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terça-feira, 1 de novembro de 2022

APOSTILA 29 - DESCOBRINDO SEUS DONS (professor)

 

 

 

DESCOBRINDO SEUS DONS

(Professor)

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SUMÁRIO

 

1. O Valor do Trabalho em Equipe

04

2. A Vida Só Tem Sentido Quando Servirmos

08

3. Como Devemos Servir?

10

4. Onde Eu Devo Servir?

14

5. Compreendendo Mais Sobre Dons

19

6. A Singularidade do Crente

21

7. Interdependência dos Crentes

23

8. Identificando os Dons

26

9. Conhecendo os Dons Um a Um (1 parte)

29

10. Conhecendo os Dons Um a Um (2 parte)

32

11. Conhecendo os Dons Um a Um (3 parte)

36

12. Conhecendo os Dons Um a Um (4 parte)

40

13. Conhecendo os Dons Um a Um (5 parte)

44

14. Conhecendo os Dons Um a Um (6 parte)

47

15. Conhecendo os Dons Um a Um (7 parte)

50

16. Conhecendo os Dons Um a Um (8 parte)

53

17. Conhecendo os Dons Um a Um (9 parte)

56

18. Combinando os Dons Com Suas Características

58

19. Levantamento dos Dons Espirituais

67

20. Como Devo Agir de Modo a Fazer a Diferença?

73

21. O Que o Amor Tem a Ver Com Isso?

76

22. Como Posso Fazer Isso de Acordo Com Meu Estilo?

78

23. Servir é Para a Vida Toda

81

24. Respostas Exercícios

83

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1. O VALOR DO TRABALHO EM EQUIPE

 

Esta apostila é baseada no livro Rede Ministerial, da Editora Vida. Rede Ministerial é uma ferramenta para as igrejas. Esta ferramenta foi elaborada pela Igreja Willow Creek, da cidade de Chicago, Estados Unidos.

Obs.: Informamos que o material sofreu diversas alterações, mas conserva o propósito do material original.

 

1 – O Que é Rede Ministerial?

Antes de entrarmos em nosso tema de hoje quero primeiro explicar o que é Rede Ministerial. Este é um material desenvolvido para auxiliar os crentes a serem frutíferos e realizados em sua igreja local. Muitos cristãos acabam não se tornando frutíferos por não saberem onde e como servirem a Deus. A ausência de frutos levam muitos a viverem dominados pelo sentimento de frustração.

Em busca de levar os cristãos a se tornarem frutíferos e realizados Rede Ministerial procura responder as perguntas: “Por que devemos servir?” e “Como devemos servir?”.

Deus nos fez com um propósito. Para cumprirmos este propósito Ele nos deus dons e colocou em nossos corações paixões. Ao longo deste estudo compreenderemos como estes dons operam em nós e qual o seu valor no Corpo de Cristo. Iremos estudá-los um a um para que você possa identificar qual dom opera em você e qual sua paixão.

O conhecimento de qual dom você possuí deve despertar em você o dever de colocá-lo a serviço do reino de Deus e de sua igreja local, onde você congrega. Os diferentes dons e as diferentes paixões cooperam para o bem de todos, assim como os diferentes membros do corpo cooperam para o bem de todo o corpo.

Na medida em que colocamos nossos dons a serviço de nossos irmãos em Cristo e daqueles que ainda não se converteram a Cristo passamos a frutificar e a nos sentirmos realizados.

Temos um propósito estabelecido por Deus. Não existimos por acaso. Ele nos deu dons e paixões para alcançarmos este propósito. Não podemos nos esquecer de que para alcançarmos o propósito estabelecido por Deus precisamos trabalhar em equipe. Este trabalho não se faz sozinho.

 

2 – O Valor do Trabalho em Equipe

Sem dúvida nos tornamos mais frutíferos e realizados quando trabalhamos juntos, cooperando uns com os outros, pois assim conseguimos alcançar melhor nossos objetivos como igreja.

Apresentaremos um vídeo onde veremos diversos trabalhos em equipe.

 

Ø  Vídeo 1: Trabalho em equipe

(https://www.youtube.com/watch?v=gn7bfvzwlCE&t=4s)

 

Quais lições nós aprendemos através deste vídeo?

 

A palavra de Deus diz que não há limites para uma unidade consagrada e um propósito apaixonado (Gênesis 11.6).

6 E disse o Senhor: "Eles são um só povo e falam uma só língua, e começaram a construir isso. Em breve nada poderá impedir o que planejam fazer. (Gênesis 11.6)

Quando temos a mesma linguagem e somos um em um propósito, Deus mesmo diz que não haverá restrição para tudo que intentarmos fazer. Deus interviu nesta unidade porque o povo tinha um propósito errado. O objetivo e a motivação que os unia eram errados.

Entretanto não podemos nos esquecer de que Jesus orou ao Pai para que fossemos “um”.

 

2.1 – Trabalhar em Equipe no Corpo de Cristo Exige Que Nos Tornemos Um

Ser um povo unido num só propósito não é algo simples de ser alcançado. Paulo mostra aos Filipenses que tal unidade é fruto de um processo. Exige amadurecimento e renuncia de todos os membros do Corpo.

1 Se por estarmos em Cristo, nós temos alguma motivação, alguma exortação de amor, alguma comunhão no Espírito, alguma profunda afeição e compaixão, 2 completem a minha alegria, tendo o mesmo modo de pensar, o mesmo amor, um só espírito e uma só atitude. (Filipenses 2.1,2)

O texto que lemos diz que “se há”, isto é, Paulo está insinuando que se existe entre eles algumas coisas que os aproxima como:

Ø Exortação em Cristo (preocupação com a vida ética do outro);

Ø Consolação de amor (há um sentimento de ajuda para com o outro);

Ø Comunhão do Espírito (existem laços espirituais que os une – fé, batismo, Espírito);

Ø Entranhados afetos e misericórdias (há uma relação maior de afeto e empatia).

Paulo diz que eles deveriam completar isso que os aproxima com “unidade”. O que falta a eles segundo Paulo é unidade - Pensar a mesma coisa, terem o mesmo amor, serem unidos de alma, possuírem o mesmo sentimento. A ausência disso é que leva o apóstolo a insinuar que eles tenham as outras coisas e não a afirmar.

Quando há unidade, não há partidarismo e nem soberba. Não trabalhamos pensando em nós ou em um indivíduo, trabalhamos pensamos no bem de todos, do corpo de Cristo.

3 Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmos. 4 Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros. (Filipenses 2.3,4)

 

3 – Todos Têm a Mesma Linguagem

Gênesis 11:6 diz que o povo era um e tinha o mesmo falar, por isso não haveria restrição para tudo o que intentassem fazer. Paulo orienta os coríntios dentro do mesmo princípio:

10 Irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo suplico a todos vocês que concordem uns com os outros no que falam, para que não haja divisões entre vocês, e, sim, que todos estejam unidos num só pensamento e num só parecer. (1 Coríntios 1.10)

Ø Que falassem a mesma coisa (concordância no falar).

Ø Que tivessem uma mesma disposição mental (concordância no pensar).

Ø Que tivessem uma mesma posição (concordância no parecer).

O que o apóstolo Paulo pede a igreja de Corinto só é possível quando indivíduos diferentes se deixam ser controlados e dirigidos pelo Espírito Santo. É preciso morrer e viver pelo Espírito.

O resultado disso é que eles seriam uma unidade e não uma mera união de crentes. Há uma diferença entre união e unidade.

·      União é ter muitas batatas no mesmo saco, elas estão juntas no saco, mas não são uma.

·      Unidade é quando as batatas são cozidas e amassadas tornando-se um purê. Elas se tornaram uma. Não é mais possível separá-las.

A unidade tem um preço de fogo e quebrantamento, ou seja, não há unidade sem o fogo do Espírito e a renúncia do ego. Só assim podemos falar a mesma língua e termos a mesma disposição mental.

O texto de Genêsis 11 diz: “Não haverá restrição para tudo quanto intentam fazer”. O inimigo não pode resistir a uma unidade consagrada. As portas do inferno não nos resistirão se nos tornarmos um purê de batatas e não um monte de batatas num mesmo saco.

 

4 – Parábolas Atuais

Assim como Jesus fazia, queremos lançar mão de algumas parábolas para mostrar a necessidade de aprendermos a trabalhar em grupo.

 

Parábola 1: Os porcos-espinho

Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinho, perceberam a situação e resolveram se juntar em grupo. Assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente.

Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que forneciam mais calor. Por isso tornaram a se afastar um dos outros.

Todavia, voltaram a morrer congelados. Precisaram então fazer uma escolha, ou desapareciam da terra, ou aceitavam os espinhos dos semelhantes.

Sabiamente, decidiram voltar a ficar juntos. Aprenderam a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima podia causar, já que o importante era o calor do outro. E assim terminaram sobrevivendo.

 

Lição dos porcos-espinhos:

- Se estamos sozinhos esfriamos

A frieza e a friagem nos assolam, precisamos nos manter aquecidos e até incendiados, mas isso só será possível se nos mantivermos juntos. É como uma brasa; se fica sozinha apaga.

 

- A proximidade e a comunhão têm um preço

Pequenas feridas sempre surgem quando nos aproximamos e nos relacionamos.

 

Parábola 2: Os gansos

Quando você vê gansos voando em “V”, pode ficar curioso quanto às razões pelas quais eles escolhem voar desta forma. Os cientistas analisaram e fizeram as seguintes descobertas:

·         1º fato - À medida que cada ave bate suas asas, ela cria uma sustentação para a ave seguinte. Voando em formação “V”, o grupo inteiro consegue voar pelo menos 70% a mais do que se cada ave voasse isoladamente.

Quando pessoas que compartilham de um mesmo sonho e uma mesma direção andam juntas elas chegam mais rápido por que juntas elas produzem um ambiente positivo de fé.

·         2º fato - Sempre que um ganso sai fora da formação e imediatamente sente o peso de voar só, rapidamente ele retorna à formação.

Sabemos que há segurança no grupo e na comunhão e poderemos viver a vida cristã mais facilmente se o fizermos na formação do grupo.

·         3º fato - Quando o ganso líder se cansa ele reveza, indo para a traseira do “V”, enquanto outro toma a dianteira.

Quando temos de fazer um trabalho árduo também necessitamos de revezamento. O grupo só vai avançar se todos se revezarem pelo encargo da palavra e da reunião.

·         4º fato - Os gansos que vão atrás na formação grasnam o tempo todo para que aqueles que estão à frente mantenha o ritmo e a velocidade.

É um fato da vida que todos necessitamos de estímulo, elogio e apoio para avançarmos em nosso trabalho.

·         5º fato - Quando um ganso adoece ou se fere e deixa o grupo, dois outros gansos saem da formação e o seguem para ajudar a protegê-lo. O acompanham até a solução do problema e então reiniciam a jornada no seu grupo original ou se juntam a um novo grupo.

 

Lição dos gansos:

- Viver em grupo é viver solidário

Viver em unidade é viver em grupo. O grupo é um lugar de solidariedade e compromisso mútuo. Não podemos abandonar o nosso irmão quando este se encontra em meio a lutas e dificuldades. O objetivo não é chegar em primeiro, mas fazer com que todos cheguem ao novo lar.

 

Parábola 3: Reunião na Marcenaria

Conta-se que numa marcenaria houve uma estranha assembleia. Uma reunião de ferramentas para acertas as suas diferenças.

O martelo exerceu a presidência, mas os participantes o notificaram que teria de renunciar. A causa? Fazia demasiado barulho, além do mais, passava o tempo todo golpeando.

O martelo reconheceu sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que este dava muitas voltas para conseguir algo.

Diante do ataque, o parafuso concordou, mas por sua vez, pediu a expulsão da lixa. Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atrito.

A lixa acatou, com a condição de que expulsassem o metro, que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fora o único perfeito.

Nesse momento entrou o marceneiro, juntou o material e iniciou o seu trabalho. Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso. Finalmente a rústica madeira se converteu num fino móvel. Quando a marcenaria ficou só a assembleia reativou a discussão.

Foi então que o serrote tomou a palavra e disse: “Senhores, ficou demonstrado que todos temos defeitos, mas o marceneiro trabalha com nossas dificuldades e com os nossos pontos valiosos. Assim, não pensemos nos nossos pontos fracos, mas concentremo-nos em nossos pontos fortes”.

A assembleia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limar (desgastar) e afinar as asperezas e o metro era preciso e exato. Sentiram-se então como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade. Sentiram alegre-se pela oportunidade de trabalharem juntos.

 

Lição da reunião na marcenaria:

- O que nos une não são nossas semelhanças, mas as diferenças

Não estamos aqui para formar relacionamentos formais, mas vínculos de amor e vida. Estamos formando vínculos para a eternidade e que precisam ser vivido aqui.

Muitos de nós desejamos fazer coisas grandes que nos coloquem na história, mas Deus quer que apenas participemos da história dos nossos irmãos.

 

 

Exercício:

1 – Complete a sentença

A Rede Ministerial tem como objetivo auxiliar os crentes a serem frutíferos e realizados num lugar de serviço significativo.

 

 

 

2. A VIDA SÓ TEM SENTIDO QUANDO SERVIMOS

 

O serviço é essencial para frutificarmos e nos sentirmos realizados. Eu e você só temos importância existencial quando servimos.

Por que a vida só tem sentido quando servirmos? Encontramos duas respostas claras na Bíblia para esta pergunta.

·       Primeira: Porque Deus nos criou para Ele.

·       Segunda: Porque é mandamento de Deus servirmos uns aos outros.

 

1 – Porque Deus Nos Criou Para Ele

16 Pois nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos ou soberanias, poderes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por ele e para ele. (Colossenses 1.16)

Fomos criados por Deus e para Ele. A razão de nossa existência é Deus. A afirmação de que fomos criados para Ele, significa dizer que fomos criados para o seu serviço, para o seu prazer. Portanto devemos viver para glorificá-lo em tudo que fazemos. Existimos para Sua glória.

Glorificamos a Deus quando O servimos através dos dons que Ele nos deu. Glorificamos a Deus quando realizamos o que Ele espera de nós como seres humanos. Glorificamos a Deus quando desfrutamos do que Ele nos deu. Glorificamos a Deus quando servimos uns aos outros.

Se não glorificarmos a Deus com nossas vidas, perdemos o sentido de existência como seres humanos. Se vivemos correndo atrás de nossos sonhos pessoais e de tudo o que o mundo nos oferece, nossa vida é vã aos olhos de Deus. Há um propósito maior do que nós mesmos que dá sentido a nossa existência. Deus é quem dá sentido a nossa existência. O que nos leva a segunda razão de nossa afirmação que a vida só tem sentido quando servimos.

 

2 – Porque É Mandamento de Deus Servirmos Uns Aos Outros

13 Irmãos, vocês foram chamados para a liberdade. Mas não usem a liberdade para dar ocasião à vontade da carne; pelo contrário, sirvam uns aos outros mediante o amor. (Gálatas 5.13)

“Sirvam uns aos outros” é um mandamento. Se vivemos para Deus obedecemos. É no serviço ao próximo que servimos a Deus e nos tornamos frutíferos e realizados. É no serviço a quem vemos que ganhamos a consciência de sermos frutíferos e realizados.

Portanto, servir para o crente não é uma opção. A maioria de nós sabe que deve servir. E a maioria de nós quer realmente servir. Mas muitos de nós simplesmente não estamos seguros em como podemos servir de maneira que sejamos frutíferos e realizados.

O apóstolo Pedro escreveu as seguintes palavras (1 Pedro 4.10,11).

10 Cada um exerça o dom que recebeu para servir aos outros, administrando fielmente a graça de Deus em suas múltiplas formas. 11 Se alguém fala, faça-o como quem transmite a palavra de Deus. Se alguém serve, faça-o com a força que Deus provê, de forma que em todas as coisas Deus seja glorificado mediante Jesus Cristo, a quem sejam a glória e o poder para todo o sempre. Amém. (1 Pedro 4.10,11)

Cada um recebeu um dom, não para si, mas para servir. Mas, o que é um dom? Dom (Charisma – χαρισμα) tem a ideia básica de um algo recebido gratuitamente e imerecidamente, sem trabalho, sem esforço, um presente e não um prêmio.

O apóstolo Pedro está dizendo que devemos usar este dom para servirmos uns aos outros, pois nosso serviço contribui para o crescimento do outro, dessa forma nosso serviço produz a edificação do outro. Crescemos na medida em que os outros disponibilizam para nós o seu serviço. Quando doou ao outro o que tenho e sou, demonstro o amor que Cristo tem por ele, e dessa forma Deus é glorificado.

 

3 - O Que Pode Acontecer se Servirmos Sem Unidade e Sem Liderança?

A unidade é vista quando trabalhamos juntos, de forma a cooperarmos uns com os outros. A liderança dá a nós a direção e instruções para que possamos trabalhar juntos. Veremos na prática de uma dinâmica como isso funciona.

 

Dinâmica 1: Dar uma folha A4 em branco para cada pessoa. Em cada folha estará escrita uma parte do corpo humano (cabeça, perna direita, perna esquerda, braço direito, braço esquerdo e tronco). Cada um fará o desenho escrito em sua folha sem olhar o desenho do outro. Depois juntar todas as partes do corpo e ver como ficou.

 

Dinâmica 2: Fazer depois da dinâmica 1. Dar somente uma folha A4 para todo grupo, onde todos desenharam, um de cada vez, a mesma parte do corpo humano que haviam desenhado na dinâmica 1. Começar pela cabeça, pescoço, tronco, braços e pernas.  Se desejar no lugar da folha A4 eles podem desenhar em um quadro negro ou branco.

 

Avaliação das dinâmicas: Se não construirmos a igreja como equipe, onde todos trabalham juntos podemos estar construindo um monstro, um corpo todo desajustado, desfigurado. Dessa forma Cristo não é glorificado e os seus membros não são edificados. Um corpo assim terá pouco tempo de vida.

 

4 – Jesus Designou a Sua Igreja Líderes Com Um Propósito Claro

Dons espirituais são um chamado de Deus ao trabalho, não ao privilégio ou engrandecimento pessoal. Existem para unir o Corpo de Cristo e para tornar eficiente o trabalho, o ministério que Deus reservou a cada um. Diante disso Jesus Cristo deu a sua igreja homens dotados de determinados dons para aperfeiçoar os santos para o serviço que devem realizar, a fim de que todo o corpo de Cristo seja edificado, conforme Efésios 4.11,12.

11 E ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, 12 com o fim de preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja edificado,... (Efésios 4.11,12)

Estes homens que ocupam estes ministérios de Efésios 4.11,12 foram dados à igreja pelo próprio Senhor Jesus com o fim de liderarem sua igreja e assim levar todos os membros a desenvolverem bem o seu ministério, isto é, o seu serviço.

 

Exercícios:

1 - Por que devemos servir? Escreva duas razões:

·         Para glorificar a Deus.

·         Para edificar os outros.

 

2 – No texto de Êxodo 20.1-17 temos os dez mandamentos. Os primeiros quatro mandamentos descrevem como devemos amar a Deus, e os seis restantes descrevem como temos de amar uns aos outros. Complete as sentenças abaixo:

·         Os primeiros quatro mandamentos descrevem como devemos amar a Deus.

·         Os seis mandamentos restantes descrevem como temos de amar uns aos outros.

 

 

 

3. COMO DEVEMOS SERVIR?

 

Ao responder esta pergunta estamos pensando em como servir de forma significativa.

 

Dinâmica 1: Montar um quebra-cabeça.

·         Quebra-cabeça 1: O quebra-cabeça deve ser sem numeração no verso e distribuir uma peça a cada participante.

 

Dinâmica 2: Montar outro quebra-cabeça.

·         Quebra-cabeça 2: O quebra-cabeça deve ter numeração no verso e distribuir uma peça a cada participante.

 

Obs.: As peças dos quebra-cabeças representam o dom de cada um, os quebra-cabeças representam a igreja a ser edificada.

 

Avaliação da Dinâmica 1:

·         Quebra-cabeça 1: muito movimento pouco resultado; a falta de organização produz pouca eficiência; pessoas ficam de fora do processo; o trabalho se torna demorado.

 

Avaliação da Dinâmica 2:

·         Quebra-cabeça 2: todos possuem um dom o que torna todos importantes; a igreja não é completa na ausência de dom. Quando organizado o trabalho se torna mais eficiente. Conhecer o seu dom e saber onde usá-lo facilita o trabalho de todos.

 

1 - Movimento Sem Deslocamento

Na tentativa de servir uns aos outros, nós podemos facilmente “ser levados” ou “empurrados” ao serviço. Podemos tornar-nos muito ativos, mas não eficientes. Quando isso acontece geramos um movimento sem deslocamento, isto é, um movimento que não nos tira do mesmo lugar. Podemos ter muita atividade sem produzir crescimento real, sem produzir transformações de vida.

Nosso desejo é levar a igreja do ponto “A” para o ponto “B”. Contudo quando não sabemos como servir, podemos servir sem nos deslocarmos para lugar algum.

 

A

B

A

B

 

 


    

 

 

 

Atingindo o Alvo

Nós temos um alvo claro, isto é, sabemos onde desejamos chegar. Nosso alvo está estabelecido em nossa visão e missão e como vamos atuar para chegarmos lá.

DECLARAÇÃO DE VISÃO (nosso sonho)

Ø  Ser uma comunidade onde cada membro seja uma expressão do amor de Deus onde estiver.

 

DECLARAÇÃO DE MISSÃO (nossa tarefa)

Ø  Conectar todas as pessoas a Deus através do servir.

 

Como realizaremos nossa missão? Com o servir.

S

Ocialização

- capacitar pessoas a se tornarem cidadãs.

E

nsino

- levar pessoas a se tornarem como Cristo.

R

econciliação

- conduzir pessoas a Cristo.

V

igorização

- tornar mais forte os valores do Reino de Deus as nossas vidas.

I

ntegração

- levar as pessoas ao batismo e membresia.

R

elacionamentos

- ajudar as pessoas a construírem relacionamentos saudáveis.

 

O “SERVIR” nos levará a alcançarmos nossa visão.

Quando servimos de acordo com nossas paixões, dons e estilos pessoais podemos acertar o alvo.

Nossos esforços nos motivam e fazem uma diferença perceptível na igreja. Sentimos mais entusiasmo e mais energia para a tarefa. Usufruímos de uma maior satisfação ao descobrirmos maior sentido naquilo que fazemos para Deus.

 

Conhecer nossas paixões, dons espirituais e estilos pessoais, nos ajudarão a montar o quebra-cabeça de sermos uma igreja relevante.

Reconhecermos que cada um de nós possui dons, habilidades e personalidades (histórias) diferentes nos ajudam, também, a respeitarmos a função e o chamado do outro.

Dessa forma todos nos tornamos individualmente mais frutíferos e realizados ministerialmente, e consequentemente, toda a igreja se torna mais frutífera e realizada ministerialmente.

 

Ø  Paixão

Paixão é o desejo dado por Deus que nos impele a fazer diferença num determinado ministério.

Sua paixão (seu sonho maior) indica ONDE você serviria melhor.

Quando você serve em sua área de paixão, você fica mais motivado.

Não há paixão certa ou errada.

A paixão de uma pessoa muda com o tempo? Não. A maneira pela qual nós compreendemos e expressamos nossa paixão pode variar ao longo de nossa vida, mas a essência daquilo que mais profundamente nos impele à ação permanece a mesma.

Ex.: paixão por crianças, drogados, ou ainda paixão alguma causa, por mecânica, etc.

 

Ø  Dons Naturais e Dons Espirituais

Deus concede dons a todos os seres humanos. A estes dons podemos chamá-los de dons naturais, talentos ou habilidades.

Seus dons indicam O QUE você fará quando estiver servindo.

Quando você servir de acordo com seus talentos, estará servindo de maneira mais competente.

Ex.: dom de ensino, cuidado, hospitalidade, dom com crianças, dom com idosos, etc.

 

Estes dons naturais, talentos ou habilidades não devem ser confundidos com os dons espirituais. Mas o que os diferem?

Os dons naturais a que nos referimos em nosso estudo são uma capacidade que nos foi dada por Deus, existente em cada um de nós por termos sido feitos à Sua imagem e semelhança. Dons naturais, talentos e habilidades nascem conosco e podem ser aperfeiçoados. Eles estão intrínsecos em nós; fazem parte de nossa própria natureza.

Os dons espirituais estes provêm de uma ação sobrenatural, fora de nós, que opera por meio de nós. Não nos pertence. Ex. Os dons de 1 Coríntios 12.7-11 - dom de línguas, cura, profecia, etc.

