deixe de se engajar numa igreja que leve a sério o Evangelho de Cristo, onde você possa desenvolver sua comunhão com Cristo e com seus irmãos”.

A igreja é o ambiente onde o Espírito Santo de Deus trata o nosso ser. É o ambiente onde desenvolvemos nossa fé através da comunhão. Portanto você precisa aprender a ouvir o outro e a falar com o outro. Não existe crescimento na comunhão se não existir um diálogo saudável. A comunhão só pode existir desse exercício de falar e ouvir. Falar com amor e ouvir com atenção.

Se você não é uma pessoa ensinável, você provavelmente não entendeu quem é Deus. Não compreendeu que Deus se faz humilde. Deus se humilhou a si mesmo, se fez homem, se colocou na mesma estatura que você para falar com você. Deus deixou sua glória, se fez carne na pessoa de Jesus, para ter comunhão com você, para morrer numa cruz por você, para fazer com que você se tornasse um com Ele e com todos que Nele creem, de todas as raças, tribos e nações. Ele não desistiu de você com todos os defeitos que você possui. Portanto você não pode desistir de seus irmãos. Você precisa descer do pedestal de onde está e aprender a falar e a ouvir seus irmãos, mesmo que estes tenham muitos defeitos.

 

REFLEXÃO FINAL

Eu quero concluir com uma breve reflexão das palavras do autor de Hebreus (Hb 10.24).

24 E consideremo-nos uns aos outros para incentivar-nos ao amor e às boas obras. (Hebreus 10.24)

É verdade que podemos nos encorajar diante as muitas pressões que a sociedade exerce sobre nós cristãos de forma virtual. Aqueles que estão nos assistindo agora pela internet estão ouvindo a voz do Espírito, assim como nós. Podemos nos incentivar mutuamente a pratica do amor e das boas obras através dos cultos on-line, mas não temos como nos considerar uns aos outros virtualmente como pede o autor de Hebreus.

Considerar significa examinar atentamente, julgar, reputar, mas isto só é possível quando nos enxergamos, quando estamos frente a frente. Eu não posso pastorear sua vida de longe. Você pode ouvir as pregações que aqui apresento, mas não tenho como ouvi-lo de longe, não tenho como me sentir solidário a sua dor de longe, não tenho como sentir empatia por sua causa sem que eu conviva com você. Eu não sei como você está reagindo a esta pregação. Eu não sei se você me deixou falando sozinho e foi tomar um café neste momento. Eu não tenho como examiná-lo através da interação digital.

Da mesma forma você não tem como se sentir pastoreado sem que se faça ser ouvido, sem que possa expressar sua dor presencialmente. Se você estiver chorando agora, eu não tenho como abraça-lo e confortá-lo. Nem mesmo o whatsapp serve como instrumento para um bom pastoreio. Na virtualidade eu não posso cumprir a ordem apresentada pelo autor do livro de Hebreus: “consideremo-nos uns aos outros”.

Para encontrarmos o frescor descrito no salmo é preciso nos olharmos atentamente, é preciso nos enxergarmos, pois ao nos olharmos nos descobrimos como irmãos, como seres humanos e somos capazes de nos vermos um no outro e assim nos considerarmos mutuamente, nos acolhendo, protegendo, cuidando, ensinando e socorrendo uns aos outros.

O frescor da convivência entre os irmãos, não está na ausência de defeitos e adversidades entre nós, mas na descoberta de Jesus no outro, onde Jesus se revela a você através de mim e se revela a mim através de você. O renovo de nossas vidas está na alegria de percebermos e contribuirmos através do poder do Espírito Santo para o crescimento do outro como ser humano. Eu me renovo quando sirvo a você e sou servido por você. Você se renova quando me serve e é servido por mim.

Somente quando nos vemos frente a frente podemos ver Jesus no outro e percebermos a obra do Espírito Santo no outro. Somente quando nos olhamos, olho no olho, podemos nos examinar atentamente e nos considerarmos uns aos outros. Por isso reafirmo as palavras do salmista: Como é bom e agradável quando os irmãos convivem em união.

Eu espero encontrar você aqui nos próximos domingos para juntos cultuarmos ao nosso Deus. É tempo de voltar para a comunhão com seus irmãos em Cristo. É tempo de lançar o medo fora e retomar a vida, os projetos, os sonhos, a esperança, a fé. É tempo de olhar para frente e caminharmos juntos. Estamos reiniciando nossa EBD para capacitá-lo e ajudá-lo a ser um cristão melhor, um marido, uma esposa, um filho, uma filha, um patrão, um empregado, um líder de ministério melhor. Estamos desejosos de darmos continuidade nos projetos de melhoria de nossas estruturas para atendermos nossos adolescentes, nossas crianças, nossos idosos. Queremos avançar com projetos sociais, entre eles um projeto para terceira idade. Sonhamos em investir em mais missionários. Há muito para fazer, há muito para viver! Você é importante nesta obra. Existe um propósito de Deus para você aqui. Juntos de volta a comunhão faremos mais pelo Reino de Deus em Itapevi. Deus te abençoe!

 

Pr. Cornélio Póvoa de Oliveira

01/08/2021 (manhã)

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