Eu Cornélio, acredito que os dons naturais quando exercidos com o fim de glorificar a Deus e edificar sua Igreja, são tratados na bíblia simplesmente como dons (governo, ensino, exortação, etc.). Assim compreendo que o apóstolo Paulo os trata em suas diversas listas de dons. Contudo deixo claro que essa não é a posição dos autores[1] de Rede Ministerial.

Precisamos ter a consciência que todos os dons sejam naturais ou espirituais, quer você os trate como talentos ou habilidades provêm de Deus. Os autores de Rede Ministerial tratarão todos os dons citados na Bíblia como dons espirituais.

Não podemos confundir dom espiritual com posições no ministério. Na igreja, nós nos referimos a algumas pessoas como “pastor”, “professor”, ou “líder”. Estes títulos podem ou não combinar exatamente com o dom espiritual delas. Por exemplo, embora existam muitos líderes de pequenos grupos, pode ser que nem todos tenham o dom da liderança. Ser líder de um pequeno grupo é uma posição e não um dom. Uma pessoa pode ser colocada como professor na Escola Bíblica, tem uma posição, mas não ter o dom do ensino. Pessoas podem receber títulos, sem necessariamente terem o dom correspondente ao título recebido.

 

Ø  Estilo Pessoal

Seu estilo pessoal reflete como você prefere se relacionar com os outros e com o mundo ao seu redor.

O seu estilo pessoal indica COMO você servirá.

Quando você serve de maneira coerente com o seu estilo pessoal dado por Deus, você se sente mais confiante e realizado.

Não há estilo pessoal certo ou errado.

 

Ex.: Com relação a sua forma de se relacionar pode ser introvertida, ou extrovertida, ou ainda ambivertida (nem um, nem outra). Se considerarmos sua forma de trabalhar ela pode ser organizada (detalhista), ou alguém que gosta do improviso (não se prende a detalhes). Se pensarmos no que a motiva a trabalhar ela pode ser motivada por cumprir tarefas, ou por ver pessoas felizes.

 

 

 

 

 

4 Há diferentes tipos de dons, mas o Espírito é o mesmo. 5 Há diferentes tipos de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. 6 Há diferentes formas de atuação, mas é o mesmo Deus quem efetua tudo em todos. (1 Coríntios 12.4-6)

 

14 O corpo não é composto de um só membro, mas de muitos. [...] 18 De fato, Deus dispôs cada um dos membros no corpo, segundo a sua vontade. (1 Coríntios 12.14,18)

 

Há diferentes tipos de pessoas, com diferentes tipos de dons, com diferentes tipos de paixões, mas é Deus quem efetua tudo por meio de todos.

 

Exercícios:

1 – Sua paixão ministerial (seu sonho maior) indica onde você servirá melhor.

 

2 – Os dons espirituais indicam o que você fará quando estiver servindo.

 

3 – Seu estilo pessoal indica como você servirá.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

4. ONDE EU DEVO SERVIR?

 

Nesta seção nós exploraremos o primeiro elemento do perfil de servo: A Paixão. Nós definiremos e faremos uma lista de suas características principais. Antes de você descobrir qual dom possui, queremos ajudá-lo primeiro a descobrir qual paixão você possui.

Cada um de vocês completará o Indicativo de Paixão e identificará uma ou mais áreas da paixão. Nosso último objetivo é que você ganhe uma compreensão mais clara de sua paixão individual.

 

O que vem à sua mente quando eu digo:

·         “Billy Graham” – alcançando pessoa perdidas (evangelização)

·         “Madre Teresa” – os necessitados (serviço social)

 

Quando falamos o nome dessas pessoas, o que vem à nossa mente é a paixão delas. Aquilo em que elas entregaram sua vida.

Existem três coisas muito importantes para levarmos em conta quando falamos de Paixão:

·         A paixão é dada por Deus.

·         Não há paixão certa ou errada.

·         A paixão responde à pergunta “ONDE” servirei.

 

Você alguma vez já se perguntou: “Onde é que eu devo servir?”. A resposta pode ser encontrada em sua paixão. Outras palavras que alguns de vocês devem ter usado para paixão são: sonho, desejo, visão ou chamado.

 

1 – A Paixão é Dada Por Deus

A paixão é um desejo dado por Deus que nos impele a fazer a diferença num determinado ministério.

A paixão lhe ajuda saber onde servir; ela lhe dá a direção. Ela lhe dá a motivação e a energia para servir numa determinada área de ministério.

 

Ø  Vídeo 2: O Que Você Tem Feito Para Tornar o Mundo Melhor?

(https://www.youtube.com/watch?v=0-p_Eh_WZt4)

 

Qual a paixão que você identifica no personagem do vídeo?

Qual a motivação dele para tornar o mundo melhor?

 

O fato de cada um de nós se importar profundamente com algumas coisas mais do que com outras é devido à influência de Deus. Se todos nós tivéssemos uma paixão para os mesmos assuntos ou pessoas, muitas necessidades ficariam descuidadas. Mas Deus deu a cada um de nós uma paixão como parte de seu plano e propósito para nossas vidas. Portanto confia no Senhor, ele te mostrará o caminho a seguir.

3 Confie no Senhor e faça o bem; assim você habitará na terra e desfrutará segurança. 4 Deleite-se no Senhor, e ele atenderá aos desejos do seu coração. 5 Entregue o seu caminho ao Senhor; confie nele, e ele agirá. (Salmo 37.3-5)

 

Cada um de nós tem um profundo anseio ou desejo de fazer diferença. Se estamos andando por fé, Deus proverá o meio de realizarmos esse desejo de ministério que há em nosso coração. Esta paixão é dada por Deus. Ele nos designou para servir numa área especifica de ministério que nós achamos motivadora, a área onde encontramos nossa paixão.

O apóstolo Paulo entendeu que sua paixão de pregar aos gentios não era de sua própria escolha, e sim dada por Deus:

15 Mas Deus me separou desde o ventre materno e me chamou por sua graça. Quando lhe agradou 16 revelar o seu Filho em mim para que eu o anunciasse entre os gentios, não consultei pessoa alguma. (Gálatas 1.15,16)

Paulo estava profundamente engajado com a verdade e em protegê-la. Quando ele encontrou Cristo pessoalmente sua compreensão da verdade mudou e sua paixão encontrou uma nova e diferente expressão.

Quando você se apaixona ou se entusiasma sobre onde e a quem você está servindo, isto gera motivação e o sentimento de realização de que está fazendo diferença para o reino.

Você poderá achar útil pensar na paixão como uma arena ou um contexto onde você gostaria de fazer diferença. Muitas de nossas paixões se relacionam com diferentes grupos de pessoas, como crianças, jovens, adultos, mães, adolescentes, idosos, desabrigados, refugiados, ou aqueles que se divorciaram recentemente. Outras paixões se relacionam a causas ou assuntos, tais como preconceitos, o meio-ambiente, a fome ou a injustiça social. As paixões podem também girar em torno de certas funções na igreja tais como organizar eventos, grupos de pessoas, organizar planilhas, ou simplesmente estar disponível para ajudar.

No passado, você pode ter expressado sua paixão a alguém cuja resposta fez com que você reprimisse, ou talvez você por outro motivo a tenha reprimido. Algumas de suas razões podem ter sido:

·      Você era velho demais, ou jovem demais.

·      Você não tinha estudo suficiente.

·      Você tinha filhos.

 

A lista pode ir seguindo e seguindo...

 

Na Rede Ministerial, você tem permissão para simplesmente identificar ou nomear sua paixão. Ponha de lado as restrições que você possa ter sentido por ter filhos, ou outras tarefas e responsabilidades.

Você terá agora uma oportunidade de compreender melhor a paixão que Deus lhe deu. Nós todos estamos em diferentes lugares em nossas jornadas. À medida que cada um de nós enfoca sua paixão descobre vários níveis de clareza. Alguns de vocês descobrirão muitos temas semelhantes, outros descobrirão temas diferentes. Identifique e expresse claramente sua paixão, num processo contínuo. Nós desenvolvemos aqui um levantamento a fim de ajudá-lo na identificação e desenvolvimento de sua paixão.

A seguir, há algumas perguntas que têm como objetivo ajudá-lo a descobrir a sua paixão ministerial. Responda-as, com o coração aberto:

 

Obs.: Orientações para responder ao questionário

·       Ore enquanto considera suas respostas às perguntas.

·       Complete o questionário sozinho.

·       Não há respostas certas nem erradas.

·       Não se preocupe “se” você pode ou não concretizar sua paixão, nem “como” isto pode vir a ser feito.

·       Responda as perguntas como se não houvesse nenhum obstáculo para a realização dos desejos do seu coração.

 

1)      O que você mais gosta de fazer?

 

 

2)      O que você mais gosta de fazer, na igreja?

 

 

3)      Qual o serviço que você realiza fora da igreja que mais lhe dá prazer?

 

 

4)      Qual o serviço cristão que lhe dá maior prazer?

 

 

5)      Em que ministério você quer servir ao Senhor?

 

 

6)      Se um companheiro indicar você para algum trabalho específico, qual será esse?

 

 

7)      Qual o assunto ministerial que mais lhe atrai?

 

 

8)      Qual foi o trabalho que você realizou com muita satisfação?

 

 

9)      Ao final de que trabalho você se sentiu realizado e reabastecido?

 

 

10)  Em que área você poderia dar sua contribuição efetiva, levando-a a um melhor funcionamento?

 

 

11)  Em que atividade da igreja a liderança lhe pede ajuda? Essa ajuda é por não ter quem faça ou por sua capacidade na realização do mesmo?

 

 

12)  No futuro, gostaria de olhar para trás e saber que fez algo em prol do que?

 

 

13)  Sobre qual assunto você conversaria a ponto de esquecer o tempo passar?

 

 

14)  Faça um circulo nas pessoas que mais deseja ajudar:

Bebês, crianças, jovens, adolescentes, mães de adolescentes, mães e pais solteiros, universitários, divorciados, viúvos(as), solteiros, mulheres empresárias, recém-casados, refugiados, pais, casais maduros, sem tetos, desempregados, idosos, deficientes físicos, prisioneiros, pobres, enfermos, outros _______________________

 

 

15)  Faça um circulo onde tenha opiniões/sentimentos fortes sobre os seguintes assuntos/causas:

Meio-ambiente, cuidar de crianças, homossexualismo, discipulado, aids, política, violência, injustiça, racismo, educação, vícios, economia, alcançar os perdidos, tecnologia, saúde, pobreza, família, aborto, fome, alfabetização, igreja, outros _________________________________.

 

 

16)  Tente escrever em uma palavra ou frase sua paixão. Se não conseguir continue respondendo as perguntas seguintes. _______________________________________.

 

 

17)  Liste os cinco acontecimentos mais positivos de sua vida. Descreva resumidamente o que houve e como isso foi significativo para você. (Essas experiências podem ter ocorrido em casa, no trabalho, na escola, igreja ou lazer. Pode ser um relógio que você consertou, um vestido que costurou, um prêmio recebido, uma ajuda prestada a alguém, etc. Mas lembre-se que trata de fatos agradáveis que lhe proporcionaram um sentimento de realização).

 

 

18)  Por que essas experiências foram significativas para você?

 

19)  Procure uma temática comum em suas experiências e pense qual a área onde você poderia contribuir significativamente a partir destas experiências positivas de sua vida. Esteja atento aos padrões de sua resposta, aos assuntos predominantes, a uma faixa etária que se destaca mais, ou um tipo de necessidade que mais se revela em suas experiências. Tente agora descrever qual sua paixão ministerial.

_____________________________________________________________________.

 

A História do João

João é um jovem com uma paixão para trabalhar com crianças. Ele começou servindo na Escola Dominical. Serviu ali por algum tempo e começou a se sentir como se aquele não fosse seu único tipo de contribuição. Ele gosta muito de trabalhar com crianças, mas sente que a contribuição singular que ele pode dar é outra.

 

João descobriu que realmente que trabalhar com filhos de pais solteiros. Ele mudou então seu ministério na Escola Dominical para algo que sua igreja chama de “Ministério do Colega”, onde cada adulto se torna “colega” de uma criança filha de pais solteiros.

 

Ele serviu ali por um tempo, com muita eficiência. Porém, à medida que o tempo passou, ele começou a dizer: “Sabe, eu tenho uma paixão mais profunda ainda, não apenas pelas crianças que são solitárias, mas também por crianças que estejam realmente em batalha com a vida e com relacionamentos”.

 

Começou a trabalhar em um programa que sua igreja mantinha com crianças problemáticas. Essas crianças haviam perdido um dos pais através de morte ou divórcio. Então, finalmente pôde dizer: “Este sou eu! Estou realmente trabalhando com crianças de uma maneira que reflete minha paixão”.

 

João

 

Paixão ministerial: Crianças

Pequenas

Filhas de pais solteiros

Problemáticas

 

Vamos imaginar outro caso, o caso de Maria.

Maria após responder as perguntas para levantamento de sua paixão; descobriu que sua paixão era “alcançar os perdidos”. Após se avaliar intensamente ela percebeu que o lugar onde ela gostava de evangelizar era sua vizinhança.

 

Maria

 

Paixão ministerial: Alcançar os perdidos

Todos

Vizinhos

 

Paixão principal: alcançar os perdidos

Alcançar os perdidos: Como? Onde? Quais perdidos?

Ex.: Nas drogas? Em um país especifico? Evangelismo em massa? Evangelismo relacional? Através de Grupos pequenos?

 

A primeira coisa que você precisa saber é: Qual é a sua paixão principal?

 

1.      Compartilhe com um grupo pequeno sobre sua paixão.

2.      Comente sobre a paixão ministerial de cada membro do grupo a fim de ajudá-lo a compreendê-la melhor.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

5. COMPREENDENDO MAIS SOBRE DONS

 

1 Irmãos, quanto aos dons espirituais, não quero que vocês sejam ignorantes. (1 Coríntios 12.1)

O apóstolo Paulo diz: “quanto aos dons espirituais, não quero que vocês sejam ignorantes. Em outras palavras o que Paulo está dizendo é: “prestem atenção, isto é algo que vocês precisam saber”.

Esta seção mostra que a diversidade no Corpo de Cristo existe por desígnio de Deus. Nós aprendemos como a igreja é designada a agir através da singularidade de cada indivíduo, de seus talentos diversificados na igreja, e de nossa interdependência dentro da igreja. É nesta interdependência que Deus quer que nós operemos. Cada um servindo ao outro dentro de sua paixão e através de seu dom. A diferença nos tornam dependentes e promotores do desenvolvimento do outro.

 

1 – Reforçando a Diferença Entre Dons Naturais de Dons Espirituais

Lembramos que dons naturais também podem ser chamados de talentos ou habilidades. Quando estes são usados para o propósito do Reino de Deus são chamados por Rede Ministerial de dons espirituais.

Existe uma diferença entre os dons espirituais, provindo dos dons naturais e os dons espirituais relacionados em 1 Coríntios 12.7-11. Os dons naturais nascem conosco e são aperfeiçoados com treinamentos e dedicação. Eles estão intrínsecos em nós; fazem parte de nossa própria natureza, e foram dados por Deus a todos os seres humanos.

Os dons espirituais de 1 Coríntios 12.7-11 estes provêm de uma ação sobrenatural, fora de nosso poder, que opera através de nós. Não nos pertence. Não temos o controle destes dons.

 

2 – O Que É um Dom e Como Eles Definem o Que Devo Fazer?

A palavra “dom” vem do latim “donu” e quer dizer dádiva, presente. É a capacidade que algumas pessoas têm para o desempenho de determinadas tarefas de forma fácil e natural, mas que para a maioria das pessoas apresenta certo grau de dificuldade. É isso que explica o fato de algumas crianças desenharem tão bem, ou ainda, terem exímia habilidade em tocar determinados instrumentos musicais ou praticar determinados esportes ou, ainda, realizar certas atividades intelectuais.

 

·      Quais talentos (dons naturais) você possui?___________________________________ _____________________________________________________________________.

·      Segundo a compreensão de Rede Ministerial o que acontece se você usar seus talentos para glorificar a Deus ou servir os irmãos em Cristo?___________________________

_____________________________________________________________________.

 

3 – Algumas Coisas Importantes Sobre os Dons

·      Dons naturais são dados por Deus Talentos e habilidades nascem conosco segundo a vontade de Deus. Não somos nós que escolhemos com quais talentos e habilidades nasceremos. Como exemplos de pessoas nascidas com um grande dom, podemos citar: Mozart, Beethoven, Leonardo Da Vinci, Pelé, dentre outros. Essas pessoas nasceram com talentos ou habilidades que a desenvolveram ainda mais ao longo de suas vidas.

·         Não há dons certos ou errados Nenhum dom é certo ou errado. Eles podem ser usados de forma errada, mas isto não os torna errados em si mesmo. Como eles podem se usados de forma errada?

·         Os dons respondem à pergunta “O que eu devo fazer?” – Os dons nos apontam o serviço que devemos prestar a Deus e aos nossos irmãos. Se eu tenho o dom de ensinar, eu vou ensinar e não cantar. Se eu tenho o dom de cozinhar, vou cozinhar e não liderar grupos pequenos.

 

4 – O Que Mais Devemos Saber Sobre Dons?

·         Os dons são diversos.

Os dons são capacitações divinas e são diversos. São usados para propósitos espirituais. São habilidades que Deus nos concedeu para darmos nossa contribuição singular no projeto do Reino de Deus.

6 Temos diferentes dons, de acordo com a graça que nos foi dada. Se alguém tem o dom de profetizar, use-o na proporção da sua fé. 7 Se o seu dom é servir, sirva; se é ensinar, ensine; 8 se é dar ânimo, que assim faça; se é contribuir, que contribua generosamente; se é exercer liderança, que a exerça com zelo; se é mostrar misericórdia, que o faça com alegria. (Romanos 12.6-8)

 

·         Os dons são distribuídos pelo Espírito Santo conforme os desígnios de Deus.

Os dons são dados por Deus. Ele concede dons para um serviço que tenha sentido. Ele nos dá estes dons de acordo com seu propósito para nossas vidas. Nós os descobrimos em seu sentido pleno à medida que servimos a Cristo.

11 Todas essas coisas, porém, são realizadas pelo mesmo e único Espírito, e ele as distribui individualmente, a cada um, conforme quer. (1 Coríntios 12.11)

 

·         Dons são distribuídos segundo o desígnio de Deus para servir aos outros.

Todo crente tem pelo menos um dom e um lugar de serviço no Corpo de Cristo. Todo crente é um ministro e, portanto, tem um ministério ordenado por Deus.

10 Cada um exerça o dom que recebeu para servir aos outros, administrando fielmente a graça de Deus em suas múltiplas formas. (1 Pedro 4.10)

 

·         Dons visam o bem comum do Corpo de Cristo.

Os dons que Deus nos dá nos permitem servir melhor uns aos outros. O maior teste de nosso uso dos dons é glorificar e edificar aos outros. Embora nossos dons possam ser usados no ministério fora da igreja, nós não podemos negligenciar seu uso dentro da igreja.

11 E ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, 12 com o fim de preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja edificado, (Efésios 4.11,12)

Os dons nunca devem ser usados para alcançarmos nossos próprios interesses ou usá-los com o fim de nos beneficiarmos deles. Os dons visam sempre o bem comum, a edificação da igreja como um todo.

7 A cada um, porém, é dada a manifestação do Espírito, visando ao bem comum. (1 Coríntios 12.7)

·         Diferença entre dons e cargos no serviço ao Senhor.

Por nomeação ou eleição, em uma igreja local, muitos irmãos na fé ocupam cargos por períodos curtos ou longos: cargos na diretoria, professor de escola dominical, diácono, etc.

No exercício de um cargo, espera-se que o crente tenha a oportunidade de utilizar um ou mais de seus dons.

Cargos são muito importantes na estruturação do trabalho da igreja institucional e dão uma identidade temporária àqueles que ocupam algum cargo dentro da igreja. Essa identidade leva muitos a se apegarem ao cargo e começar a fazer política com o fim de se manter no cargo.

Nossa tendência é identificar e valorizar as pessoas pelo cargo que ocupa, quando deveríamos identificá-la e valorizá-la por seu dom.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

6. VOCÊ NÃO É IGUAL A MIM

 

Você não é igual a mim, graças a Deus! Você é singular. Ninguém é igual a você. Deus selecionou, cuidadosamente, para que cada crente tivesse pelo menos um dom e um lugar de serviço no corpo de Cristo.

Nossos perfis de servo (paixão, dons e estilo pessoal) não são de nossa escolha, foram dados a nós por desígnio de Deus. Eles fazem com que cada um de nós seja especial e único.

 

1 – Eu e Você Temos Dons Diferentes

Neste estudo não vou me deter neste ponto, uma vez, que já falamos bastante sobre a diversidade de dons. Em breve iremos estudar cada dom e suas peculiaridades. Portanto iremos nos concentrar no ponto dois de nosso estudo.

Entretanto quero deixar claro que não podemos escolher nossos dons, trocá-los ou transferi-los para outro.

18 De fato, Deus dispôs cada um dos membros no corpo, segundo a sua vontade. (1 Coríntios 12.18)

Da parte de Deus, os dons são concedidos pela graça. Da parte humana, são recebidos e não conseguidos, trocados ou escolhidos.

Mas como devemos interpretar as palavras do apóstolo Paulo a igreja de Corinto “procurai os melhores dons ou busquem com dedicação os melhores dons”?

31a Entretanto, busquem com dedicação os melhores dons. (1 Coríntios 12.31a)

Existem algumas interpretações para este texto de Paulo, vou citar somente duas.

Primeira interpretação: o apóstolo Paulo está falando no plural, orientando a igreja como um todo a buscar os melhores dons. Ele não está falando de uma busca individual. Paulo está estimulando a igreja a buscar e assim dar lugar aos dons que edificam todo o corpo.

Segundo o apóstolo pode estar incentivando os irmãos a buscarem e assim darem valor aos dons que edificam todo o corpo e não somente ao indivíduo.

Outro texto que tem sido usado de forma errada, para defender a transferência de dons é 1 Timóteo 4.14 e 2 Timóteo 1.6.

14 Não negligencie o dom que lhe foi dado por mensagem profética com imposição de mãos dos presbíteros. (1 Timóteo 4.14)

6 Por essa razão, torno a lembrar-lhe que mantenha viva a chama do dom de Deus que está em você mediante a imposição das minhas mãos. (2 Timóteo 1.6)

Os dois versos de Timóteo querem apenas exaltar que o dom pastoral de Timóteo foi reconhecido por Paulo e por outros pastores (presbíteros). O texto trata de uma confirmação, de um reconhecimento das lideranças já estabelecidas naqueles dias do dom pastoral de Timóteo.

 

2 – Eu e Você Temos Perfis Diferentes                                       

A cada um de nós foi dada uma função singular a desempenhar no Corpo de Cristo e na sociedade onde estamos inseridos. Isto nos faz especiais. Quando aceitamos que cada um de nós tem um dom, uma paixão e um perfil singular então nós podemos entender que quando nos reunimos como igreja há uma grande diversidade de dons, paixões e perfis. Todos com o fim de edificar o Corpo de Cristo.

A grande diversidade de perfis é resultado da grande quantidade de pessoas no Corpo de Cristo. Quando falamos de pessoas falamos de diversidade de caráter, de personalidade, de humor, de ideologias, de educação, de classes sociais, de raças, etc. Todas estas diversidades devem ser colocadas a serviço do Corpo de Cristo. Isto é ilustrado em:

Como prisioneiro no Senhor, rogo-lhes que vivam de maneira digna da vocação que receberam. (Efésios 4.1)

Qual é a vocação que recebemos do Senhor? Servir ao Senhor nosso Deus e aos nossos irmãos em Cristo Jesus. Precisamos viver de forma digna dessa vocação.

Nossas diferenças de educação, de personalidade, de humor, de compreensão bíblica e outras diversidades nos levaram a vivermos alguns atritos. Contudo a continuação deste mesmo texto diz que devemos suportar uns aos outros em amor. 

 

3 – Suportai-vos Uns aos Outros

Depois de Paulo dizer que devemos viver de forma digna de nossa vocação, ciente de nossas diversidades de perfis e dos atritos causados por essa diversidade ele diz:

Sejam completamente humildes e dóceis, e sejam pacientes, suportando (anechomenoi - ἀνεχόμενοι) uns aos outros com amor.  Façam todo o esforço para conservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz. (Efésios 4.2,3)

Nestes dois versos escritos pelo apóstolo Paulo a ordem de suportar diz respeito ao dever que cada um de nós tem de aguentar, de tolerar com paciência aqueles que consideramos mais difíceis de nos relacionarmos no corpo de Cristo com o fim de conservarmos a unidade do Espírito realizada por Jesus na cruz.

Essas dificuldades surgem por causa de nossas diferenças pessoais. Algumas pessoas são agitadas demais, outras lentas demais, algumas otimistas demais, outras pessimistas demais, algumas invejosas, outras orgulhosas e assim por diante. Todos nós conhecemos pessoas a quem consideramos chatas, pegajosas e desagradáveis seja por motivos do nosso coração ou pelas características da própria pessoa.

A verdade é que todos nós somos péssimas companhias às vezes. Todas as pessoas em um momento ou outro são difíceis. Portanto, lembre-se de que você não é uma pessoa agradável em todo o tempo e muitas vezes, se faz necessário que outras pessoas tenham paciência com você.

A ordem bíblica é que no corpo de Cristo devemos suportar uns aos outros em amor mesmo as mais difíceis, as mais complicadas. Suportar as debilidades de outra pessoa não é agradável, não é fácil, mas é abençoador e transformador tanto para quem suporta como para quem é suportado.

O verbo suportar, do grego “anechomenoi” tem o sentido de um esforço que se deve fazer para manter algo para cima. Dentro do contexto apresentado por Paulo a ideia é de nos esforçarmos para mantermos nossa relação saudável com nossos irmãos. Devemos suportar as atitudes que consideramos desagradáveis, ofensivas e até mesmo pecaminosas da parte de nossos irmãos na fé, e devemos fazer isso por amor a Cristo, a fim de mantermos a unidade do Corpo de Cristo.

Certamente Paulo não está dizendo que você deve ser conivente com o pecado das demais pessoas, se é necessário exortar, façamos no amor; mas que temos que aguentar pacientemente os nossos irmãos em seu processo de crescimento, e, em nossa jornada devemos caminhar perdoando-os até que eles possam vencer suas fraquezas.

 

4 – O Sentido da Singularidade e da Diversidade dos Crentes

 

Ø  Vídeo 3: Singularidade e diversidade (somos diferentes, mas iguais na essência).

(https://www.youtube.com/watch?v=qGyrU8-5Ock)

 

Exercícios: O vídeo nos apresenta um ser humano, um cachorro e um pássaro.

1.      Eles são semelhantes? Não. São de espécies diferentes.

2.      Eles se entendem? Sim. Inicialmente não, mas acabam se entendendo.

3.      Eles estão em busca do mesmo objetivo? Sim. Estão todos em busca da sobrevivência.

4.      Eles se ajudam? Sim. Terminam se ajudando.

7. INTERDEPENDÊNCIA DOS CRENTES

 

Quando olhamos o que fazemos sozinhos na igreja, parece que não estamos fazendo nada. Como um tocar de tambor isolado dos demais componentes. Mas quando olhamos para todos que junto conosco estão realizando algo, percebemos que o que fazemos gera movimento, gera vida, transforma pessoas e então o que fazemos ganha significado. O toque do tambor somado com os demais instrumentistas e vocalistas, cria ritmo e harmonia para que a igreja se movimente com vida e adoração. O Espírito de Deus se move através da união do Corpo de Cristo.

Cada parte por si só não é atraente ou efetiva. O sentido de cada parte é reconhecido somente através de seu relacionamento adequado com todas as outras partes.

É necessário compreender nossa singularidade e estimar as diferenças dos outros, se vamos servir como um corpo através de relacionamentos interdependentes.

 

1 – O Processo de Crescimento e as Fases de Relacionamento

Enquanto crescemos fisicamente, também crescemos em maturidade. O crescimento nos leva a vivermos fases diferentes em nossas relações com as demais pessoas.

 

·         Dependência à Quando éramos crianças, éramos totalmente dependentes de nossos pais. Eles nos proporcionavam alimentação, cuidado e proteção. Neste estágio de nossas vidas nada oferecíamos aos nossos pais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 


·         Independência à Quando crescemos nos tornamos adultos, nós começamos a entender que não somos como todo mundo, que de alguma forma somos especiais, porque somos diferentes. Com essa consciência, nós iniciamos uma caminhada na direção da independência e começamos a afirmar nosso próprio comportamento e atitudes.

Ser independente nem sempre significa ser maduro. Somos tendenciosos a pensar que independência é sinônimo de maturidade, embora ela coopere para que a pessoa se torne madura e responsável por seus atos.

Entretanto descobrir nossa singularidade e diversidade não nos torna maduros. Conhecer nossos dons e habilidades não nos torna necessariamente maduros.

 

 

 

 

 

 


·         Interdependência à Como é que um corpo funciona? Qual a relação entre suas partes? Como é que cada uma dessas partes desempenha seu papel e permanece sadia?

O desígnio de Deus para a igreja é que nós o sirvamos como um corpo.

Neste estágio da vida descobrimos que somos dependentes, mas que também temos muito a oferecer aos que estão ao nosso alcance.  Por exemplo: Quem faz o pão que você come? Quem planta o trigo para o padeiro? Nesta cadeia alimentar você contribui para o sustento daqueles que produzem. O que seria do padeiro se não houvesse quem consumisse seus pães?

 

 

 

 

 

 

 


Ø  Vídeo 4: Precisamos uns dos outros (todos desejamos alcançar a mesma coisa).

(https://www.youtube.com/watch?v=D-InSfyZ9uY)

 

 

5 assim também em Cristo nós, que somos muitos, formamos um corpo, e cada membro está ligado a todos os outros. (Romanos 12.5)

 

27 Ora, vocês são o corpo de Cristo, e cada um de vocês, individualmente, é membro desse corpo. (1 Coríntios 12.27)

 

O que aconteceria se o rim dissesse: “Eu desisto. Venho filtrando o sangue há anos. Deixe agora outro órgão fazê-lo?” Ou o que aconteceria ao corpo se o pulmão dissesse: “Estou cansado de ficar inflando e soprando aqui. Eu acho que posso fazer melhor serviço do que o coração”. O que você acha que aconteceria?

Deus designou as partes do corpo para funcionarem interdependentemente. Ele designou sua Igreja para funcionar da mesma maneira, através de relacionamentos interdependentes.

Os diversos ministérios buscam suprir o que precisamos para o nosso desenvolvimento espiritual e por meio deles recebemos e entregamos serviços uns aos outros. Pense no ministério de casais. Este oferece aos membros ferramentas por meio de encontros e estudos para que os casais melhorem seus relacionamentos. Enquanto os líderes servem com seus dons por meio do ministério de casais, eles também são assistidos em suas necessidades através dos outros ministérios, como infantil (se tiverem filhos), culto (provê ensino e adoração), e outros.

 

Exercícios:

1 – Que fatores nos impedem de servir como corpo, atuando interdependentemente?[2]

R.: Medo de falhar, orgulho, indiferença, baixa autoestima, etc.

 

2 – Identifique uma mudança em seu caráter que o tornaria mais interdependente.

 

2 – Diversidade Não É Divisão

Diversidade não é divisão, não podemos nos esquecer de que temos diferentes dons, paixões e perfis, mas o mesmo Espírito.

 

20 Assim, há muitos membros, mas um só corpo. 21 O olho não pode dizer à mão: "Não preciso de você!" Nem a cabeça pode dizer aos pés: "Não preciso de vocês!" (1 Coríntios 12.20,21)

 

25 a fim de que não haja divisão no corpo, mas, sim, que todos os membros tenham igual cuidado uns pelos outros. 26 Quando um membro sofre, todos os outros sofrem com ele; quando um membro é honrado, todos os outros se alegram com ele. (1 Coríntios 12.25,26)

 

Nós somos diversos, mas somos chamados a servir sem divisão. Você não deve deixar de servir ao corpo, simplesmente porque não gosta de alguém ou porque pensa diferente. É preciso pensar no corpo como um todo e não se esquecer de que ao servir ao outro, você está servindo a Jesus.

Esta diversidade e interdependência desejada por Deus é um reflexo de quem Ele é. Ele é o Deus Trino, ou seja, Três em um: Pai, Filho e Espírito Santo. O próprio Deus existe em comunidade.

 

3 – Unidade Não É Conformidade

Enquanto que diversidade não é divisão, nosso segundo ponto é que unidade não tem que resultar em conformidade ou uniformidade. Não somos seres uniformes, mas fomos chamados para viver em unidade.

 

17 Se todo o corpo fosse olho, onde estaria a audição? Se todo o corpo fosse ouvido, onde estaria o olfato? (1 Coríntios 12.17)

 

29 São todos apóstolos? São todos profetas? São todos mestres? Têm todos o dom de realizar milagres? 30 Têm todos dons de curar? Falam todos em línguas? Todos interpretam? (1 Coríntios 12.29,30)

 

Deus não nos designou para sermos todos iguais:

·         A unidade não é alcançada por se ser semelhante ao outro.

·         A unidade é alcançada quando se tem o MESMO PROPÓSITO: glorificar a Deus e edificar aos outros.

 

Deus nos designou para vivermos interdependentes, por isso, não somos seres completos. NÃO temos todos os dons. NÃO temos todos os recursos.

Pessoas maduras são aquelas que identificam sua singularidade, seus dons e habilidades, e buscam viver uma relação interdependente com os demais membros do corpo. Elas servem com sua singularidade e buscam na singularidade dos outros o que lhe falta.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

8. IDENTIFICANDO OS DONS

 

Exercício

Instrução:

1.      Identifique os dons, à medida que for lendo cada passagem da Escritura, e escreva-os nos espaços reservados ao lado.

2.      Alguns dons aparecem mais de uma vez. Anote apenas a primeira ocorrência.

 

Passagem bíblica

Dons mencionados

8 Pelo Espírito, a um é dada a palavra de sabedoria; a outro, a palavra de conhecimento, pelo mesmo Espírito;

9 a outro, fé, pelo mesmo Espírito; a outro, dons de cura, pelo único Espírito;

10 a outro, poder para operar milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a outro, variedade de línguas; e ainda a outro, interpretação de línguas.  

                               (1 Coríntios 12.8-10)

 

1. Palavra de Sabedoria

2. Palavra de Conhecimento/Ciência

3.

4. Dom de Curar

5. Operação de Milagres

6. Profecia

7. Discernimento de Espíritos

8. Variedades de Línguas

9. Interpretação de Línguas

28 Assim, na igreja, Deus estabeleceu primeiramente apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro lugar, mestres; depois os que realizam milagres, os que têm dom de curar, os que têm dom de prestar ajuda, os que têm dons de administração e os que falam diversas línguas.

                                (1 Coríntios 12.28)

 

10. Apostolado

11. Profeta

12. Ensino

13. Socorro

14. Administração

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Passagem bíblica

Dons mencionados

6 Temos diferentes dons, de acordo com a graça que nos foi dada. Se alguém tem o dom de profetizar, use-o na proporção da sua fé.

7 Se o seu dom é servir, sirva; se é ensinar, ensine;

8 se é dar ânimo, que assim faça; se é contribuir, que contribua generosamente; se é exercer liderança, que a exerça com zelo; se é mostrar misericórdia, que o faça com alegria.

                                  (Romanos 12.6-8)

 

15. Exortação

16. Contribuição

17. Liderança

18. Misericórdia

11 E ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres,

                                          (Efésios 4.11)

 

19. Evangelismo

20. Pastorado-mestre

 

Obs.: As listas dos dons espirituais encontradas na Bíblia não são idênticas; elas variam em sequência e conteúdo.

 

Passagem bíblica

Dons mencionados

9 Sejam mutuamente hospitaleiros, sem reclamação.
10 Cada um exerça o dom que recebeu para servir aos outros, administrando fielmente a graça de Deus em suas múltiplas formas.

                                       (1 Pedro 4.9-10)

 

 

21. Hospitalidade

3 e o enchi do Espírito de Deus, dando-lhes destreza, habilidade e plena capacidade artística

4 para desenhar e executar trabalhos em ouro, prata e bronze,

5 para talhar e esculpir pedras, para entalhar madeira e executar todo tipo de obra artesanal.

                                        (Êxodo 31.3-5)

 

 

22. Artesanato

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Passagem bíblica

Dons mencionados

1 Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ação de graças por todos os homens;

2 pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranqüila e pacífica, com toda a piedade e dignidade.

                                     (1 Timóteo 2.1,2)

 

 

23. Intercessão

1 Aleluia! Louvem a Deus no seu santuário, louvem-no no seu poderoso firmamento.

2 Louvem-no pelos seus feitos poderosos, louvem-no segundo a imensidão de sua grandeza!

3 Louvem-no ao som de trombeta, louvem-no com a lira e a harpa,

4 louvem-no com tamborins e danças, louvem-no com instrumentos de cordas e com flautas,

5 louvem-no com címbalos sonoros, louvem-no com címbalos ressonantes.

                                      (Salmos 150.1-5)

 

 

24. Comunicação Criativa

          (música e dança)

 

Obs.: Algumas igrejas listariam outros possíveis dons. Entre eles estariam, por exemplo: celibato, aconselhamento, exorcismo, martírio, pobreza voluntária, técnico de som, coreógrafo, cenógrafo, artistas em geral e outros.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

9. CONHECENDO OS DONS UM A UM (1 parte)

 

A partir de agora estudaremos cada um dos dons mencionados na Bíblia. Procuraremos estudar suas peculiaridades, pois nos ajudará a detectarmos nossos dons e reconhecermos os dons de outros irmãos.

 

Obs.: Lembre-se que a confirmação final do seu dom vem do corpo de Cristo. Não adianta você dizer que tem o dom de pastorear ou de ensinar se a igreja não reconhecer seu dom.

 

1.    Apostolado (Apóstolo)

 

11 E ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, (Efésios 4.11)

 

Significado literal: Enviado (enviado com uma mensagem, com uma missão).

 

Descrição: O dom de apostolado é a capacitação dada por Deus para iniciar e supervisionar o desenvolvimento de novas igrejas ou ministérios.

 

Obs.: O ministério apostólico dado aos primeiros discípulos foi único. No sentido do apóstolo trazer uma palavra ou revelação nova este dom acabou, pois aqueles dozes homens e Paulo foram testemunhas oculares do Jesus histórico e do Jesus ressurreto. Neste sentido eles não têm sucessores e nada mais pode ser acrescentado em cima de seus ensinamentos.

Contudo o ministério apostólico não terminou, no sentido amplo do termo. Todos nós somos enviados por Cristo ao mundo com a missão de evangelizarmos. Alguns com uma missão mais especifica e por isso separados para o cumprimento dessa missão. Em nossas igrejas denominamos estas pessoas de missionários.

 

Destaques: As pessoas com este dom:

·      Começam e estabelecem novos ministérios ou igrejas em locais não alcançados, dentro ou fora do país. É um pioneiro.

·      Adaptam-se às diferentes circunstâncias por serem culturalmente sensíveis.

·      Estabelecem novos ministérios e logo passam a supervisionar estes ministérios ou grupos de igrejas. Passam a responsabilidade de pastoreio a outros.

·      Demonstram autoridade e visão pela missão da igreja.  

 

Características:

·      Aventureira

·      Empreendedora

·      Perseverante

·      Flexível

·      Culturalmente sensível

·      Aceita riscos

·      Motivadas pela causa

 

Cuidados: As pessoas com este dom:

·      Precisam estar conscientes de que o abuso da autoridade pode inibir a ação do Espírito em outras pessoas.

·      Precisam ser confirmadas e enviadas pela igreja local.

·      Podem ser exigentes.

 

Versículos: At 13.2,3; Rm 1.5; 1 Co 12.28,29.

 

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2.    Ministério Profético (Profeta)

 

11 E ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, (Efésios 4.11)

 

Significado literal: Do hebraico “Nabi” que significa “fala em nome de..., porta voz”. Do grego “propheteia” que significa “proclamação do pensamento e conselho de Deus” com o fim de mostrar pecado, edificar, confortar ou animar.

Descrição: O dom de profecia é a capacitação divina para revelar a verdade de Deus e proclamá-la de forma apropriada e relevante para o entendimento, correção, arrependimento ou edificação. Pode haver implicações imediatas ou futuras.

“Profeta” frequentemente é traduzido como “pregador”. Sem dúvida, grande número de irmãos com este dom são pregadores, sejam eles pastores ordenados ou leigos. Entretanto “pregação” não é sinônimo do dom do profeta; é um meio de exercer este dom espiritual, como é o caso dos dons de exortação, de evangelista ou de ensino. Em 1 Coríntios 12.24,25 – O termo “todos estiverem profetizando” quer dizer, “se todos estiverem pregando a Palavra”.

 

Obs. 1: Não confunda este dom ministerial do profeta com a manifestação ocasional de profecia, mencionada em 1 Co 12:10. Paulo dá a entender que, eventualmente, qualquer crente pode ser usado pelo Espírito para entregar um recado de Deus, uma “profecia”. Infelizmente, hoje em dia há muita falsificação desta “palavra de profecia” ou “revelação”.

 

Obs. 2: Pode-se afirmar com toda a ênfase que na dispensação atual não precisamos do ministério profético, como era necessário no Antigo Testamento e no Novo Testamento, uma vez que toda revelação que necessitamos já nos foi entregue e estão registradas na Bíblia. Nos submetermos por um momento que seja, a tal sistema, é um passo para trás e para a escravidão.

 

Uso do dom: Um dom exercido segundo a proporção da fé Rm 12:6. Fé aqui, não quer dizer a capacidade de crer em Deus. O artigo definido é usado no grego de forma que o versículo significa: “Se você vai falar, exercendo seu dom, tenha cuidado para que sua fala concorde com o corpo da verdade já revelada, que se chama a fé”. A mesma conotação de fé foi usada em Judas versículo 3.

 

Destaques: As pessoas com este dom:

·      Expõem pecado ou engano para que haja reconciliação. Anunciam palavras de esperança e restauração.

·      Falam uma palavra apropriada de Deus que causa convicção, arrependimento e edificação.

·      Percebem verdades que outras negligenciam, desafiando-as a responderem em obediência.

·      Alertam para o julgamento imediato ou futuro, se não houver arrependimento dos maus caminhos.

·      Entendem o coração e a mente de Deus por meio das experiências vividas com o Senhor.

 

Características:

·      Tem discernimento

·      São constrangedoras (alcançam o coração)

·      Falam com autoridade (não significa gritar)

·      Não comprometem a verdade

·      Convincente

·      Confrontam as pessoas

 

Cuidados: As pessoas com este dom:

·      Precisam saber que os ouvintes podem rejeitar a mensagem se não for transmitida em amor e compaixão.

·      Precisam evitar orgulho que pode criar uma atitude exigente ou desmotivadora que iria bloquear o dom.

·      Devem lembrar que seus ensinos e exortações devem estar em concordância com as Escrituras (a bíblia).

 

Versículos: Rm 12.6; 1 Co 12.24,28; 2 Pe 1.19-21

 

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10. CONHECENDO OS DONS UM A UM (2 parte)

 

3.    Evangelista

 

11 E ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, (Efésios 4.11)

 

Significado literal: Levar as boas novas.

 

Obs.: Evangelizar é um dever de todos nós.

 

Descrição: O dom de evangelismo é a capacitação divina para comunicar eficazmente o Evangelho aos descrentes, de modo que possam responder em fé, tornando-se discípulos de Jesus.

O possuidor deste dom é poderosamente motivado por Deus a suprir a necessidade espiritual de uma pessoa sem Cristo. Toma as mais diversas iniciativas para apresentar Jesus e a salvação nele.

“O evangelista não só é bom comunicador da verdade, mas também é persuasivo e persistente, levando a pessoa abordada a tomar a iniciativa de aceitar a mensagem, preenchendo assim o vácuo espiritual na sua vida” (Lida E. Knight – Quem é Você no Corpo de Cristo – pg. 176).

 

Destaques: As pessoas com este dom:

·      Comunicam a mensagem da cruz com clareza e convicção.

·      Buscam oportunidades para conversar com descrentes sobre assuntos espirituais.

·      Desafiam as pessoas a darem um passo de fé e a se tornarem verdadeiros e frutíferos discípulos de Jesus.

·      Adaptam a apresentação do Evangelho para atingir as necessidades do individuo.

·      Buscam oportunidades para construir relacionamentos íntegros com os descrentes.

 

Características:

·      Sincera

·      Franca

·      Respeitada

·      Influenciadora

·      Espiritual

·      Confiante

·      Compromissada

 

Cuidados: As pessoas com este dom:

·      Precisam lembrar que a legítima motivação para uma decisão por Cristo não é a culpa, mas a ação do Espírito Santo.

·      Não devem se tornar críticas dos outros, lembrando que todos somos testemunhas, mas nem todos somos evangelistas.

·      Precisam ouvir cuidadosamente e reconhecer que a mesma abordagem não é apropriada para todas as pessoas.

 

Versículos: At 8.26-40 (muitos afirmam que Filipe era um evangelista).

 

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4.    Pastorado (pastor-mestre)

 

11 E ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, (Efésios 4.11)

 

Significado literal: Guiar um rebanho. No grego, poimén significa aquele que apascenta. Apascentar significa conduzir a paz.  Por inferência o pastor é aquele que alimenta, cuida e guarda o rebanho.

 

Descrição: O dom do pastorado é a capacitação divina para nutrir, cuidar e guiar pessoas à maturidade espiritual e se tornarem como Cristo.

 

Obs. 1: Muitos estudiosos entendem que os pastores precisam ser mestres para poderem guiar e impedirem o rebanho de seguirem falsos ensinos. Entretanto reconhecem que existem mestres (doutores) que não possuem o dom para pastorearem.

 

Obs. 2: O possuidor do dom espiritual de pastorear, alertado pelo Espírito Santo das necessidades espirituais dos crentes novos ou antigos, é poderosamente motivado por Deus a ser um canal através do qual Ele suprirá por meio do ensino e dos demais membros o cuidado, especialmente daqueles sem amparo e proteção espiritual adequado. Quer tomar a iniciativa de inseri-los no Corpo e de mantê-los efetivamente ligados aos demais irmãos e a Cristo, o Cabeça do Corpo. Dispõe-se a tratá-los individualmente e coletivamente, buscando suprir suas necessidades espirituais e os ajudando no seu amadurecimento espiritual.

 

Obs. 3: Convém ressaltar que nem sempre alguém que possui o título de pastor, é pastor. E há muitos na igreja que não são pastores ordenados; mas têm o dom e alguns até mesmo exercem o ministério pastoral. O ministério pastoral precisa ser reconhecido pela igreja, não basta apenas o indivíduo dizer que Jesus o chamou.

 

Destaques: As pessoas com este dom:

·      Assumem a responsabilidade de auxiliar outras em sua caminhada com Deus.

·      Providenciam direção e supervisão a um segmento da Igreja de Jesus.

·      Devem ser exemplos com suas vidas daquilo que significa ser um verdadeiro e frutífero discípulo de Cristo.

·      Estabelecem confiança por meio de relacionamentos duradouros.

·      Lideram e protegem aqueles sob o seu cuidado.

·      Assumem a responsabilidade de capacitar as vidas que lhe foram confiadas para exercerem seus ministérios.

 

Características:

·      Capacidade influenciadora

·      Sabe ensinar

·      Guia

·      Disciplina

·      Capacidade de dar apoio

·      É relacional

 

Cuidados: As pessoas com este dom:

·      Devem lembrar que Deus julga aqueles que abusam ou negligenciam suas responsabilidades pastorais.

·      Devem estar conscientes que o desejo de alimentar e apoiar outros pode criar dificuldades para se dizer “não”.

·      Devem lembrar que alguns, sendo nutridos, crescerão além da sua capacidade. Devendo, portanto, o pastor as deixar livres para continuarem a crescer. Se necessário for buscarem outro aprisco.

 

Versículos: Jr 3.15; Hb 13.7,17; 1 Pe 5.1-4

 

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5.    Ensino (Mestre ou doutor)

 

11 E ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, (Efésios 4.11)

 

Significado literal: Do grego didaskalia, significa instruir.

 

Descrição: O dom de ensino é a capacitação divina para entender e explicar a Palavra de Deus claramente, resultando em vidas que se tornam, passo a passo, semelhantes a Cristo. O didaskalos (o mestre) consegue tornar compreensível as verdades bíblicas.

 

Obs. 1: “O possuidor deste dom é poderosamente motivado por Deus para ser o canal através do qual Ele suprirá a necessidade que os irmãos têm de entender melhor a Palavra de Deus. Quer tomar a iniciativa de cooperar com o Espírito Santo, preparando o caminho dele nos corações, tornando a Palavra cada vez mais conhecida, compreendida e aplicada, e levando o crente a afinar sua vontade com a vontade de Deus[3]” (Lida E. Knight).

 

Destaques: As pessoas com este dom:

·      Comunicam verdades bíblicas que estimulam maior obediência à Palavra de Deus, de forma simples e fácil.

·      Desafiam os ouvintes com as verdades das Escrituras de forma simples e prática.

·      Apresentam todo o conselho de Deus para provocar o máximo de mudanças nas vidas.

·      Dão atenção à precisão, e aos detalhes.

·      Investem longo tempo em estudo e reflexão.

 

Características:

·      Disciplinada

·      Perceptiva

·      Apta a ser ensinada

·      Tem autoridade

·      Prática

·      Analista

·      Capaz de falar bem

·      Didática

 

Cuidados: As pessoas com este dom:

·      Devem evitar o orgulho que poderia resultar de um entendimento ou conhecimento privilegiado.

·      Prender-se a detalhes no ensino e falhar nas aplicações de ordem prática.

·      Devem sempre lembrar que espiritualidade não é medida pelo quanto sabemos.

 

Versículos: Rm 12.7; 1 Co 12.29; 2 Tm 2.2

 

...Alguns dos melhores ensinadores da Palavra que eu ouvi não tiveram muita instrução formal. E, em contraste, alguns dos ensinadores mais fracos tinham Ph.D. em diversas disciplinas bíblicas e correlatas, mas faltava-lhes o dom do ensino, para comunicar seu conhecimento. ...Não estou querendo dizer que Deus não usa nossa capacidade intelectual quando nos entregamos a Ele, mas o dom espiritual do ensino, como todos os outros dons, é uma capacitação sobrenatural do Espírito Santo e não um diploma universitário." (Billy Graham – O Espírito Santo – pp. 141 e 142).

 

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11. CONHECENDO OS DONS UM A UM (3 parte)

 

6.    Serviço ou Ministério

 

6 Temos diferentes dons, de acordo com a graça que nos foi dada. Se alguém tem o dom de profetizar, use-o na proporção da sua fé. 7 Se o seu dom é servir, sirva; se é ensinar, ensine; 8 se é dar ânimo, que assim faça; se é contribuir, que contribua generosamente; se é exercer liderança, que a exerça com zelo; se é mostrar misericórdia, que o faça com alegria. (Romanos 12.6-8)

 

Significado literal: Do grego, diakonia que significa ministério ou serviço, não se limitando a algum tipo de atividade em particular.

 

Obs. 1: Chamarmos este dom pelo nome de serviço é mais compreensível, pois hoje em dia “ministério” é usado principalmente para se referir a um cargo, incumbência, profissão, ou para se referir a uma maneira de servir, como, por exemplo, “um ministério entre meninos de rua”, que não implica necessariamente que se tenha o dom espiritual de serviço.

 

Descrição: O dom de serviço é a capacitação divina para realizar tarefas práticas e necessárias que liberam, apoiam e suprem as necessidades de outros.

O possuidor do dom espiritual de serviço é poderosamente motivado por Deus para ser o canal através do qual Ele suprirá a necessidade que uma pessoa (ou grupo) tem de realizar certas tarefas, mas não sabe, ou talvez não tenha condições ou o tempo necessário para fazê-las. Ele percebe por si mesmo qual tarefa precisa ser feita com maior urgência, e toma a iniciativa de se responsabilizar por ela, executando-a a seu modo, de maneira temporária.

Frequentemente ele utiliza seus talentos natos e habilidades adquiridas para, por exemplo, substituir um professor de classe na Escola Dominical, resolver alguns assuntos burocráticos, assumir a direção da casa quando a mãe adoece ou ajudar a carregar cadeiras de um local para outro.

 

Destaques: As pessoas com este dom:

·      Servem nos bastidores apoiando os dons e ministério de outros.

·      Veem coisas práticas e concretas a serem feitas e têm alegria em realizá-las.

·      Sentem o propósito de Deus e têm prazer em cumprir responsabilidades cotidianas (rotineiras).

·      Dão valor espiritual ao serviço prático.

·      Se alegram em saber que o seu serviço permite a outros fazerem o que Deus os chamou a fazer.

·      São dedicadas no servir.

 

Características:

·      Disponibilidade

·      Boa vontade

·      Auxiliadora

·      Pessoa de confiança

·      Lealdade

·      Pode contar com ela

·      Xá Comigo

·      Topa tudo que for necessário

 

Cuidados: As pessoas com este dom:

·      Precisam valorizar seu dom, lembrando-se que fazer coisas práticas é uma contribuição espiritual ao corpo de Cristo.

·      Tem dificuldade em dizer “não”.

·      Precisam ser sensíveis às prioridades da liderança, em vez de considerarem suas próprias agenda e preferências.

 

Versículos: At 6.1-4; Rm 16.1,2; 1 Co 12.28

 

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7.    Encorajamento ou Exortação

 

6 Temos diferentes dons, de acordo com a graça que nos foi dada. Se alguém tem o dom de profetizar, use-o na proporção da sua fé. 7 Se o seu dom é servir, sirva; se é ensinar, ensine; 8 se é dar ânimo, que assim faça; se é contribuir, que contribua generosamente; se é exercer liderança, que a exerça com zelo; se é mostrar misericórdia, que o faça com alegria. (Romanos 12.6-8)

 

Significado literal: Do grego παρακαλῶν (parakalōn) que significa estar ao lado. A pessoa com este dom é chamada a estar ao lado daquele que necessita de encorajamento, fortalecimento, conforto, ânimo, incentivo ou correção de rota.

 

Descrição: O dom de encorajamento é a capacitação divina para apresentar a verdade, com objetivo de fortalecer, consolar ou estimular à ação os que estão desmotivados ou fracos.

“O possuidor do dom espiritual de exortação é poderosamente motivado por Deus para ser o canal através do qual Ele suprirá a necessidade que uma pessoa ou grupo tenha de encarar realisticamente sua própria situação. Diante de reações emocionais, ele procura levantar o moral do outro, apresentando uma solução. Quer tomar a iniciativa de levar o individuo ou grupo a reagir positivamente, com atitudes e ações apropriadas apoiadas no poder de Deus, em vez de depender de suas próprias e insuficientes forças. Para isso, ele não confronta, mas caminha ao lado da pessoa, levando-a a encarar sua situação real” (Lida E. Knight – Quem é Você no Corpo de Cristo – pg. 112).

 

Obs. 1: Não é um mero apontar de dedos; é um aconselhamento espiritual que transmite ânimo e dá resultado. Se alguém deseja corrigir a vida dos irmãos, envolva-se, dedique-se, gaste a vida a serviço de quem precisa ser corrigido, mas faça com amor.

 

Destaques: As pessoas com este dom:

·      Chegam ao lado daqueles que estão fracos para fortalecê-los ou tranquilizá-los.

·      Desafiam, consolam ou confrontam outros para que confiem nas promessas de Deus.

·      Estimulam as pessoas à ação pela aplicação da verdade bíblica.

·      Motivam outros a crescer.

·      Enfatizam as promessas de Deus e confiam em sua vontade.

 

Características:

·      Positiva

·      Motivadora

·      Desafiadora

·      Afirma a verdade

·      Tranquiliza

·      Apoia

·      Digna de confiança

 

Cuidados: As pessoas com este dom:

·      Às vezes podem ser otimistas simplistas ou aduladoras ao extremo.

·      Devem ser cautelosas para saber onde as pessoas estão e quais são suas reais necessidades.

·      Talvez queiram dizer somente coisas positivas para evitar um confronto desnecessário.

 

Versículos: At 11.21-23 (Barnabé animou os irmãos)

 

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8.    Contribuição

 

6 Temos diferentes dons, de acordo com a graça que nos foi dada. Se alguém tem o dom de profetizar, use-o na proporção da sua fé. 7 Se o seu dom é servir, sirva; se é ensinar, ensine; 8 se é dar ânimo, que assim faça; se é contribuir, que contribua generosamente; se é exercer liderança, que a exerça com zelo; se é mostrar misericórdia, que o faça com alegria. (Romanos 12.6-8)

 

Significado literal: Do grego μεταδιδοὺς (metadidous) significa passar uma parte do que tem a outrem, ficando com uma parte; compartilhar. Contribuir com coisas materiais; bens, não somente dinheiro.

 

Obs. 1: Contribuir é um dever de todos nós.

 

Descrição: O dom de contribuição é a capacitação divina em contribuir com valores e recursos para a obra do Senhor, com alegria e liberalidade. Pessoas com este dom não se perguntam: “Quanto devo dar ao Senhor?” e sim, “De quanto preciso para me sustentar?”.

“A maior alegria do possuidor deste dom é poder repartir aquilo que tem para o avanço da obra de Jesus Cristo. Seu nível econômico nada tem a ver com a posse deste dom, mas tão-somente com o exercício dele”. (Lida E. Knight – Quem é Você no Corpo de Cristo – pg. 73).

O possuidor do dom espiritual de repartir é poderosamente motivado por Deus para ser o canal através do qual Ele suprirá as necessidades materiais de indivíduos ou grupos. Toma a iniciativa, dentro de suas possibilidades, de suprir a necessidade ou de cooperar com outros para fazê-lo.

 

 

 

 

Destaques: As pessoas com este dom:

·      Administram bem suas finanças e limitam seus gastos pessoais para poderem contribuir com o máximo possível dos seus proventos.

·      Apoiam o ministério com contribuições sacrificiais para o avanço do reino.

·      Suprem necessidades concretas para que haja crescimento espiritual.

·      Providencia recursos com alegria e de modo generoso, confiando na provisão de Deus.

·      Podem ter capacidade especial de ganhar dinheiro, a fim de que possam usá-lo no avanço da obra de Deus.

 

Características:

·      Boa administradora

·      Responsável

·      Geradora de recursos

·      Caridosa

·      Confia em Deus

·      Controladora (disciplinada)

 

Cuidados: As pessoas com este dom:

·      Precisam ser valorizados. Lembrando que dar dinheiro e recursos é uma contribuição espiritual ao Corpo de Cristo.

·      Não podem ser adoradas, são membros do corpo como todos os demais membros.

·      Precisam lembrar que a direção da Igreja é determinada pela liderança e não pela contribuição.

·      Precisam tomar cuidado quanto à ganância.

 

Versículos: Lc 8.1-3; 2 Co 9.7-9

 

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12. CONHECENDO OS DONS UM A UM (4 parte)

 

9.    Liderança ou Presidir

 

6 Temos diferentes dons, de acordo com a graça que nos foi dada. Se alguém tem o dom de profetizar, use-o na proporção da sua fé. 7 Se o seu dom é servir, sirva; se é ensinar, ensine; 8 se é dar ânimo, que assim faça; se é contribuir, que contribua generosamente; se é exercer liderança, que a exerça com zelo; se é mostrar misericórdia, que o faça com alegria. (Romanos 12.6-8)

 

Significado literal: Do grego προϊστάμενος (proistamenos) que significa ficar a frente ou por cima de alguém, liderar, presidir.

 

Descrição: O dom da liderança é a capacitação divina de compartilhar a visão, motivando e direcionando o povo a realizar harmoniosamente os propósitos de Deus.

 

Obs. 1: Alguns têm entendido que os pastores obrigatoriamente devem possuir o dom de governo (administração) e de liderança (de presidir). As Escrituras não impõem aos pastores a obrigação com relação ao dom de governo. Pensar assim é confundir “dom” com “cargo”.

Os pastores têm a obrigação de liderar a igreja, dando a ela a direção e a visão para onde caminhar. Ele precisa liderá-la nas questões pastorais, pois responderá a Jesus Cristo sobre as vidas que estão sob o seu cuidado. Entretanto ele pode ter pessoas de confiança que administrem em obediência a suas orientações.

 

Destaques: As pessoas com este dom:

·      Providenciam direção para o povo de Deus ou para o ministério.

·      Motivam outros a usarem o melhor de suas habilidades.

·      Apresentam a visão maior (geral) para que todos entendam.

·      Põem em prática os valores do ministério.

·      Assumem responsabilidades e estabelecem alvos.

 

Características:

·      Influenciadora

·      Diligente

·      Tem visão

·      Digna de confiança

·      Persuasiva

·      Motivadora

·      Estabelece alvos

 

Cuidados: As pessoas com este dom:

·      Devem saber que demanda tempo estabelecer credibilidade e que isto é essencial para uma liderança eficaz.

·      Devem lembrar que o modelo bíblico é a liderança do servo: o maior se torna o servo de todos.

·      Não precisam ter uma posição de liderança para exercitarem este dom.

 

Versículos: Hb 13.17

 

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10.    Misericórdia

 

6 Temos diferentes dons, de acordo com a graça que nos foi dada. Se alguém tem o dom de profetizar, use-o na proporção da sua fé. 7 Se o seu dom é servir, sirva; se é ensinar, ensine; 8 se é dar ânimo, que assim faça; se é contribuir, que contribua generosamente; se é exercer liderança, que a exerça com zelo; se é mostrar misericórdia, que o faça com alegria. (Romanos 12.6-8)

 

Significado literal: Do grego ἐλεῶν (eleōn) que significa ter compaixão.

 

Descrição: O dom de misericórdia é a capacitação divina para ajudar, com alegria e de forma prática, àqueles que sofrem ou passam necessidades. É a compaixão em ação.

“Misericórdia ou compaixão é o dom que permite a seu possuidor encarar uma pessoa com amor, esquecendo-se de si próprio, e participar da vida do outro com respeito profundo por ele como membro do Corpo, e também por aqueles que ainda não fazem parte do Corpo de Cristo” (Lida E. Knight – Quem é Você no Corpo de Cristo – pg. 62).

 

Obs. 1: A misericórdia deve ser praticada por todos cristãos.

 

Obs. 2: O possuidor deste dom espiritual é poderosamente motivado por Deus para ser o canal através do qual Ele suprirá necessidades do próximo, que sofre mental, física ou emocionalmente, ouvindo-o e compreendendo-o. Diante das oportunidades, quer ser um instrumento de Deus, compreendendo e aliviando o sofrimento alheio.

 

Destaques: As pessoas com este dom:

·      Concentram-se no alívio das causas de dor ou sofrimento de outras.

·      Encaram as necessidades dos desamparados e solitários, buscando supri-las.

·      Expressam amor, graça e dignidade àqueles que enfrentam dificuldades e crises.

·      Servem com alegria, mesmo em circunstâncias difíceis e desagradáveis.

·      Preocupam-se com assuntos sociais ou individuais que oprimem o povo. Sonham por justiça social.

 

Características:

·      Empática

·      Cuidadosa

·      Sensível

·      Bondosa

·      Leva as cargas dos outros

 

Cuidados: As pessoas com este dom:

·      Precisam saber que ao aliviar o sofrimento de alguém, pode-se estar impedindo a ação de Deus sobre essa pessoa.

·      Devem tomar cuidado para não se sentirem magoadas quando as pessoas não demonstram gratidão.

·      Não devem se tornar defensoras ou serem iradas com os agentes do sofrimento de alguém. Nem sempre a verdade é a que dizem ser.

 

Versículos: Mt 5.7; Lc 6.36; Ef 4.31,32, 1 Pe 3.8,9.

 

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11.    Dom de Ajuda ou de Socorro

 

28 Assim, na igreja, Deus estabeleceu primeiramente apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro lugar, mestres; depois os que realizam milagres, os que têm dom de curar, os que têm dom de prestar ajuda, os que têm dons de administração e os que falam diversas línguas. (1 Coríntios 12.28)

 

Significado literal: Do grego ἀντιλήμψεις (antilēmpseis - antilepsis) significa segurar para apoiar, cooperar, responder a um pedido para execução de uma determinada tarefa. As traduções são variadas: socorro, auxiliares, dom de ajuda, dom de assistência.

 

Descrição: O possuidor do dom de ajuda é poderosamente motivado por Deus a suprir a necessidade de uma pessoa que precisa de apoio para executar ou completar tarefas, ou de companhia para realizar alguma coisa.

Significa preparar uma refeição para um vizinho doente, escrever uma carta de ânimo ou dividir o que temos com alguém que não tenha.

Socorro anda abraçado com o dom da misericórdia e do serviço. Quer ajudar os oprimidos e injustiçados socialmente, também cuidar dos órfãos e das viúvas.

 

Ø  DIFERENÇAS BÁSICAS ENTRE OS DONS DE SERVIÇO E AJUDA

Para compreender os irmãos na fé, é importante distinguir as diferenças básicas entre a pessoa com o dom espiritual de serviço, a pessoa com o dom de ajuda e o crente que tem a responsabilidade cristã de servir ou ajudar, sem ter nenhum dos dons mencionados.

O DOM DE SERVIÇO

O irmão com este dom espontaneamente:

O DOM DE AJUDA

O irmão com este dom espontaneamente:

· Toma a iniciativa.

· Quer fazer as coisas de seu próprio jeito: “deixe isto comigo”.

· Não gosta muito de auxiliar; prefere ser o responsável por um projeto.

· Geralmente, sente-se bem num cargo de liderança de curto prazo, como: ser monitor de um grupo, presidente por um ano de uma entidade, etc.

· Diante de uma necessidade prática resolve por si qual parcela do serviço ficará por sua conta.

 

QUER SERVIR

· Auxilia aquele que toma a iniciativa.

· Quer fazer as coisas do jeito da pessoa a quem está ajudando.

· Quer auxiliar; não gosta de ser o responsável por um projeto ou atividade.

· Quando possível, evita estar a frente de um grupo.

· Diante de uma necessidade prática, pergunta: “o que posso fazer?”, deixando a escolha a critério do outro.

 

 

 

QUER AJUDAR

 

Ø  UM CASO QUE ILUSTRA ESTAS DIFERENÇAS BÁSICAS

O pastor Wagner sofre um infarto. De volta a casa, sua esposa, D. Helena, começa a se adaptar ao novo cardápio do marido, ao grande número de visitas, às dificuldades em fazer todo o serviço de casa etc.

·         A IRMÃ COM O DOM DE AJUDA AGIRIA ASSIM: “D. Helena, a senhora está tão atarefada desde que o pastor chegou do hospital! O que posso fazer para ajuda-la?” Deixa a decisão a critério de D. Helena; insiste e dá demonstrações sinceras de sua intenção de ajudar. Ou vai à casa do pastor levando algum prato, ou se oferece para cuidar das crianças por algumas horas, para aliviar D. Helena. Oferece-se para fazer alguns serviços de casa, “do jeito de D. Helena”. Quer ajudar.

·         A IRMÃ COM O DOM DE SERVIÇO AGIRIA ASSIM: “D. Helena, sei que a senhora não dirige o carro. Esta semana estou livre entre 9:30 e 11:00 horas todos os dias. Quero me colocar à sua disposição. Posso levá-la de carro ou posso eu mesma fazer os serviços de rua para a senhora. Poderei arranjar uma pessoa para atender a porta ou o telefone ou dar remédio ao pastor, se for o caso”. Essa pessoa descobriu uma necessidade que pode suprir. Tomou a iniciativa de se oferecer para fazer coisas específicas. Quer servir.

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13. CONHECENDO OS DONS UM A UM (5 parte)

 

12.    Administração ou Governo

 

28 Assim, na igreja, Deus estabeleceu primeiramente apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro lugar, mestres; depois os que realizam milagres, os que têm dom de curar, os que têm dom de prestar ajuda, os que têm dons de administração e os que falam diversas línguas. (1 Coríntios 12.28)

 

Significado literal: Pilotar ou conduzir um navio. Kuberneseis traduzido como governos (este termo aparece somente em 1 Co 12:28). Esta palavra denota a atividade do timoneiro de um navio. No grego, kubernao significa pilotar, dirigir um veículo para que chegue a seu destino, fazendo as alterações necessárias durante o percurso. Em sentido figurado, é aquele que dirige um grupo para alcançar um alvo escolhido, por isso administração.

 

Descrição: O dom de administração é a capacitação divina para entender o que faz uma organização funcionar e para planejar e executar os procedimentos que realizem os alvos do ministério.

 

Obs. 1: Aquele que tem o dom espiritual de administração é poderosamente motivado por Deus a pensar nos problemas da igreja em busca de soluções práticas, gosta de colaborar no planejamento dos trabalhos e na tomada de decisões, tem alegria em aliviar a carga de trabalho do pastor, liberando-o para oração e pregação da Palavra.

 

Obs. 2: “O dom de administração ou governo possibilita aos seus possuidores a compreensão de alvos claros a curto, médio e longo prazo. Estes são capacitados a formularem e executarem planos que permitam o povo de Deus a realiza-los por etapas, alcançando um objetivo após outro até chegar ao alvo”. (Lida E. Knight – Quem é Você no Corpo de Cristo – pg. 155).

 

Destaques: As pessoas com este dom:

·      Desenvolvem estratégias ou planos para a realização de alvos previamente identificados.

·      Auxiliam os ministérios a se tornarem eficazes e frutíferos.

·      Organizam o caos organizacional.

·      Gerenciam ou coordenam várias responsabilidades para o cumprimento de uma tarefa.

·      Organizam pessoas, tarefas ou eventos.

 

Características:

·      Detalhista

·      Objetiva

·      Responsável

·      Organizada

·      Orienta-se por alvos

·      Eficiente

·      Consciente

 

Cuidados: As pessoas com este dom:

·      Precisam ser flexíveis para ajustarem seus planos e não inibirem a visão do líder.

·      Podem usar as pessoas para atingir um alvo sem se preocupar com o crescimento espiritual das mesmas.

·      Podem não discernir os propósitos de Deus sendo alcançados no processo de atingir um alo.

 

Versículos: Gn 30-50 (José do Egito); Êx 18.13-26 (Jetro sogro de Moisés).

 

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13.    Artesanato

 

2 "Eu escolhi a Bezalel, filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá, 3 e o enchi do Espírito de Deus, dando-lhes destreza, habilidade e plena capacidade artística 4 para desenhar e executar trabalhos em ouro, prata e bronze, 5 para talhar e esculpir pedras, para entalhar madeira e executar todo tipo de obra artesanal". (Êxodo 31.2-5)

 

Significado literal: Artesanar, elaborar, edificar (construir)

 

Descrição: O dom de artesanato é a capacitação divina para elaborar criativamente e/ou construir itens a serem usados no ministério.

 

Destaques: As pessoas com este dom:

·      Trabalham com madeira, tecido, tintas, metal, vidro ou outra matéria-prima.

·      Fazem coisas que aumentam a eficácia do seu e de outros ministérios.

·      Gostam de trabalho manual e de suprir necessidades tangíveis.

·      Elaboram e constroem peças práticas e recursos para uso no ministério.

·      Trabalham com vários tipos de ferramentas e são hábeis com as mãos.

 

Características:

·      Criativa

·      Sabe projetar

·      Polivalente

·      Dotada

·      Prática

·      Não aparece

·      Ajudadora

 

Cuidados: As pessoas com este dom:

·      Podem não entender que seu dom é significante, sendo uma contribuição espiritual ao corpo de Cristo.

·      Podem usar outras pessoas para realizar o trabalho sem ajudá-las a se desenvolver durante o processo.

·      Devem lembrar que os frutos de seu trabalho são meios para se alcançar um alvo e não fins em si mesmos.

 

Versículos: 2 Rs 22.5,6; At 9.39

 

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14.    Comunicação Criativa

 

14 Davi, vestindo o colete sacerdotal de linho, foi dançando com todas as suas forças perante o Senhor, (2 Samuel 6.14)

 

Significado literal: Comunicar artisticamente.

 

Descrição: O dom da comunicação criativa é a capacitação divina para expressar a verdade de Deus através de diversas formas de arte.

 

Destaques: As pessoas com este dom:

·      Usam as artes para comunicar a verdade de Deus.

·      Desenvolvem e usam suas habilidades artísticas (drama, escrita, música, dança, arte em geral, etc.).

·      Usam variedade e criatividade para cativar as pessoas, levando a elas a mensagem de Cristo.

·      Desafiam, através das várias formas de arte, a visão que as pessoas têm de Deus.

·      Criam novas formas de expressar o ministério e a mensagem do Senhor Jesus.

 

Características:

·      Expressiva

·      Tem imaginação

·      Gosta de novas ideias

·      Artística

·      Criativa

·      Não-convencional

·      Sensível

 

Cuidados: As pessoas com este dom:

·      Precisam lembrar que a arte não é um fim em si mesma, mas um meio de glorificar a Deus e edificar outras pessoas.

·      Podem sentir dificuldades em aceitar críticas e resultados de avaliação.

·      Podem não cooperar (por causa de ego, orgulho ou individualismo) e precisam se esforçar para fazer parte do time.

 

Versículos: Sl 150.3-5.

 

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14. CONHECENDO OS DONS UM A UM (6 parte)

 

15.    Hospitalidade

 

13 Compartilhem o que vocês têm com os santos em suas necessidades. Pratiquem a hospitalidade. (Romanos 12.13)

 

Significado literal: Do grego φιλοξενίαν (philoxenian) que significa “amor àqueles de fora”, amor aos desconhecidos, amor aos estrangeiros.

 

Descrição: O dom da hospitalidade é a capacitação divina para cuidar de pessoas, providenciando hospedagem, comunhão, comida e abrigo.

O possuidor deste dom espiritual é poderosamente motivado por Deus para ser o canal através do qual Ele suprirá a necessidade que o outro sente de acolhimento fraterno.

 

Obs. 1: A hospitalidade é um dever de todos nós. Não está mencionado em nenhuma lista de dons.

 

Obs. 2: O exercício deste dom depende, em grande parte, da cooperação e boa vontade do cônjuge e dos filhos. É importantíssimo respeitar os membros da família cristã que não tem este dom. Filhos criados num lar hospitaleiro podem aprender a serem acolhedores desde cedo. Que benção!

 

Destaques: As pessoas com este dom:

·      Providenciam um ambiente onde as pessoas se sentem valorizadas e socorridas.

·      São abertas para conhecerem novas pessoas e as ajudam a se sentir bem recebidas.

·      Criam um ambiente seguro e confortável onde os relacionamentos podem ser desenvolvidos

·      Deixam as pessoas à vontade em ambientes desconhecidos.

·      Proveem generosamente os recursos que testificam do suprimento de Deus.

 

Características:

·      Amigável

·      Graciosa

·      Convidativa

·      Confiante

·      Cuidadosa

·      Sensível

·      Transmite calor humano

 

Cuidados: As pessoas com este dom:

·      Devem evitar encarar o seu dom como um mero entretenimento.

·      Precisam perguntar a Deus quem Ele deseja que elas sirvam e sejam amigas.

·      Ao exercerem a hospitalidade devem cuidar para não descuidar de sua própria família.

 

Versículos: Rm 16.23; Hb 13.1,2; 1 Pe 4.9,10, 3 Jo 1-8

 

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16.    Intercessão

 

1 Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ação de graças por todos os homens; 2 pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranqüila e pacífica, com toda a piedade e dignidade. (1 Timóteo 2.1,2)

 

Significado literal: Orar por alguém, mediar algo por alguém, interceder. “Do grego, ἐντεύξεις (enteuxeis) significa um encontro; daí, uma conversa ou entrevista com alguém em posição superior, com a finalidade de solicitar insistentemente a favor ou contra alguém ou alguma coisa. É um termo técnico para se chegar a um rei, e portanto, a Deus, ficando no meio entre Ele e outro, em favor do outro” (Lida E. Knight – Quem é Você no Corpo de Cristo – pg. 206).

 

Obs. 1: A intercessão é um dever de todos nós. Não está mencionado em nenhuma lista de dons.

 

Obs. 2: Intercessão é um dos poucos ministérios do Corpo de Cristo que se pode exercer em qualquer lugar e em qualquer hora; um dos poucos que crentes inválidos ou idosos pode exercer, sem sair de casa ou mesmo da cama; um dos poucos que se pode exercer “a distância”.

 

Descrição: O dom da intercessão é a capacitação divina para orar regularmente por outras pessoas, obtendo resultados frequentes e específicos.

“O possuidor deste dom espiritual é levado por Deus a descobrir os problemas e oportunidades mais diversos na vida de crentes e não-crentes, sendo poderosamente motivado pelo Senhor a ser um canal através do qual é focalizado seu poder sobrenatural nessas pessoas e circunstâncias. Este irmão quer tomar a iniciativa de orar pedindo diretamente a Deus sua intervenção, confiando no seu amor e fidelidade” (Peter Wagner).

 

Destaques: As pessoas com este dom:

·      Sentem-se constrangidas a orar com seriedade por alguém ou por uma causa.

·      Têm consciência e oram pelas batalhas espirituais que estão sendo travadas diariamente.

·      São convencidas de que Deus age em resposta às orações.

·      Quando tocadas pelo Espírito, oram mesmo que não entendam.

·      Oram com autoridade e poder pela proteção de outras e pela capacitação para servir

 

Características:

·      Advogada (interceder)

·      Cuidadosa

·      Sincera

·      Pacificadora

·      Empática

·      Digna de confiança

·      Leva as cargas dos outros

·      Sensível espiritualmente

 

Cuidados: As pessoas com este dom:

·      Devem evitar o sentimento de que seu dom não é valorizado, lembrando que o ministério de intercessão é uma contribuição valiosa para o corpo de Cristo.

·      Não devem usar a oração como fuga do cumprimento de suas responsabilidades.

·      Precisam evitar a atitude de superioridade espiritual causada pelo tempo que gastam em oração e pela intimidade com Deus.

 

Versículos: Ez 22.30; Jo 17.9-26; Cl 1.9,10; 4.12; 1 Tm 2.1,2

 

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17. Dom de Celibato ou de Solteiro

7 Gostaria que todos os homens fossem como eu; mas cada um tem o seu próprio dom da parte de Deus; um de um modo, outro de outro. 8 Digo, porém, aos solteiros e às viúvas: é bom que permaneçam como eu. (1 Coríntios 7.7,8)

 

Significado literal: Estado daquele que permanece solteiro.

 

Descrição: “A preferência pessoal de Paulo é que os homens sejam celibatários. Neste estado eles servem ao Senhor sem as distrações envolvidas no casamento (v.32 ss.). “É bom que permaneçam como eu” é uma expressão enfática. Paulo possuía vários dons, especiais (charismata), um dos quais o capacitava a permanecer solteiro. Ele reconhece que a continência é um dom divino especial. Os que não o receberam não devem tentar permanecer solteiros. Cada qual tem de Deus o seu próprio dom. A questão do casamento não pode ser decidida aplicando-se uma lei a todos. Cada um deve considerar qual é a vontade de Deus para si. E, da mesma forma que o celibato, o casamento é dom de Deus” (1 Coríntios introdução e comentário – Leon Morris - pg. 86).

 

Obs. 1: É permanecer solteiro para se dedicar a Deus inteiramente e livre de qualquer outra obrigação.

 

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15. CONHECENDO OS DONS UM A UM (7 parte)

 

18.    Sabedoria (dom espiritual - manifestação)

 

7 A cada um, porém, é dada a manifestação do Espírito, visando ao bem comum. 8 Pelo Espírito, a um é dada a palavra de sabedoria; a outro, a palavra de conhecimento, pelo mesmo Espírito; 9 a outro, fé, pelo mesmo Espírito; a outro, dons de cura, pelo único Espírito; 10 a outro, poder para operar milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a outro, variedade de línguas; e ainda a outro, interpretação de línguas. (1 Coríntios 12.7-10)

 

Significado literal: Do grego λόγος σοφίας (logos sophias) se refere a uma habilidade ou capacidade sobrenatural para expressar uma sabedoria não natural à pessoa que a expressou.

 

Descrição: O dom de sabedoria é a capacitação divina para compreender e aplicar verdades que humanamente somos incapazes.

É aplicada à arte de interpretar sonhos e dar conselhos sábios; à inteligência mostrada ao esclarecer o significado de algum número ou visão misteriosa ou uma interpretação de um texto bíblico.

 

Destaques: As pessoas visitadas com este dom:

·      Analisam as consequências não previstas para determinar os próximos passos a serem tomados.

·      Recebem entendimento daquilo que é necessário para suprir as carências do corpo.

·      Providenciam soluções dadas por Deus em meio a conflito e confusão. Apresentam soluções para problemas quando parecia não ter soluções.

·      Ouvem a provisão do Espírito dando direção para se atingir o melhor que Deus tem para uma determinada situação.

·      Aplicam verdades espirituais de modo prático e específico.

·      Tem capacidade de tornar coisas complicadas em fáceis.

 

Cuidados: As pessoas visitadas com este dom:

·      Podem falhar e por medo não compartilhar sua sabedoria dada por Deus.

·      Não devem se tornar centro da dependência alheia para não fragilizar a fé das pessoas.

·      Precisam ser longânimes com os que não têm este dom.

·      (Não podemos nos esquecer de que este dom “palavra de sabedoria”, juntamente com todos listados em 1 Coríntios 12.8-10, não é dado a nós, são manifestações que o Espírito realiza quando quer. Não estão sob nosso poder.)

 

Versículos: Dn 5.5-31, At 7.10

 

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19.    Conhecimento (dom espiritual - manifestação)

 

7 A cada um, porém, é dada a manifestação do Espírito, visando ao bem comum. 8 Pelo Espírito, a um é dada a palavra de sabedoria; a outro, a palavra de conhecimento, pelo mesmo Espírito; 9 a outro, fé, pelo mesmo Espírito; a outro, dons de cura, pelo único Espírito; 10 a outro, poder para operar milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a outro, variedade de línguas; e ainda a outro, interpretação de línguas. (1 Coríntios 12.7-10)

 

Significado literal: Do grego λόγος γνώσεως (logos gnōseōs) que significa saber, conhecer, ter conhecimento.

 

Descrição: O dom de conhecimento é a capacitação divina para compreender e revelar o que é conhecido, mas que está obscuro.

Este dom pode tornar clara a compreensão de textos bíblicos incompreensíveis.

 

Destaques: As pessoas visitadas com este dom:

·      Recebem verdades que as capacitam a servir melhor à igreja.

·      Estudam as Escrituras para obter discernimento, entendimento e se aprofundar na verdade.

·      Manifestam conhecimentos que não são obtidos por meios naturais.

·      Organizam informações para ensino e uso prático.

·      Possuem um entendimento ou discernimento incomum.

 

Cuidados: As pessoas visitadas com este dom:

·      Precisam tomar cuidado com a soberba.

·      Devem lembrar que a mensagem transmitida à igreja não vem deles, mas de Deus.

·      Precisam ter consciência que quanto maior o conhecimento maior é a responsabilidade.

·      Precisam verificar se tudo que aprenderam e concluíram condiz com as Escrituras.

 

Versículos: Mc 2.6-8; Jo 1.45-50.

 

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20.    Fé (dom espiritual - manifestação)

 

7 A cada um, porém, é dada a manifestação do Espírito, visando ao bem comum. 8 Pelo Espírito, a um é dada a palavra de sabedoria; a outro, a palavra de conhecimento, pelo mesmo Espírito; 9 a outro, , pelo mesmo Espírito; a outro, dons de cura, pelo único Espírito; 10 a outro, poder para operar milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a outro, variedade de línguas; e ainda a outro, interpretação de línguas. (1 Coríntios 12.7-10)

 

Significado literal: Acreditar, confiar, crer.

 

Descrição: O dom da fé é a capacitação divina para agir à luz das promessas de Deus com confiança, não duvidando de Sua capacidade para cumpri-las.

“É uma fé que parece vir sobre alguns dos servos de Deus em tempos de crise e oportunidades especiais de uma maneira tão poderosa, que são elevados para fora do reino da fé natural e comum em Deus, de forma que tem uma certeza posta em suas almas que os faz triunfar sobre tudo...”. (Donald Gee)

 

Obs. 1: Não se trata da fé salvadora, é mais do que isso, é uma visão grande e dilatada. É a visão do que se pode ser feito, é a coragem para aceitar desafios e saber que o pior passará.

 

Destaques: As pessoas visitadas com este dom:

·      Creem nas promessas do Senhor e estimulam outras a fazer o mesmo.

·      Agem com total confiança na capacidade de Deus em vencer obstáculos.

·      Demonstram uma atitude de confiança na vontade e nas promessas divinas.

·      Levam adiante o reino de Cristo, porque avançam quando outros param.

·      Pedem a Deus aquilo que é necessário e confiam em sua provisão.

 

Cuidados: As pessoas visitadas com este dom:

·      Precisam agir de acordo com sua fé.

·      Devem lembrar que aqueles que optam pela lógica e desejam planejar não estão necessariamente carentes de fé.

·      Precisam ouvir e considerar o conselho sábio de crentes cheios do Espírito.

·      Todos nós possuímos fé. Contudo no que diz respeito ao dom da fé, Eu Cornélio, lembro que não podemos nos esquecer que este dom, juntamente com todos listados em 1 Coríntios 12.8-10, não é dado a nós, são manifestações que o Espírito realiza quando quer. Não estão sob nosso poder.

 

Versículos: 1 Rs 18.30-39; At 3.4-8

 

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16. CONHECENDO OS DONS UM A UM (8 parte)

 

21.    Cura (dom espiritual - manifestação)

 

7 A cada um, porém, é dada a manifestação do Espírito, visando ao bem comum. 8 Pelo Espírito, a um é dada a palavra de sabedoria; a outro, a palavra de conhecimento, pelo mesmo Espírito; 9 a outro, fé, pelo mesmo Espírito; a outro, dons de cura, pelo único Espírito; 10 a outro, poder para operar milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a outro, variedade de línguas; e ainda a outro, interpretação de línguas. (1 Coríntios 12.7-10)

 

Significado literal: Do grego αρίσματα ἰαμάτων (charismata iamatōn) que significa restaurar.

 

Obs. 1: A palavra está realmente no plural, “curas”, indicando que vários tipos de cura são possíveis com este dom. Possivelmente curas emocionais e físicas.

 

Descrição: O dom de cura é a capacitação divina que torna o crente um instrumento de Deus na restauração de pessoas enfermas.

 

Obs. 2: O dom de cura é diferente da oração por cura, como comumente vemos nos programas evangelísticos.

 

Destaques: As pessoas visitadas com este dom:

·      Demonstram o poder de Deus.

·      Trazem restauração aos enfermos.

·      Autenticam a mensagem de Deus pela cura.

·      Usam a cura como oportunidade para comunicar verdades bíblicas e glorificar a Deus.

 

Cuidados: As pessoas visitadas com este dom:

·      Precisam lembrar que nem sempre é a sua fé, ou a do enfermo, que determina a cura, mas a soberana vontade de Deus.

·      Precisam lembrar que Deus não promete cura a todos que pedem.

·      Devem lembrar que Jesus não curou a todos os doentes e enfermos durante seu ministério.

·      Não está sob nosso poder. Lembro é uma manifestação.

 

Versículos: 1 Co 12.30

 

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22.     Milagres (dom espiritual - manifestação)

 

7 A cada um, porém, é dada a manifestação do Espírito, visando ao bem comum. 8 Pelo Espírito, a um é dada a palavra de sabedoria; a outro, a palavra de conhecimento, pelo mesmo Espírito; 9 a outro, fé, pelo mesmo Espírito; a outro, dons de cura, pelo único Espírito; 10 a outro, poder para operar milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a outro, variedade de línguas; e ainda a outro, interpretação de línguas. (1 Coríntios 12.7-10)

 

Significado literal: Do grego ἐνεργήματα δυνάμεων (energēmata dynameōn) significado realizar feitos poderosos.

 

Descrição: O dom de milagres é a capacitação divina para realizar algo que não é natural ou impossível de se realizar. Pode ser uma cura, uma intervenção na natureza (chuva, seca, etc.) ou um livramento extraordinário.

 

Destaques: As pessoas visitadas com este dom:

·      Expressam confiança na fidelidade do Senhor e na capacidade da manifestação de sua presença.

·      Apresentam o ministério e a mensagem de Cristo com poder.

·      Representam a Jesus e, por meio desse dom, encaminham as pessoas a um relacionamento com Ele.

 

Cuidados: As pessoas visitadas com este dom:

·      Precisam saber que os milagres são necessariamente, causados pela fé.

·      Não devem encarar este dom como uma responsabilidade pessoal, lembrando-se de que Deus determina o local e o tempo da manifestação de suas obras.

·      Devem ter cuidado para não clamar pela manifestação poderosa do Senhor por motivos puramente pessoais.

·      Não está sob nosso poder.

 

Versículos: Lc 5.1-11; Jo 2.1-11; 1 Co 12.29

 

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23.    Profecia (dom espiritual - manifestação)

 

7 A cada um, porém, é dada a manifestação do Espírito, visando ao bem comum. 8 Pelo Espírito, a um é dada a palavra de sabedoria; a outro, a palavra de conhecimento, pelo mesmo Espírito; 9 a outro, fé, pelo mesmo Espírito; a outro, dons de cura, pelo único Espírito; 10 a outro, poder para operar milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a outro, variedade de línguas; e ainda a outro, interpretação de línguas. (1 Coríntios 12.7-10)

 

Significado literal: Do grego προφητεία (profhēteia) que significa “proclamação do pensamento e conselho de Deus” com o fim de mostrar pecado, edificar, confortar ou animar.

Características: A profecia, geralmente falando; é a expressão vocal inspirada pelo Espírito Santo de Deus. A profecia bíblica pode ser mediante revelação, na qual o profeta proclama uma mensagem previamente recebida por meio dum sonho, uma visão, ou pela Palavra do Senhor.

 

Obs. 1: A profecia se distingue da pregação comum em que, enquanto a última é geralmente o produto do estudo de revelação existente, a profecia é o resultado da inspiração espiritual espontânea. Não se tenciona suplantar a pregação ou o ensino, senão completá-los com o toque da inspiração. Guarde bem a profecia não traz novas revelações, tudo que é dito por meio da profecia deve encontrar respaldo na Bíblia.

 

Obs. 2: Donald Gee diz em seu livro "A Respeito dos Dons Espirituais"[4] afirma que existe o dom da profecia e o oficio do profeta. Donald Gee entende que embora uma pessoa pode ser usada pelo Espírito Santo em um determinado momento para profetizar, não significa com isso que ela seja profeta, o que ocorreu foi apenas uma manifestação do dom profético.

 

Obs. 3: A inspiração manifestada no dom de profecia não está no nível da inspiração das Escrituras. Isso está implícito pelo fato de que os crentes são instruídos aprovar ou julgar as mensagens proféticas.

 

Obs. 4: Ela pode ter características preditivas ou ser uma revelação específica, sobre realidades e situações particulares na vida do povo de Deus.

 

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17. CONHECENDO OS DONS UM A UM (9 parte)

 

24.    Discernimento (dom espiritual - manifestação)

 

7 A cada um, porém, é dada a manifestação do Espírito, visando ao bem comum. 8 Pelo Espírito, a um é dada a palavra de sabedoria; a outro, a palavra de conhecimento, pelo mesmo Espírito; 9 a outro, fé, pelo mesmo Espírito; a outro, dons de cura, pelo único Espírito; 10 a outro, poder para operar milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a outro, variedade de línguas; e ainda a outro, interpretação de línguas. (1 Coríntios 12.7-10)

 

Significado literal: Do grego διακρίσεις πνευμάτων (diakriseis pneumatōn) que significa separar, distinguir, discernir.

 

Descrição: O dom de discernimento é a capacitação divina para distinguir entre verdade e erro, podendo discernir entre espíritos bons e maus, e entre o bem e o mal.

Esse dom capacita o possuidor para “enxergar” todas as aparências exteriores e conhecer a verdadeira natureza duma inspiração.

 

Obs. 1: Não estamos falando da percepção natural da natureza humana e nem de um espírito crítico que procura falta nos outros. Trata-se de algo sobrenatural, divino.

 

Destaques: As pessoas visitadas com este dom:

·      Distinguem a verdade do erro, o bem do mal, os motivos puros dos impuros.

·      Identificam, com precisão e de forma apropriada, os equívocos das pessoas.

·      Determinam se uma mensagem é ou não autêntica.

·      Reconhecem incoerências no ensino, na mensagem ou na interpretação profética.

·      Podem sentir a presença do mal.

 

Cuidados: As pessoas visitadas com este dom:

·      Podem ter dificuldades em saber como expressar suas percepções e sentimentos.

·      Podem ser duras ao confrontar pessoas em vez de falar a verdade em amor.

·      Precisam confirmar suas percepções antes de comunicá-las.

 

Versículos: Mt 16.21-23; At 5.1-4.

 

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25.    Línguas Estranhas (dom espiritual - manifestação)

 

7 A cada um, porém, é dada a manifestação do Espírito, visando ao bem comum. 8 Pelo Espírito, a um é dada a palavra de sabedoria; a outro, a palavra de conhecimento, pelo mesmo Espírito; 9 a outro, fé, pelo mesmo Espírito; a outro, dons de cura, pelo único Espírito; 10 a outro, poder para operar milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a outro, variedade de línguas; e ainda a outro, interpretação de línguas. (1 Coríntios 12.7-10)

 

Significado literal: Do grego γένη γλωσσῶν (gene glōssōn) que significa várias línguas ou diversas línguas.

 

Descrição: Variedade de línguas ou dom de línguas é o poder de falar sobrenaturalmente em uma língua nunca aprendida por quem fala, sendo essa língua de homens ou de anjos.

Esse dom é considerado como destinado principalmente, se não inteiramente, para as devoções particulares.

2 Pois quem fala em língua não fala aos homens, mas a Deus. De fato, ninguém o entende; em espírito fala mistérios. [...] 4 Quem fala em língua a si mesmo se edifica, mas quem profetiza edifica a igreja. (1 Coríntios 14.2,4)

 

Obs. 1: As línguas por mais espirituais que possam parecer, se não forem interpretadas, produzem o mesmo efeito de instrumento musicais inanimados, como a flauta e a cítara, tocados por músicos inexperientes e amadores, produzindo sons irreconhecíveis (1 Co 14:6-9). Quando a flauta é tocada da forma correta, os ouvintes sabem se devem chorar ou rir. Porém, como se reconhecerá o tom, a menos que haja uma clara distinção entre as notas? É assim que as línguas não-interpretadas soam aos ouvintes. Nenhum proveito vem daí. A mesma comparação é feita por meio do toque da trombeta. Caso o som da trombeta não seja bem definido como saber, o que o trombeteiro quer dizer?

Línguas sem interpretação tornam o que fala e os que ouvem em estrangeiros entre si (1 Co 14:10-11). Embora as línguas têm seu sentido, sem a interpretação se tornam sem sentido, e fazem com que as pessoas fiquem sem se entenderem, como se a pessoa que estivesse ao seu lado fosse estrangeiro.

27 Se, porém, alguém falar em língua, devem falar dois, no máximo três, e alguém deve interpretar. 28 Se não houver intérprete, fique calado na igreja, falando consigo mesmo e com Deus. (1 Coríntios 14.27,28)

 

Destaques: As pessoas visitadas com este dom:

·      Expressam juntamente com a interpretação uma palavra que edifica o corpo.

·      Comunicam uma mensagem dada por Deus à Igreja.

·      Falam num idioma que nunca apenderam, nem compreenderam.

·      Adoram ao Senhor com palavras profundas, além da compreensão humana.

·      Experimentam uma intimidade com Deus que as estimula a servir e a edificar outras, uma vez que o dom edifica a pessoa.

 

Cuidados: As pessoas visitadas com este dom:

·      Devem permanecer caladas na igreja se não houver interpretação.

·      Não devem esperar que outros manifestem este dom como autenticação de sua espiritualidade.

·      Devem lembrar que todos os dons, inclusive este, são para a edificação da igreja, embora este edifique a própria pessoa, mas seu fim visa o bem de toda igreja.

·      Devem lembrar que o dom não está sob seu poder. Não pode ser manipulado.

 

Versículos: At 2.1-11; 1 Co 12.30; 13.1; 14.1-33

 

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26.    Interpretação de Línguas (dom espiritual - manifestação)

 

7 A cada um, porém, é dada a manifestação do Espírito, visando ao bem comum. 8 Pelo Espírito, a um é dada a palavra de sabedoria; a outro, a palavra de conhecimento, pelo mesmo Espírito; 9 a outro, fé, pelo mesmo Espírito; a outro, dons de cura, pelo único Espírito; 10 a outro, poder para operar milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a outro, variedade de línguas; e ainda a outro, interpretação de línguas. (1 Coríntios 12.7-10)

 

Significado literal: Do grego ἑρμηνεία  γλωσσῶν (hermēneia glōssōn) que significa traduzir línguas, interpretar línguas.

 

Descrição: O dom de interpretação é a capacitação divina para traduzir e assim transmitir a Igreja de Cristo a mensagem entregue por meio de línguas estranhas, seja de origem materna ou de anjos.

É uma operação puramente espiritual, não procede do estudo ou conhecimento humano. O mesmo Espírito que inspirou o falar em outras línguas, pelo qual as palavras pronunciadas procedem do Espírito e não do intelecto, pode inspirar também a sua interpretação.

 

Destaques: As pessoas visitadas com este dom:

·      Respondem a uma mensagem entregue em línguas estranhas, interpretando-a para o entendimento de toda Igreja.

·      Glorificam a Deus e demonstram o seu poder por meio dessa manifestação milagrosa.

·      Edificam o corpo de Cristo, interpretando uma mensagem apropriada de Deus.

 

Cuidados: As pessoas visitadas com este dom:

·      Precisam lembrar que a mensagem sendo interpretada deve refletir a vontade de Deus e não a dos homens.

·      Devem lembrar que este dom deve promover a edificação da igreja local.

·      Devem lembrar que a interpretação de línguas deve acontecer de forma ordenada.

·      Não está sob nosso poder.

 

Versículos: 1 Co 14.5; 14.26-28

 

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18. COMBINANDO OS DONS COM SUAS CARACTERÍSTICAS

 

Exercício em grupo (2 pessoas)

Instruções:

1.    Leia cada uma das características.

2.    Combine cada característica com o dom espiritual correspondente.

3.    Escreve a letra do início de cada característica no espaço abaixo do item “combina com”, que está na coluna dos dons espirituais.

4.    A característica para cada dom espiritual encontra-se no mesmo grupo que o dom.

 

GRUPO 1

 

Característica

Dom Espiritual

A

É a capacitação divina para começar a supervisionar o desenvolvimento de novas igrejas ou ministérios. As pessoas com este dom iniciam e estabelecem novos ministérios ou igrejas; adaptam-se às condições do ambiente por serem culturalmente sensíveis e abertas; desejam ministrar às pessoas não-alcançadas em outras comunidades ou países; assumem responsabilidades de supervisão sobre ministérios ou grupos de igrejas; demonstram autoridade e visão quanto à missão da Igreja.

1.      Administração

 

Combina com a letra:

 

B

(administração)

 

Contribui para/com:

 

Eficiência

 

 

GRUPO 1

 

Característica

Dom Espiritual

B

É a capacitação divina para entender o que faz uma organização funcionar, e uma habilidade especial para planejar e executar os procedimentos que alcançam os alvos do ministério. As pessoas com este dom desenvolvem estratégias ou planos para realizar alvos previamente identificados; auxiliam os ministérios a se tornarem mais eficientes; colocam ordem no caos organizacional; gerenciam ou coordenam as várias responsabilidades para o cumprimento de uma tarefa; organizam pessoas, tarefas ou eventos.

2.      Apostolado

 

Combina com a letra:

 

                 A

 

Contribui para/com:

 

    Novos ministérios

 

 

GRUPO 1

 

Característica

Dom Espiritual

C

É a capacitação divina para distinguir entre a verdade e a mentira, discernir os espíritos, diferenciar entre o bem e o mal, certo e errado. As pessoas com este dom distinguem a verdade da mentira, o bem do mal, motivos puros, de impuros; identificam atitudes enganosas em outras pessoas com precisão e de forma apropriada; determinam se uma mensagem atribuída a Deus é autêntica; reconhecem incoerências no ensino na mensagem profética ou na interpretação; podem sentir a presença do mal.

3.      Artesanato

 

Combina com a letra:

 

                 D

 

Contribui para/com:

 

         Suprimento

 

 

GRUPO 1

 

Característica

Dom Espiritual

D

É a capacitação divina para elaborar ou construir criativamente itens a serem usados no ministério. As pessoas com este dom trabalham com madeira, tecido, tintas, metal, vidro ou outras matérias-primas; fazem coisas que aumentam a eficácia do seu e de outros ministérios; gostam de servir com trabalhos manuais e suprir necessidades tangíveis; são hábeis no manuseio de variadas ferramentas artesanais.

4.      Comunicação criativa

 

Combina com a letra:

 

                 F

 

Contribui para/com:

 

    Expressões artísticas

 

 

GRUPO 1

 

Característica

Dom Espiritual

E

É a capacidade divina para apresentar a verdade, de modo a fortalecer, consolar ou estimular os que estão desmotivados ou titubeantes na fé, de volta à ação. As pessoas com este dom se aproximam dos que estão desanimados para fortalecê-los e firma-los; desafiam, consolam ou confrontam os outros a fim de que confiem e esperem nas promessas de Deus; estimulam outros à ação por aplicar a verdade bíblica; motivam pessoas a crescer; enfatizam as promessas de Deus e a confiança em sua vontade.

5.      Discernimento

 

Combina com a letra:

 

                C

 

Contribui para/com:

 

            Clareza

 

 

GRUPO 1

 

Característica

Dom Espiritual

F

É a capacitação divina para expressar a verdade de Deus por meio de várias formas de arte. As pessoas com este dom usam as artes para comunicar a verdade de Deus; desenvolvem e utilizam habilidades artísticas como drama, literatura, música, pintura, dança, etc.; usam comunicação e criatividade para atrair pessoas e fazê-las considerar a mensagem de Cristo; desafiam, mediante as formas de arte, a perspectiva que as pessoas têm de Deus; desenvolvem novas formas de expressar o ministério e a mensagem do Senhor.

6.      Encorajamento

 

Combina com a letra:

 

                 E

 

Contribui para/com:

 

          Afirmação

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

GRUPO 2

 

Característica

Dom Espiritual

G

É a capacitação divina para realizar tarefas práticas e necessárias que libertam, apoiam e suprem as carências dos outros. As pessoas com este dom servem nos bastidores apoiando os dons e ministério de outros; vêem coisas práticas e concretas a serem feitas e têm alegria em realiza-las; sentem o propósito de Deus e têm prazer em cumprir responsabilidades cotidianas; dão valor espiritual ao serviço prático; alegram-se em saber que o seu serviço possibilita a outros fazerem o que Deus os chamou a realizar.

7.      Evangelismo

 

Combina com a letra:

 

                L

 

Contribui para/com:

 

    Frutos (conversões)

 

GRUPO 2

 

Característica

Dom Espiritual

H

É a capacitação divina para cuidar de pessoas, providenciando comunhão, comida e abrigo. Pessoas com esse dom propiciam um ambiente onde os indivíduos se sentem valorizados e socorridos; conhecem novas pessoas e as ajudam a se sentir bem-vindas; criam um ambiente seguro e confortável onde relacionamentos podem ser desenvolvidos; buscam meios de estabelecer e apoiar vínculos novos e significativos; deixam as pessoas à vontade em ambientes desconhecidos.

8.     

 

Combina com a letra:

 

                   I

 

Contribui para/com:

 

             Esperança

 

 

GRUPO 2

 

Característica

Dom Espiritual

I

É a capacitação divina para agir à luz das promessas de Deus com confiança, não duvidando de sua capacidade para cumpri-las. As pessoas com esse dom crêem nas promessas do Senhor e estimulam outras a fazer o mesmo; agem com total confiança na capacidade de Deus em vencer obstáculos; demonstram uma atitude de confiança na vontade e nas promessas divinas; levam adiante o reino de Cristo, porque avançam quando outros param; pedem a Deus aquilo que é necessário e confiam em sua provisão.

9.      Contribuição

 

Combina com a letra:

 

                  J

 

Contribui para/com:

 

             Recursos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

GRUPO 2

 

Característica

Dom Espiritual

J

É a capacitação divina em contribuir com valores e recursos para a obra do Senhor, com alegria e liberalidade. Pessoas com esse dom nãos se perguntam: “Quanto devo dar ao Senhor?” e sim, “De quanto preciso para me sustentar?”; administram suas finanças e limitam seu modo de viver para poderem contribuir com o máximo possível dos seus proventos; apóiam o ministério com contribuições sacrificiais para o avanço do reino; suprem necessidades concretas para que haja crescimento espiritual; providencia subsídios, com alegria e de modo generoso, confiando na provisão de Deus; talvez tenham uma capacidade especial de ganhar dinheiro, a fim de que possam usá-lo no avanço da obra de Deus.

10.  Cura

 

Combina com a letra:

 

                M

 

Contribui para/com:

 

            Alívio

 

 

GRUPO 2

 

Característica

Dom Espiritual

L

É a capacitação divina para comunicar, de maneira eficaz, o Evangelho aos descrentes, de modo que eles respondam com fé e com a busca do discipulado. As pessoas com esse dom comunicam a mensagem da cruz com clareza e convicção; buscam oportunidades para conversar com descrentes sobre assuntos espirituais; desafiam as pessoas a darem um passo de fé e a se tornarem verdadeiros e frutíferos discípulos de Jesus; adaptam a apresentação do Evangelho para atingir  as necessidades do individuo; buscam oportunidades para construir relacionamentos íntegros com os descrentes.

11.  Serviço

 

Combina com a letra:

 

                 G

 

Contribui para/com:

 

              Apoio

 

 

GRUPO 2

 

Característica

Dom Espiritual

M

É a capacitação divina para ser um instrumento de Deus na restauração de pessoas. Indivíduos com esse dom demonstram o poder de Deus; trazem restauração aos enfermos; autenticam a mensagem de Deus pela cura; usam a cura como oportunidade para comunicar verdades bíblicas e glorificar a Deus; são veículos de curas milagrosas por meio de oração, toque ou palavra.

12.  Hospitalidade

 

Combina com a letra:

 

               H

 

Contribui para/com:

 

          Aceitação

 

 

 

 

 

GRUPO 3

 

Característica

Dom Espiritual

N

É a capacitação divina para autenticar o ministério e a mensagem de Jesus por meio de intervenções sobrenaturais que o glorifiquem. As pessoas com este dom falam a verdade de Deus autenticadas por um milagre; expressam confiança na fidelidade do Senhor e na capacidade da manifestação de sua presença; apresentam o ministério e mensagem de Cristo com poder; reconhecem Deus como fonte de milagre e o glorificam; representam a Jesus e, por meio desse dom, encaminham as pessoas a um relacionamento com Ele.

13.  Intercessão

 

Combina com a letra:

 

                  O

 

Contribui para/com:

 

              Proteção

 

 

GRUPO 3

 

Característica

Dom Espiritual

O

É a capacitação divina para orar regularmente por outras pessoas, obtendo resultados frequente e específicos. As pessoas com este dom sentem-se constrangidas a orar com seriedade por alguém ou por uma causa; têm consciência e oram pelas batalhas espirituais que estão sendo travadas diariamente; são convencidas de que Deus age em resposta às orações; quando tocadas pelo Espírito, oram mesmo que não entendam; agem com autoridade e poder na promessa de outras e pela capacitação para servir.

14.  Interpretação

 

Combina com a letra:

 

                   S

 

Contribui para/com:

 

Entendimento (Interpr.)

 

 

GRUPO 3

 

Característica

Dom Espiritual

P

É a capacitação divina de estabelecer uma visão, motivar e direcionar pessoas para o cumprimento harmonioso dos propósitos de Deus. As pessoas com este dom providenciam direção para o povo de Deus e para o ministério; motivam outros a usarem o melhor de suas habilidades; apresentam a visão maior (geral) para que todos entendam; dão exemplos práticos dos valores do ministério; assumem responsabilidades e estabelecem alvos.

15.  Conhecimento

 

Combina com a letra:

 

                   Q

 

Contribui para/com:

 

            Consciência

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

GRUPO 3

 

Característica

Dom Espiritual

Q

É a capacitação divina para trazer a verdade ao corpo de Cristo pelo discernimento ou entendimento bíblico. As pessoas com esse dom recebem a verdade que as capacita a servir melhor; estudam as Escrituras para obter discernimento, entendimento e extrair verdades; adquirem conhecimentos que não são obtidos por meios naturais; têm sabedoria ou entendimento que servem à Igreja; organizam informações para ensino e uso prático.

16.  Liderança

 

Combina com a letra:

 

                  P

 

Contribui para/com:

 

              Direção

 

 

GRUPO 3

 

Característica

Dom Espiritual

R

É a capacitação divina para ajudar, com alegria e de forma prática, àqueles que sofrem ou passam necessidades. É a compaixão em ação. As pessoas com este dom concentram-se no alívio das causas de dor ou sofrimento de outras; encaram as necessidades dos desamparados e solitários; expressam amor, graça e dignidade àqueles que enfrentam dificuldades e crises; servem com alegria, mesmo em circunstâncias difíceis e desagradáveis; preocupam-se com assuntos sociais ou individuais que oprimem o povo.

17.  Misericórdia

 

Combina com a letra:

 

                  R

 

Contribui para/com:

 

               Ajuda

 

 

GRUPO 3

 

Característica

Dom Espiritual

S

É a capacitação divina para transmitir ao corpo de Cristo a mensagem de alguém que fala em línguas estranhas. As pessoas com este dom respondem a mensagem entregue em línguas estranhas, dando também uma interpretação; glorificam a Deus e demonstram o seu poder por meio dessa manifestação milagrosa; edificam o corpo de Cristo, interpretando uma mensagem apropriada de Deus; entendem um idioma desconhecido dos homens, e comunicam aquela mensagem à Igreja. Algumas vezes são proféticos quando interpretam as línguas para a comunidade.

18.  Milagres

 

Combina com a letra:

 

                  N

 

Contribui para/com:

 

Poder de Deus (Extraord)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

GRUPO 4

 

Característica

Dom Espiritual

T

É a capacitação divina para entender, explicar e aplicar a Palavra de Deus claramente, resultando em vidas que se tornam, passo a passo, semelhantes a Cristo. As pessoas com este dom comunicam verdades bíblicas que estimulam maior obediência à Palavra de Deus; desafiam os ouvintes com as verdades das Escrituras de forma simples e prática; apresentam todo o conselho de Deus para efetuar o máximo de mudanças nas vidas; dão atenção à precisão, e aos detalhes; investem longo tempo em estudo e reflexão.

19.  Profecia

 

Combina com a letra:

 

                  Z

 

Contribui para/com:

 

           Convicção

 

 

GRUPO 4

 

Característica

Dom Espiritual

U

É a capacitação divina para nutrir, cuidar e guiar pessoas à maturidade espiritual e se tornarem como Cristo. Pessoas com este dom assumem a responsabilidade de auxiliar outras em sua caminhada com Deus; providenciam direção e supervisão a um segmento da Igreja de Jesus; são exemplos com suas vidas daquilo que significa ser um verdadeiro e frutífero discípulo de Cristo; estabelecem confiança por meio de relacionamentos duradouros; lideram e protegem aqueles sob o seu cuidade.

20.  Pastorado

 

Combina com a letra:

 

                  U

 

Contribui para/com:

 

      Aperfeiçoamento

 

 

GRUPO 4

 

Característica

Dom Espiritual

V

É a capacitação divina para falar, adorar ou orar em um idioma desconhecido. Pessoas com este dom podem receber uma mensagem espontânea de Deus, que é transmitida à igreja pelo dom de interpretação; expressam juntamente com a interpretação uma palavra que edifica o corpo; comunicam uma mensagem dada por Deus à Igreja; falam num idioma que nunca apenderam, nem compreenderam; adoram ao Senhor com palavras profundas, além da compreensão humana; experimentam uma intimidade com Deus que as estimula a servir e a edificar outras.

21.  Ensino

 

Combina com a letra:

 

                  T

 

Contribui para/com:

 

           Aplicação

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

GRUPO 4

 

Característica

Dom Espiritual

X

É a capacitação divina para aplicar verdades espirituais que, de maneira eficaz, suprem necessidades em situações específicas. As pessoas com este dom analisam as consequências não previstas para determinar os próximos passos a serem tomados; recebem entendimento daquilo que é necessário para suprir as carências do corpo; providenciam soluções dadas por Deus em meio a conflito e confusão; ouvem a provisão do Espírito dando direção para se atingir o melhor que Deus tem para uma determinada situação; aplicam verdades espirituais de modo prático e específico.

22.  Línguas

 

Combina com a letra:

 

                 V

 

Contribui para/com:

 

           Mensagens

 

 

GRUPO 4

 

Característica

Dom Espiritual

Z

É a capacitação divina para revelar (discernir) a verdade de Deus e proclamá-la de forma apropriada e relevante para o entendimento, a correção, o arrependimento ou a edificação. Pode haver implicações imediatas ou futuras. As pessoas com este dom expõem pecado ou engano em outras, para que haja reconciliação; falam uma palavra apropriada de Deus que causa convicção, arrependimento e edificação; percebem verdades que outras negligenciam, desafiando-as a responderem em obediência; alertam para o julgamento imediato ou futuro se não houver arrependimento; entendem o coração e a mente de Deus por meio das experiências vividas com o Senhor.

23.  Sabedoria

 

Combina com a letra:

 

                  X

 

Contribui para/com:

 

Entendimento (sabedoria)

 

 

                                          

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

19. LEVANTAMENTO DOS DONS ESPIRITUAIS

 

Exercício Individual

Instruções

1. Nas páginas seguintes, responda a cada afirmação do Levantamento dos Dons Espirituais utilizando a escala abaixo:

 

     3 = Constantemente, definitivamente certo.

     2 = Na maioria das vezes, normalmente certo.

     1 = Algumas vezes, de vez em quando.

     0 = Nunca, jamais.

 

2. Transcreva o conceito da escala acima correspondente a cada item do Levantamento dos Dons Espirituais para a tabela abaixo.

 

Obs.: Responda de acordo com o que você realmente é e não como deveria ou gostaria de ser.

 

3. Escreva na tabela as letras das colunas com os três maiores totais do exercício anterior e os respectivos dons espirituais prevalecentes, conforme relacionados abaixo:

 

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

12

13

14

15

16

17

18

19

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

20

21

22

23

24

25

26

27

28

29

30

31

32

33

34

35

36

37

38

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

39

40

41

42

43

44

45

46

47

48

49

50

51

52

53

54

55

56

57

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

58

59

60

61

62

63

64

65

66

67

68

69

70

71

72

73

74

75

76

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

77

78

79

80

81

82

83

84

85

86

87

88

89

90

91

92

93

94

95

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

96

97

98

99

100

101

102

103

104

105

106

107

108

109

110

111

112

113

114

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

115

116

117

118

119

120

121

122

123

124

125

126

127

128

129

130

131

132

133

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Total

 

A

B

C

D

E

F

G

H

I

J

L

M

N

O

P

Q

R

S

T

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Letras

Dons Espirituais

1.

 

2.

 

3.

 

 

 

 

 

Legenda do Levantamento dos Dons Espirituais

 

A = Administração

L = Hospitalidade

B = Apostolado

M = Intercessão

C = Artesanato

N = Conhecimento

D = Comunicação criativa

O = Liderança

E = Discernimento

P = Misericórdia

F = Encorajamento

Q = Profecia

G = Evangelismo

R = Pastorado

H =

S = Ensino

I = Contribuição

T = Sabedoria

J = Auxílio (Socorro)

 

 

Obs.: Cura, Interpretação de línguas, milagres e línguas estranhas não foram incluídos no levantamento dos dons espirituais ou no levantamento do observador, uma vez que a manifestação dos mesmos seria evidente na vida do crente.

 

4. Teste Para o Levantamento dos Dons Espirituais

 

1)      Gosto de organizar pessoas, tarefas e eventos.

2)      Gostaria de iniciar igrejas em lugares onde elas não existam.

3)      Gosto de trabalhar criativamente com madeira, tecido, tinta, metal, vidro ou outros materiais.

4)      Gosto de desafiar a perspectiva que as pessoas têm de Deus por meio de variadas formas de arte.

5)      Posso distinguir com facilidade entre verdade e erro espiritual, entre o bem e o mal.

6)      Normalmente reconheço o potencial das pessoas.

7)      Comunico o evangelho com clareza e de modo eficaz.

8)      Acho natural e fácil confiar em Deus para responder as minhas orações.

9)      Contribuo liberalmente e com alegria para pessoas com necessidades.

10)  Gosto de trabalhar na retaguarda apoiando a tarefa de outras pessoas.

11)  Encaro meu lar como lugar de ministração às pessoas necessitadas.

12)  Recebo pedidos de oração de outras pessoas e oro por eles regularmente.

13)  As pessoas pedem a minha opinião sobre uma passagem ou verdade bíblica.

14)  Consigo motivar pessoas a atingir um alvo.

15)  Identifico-me com as pessoas que estão sofrendo, e desejo ajuda-las no processo de restauração.

16)  Posso falar de maneira a criar convicção e gerar mudança nas vidas dos outros.

17)  Gosto de investir tempo nutrindo e cuidando das pessoas.

18)  Consigo comunicar a Palavra de Deus de modo eficaz.

19)  Frequentemente, as pessoas me procuram para conselho sobre assuntos espirituais ou pessoais.

20)  Sou cuidadoso, completo e habilitado em administrar detalhes.

21)  A ideia de servir em outro país ou comunidade é muito interessante para mim.

22)  Tenho habilidade em trabalhar com vários tipos de ferramentas.

23)  Gosto de desenvolver e utilizar minhas habilidades artísticas (arte, drama, música, fotografia, etc.).

24)  Frequentemente posso discernir o caráter de uma pessoa baseado apenas nas primeiras impressões.

25)  Gosto de encorajar e fortalecer aqueles que estão abatidos.

26)  Procuro regularmente oportunidades de construir relacionamentos íntegros com não-crentes.

27)  Tenho confiança na provisão e ajuda continua de Deus, mesmo em tempos difíceis.

28)  Contribuo com mais que o dízimo para que o trabalho do reino seja realizado.

29)  Gosto de tarefas rotineiras que apoiem o ministério.

30)  Gosto de conhecer pessoas novas e de ajudá-las a se sentirem bem-vindas.

31)  Gosto de passar longos períodos em oração, e recebo direção de Deus quanto ao objeto da intercessão.

32)  Recebo informações do Espírito que não adquiri por meios naturais.

33)  Posso influenciar pessoas e motivá-las a alcançar uma visão.

34)  Consigo apoiar pacientemente aqueles que atravessam experiências dolorosas enquanto tentam normalizar suas vidas.

35)  Sinto-me responsável por confrontar as pessoas com a verdade.

36)  Tenho compaixão pelos crentes que vacilam na fé, e busco protegê-los.

37)  Posso investir tempo estudando, sabendo que a apresentação da verdade fará diferença na vida das pessoas.

38)  Frequentemente encontro soluções simples e práticas em meio a conflito ou confusão.

39)  Sei identificar os alvos e desenvolver estratégias para alcançá-los.

40)  Estou disposto a ter um papel ativo no começo de uma nova igreja.

41)  Gosto de preparar coisas que serão usadas no ministério.

42)  Ajudo pessoas, por meio da expressão artística, a entender melhor a si mesmas, seus relacionamentos e a Deus.

43)  Percebo falsidade ou engano antes que seja evidente para outras pessoas.

44)  Estimulo a esperança nos outros, direcionando-os às promessas de Deus.

45)  Tenho maneiras de adaptar o evangelho para que seja relevante às necessidades da pessoa.

46)  Creio que Deus me ajudará a realizar grandes coisas.

47)  Administro bem minhas finanças para contribuir mais.

48)  Voluntariamente, assumo tarefas “complicadas” na igreja para suprir as necessidades dos outros.

49)  Acredito verdadeiramente que o Senhor me envia desconhecidos para que eu apresente a outras pessoas. (Ou seja, sou um elo entre pessoas que necessitam umas das outras).

50)  Sou consciente da ministração aos outros enquanto oro.

51)  Sou comprometido e disponho de tempo para leitura e estudo das Escrituras, a fim de entender melhor e com precisão as verdades bíblicas.

52)  Sei ajustar meu estilo de liderança para que outros cresçam, dando o melhor de i.

53)  Gosto de ajudar as pessoas que são consideradas inúteis ou sem esperança (casos perdidos).

54)  Contesto ousadamente, as tendências culturais, os ensinos ou eventos que contradizem os princípios bíblicos.

55)  Gosto de ajudar a pessoa como um todo, relacionalmente, emocionalmente, espiritualmente, etc.

56)  Presto muita atenção às palavras, frases e explicações das pessoas que ensinam.

57)  Tenho facilidade de selecionar o modo de agir mais eficaz dentre várias alternativas.

58)  Posso identificar e usar os recursos necessários para realizar eficientemente uma tarefa.

59)  Tenho facilidade em me adaptar a culturas e ambientes diferentes.

60)  Posso visualizar como algo deverá ser construído antes de fazê-lo.

61)  Gosto de encontrar maneiras novas e interessantes para comunicar a verdade de Deus.

62)  Percebo as coisas certas ou erradas nas diversas situações.

63)  Tento encorajar as pessoas que precisam dar passos ousados na sua fé, família ou vida.

64)  Convido descrentes a aceitar Cristo como Salvador.

65)  Confio em Deus, nas circunstâncias onde o sucesso não pode ser garantido somente pelo esforço humano.

66)  Quero controlar meu estilo de vida para que possa contribuir com um percentual maior da minha renda.

67)  Vejo um significado espiritual em realizar coisas práticas.

68)  Gosto de criar um ambiente onde as pessoas não se sintam sozinhas.

69)  Oro com confiança sabendo que Deus age em resposta às orações.

70)  Tenho discernimento ou simplesmente sei que certas coisas são verdadeiras.

71)  Sei estabelecer alvos e organizar pessoas e recursos para alcança-los de forma eficiente.

72)  Tenho grande compaixão pelas pessoas que sofrem.

73)  Vejo a maioria das ações como certas ou erradas, e sinto-me na obrigação de corrigir as erradas.

74)  Posso proporcionar às pessoas apoio e atenção a longo prazo.

75)  Gosto de estudar a Bíblia sistematicamente.

76)  Posso antecipar prováveis consequências da ação de um indivíduo ou de um grupo.

77)  Gosto de ajudar organizações ou grupos a se tornar mais eficientes.

78)  Sei me relacionar com outras pessoas respeitando as diferenças culturais.

79)  Honro a Deus com minhas habilidades artesanais.

80)  Utilizo várias expressões artísticas para comunicar a verdade de Deus.

81)  Recebo confirmação de outras pessoas quanto à confiança em meu discernimento ou percepção.

82)  Fortaleço aqueles que estão vacilando na fé.

83)  Falo abertamente que sou crente e gosto que as pessoas perguntem acerca da minha fé.

84)  Diariamente tenho plena certeza da presença e ação de Deus em minha vida.

85)  Fico contente em saber que minha contribuição financeira é significativa na vida e no ministério do povo de Deus.

86)  Gosto de achar tarefas pequenas para fazer, e frequentemente as faço sem ninguém pedir.

87)  Goste de receber pessoas em minha casa.

88)  Às vezes sei coisas sobre outras pessoas, sem saber exatamente como obtive tal informação.

89)  Às vezes conheço algo sobre outras pessoas, sem saber exatamente como obtive tal informação.

90)  Estimulo outras pessoas a superarem seus limites.

91)  Posso enxergar além das deficiências e problemas de uma pessoa, e ver uma vida com a qual Deus se importa.

92)  Gosto de pessoas honestas e que falam a verdade.

93)  Gosto de dar direção e apoio prático a um grupo pequeno.

94)  Sei comunicar as Escrituras de forma que os ouvintes estejam motivados a estudas e aprender mais.

95)  Dou conselhos práticos capazes de ajudar as pessoas que se encontram em situações difíceis.

96)  Gosto de aprender como as organizações funcionam.

97)  Gosto de iniciar novos empreendimentos.

98)  Tenho jeito para trabalhar com as mãos e gosto de fazer isso.

99)  Sou criativo e tenho imaginação.

100)     Sei identificar pregações, ensino ou comunicação que não estão de acordo com a verdade bíblica.

101)     Gosto de motivar as pessoas a dar passos de crescimento espiritual.

102)     Digo aberta e claramente o que Cristo fez por mim.

103)     Normalmente desafio as pessoas a confiar em Deus.

104)     Contribuo liberalmente devido ao meu compromisso como mordomo de Cristo.

105)     Sinto-me bem sendo colaborador e ajudando as pessoas a fazer suas tarefas de forma eficiente.

106)     Faço o que for possível para que as pessoas se sintam parte do grupo.

107)     Sinto-me honrado quando alguém me pede oração.

108)     Enquanto leio ou estudo a Bíblia, descubro verdades bíblicas importantes que beneficiam outros no corpo de Cristo.

109)     Sei expor uma visão de modo que as pessoas sintam-se motivadas a participar do empreendimento.

110)     Gosto de trazer esperança e alegria às pessoas que se encontram em situações difíceis.

111)     Proclamarei a verdade de Deus mesmo em lugares onde ela não for popular ou aceita.

112)     Consigo ajudar os desviados a voltarem para Cristo.

113)     Sei passar às pessoas informações e habilidades num nível que seja fácil de compreender e aplicar.

114)     Posso aplicar verdades bíblicas de modo que outros achem prático e eficaz.

115)     Consigo conceber um evento a ser realizado, antecipando os problemas e imaginando formas de resolvê-los.

116)     Posso administrar e supervisionar vários ministérios da igreja.

117)     Posso planejar e construir coisas que ajudam a igreja.

118)     Regularmente preciso estar a sós para refletir e desenvolver minha imaginação.

119)     Posso perceber quando poderes demoníacos estão agindo em uma situação ou pessoa.

120)     Posso desafiar ou repreender as pessoas para estimular o crescimento espiritual delas.

121)     Procuro oportunidades para conversar com descrentes sobre coisas espirituais.

122)     Posso ir em frente, apesar da oposição ou falta de apoio, quando percebo a bênção de Deus sobre um empreendimento.

123)     Acredito que o Senhor tem me dado recursos em abundância para que eu possa contribuir mais para a obra do reino.

124)     Estou disposto a utilizar meus talentos (naturais ou adquiridos) para ajudar conforme for necessário, fazendo isso com muita alegria.

125)     Consigo levar as pessoas se sentirem à vontade em ambientes desconhecidos.

126)     Frequentemente vejo resultados específicos como respostas diretas das minhas orações.

127)     Compartilho confiantemente meu conhecimento e minhas percepções com os outros.

128)     Enxergo para onde devemos ir, e sei planejar os passos para chegarmos lá.

129)     Gosto de fazer algo prático por pessoas necessitadas.

130)     Quando percebo uma situação de pecado, sinto-me compelido a denunciá-lo e admoestar as pessoas envolvidas ao arrependimento.

131)     Gosto de nutrir as pessoas em processo de crescimento espiritual, com paciência, mas com firmeza.

132)     Gosto de dar explicação às pessoas sobre assuntos que possam fazê-las crescer pessoal e espiritualmente.

133)     Penso em soluções de problemas que normalmente as pessoas não pensam.

 

1 – Analisando o Levantamento dos Dons

Tornar ainda mais claro seu dom espiritual prioritário usando o levantamento que você fez de seu dom espiritual. Para isso siga as instruções abaixo:

 

1.    Retorne no exercício do Levantamento dos Dons Espirituais e verifique aqueles que se destacaram como seus principais dons.

2.    Retorne aos estudos “Conhecendo os Dons Um a Um” e enquanto lê as informações sobre seu principal dom, assinale os itens que se apliquem a você.

3.    Se você começar a sentir que os itens não estão muito de acordo com sua descrição, então selecione o segundo maior dom de sua lista e veja se melhor se enquadra a você. Se necessário selecione o terceiro maior dom de sua lista.

 

2 – Compartilhe Sua Descoberta

Esclareça o seu dom espiritual compartilhando os seguintes pontos com seu grupo:

·      Qual é o seu dom principal e por que você chegou a essa conclusão?

·      Quais os cuidados que você deve tomar no uso desse dom?

·      Você descobriu algo novo a respeito de seu dom que não conhecia?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

20. COMO DEVO AGIR DE MODO A FAZER DIFERENÇA?

 

1 – Revisão

Até agora nós vimos por que devemos servir: para glorificar a Deus e edificar aos outros.

Nós começamos a ver como temos que servir, através de nosso perfil de servo (paixão, dons espirituais e estilo pessoal).

Nós aprendemos que a paixão responde a pergunta “onde” servir? Os dons espirituais respondem a pergunta “o que devo fazer?”. Meu estilo pessoal irá definir a pergunta “como farei?”.

Aprendemos também que os dons são capacitações especiais distribuídas pelo Espírito Santo a todo crente de acordo com o desígnio e a graça de Deus para um fim proveitoso do Corpo de Cristo.

Em nosso último encontro você teve a oportunidade de fazer um Levantamento de seu Dom Espiritual.

 

2 – Alguns Cuidados Com Respeito aos Dons

A.  Projeção de expectativa

Quando uma pessoa está projetando seu Dom Espiritual sobre outros, aquela pessoa está dizendo: “Faça como eu faço”. Quando nós temos um Dom Espiritual singular, é fácil para nós esperarmos que os outros sirvam tão eficientemente naquela área como nós.

Nós todos temos dons espirituais diferentes de acordo com a graça que nos foi dada (Rm 12.6).

·      Exemplo 1: Aqueles que têm o dom da misericórdia podem criticar os outros por não ministrarem mais às pessoas necessitadas.

·      Exemplo 2: Uma pessoa que tem o dom de evangelista, criticando alguém por não fazer mais evangelismo.

 

B.  Exaltação

A exaltação leva a pessoa a dizer: “Meu dom espiritual é mais importante do que o seu”. Existe uma tentação de manter nosso dom espiritual num nível elevado que seja mais útil ao corpo do que outros dons espirituais. Nós desejamos, no fundo, ter um tratamento especial. Estamos sempre na expectativa de sermos reconhecidos e aplaudidos. Muitas vezes para valorizar nosso dom, o fazemos desvalorizando os dos outros. Todos os dons são importantes no corpo (1Co 12.21).

 

C.  Rejeição

A rejeição do dom espiritual leva a pessoa a dizer: “Eu não tenho um dom espiritual”. Se negarmos a verdade e não aceitarmos os dons espirituais de Deus, nós frustraremos Seu trabalho no mundo por meio de nós. Ele cuidadosamente selecionou que dom espiritual Ele queria que cada um de nós tivesse (1Co 12.11).

 

Quando nós “projetamos”, “exaltamos” ou “rejeitamos” o dom que nos foi dado, não glorificamos a Deus e nem edificamos aos outros.

Devemos respeitar as diferenças existentes entre os dons para que todo o corpo (igreja) se beneficie dessa diversidade. Buscaremos ilustrar esta verdade através de uma história chamada “Escola dos Bichos”.

 

Escola dos Bichos: Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola. Para isso reuniram-se e começaram a escolher as disciplinas. O Pássaro insistiu para que houvesse aulas de voo. O Esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental. E o Coelho queria de qualquer jeito que a corrida fosse incluída. E assim foi feito, incluíram tudo, mas… cometeram um grande erro. Insistiram para que todos os bichos praticassem todos os cursos oferecidos. O Coelho foi magnífico na corrida, ninguém corria como ele. Mas queriam ensiná-lo a nadar.

Colocaram-no numa lagoa e disseram: “Nada, Coelho”. Ele tentou até que suas pernas começaram a contrair de dor e por pouco não morreu afogado. Agora não conseguia nem nadar e nem correr.

O Pássaro voava como nenhum outro, mas o obrigaram a cavar buracos como uma toupeira. Quebrou o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, e nem mais cavar buracos.

O Esquilo escalava árvores como ninguém, mas exigiram que ele voasse. Coitadinho, ele se jogou de uma árvore e caiu com a cara no chão. Pluft! Esse foi o barulho que se ouviu quando o seu corpo atingiu o chão. Uma de suas perninhas se quebrou. Agora já não conseguia subir nas árvores e nem voar.

 

Lição da Escola dos Bichos

Todos nós somos diferentes uns dos outros e cada um tem uma ou mais qualidades próprias. Não podemos exigir ou forçar para que as outras pessoas sejam parecidas conosco ou tenham nossas qualidades. Nem todos são apóstolos, mestres, administradores, etc..

Se assim agirmos, acabaremos fazendo com que elas sofram, e no final, elas poderão não ser o que queríamos que fossem e ainda pior, elas poderão não mais ter ânimo de fazer o que faziam bem feito.

Devemos valorizar o que as pessoas fazem bem e ajuda-las a melhorar no que elas já são boas, em vez de exigir que aprendam a fazer o que não foram feitas para fazer.

·      Respeitar as diferenças é amar as pessoas como elas são.

 

3 – Combinando Dons à Paixão

O que vamos fazer agora é olhar nossos dons espirituais através da lente de nossas paixões.

No quadro abaixo Roberto, Natália e Francisco possuem a mesma paixão, mas com diferentes dons espirituais. A diferença existente entre os dons espirituais leva-os a servirem de formas diferentes, dentro do mesmo ministério (Ministério de Assistência a Crianças Problemáticas).

 

 

Paixão

Onde?

Dons ou Talentos

O Que?

Estilo Pessoal

Como?

Onde? O Que? Como?

Roberto

Filhos em situações difíceis

Administração

Organizar

coordenar

planejar

Extrovertida/ Introvertida

Ambivertido

·     Organizar eventos para crianças

·     Coordenar aulas e treinamentos

·     Facilitar recursos e pessoas para suprir necessidades

Natália

Filhos em situações difíceis

Contribuição

Investir

Doar

Patrocinar

Extrovertida/ Introvertida

Ambivertido

·     Patrocinar um programa e material

·     Adotar uma criança ou uma família

·     Financiar treinamento para obreiros e voluntários

Francisco

Filhos em situações difíceis

Ensino

Ensino

Liderar

Extrovertida/ Introvertida

Ambivertido

·     Ensinar pais e responsáveis

·     Liderar um estudo

·    Ambivertido é uma pessoa extrovertida e introvertida ao mesmo tempo.

 

No quadro abaixo nós temos pessoas com paixões diferentes, por isso, servindo em ministérios diferentes, mas com o mesmo dom. Podemos compreender que exercem a mesma função em ministérios diferentes.

 

 

 

Paixão

Onde?

Dons ou Talentos

O Que?

Estilo Pessoal

Como?

Onde? O Que? Como?

Chico

Pessoas idosas

Ensino

Liderar

Orientar

Aconselhar

Extrovertida/Introvertida

Ambivertido

·     Liderar um GP de idosos

·     Liderar um estudo bíblico em um asilo

·     Dar aula na EBD para idosos

Conceição

Pessoas sem teto

Ensino

Liderar

Extrovertida/Introvertida

Ambivertido

·     Liderar estudos em abrigos

·     Ensinar na EBD sobre os sem teto

Ana

Discipulado

Ensino

Liderar

Orientar

Aconselhar

Extrovertida/Introvertida

Ambivertido

·     Liderar um GP

·     Ser um mentor espiritual

·     Escrever treinamento para auto-estudo

 

 

 

Exercícios:

Agora é sua vez! Escreva no quadro abaixo:

 

Seu Nome

Paixão

Onde?

Dons ou Talentos

O Que?

Estilo Pessoal

Como?

Onde? O Que? Como?

 

 

 

·      

 

·      

 

·      

 

 

2 - Escreva abaixo em quais ministérios de sua igreja você acha que poderia contribuir.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

21. O QUE O AMOR TEM A VER COM ISSO?

 

Objetivo:

·         Listar os resultados de servir com amor e sem amor.

·         Reafirmarmos as diferenças entre ocupação e ministério.

 

1 – Amor e Serviço

Nós estudamos em 1 Coríntios 12 sobre o Corpo de Cristo e os Dons Espirituais. O capítulo 12 conclui com as seguintes palavras:

31b Passo agora a mostrar-lhes um caminho ainda mais excelente. (1 Coríntios 12.31b)

Em 1 Coríntios 12 aprendemos que Deus capacitou cada um de nós para determinados serviços, dando a nós dons e habilidades para que pudéssemos ser participantes na edificação de Sua Igreja. No capítulo 13 veremos como devemos servir. O texto nos mostrará um caminho sobremodo excelente de servir, o amor.

1 Coríntios 13 foi escrito no contexto do serviço ministerial, embora nós o usamos muito para cerimônias de casamento. Deus está preocupado em como usamos nossos dons, em como servimos uns aos outros.

1 Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine. 2 Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, mas não tiver amor, nada serei. 3 Ainda que eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser queimado, mas não tiver amor, nada disso me valerá. (1 Coríntios 13.1-3)

Todos os dons espirituais, todas as ações e palavras sem amor, não refletem o caráter de Deus, nem causam impacto no Reino de Deus. Você pode até dar alimento, mas ele não passará do sustento material, não terá impacto para a eternidade, se não houver amor.

Você pode fazer muitas coisas na ou para igreja, mas se você não estiver fazendo com amor, nada significarão. Os dons expressados sem amor não refletem o caráter de Deus, nem causam impacto para o reino de Deus.

O amor descrito neste capítulo é o amor “ágape”. É o amor sem ego, que busca fazer o melhor para o outro. Que se lança ao outro sem medo e sem esperar nada em troca. Que doa de si, mesmo se não sobrar nada para si.

4 O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. 5 Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. 6 O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. 7 Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. (1 Coríntios 13.4-7)

 

2 – Ocupação e Ministério

O que move você a servir? É disso que estamos falando agora.

Ocupação é servir sem amor, é servir em troca de uma remuneração.

Ministério é servir por amor, é servir sem esperar nada em troca.

Ocupação é aquele serviço que você faz porque é obrigado a fazer. Ex.: Imagine um prisioneiro limpando um jardim. Ele vai devagar, quase parando, em cada etapa do seu trabalho. Ele não faz aquilo motivado, pelo contrário não tem entusiasmo nenhum, mas o faz e o faz por dever.

Poderíamos pensar em alguns funcionários públicos, não em todos é claro! Mas um bom número deles trabalham por ocupação. Escolheram aquele trabalho pelo dinheiro ou pela aposentadoria, e não porque viam nele o lugar para servirem com seus dons e habilidades.

Ministério é aquele serviço que prestamos por entender que ele é essencial a nós (temos a oportunidade de usarmos nossos dons e habilidades – nos sentimos uteis) e aos outros (fazemos o bem aos que nos cercam). O ministério não é uma imposição, nasce da compreensão que temos capacidade de fazer algo pelo bem de outros, em amor, e desta forma servimos a Deus, servindo a comunidade.

Imagine estudantes limpando o jardim, voluntariamente, movidos pelo bem-estar de sua cidade ou comunidade. O entusiasmo é grande. O sentimento de fazer o bem os move.

Pense em um funcionário que escolheu realizar uma tarefa visando servir as pessoas por meio daquela tarefa. Acreditando que seu trabalho pode transformar vidas. O entusiasmo é diferente. Sua forma de atender é diferente.

A diferença entre os grupos está no propósito. É como cada grupo vê sua tarefa. Os prisioneiros não estão nem aí se irão terminar um dia de limpar o jardim. Não veem aquilo como propósito e sim como uma pena. Os estudantes logo limparão todo o jardim, pois veem ali um propósito maior, o de oferecer a comunidade, um lugar para brincarem com suas crianças, ou buscam oferecer um lugar limpo onde o ar se torne mais puro e todos se beneficiem do mesmo.

 

2 – Qual é a Sua Motivação Para Servir?

Na ocupação serve-se por obrigação. No ministério serve-se por amor a Deus e obediência.

Na ocupação serve-se para que os outros vejam. No ministério serve-se para que Deus veja.

Na ocupação serve-se com a atitude “não é meu trabalho”. No ministério serve-se com a atitude “eis-me aqui”.

Na ocupação serve-se pensando: “primeiro eu”. No ministério serve-se pensando: “primeiro Deus”.

Na ocupação serve-se dizendo: “eu fiz”. Orgulho de si. No ministério serve-se dizendo: “Deus fez. Ele me deu força e capacidade”. Humildade.

Na ocupação busca-se glória para si. No ministério busca-se glorificar a Deus.

 

Exercícios:

1 – Onde você está servindo atualmente? (considere o que faz todos os dias e o que faz na igreja ou em outro lugar)

 

 

2 – O que o motiva nestes serviços? Qual a razão que o move a continuar servindo nestes lugares?

 

 

3 – Como você poderia melhorar sua motivação para os serviços que tem prestado?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

22. COMO POSSO FAZER ISTO NO MEU ESTILO?

 

Precisamos compreender que nosso perfil, nosso estilo pessoal, nosso jeito de ser também contribuirá significativamente em nosso serviço.

 

13 Tu criaste o íntimo do meu ser e me teceste no ventre de minha mãe. 14 Eu te louvo porque me fizeste de modo especial e admirável. Tuas obras são maravilhosas! Disso tenho plena certeza. 15 Meus ossos não estavam escondidos de ti quando em secreto fui formado e entretecido como nas profundezas da terra. 16 Os teus olhos viram o meu embrião; todos os dias determinados para mim foram escritos no teu livro antes de qualquer deles existir. (Salmos 139.13-16)

 

1 – Características do Estilo Pessoal (perfil)

·      O Estilo Pessoal é dado por Deus

Deus nos criou, e não somente no que diz fisicamente, mas o íntimo do nosso ser. Deus está no controle de nossas histórias, não é responsável por tudo o que diz respeito a nossa história, mas de alguma forma, Ele usa o que nos tornamos para servi-lo. Nossas histórias e nossas personalidades acabam determinando nosso Estilo Pessoal.

·      Não há Estilo Pessoal (perfil) certo ou errado

Faça uma experiência agora. Pegue uma caneta e escreva seu nome em uma folha em branco. Agora escreva seu nome com a outra mão. Como se sentiu? Nenhuma das formas que você escreveu seu nome estava errado, contudo, uma dessas forma não é natural para você.

Quando se trata de se relacionar com o mundo, não existe um Estilo Pessoal certou ou errado. Somos diferentes, nossas histórias e personalidades nos fizeram diferentes e com isso temos maneiras diferentes de tratarmos uns com os outros e de respondermos a estímulos. Alguns são mais tímidos, outros mais extrovertidos. Alguns mais lógicos e outros mais aventureiros. Alguns mais sistemáticos e outros mais desorganizados.

 

Vimos que nosso estilo pessoal é dado por Deus e que não há um estilo pessoal certo ou errado. Nosso estilo pessoal nos responde à pergunta “como” somos designados a servir. Quando conhecemos nosso estilo pessoal (nosso perfil), podemos procurar oportunidades de serviço onde mais facilmente nos “encaixamos”.

Em busca de conhecer melhor o seu perfil queremos que você responda as duas perguntas abaixo.

 

2 – Como Você se Motiva?

Algumas pessoas são motivadas pelas tarefas e outras são motivadas pelas pessoas.

a)    Tarefas – a cada tarefa cumprida você se sente realizado? Tarefas não cumpridas te deixam para baixo?

b)   Pessoas – os relacionamentos motivam suas ações? Gosta de trabalhar com equipe?

 

Obs.: Isso não quer dizer que o pessoal motivado pelas pessoas não estejam preocupado com a realização de tarefas, ou que as pessoas motivadas pelas tarefas não estejam preocupadas com relacionamentos. É mais uma questão de prioridade.

 

Se você é motivado por tarefas o conteúdo principal do seu ministério deve ser cumprir tarefas que beneficiem aos outros. Seu enfoque deve ser cumprir tarefas.

 

Se você é motivado por pessoas o conteúdo principal de seu ministério deve incluir pessoas. Seu enfoque deve ser relacionamentos.

 

3 – Como Você se Organiza?

Algumas pessoas são muito estruturadas e outras não-estruturadas.

a)    Não-estruturadas são aquelas que preferem ter várias opções, são mais flexíveis. São inclinados a se mover entre uma variedade de atividades. Quando vão viajar não levam mapas, não estabelecem horários e nem paradas.

Suas posições no ministério devem ser mais genéricas e seus relacionamentos mais espontâneos.

b)   Estruturadas são aquelas que preferem planejar e seguir instruções ordenadas. São mais detalhistas. Quando vão viajar levam mapas, estabelecem horários e paradas.

Suas posições no ministério devem ser mais específicas e seus relacionamentos mais formais.

 

Obs.: Ambos estruturadas e não-estruturadas valorizam o ser organizado, mas cada um tem uma abordagem diferente sobre organização.

 

4 – Como Devo Servir?

Considerando o Estilo Pessoal apresentado em nosso estudo, você pode se enquadrar dentro de quatro categorias:

1.    Tarefa / Não-estruturado – Gosta de diretrizes gerais, versatilidade, ajudar quando for necessário e de resultados concretos. Irá procurar ministérios que possibilite uma variedade de responsabilidades ou tarefas (contar ofertas, voluntário de preparação de salas, técnico de som, etc.).

2.    Tarefa / Estruturado – Gosta de fazer a tarefa até o fim, focalizar os resultados, seguir uma agenda e gosta de receber orientações claras. Irá procurar ministérios que possibilite saber exatamente o que vai fazer e como vai fazer (Organizar eventos, ser voluntários em atividades especiais da igreja).

3.    Pessoa / Não-estruturado – Gosta de situações espontâneas, é muito comunicativo, relaciona-se bem e tende a ser flexível. Irá se adaptar em ministérios que dê liberdade de corresponder espontaneamente com pessoas (Líder de ministério ou GP – dará maior liberdade para conversas; visitação em hospitais, etc.).

4.    Pessoa / Estruturado – Gosta de relacionamentos definidos, de sentir-se seguro em um ambiente mais intimo, do calor humano oriundo da execução de um projeto. Irá se adaptar em ministérios que lhe capacitará a interagir com pessoas em situações mais definidas (Líder de Ministério ou GP – será mais focado; aconselhamento com casais, projetos sociais, etc.).

 

Quando nós falamos sobre o Estilo Pessoal, há um grande perigo de usarmos nossos Estilos Pessoais para desculpar nosso comportamento. O Estilo Pessoal EXPLICA nosso comportamento, mas não o JUSTIFICA.

Não temos o direito de dizer: “Esta é a minha maneira de ser, e eu não tenho que ser sensível aos outros. Não tenho que mudar minha maneira de ser para atender as necessidades dos outros”. Isso é um grande erro. Muitas vezes precisamos mudar nossa maneira de ser para que os outros possam conhecer o amor de Deus através de nós.

Não podemos ignorar a realidade de que nosso perfil, nosso estilo pessoal sofreu diversas interferências por conta do pecado que reina sobre nós e sobre o mundo, por isso precisamos reconhecer nosso estilo pessoal e retirarmos com a ajuda do Espírito Santo as influências erradas que afetaram nossa personalidade para o mal.

 

Exercícios:

1 – Qual dos quadrantes você acha que se encaixa melhor com seu perfil?

a)    Tarefa / Não-estruturado

b)    Tarefa / Estruturado

c)    Pessoa / Não-estruturado

d)   Pessoa / Estruturado

 

2 – Preencha novamente este quadro considerando a resposta do exercício anterior.

 

Paixão

Onde?

Dons

O Que?

Estilo Pessoal

Como?

Ministérios

O que gostaria de fazer?

 

 

 

·      

 

·      

 

·      

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

23. SERVIR É PARA A VIDA TODA!

 

1 – Serviço é Para a Vida Toda

10 Cada um exerça o dom que recebeu para servir aos outros, administrando fielmente a graça de Deus em suas múltiplas formas. (1 Pedro 4.10 - NVI)

 

10 Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus. (1 Pe 4.10 - ARA)

 

Nós devemos servir durante toda a nossa vida. Nós não fomos chamados a ser servos temporários onde “cada um tem a sua vez” ou “participar de um rodízio, entrando e saindo”.

Nós devemos servir durante a vida toda, pois nosso serviço é expressão de nossa adoração a Deus. Não adoramos até o momento que achamos suficiente, da mesma forma nosso serviço. É verdade que algumas tarefas com o passar dos anos talvez já não serão possíveis, mas poderemos continuar servindo a Deus de outras formas.

Ser mordomo de Jesus Cristo é uma exigência que durará toda uma vida, e devemos servir com responsabilidade. Na parábola dos talentos (Mt 25.14-30), Jesus recompensa aqueles que praticam uma administração sábia daquilo que lhes foi dado.

 

2 – Contribuição Individual e Contribuição Comunitária

Existem duas maneiras através das quais podemos servir por toda a nossa vida. Uma é dando uma CONTRIBUIÇÃO INDIVIDUAL e outra é dando uma CONTRIBUIÇÃO COMUNITÁRIA.

·       Sua contribuição individual é servir de uma maneira que expresse seu perfil de servo, sua Paixão, Dons e Estilo Pessoal. Essa contribuição corresponde ao exercício de sua vocação.

·       Sua contribuição comunitária envolve as responsabilidades contínuas da igreja local de prover um lugar de adoração e ministério para que pessoas possam contribuir individualmente.

Para exemplificar, considere uma família típica. Alguém precisa cortar a grama, comprar comida, lavar roupa, arrumar as camas, passar as roupas, jogar fora o lixo, passear com o cachorro, etc. Estas são tarefas que precisam ser realizadas para que a casa funcione bem. Todos os membros da família precisam dar uma força e assumir algumas das responsabilidades, ainda que estas não tenham nada a ver com suas habilidades. O mesmo acontece na família de Deus.

Toda igreja tem coisas que precisam ser feitas numa base regular, de forma que adoração e ministério possam acontecer. Pode ser que não se encaixem especificamente ao Perfil de Servo de uma pessoa, mas ainda precisam ser realizadas.

Dois fatores principais afetam sua capacidade de dar uma contribuição individual ou comunitária. São eles:

·         Disponibilidade

o  A disponibilidade é influenciada pela forma como nós nos comprometemos em usar o nosso tempo. Quem está no controle de sua agenda?

o  Nossa disponibilidade poderá afetar onde e como podemos melhor servir.

o  Lembre-se que servir para nós não é opcional. Existimos para servirmos a Deus. Portanto precisamos equilibrar nossas agendas, de forma que possamos servir a Deus nas mais diversas áreas de nossas vidas.

·         Maturidade Espiritual

o  Nós estamos numa jornada. Estamos todos em diferentes lugares ao longo do caminho. Alguns já percorreram distâncias maiores que outros. Pensando em jornada espiritual, não são os anos de conversão que determinam o quanto uma pessoa percorreu nessa jornada, mas o tempo de reflexão, aplicação e obediência a Palavra aprendida.

Embora eu possa ter o dom do ensino, possa não estar apto ainda para exercê-lo na comunidade, sendo novo na fé, ainda não tenho maturidade espiritual necessária para o exercício desse dom.

 

Obs.: Pode ser que haja certos fatores em um determinado período ou estágio da vida que tornam difícil nós darmos nossa contribuição individual.  Por exemplo: Uma mulher que gerou um filho recentemente. Mas isto não deve nos levar a desprezar a oportunidade de darmos uma contribuição comunitária.

 

Diante tudo que aprendeu você precisa responder a seguinte pergunta: Vou servir da forma singular para qual fui chamado?

Não se deixe ser vencido pelo inimigo, nem pelo mundo e nem pela carne. Estes tentarão te desanimar e te distrair. Mas lembre-se você existe para glorificar a Deus, e você o glorifica edificando outras pessoas. Você edifica servindo com seu dom em um ministério, onde possa potencializar sua paixão. Vá e sirva! Contribua individualmente e comunitariamente. Deus o abençoe!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

24. RESPOSTAS EXERCÍCIOS

 

1. O VALOR DO TRABALHO EM EQUIPE

Exercício 1 – complete – pág. 7

R.: Frutíferos e Realizados

 

2. A VIDA SÓ TEM SENTIDO QUANDO SERVIMOS

Exercício 1 – pág. 9

R.: Para glorificar a Deus e Para glorificar aos outros

 

Exercício 2 – complete – pág. 9

1 – amar a Deus

2 – amar uns aos outros

 

3. COMO DEVEMOS SERVIR?

Exercícios para completar – pág. 13

1 – onde

2 – o que

3 – como

 

6. VOCÊ NÃO É IGUAL A MIM

Exercícios (vídeo) – pág. 22

1 – Não. São de espécies diferentes.

2 – Sim. Inicialmente não, mas acabam se entendendo.

3 – Sim. Estão todos em busca da sobrevivência.

4 – Sim. Terminam se ajudando.

 

7. INTERDEPENDÊNCIA DOS CRENTES

Exercícios – pág. 24

1 - Medo de falhar, orgulho, indiferença, baixa autoestima, etc.

 

8. IDENTIFICANDO OS DONS

Exercícios – pág. 26-28

 

Passagem bíblica

Dons mencionados

8 Pelo Espírito, a um é dada a palavra de sabedoria; a outro, a palavra de conhecimento, pelo mesmo Espírito;

9 a outro, fé, pelo mesmo Espírito; a outro, dons de cura, pelo único Espírito;

10 a outro, poder para operar milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a outro, variedade de línguas; e ainda a outro, interpretação de línguas.    (1 Coríntios 12.8-10)

1. Palavra de Sabedoria

2. Palavra de Conhecimento/Ciência

3. Fé

4. Dom de Curar

5. Operação de Milagres

6. Profecia

7. Discernimento de Espíritos

8. Variedades de Línguas

9. Interpretação de Línguas

28 Assim, na igreja, Deus estabeleceu primeiramente apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro lugar, mestres; depois os que realizam milagres, os que têm dom de curar, os que têm dom de prestar ajuda, os que têm dons de administração e os que falam diversas línguas.

                                                  (1 Coríntios 12.28)

 

10. Apostolado

11. Profeta

12. Ensino

13. Socorro

14. Administração

 

Passagem bíblica

Dons mencionados

6 Temos diferentes dons, de acordo com a graça que nos foi dada. Se alguém tem o dom de profetizar, use-o na proporção da sua fé.

7 Se o seu dom é servir, sirva; se é ensinar, ensine;

8 se é dar ânimo, que assim faça; se é contribuir, que contribua generosamente; se é exercer liderança, que a exerça com zelo; se é mostrar misericórdia, que o faça com alegria.                              

                                                  (Romanos 12.6-8)

 

15. Exortação

16. Contribuição

17. Liderança

18. Misericórdia

11 E ele designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres,               (Efésios 4.11)

19. Evangelismo

20. Pastorado-mestre

 

Passagem bíblica

Dons mencionados

9 Sejam mutuamente hospitaleiros, sem reclamação.
10 Cada um exerça o dom que recebeu para servir aos outros, administrando fielmente a graça de Deus em suas múltiplas formas.  (1 Pedro 4.9-10)

 

 

21. Hospitalidade

3 e o enchi do Espírito de Deus, dando-lhes destreza, habilidade e plena capacidade artística

4 para desenhar e executar trabalhos em ouro, prata e bronze,

5 para talhar e esculpir pedras, para entalhar madeira e executar todo tipo de obra artesanal.                              

                                                        (Êxodo 31.3-5)

 

 

22. Artesanato

 

Passagem bíblica

Dons mencionados

1 Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ação de graças por todos os homens;

2 pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranqüila e pacífica, com toda a piedade e dignidade.

                                                    (1 Timóteo 2.1,2)

 

 

23. Intercessão

1 Aleluia! Louvem a Deus no seu santuário, louvem-no no seu poderoso firmamento.

2 Louvem-no pelos seus feitos poderosos, louvem-no segundo a imensidão de sua grandeza!

3 Louvem-no ao som de trombeta, louvem-no com a lira e a harpa,

4 louvem-no com tamborins e danças, louvem-no com instrumentos de cordas e com flautas,

5 louvem-no com címbalos sonoros, louvem-no com címbalos ressonantes.      (Salmos 150.1-5)

 

 

24. Comunicação Criativa

          (música e dança)

 

 

 

 

18. COMBINANDO OS DONS COM SUAS CARACTERÍSTICAS

Exercícios págs. 59-66

 

GRUPO 1

 

Característica

Dom Espiritual

A

É a capacitação divina para começar a supervisionar o desenvolvimento de novas igrejas ou ministérios. As pessoas com este dom iniciam e estabelecem novos ministérios ou igrejas; adaptam-se às condições do ambiente por serem culturalmente sensíveis e abertas; desejam ministrar às pessoas não-alcançadas em outras comunidades ou países; assumem responsabilidades de supervisão sobre ministérios ou grupos de igrejas; demonstram autoridade e visão quanto à missão da Igreja.

5.       Administração

 

Combina com a letra:

 

B

(administração)

 

Contribui para/com:

 

Eficiência

 

 

GRUPO 1

 

Característica

Dom Espiritual

B

É a capacitação divina para entender o que faz uma organização funcionar, e uma habilidade especial para planejar e executar os procedimentos que alcançam os alvos do ministério. As pessoas com este dom desenvolvem estratégias ou planos para realizar alvos previamente identificados; auxiliam os ministérios a se tornarem mais eficientes; colocam ordem no caos organizacional; gerenciam ou coordenam as várias responsabilidades para o cumprimento de uma tarefa; organizam pessoas, tarefas ou eventos.

6.       Apostolado

 

Combina com a letra:

 

                 A

 

Contribui para/com:

 

    Novos ministérios

 

 

GRUPO 1

 

Característica

Dom Espiritual

C

É a capacitação divina para distinguir entre a verdade e a mentira, discernir os espíritos, diferenciar entre o bem e o mal, certo e errado. As pessoas com este dom distinguem a verdade da mentira, o bem do mal, motivos puros, de impuros; identificam atitudes enganosas em outras pessoas com precisão e de forma apropriada; determinam se uma mensagem atribuída a Deus é autêntica; reconhecem incoerências no ensino na mensagem profética ou na interpretação; podem sentir a presença do mal.

7.       Artesanato

 

Combina com a letra:

 

                 D

 

Contribui para/com:

 

         Suprimento

 

 

GRUPO 1

 

Característica

Dom Espiritual

D

É a capacitação divina para elaborar ou construir criativamente itens a serem usados no ministério. As pessoas com este dom trabalham com madeira, tecido, tintas, metal, vidro ou outras matérias-primas; fazem coisas que aumentam a eficácia do seu e de outros ministérios; gostam de servir com trabalhos manuais e suprir necessidades tangíveis; são hábeis no manuseio de variadas ferramentas artesanais.

8.       Comunicação criativa

 

Combina com a letra:

 

                 F

 

Contribui para/com:

 

    Expressões artísticas

 

 

 

 

GRUPO 1

 

Característica

Dom Espiritual

E

É a capacidade divina para apresentar a verdade, de modo a fortalecer, consolar ou estimular os que estão desmotivados ou titubeantes na fé, de volta à ação. As pessoas com este dom se aproximam dos que estão desanimados para fortalecê-los e firma-los; desafiam, consolam ou confrontam os outros a fim de que confiem e esperem nas promessas de Deus; estimulam outros à ação por aplicar a verdade bíblica; motivam pessoas a crescer; enfatizam as promessas de Deus e a confiança em sua vontade.

6.       Discernimento

 

Combina com a letra:

 

                C

 

Contribui para/com:

 

            Clareza

 

 

GRUPO 1

 

Característica

Dom Espiritual

F

É a capacitação divina para expressar a verdade de Deus por meio de várias formas de arte. As pessoas com este dom usam as artes para comunicar a verdade de Deus; desenvolvem e utilizam habilidades artísticas como drama, literatura, música, pintura, dança, etc.; usam comunicação e criatividade para atrair pessoas e fazê-las considerar a mensagem de Cristo; desafiam, mediante as formas de arte, a perspectiva que as pessoas têm de Deus; desenvolvem novas formas de expressar o ministério e a mensagem do Senhor.

7.       Encorajamento

 

Combina com a letra:

 

                 E

 

Contribui para/com:

 

          Afirmação

 

 

 

 

GRUPO 2

 

Característica

Dom Espiritual

G

É a capacitação divina para realizar tarefas práticas e necessárias que libertam, apoiam e suprem as carências dos outros. As pessoas com este dom servem nos bastidores apoiando os dons e ministério de outros; vêem coisas práticas e concretas a serem feitas e têm alegria em realiza-las; sentem o propósito de Deus e têm prazer em cumprir responsabilidades cotidianas; dão valor espiritual ao serviço prático; alegram-se em saber que o seu serviço possibilita a outros fazerem o que Deus os chamou a realizar.

8.       Evangelismo

 

Combina com a letra:

 

                L

 

Contribui para/com:

 

    Frutos (conversões)

 

GRUPO 2

 

Característica

Dom Espiritual

H

É a capacitação divina para cuidar de pessoas, providenciando comunhão, comida e abrigo. Pessoas com esse dom propiciam um ambiente onde os indivíduos se sentem valorizados e socorridos; conhecem novas pessoas e as ajudam a se sentir bem-vindas; criam um ambiente seguro e confortável onde relacionamentos podem ser desenvolvidos; buscam meios de estabelecer e apoiar vínculos novos e significativos; deixam as pessoas à vontade em ambientes desconhecidos.

9.      

 

Combina com a letra:

 

                   I

 

Contribui para/com:

 

             Esperança

 

 

 

 

 

 

GRUPO 2

 

Característica

Dom Espiritual

I

É a capacitação divina para agir à luz das promessas de Deus com confiança, não duvidando de sua capacidade para cumpri-las. As pessoas com esse dom crêem nas promessas do Senhor e estimulam outras a fazer o mesmo; agem com total confiança na capacidade de Deus em vencer obstáculos; demonstram uma atitude de confiança na vontade e nas promessas divinas; levam adiante o reino de Cristo, porque avançam quando outros param; pedem a Deus aquilo que é necessário e confiam em sua provisão.

10.    Contribuição

 

Combina com a letra:

 

                  J

 

Contribui para/com:

 

             Recursos

 

 

GRUPO 2

 

Característica

Dom Espiritual

J

É a capacitação divina em contribuir com valores e recursos para a obra do Senhor, com alegria e liberalidade. Pessoas com esse dom nãos se perguntam: “Quanto devo dar ao Senhor?” e sim, “De quanto preciso para me sustentar?”; administram suas finanças e limitam seu modo de viver para poderem contribuir com o máximo possível dos seus proventos; apóiam o ministério com contribuições sacrificiais para o avanço do reino; suprem necessidades concretas para que haja crescimento espiritual; providencia subsídios, com alegria e de modo generoso, confiando na provisão de Deus; talvez tenham uma capacidade especial de ganhar dinheiro, a fim de que possam usá-lo no avanço da obra de Deus.

11.    Cura

 

Combina com a letra:

 

                M

 

Contribui para/com:

 

            Alívio

 

 

GRUPO 2

 

Característica

Dom Espiritual

L

É a capacitação divina para comunicar, de maneira eficaz, o Evangelho aos descrentes, de modo que eles respondam com fé e com a busca do discipulado. As pessoas com esse dom comunicam a mensagem da cruz com clareza e convicção; buscam oportunidades para conversar com descrentes sobre assuntos espirituais; desafiam as pessoas a darem um passo de fé e a se tornarem verdadeiros e frutíferos discípulos de Jesus; adaptam a apresentação do Evangelho para atingir  as necessidades do individuo; buscam oportunidades para construir relacionamentos íntegros com os descrentes.

12.    Serviço

 

Combina com a letra:

 

                 G

 

Contribui para/com:

 

              Apoio

 

 

GRUPO 2

 

Característica

Dom Espiritual

M

É a capacitação divina para ser um instrumento de Deus na restauração de pessoas. Indivíduos com esse dom demonstram o poder de Deus; trazem restauração aos enfermos; autenticam a mensagem de Deus pela cura; usam a cura como oportunidade para comunicar verdades bíblicas e glorificar a Deus; são veículos de curas milagrosas por meio de oração, toque ou palavra.

13.    Hospitalidade

 

Combina com a letra:

 

               H

 

Contribui para/com:

 

          Aceitação

 

 

 

 

 

 

GRUPO 3

 

Característica

Dom Espiritual

N

É a capacitação divina para autenticar o ministério e a mensagem de Jesus por meio de intervenções sobrenaturais que o glorifiquem. As pessoas com este dom falam a verdade de Deus autenticadas por um milagre; expressam confiança na fidelidade do Senhor e na capacidade da manifestação de sua presença; apresentam o ministério e mensagem de Cristo com poder; reconhecem Deus como fonte de milagre e o glorificam; representam a Jesus e, por meio desse dom, encaminham as pessoas a um relacionamento com Ele.

24.    Intercessão

 

Combina com a letra:

 

                  O

 

Contribui para/com:

 

              Proteção

 

 

GRUPO 3

 

Característica

Dom Espiritual

O

É a capacitação divina para orar regularmente por outras pessoas, obtendo resultados frequente e específicos. As pessoas com este dom sentem-se constrangidas a orar com seriedade por alguém ou por uma causa; têm consciência e oram pelas batalhas espirituais que estão sendo travadas diariamente; são convencidas de que Deus age em resposta às orações; quando tocadas pelo Espírito, oram mesmo que não entendam; agem com autoridade e poder na promessa de outras e pela capacitação para servir.

25.    Interpretação

 

Combina com a letra:

 

                   S

 

Contribui para/com:

 

Entendimento (Interpr.)

 

 

GRUPO 3

 

Característica

Dom Espiritual

P

É a capacitação divina de estabelecer uma visão, motivar e direcionar pessoas para o cumprimento harmonioso dos propósitos de Deus. As pessoas com este dom providenciam direção para o povo de Deus e para o ministério; motivam outros a usarem o melhor de suas habilidades; apresentam a visão maior (geral) para que todos entendam; dão exemplos práticos dos valores do ministério; assumem responsabilidades e estabelecem alvos.

26.    Conhecimento

 

Combina com a letra:

 

                   Q

 

Contribui para/com:

 

            Consciência

 

 

GRUPO 3

 

Característica

Dom Espiritual

Q

É a capacitação divina para trazer a verdade ao corpo de Cristo pelo discernimento ou entendimento bíblico. As pessoas com esse dom recebem a verdade que as capacita a servir melhor; estudam as Escrituras para obter discernimento, entendimento e extrair verdades; adquirem conhecimentos que não são obtidos por meios naturais; têm sabedoria ou entendimento que servem à Igreja; organizam informações para ensino e uso prático.

27.    Liderança

 

Combina com a letra:

 

                  P

 

Contribui para/com:

 

              Direção

 

 

 

 

 

 

 

 

GRUPO 3

 

Característica

Dom Espiritual

R

É a capacitação divina para ajudar, com alegria e de forma prática, àqueles que sofrem ou passam necessidades. É a compaixão em ação. As pessoas com este dom concentram-se no alívio das causas de dor ou sofrimento de outras; encaram as necessidades dos desamparados e solitários; expressam amor, graça e dignidade àqueles que enfrentam dificuldades e crises; servem com alegria, mesmo em circunstâncias difíceis e desagradáveis; preocupam-se com assuntos sociais ou individuais que oprimem o povo.

28.    Misericórdia

 

Combina com a letra:

 

                  R

 

Contribui para/com:

 

               Ajuda

 

 

GRUPO 3

 

Característica

Dom Espiritual

S

É a capacitação divina para transmitir ao corpo de Cristo a mensagem de alguém que fala em línguas estranhas. As pessoas com este dom respondem a mensagem entregue em línguas estranhas, dando também uma interpretação; glorificam a Deus e demonstram o seu poder por meio dessa manifestação milagrosa; edificam o corpo de Cristo, interpretando uma mensagem apropriada de Deus; entendem um idioma desconhecido dos homens, e comunicam aquela mensagem à Igreja. Algumas vezes são proféticos quando interpretam as línguas para a comunidade.

29.    Milagres

 

Combina com a letra:

 

                  N

 

Contribui para/com:

 

Poder de Deus (Extraord)

 

 

 

 

GRUPO 4

 

Característica

Dom Espiritual

T

É a capacitação divina para entender, explicar e aplicar a Palavra de Deus claramente, resultando em vidas que se tornam, passo a passo, semelhantes a Cristo. As pessoas com este dom comunicam verdades bíblicas que estimulam maior obediência à Palavra de Deus; desafiam os ouvintes com as verdades das Escrituras de forma simples e prática; apresentam todo o conselho de Deus para efetuar o máximo de mudanças nas vidas; dão atenção à precisão, e aos detalhes; investem longo tempo em estudo e reflexão.

30.    Profecia

 

Combina com a letra:

 

                  Z

 

Contribui para/com:

 

           Convicção

 

 

GRUPO 4

 

Característica

Dom Espiritual

U

É a capacitação divina para nutrir, cuidar e guiar pessoas à maturidade espiritual e se tornarem como Cristo. Pessoas com este dom assumem a responsabilidade de auxiliar outras em sua caminhada com Deus; providenciam direção e supervisão a um segmento da Igreja de Jesus; são exemplos com suas vidas daquilo que significa ser um verdadeiro e frutífero discípulo de Cristo; estabelecem confiança por meio de relacionamentos duradouros; lideram e protegem aqueles sob o seu cuidade.

31.    Pastorado

 

Combina com a letra:

 

                  U

 

Contribui para/com:

 

      Aperfeiçoamento

 

 

 

 

 

 

GRUPO 4

 

Característica

Dom Espiritual

V

É a capacitação divina para falar, adorar ou orar em um idioma desconhecido. Pessoas com este dom podem receber uma mensagem espontânea de Deus, que é transmitida à igreja pelo dom de interpretação; expressam juntamente com a interpretação uma palavra que edifica o corpo; comunicam uma mensagem dada por Deus à Igreja; falam num idioma que nunca apenderam, nem compreenderam; adoram ao Senhor com palavras profundas, além da compreensão humana; experimentam uma intimidade com Deus que as estimula a servir e a edificar outras.

32.    Ensino

 

Combina com a letra:

 

                  T

 

Contribui para/com:

 

           Aplicação

 

 

GRUPO 4

 

Característica

Dom Espiritual

X

É a capacitação divina para aplicar verdades espirituais que, de maneira eficaz, suprem necessidades em situações específicas. As pessoas com este dom analisam as consequências não previstas para determinar os próximos passos a serem tomados; recebem entendimento daquilo que é necessário para suprir as carências do corpo; providenciam soluções dadas por Deus em meio a conflito e confusão; ouvem a provisão do Espírito dando direção para se atingir o melhor que Deus tem para uma determinada situação; aplicam verdades espirituais de modo prático e específico.

33.    Línguas

 

Combina com a letra:

 

                 V

 

Contribui para/com:

 

           Mensagens

 

 

GRUPO 4

 

Característica

Dom Espiritual

Z

É a capacitação divina para revelar (discernir) a verdade de Deus e proclamá-la de forma apropriada e relevante para o entendimento, a correção, o arrependimento ou a edificação. Pode haver implicações imediatas ou futuras. As pessoas com este dom expõem pecado ou engano em outras, para que haja reconciliação; falam uma palavra apropriada de Deus que causa convicção, arrependimento e edificação; percebem verdades que outras negligenciam, desafiando-as a responderem em obediência; alertam para o julgamento imediato ou futuro se não houver arrependimento; entendem o coração e a mente de Deus por meio das experiências vividas com o Senhor.

34.    Sabedoria

 

Combina com a letra:

 

                  X

 

Contribui para/com:

 

Entendimento (sabedoria)

 

 

                                                        

 



[1] Para os autores de Rede Ministerial os talentos podem ser um indicador de sua inclinação para um dom, mas não se iguala necessariamente ao seu Dom Espiritual. Os Dons Espirituais são singulares aos crentes (somente os crentes possuem dons espirituais, e, qualquer que seja o dom que um crente possua é classificado pelos autores como espiritual), já os talentos são comuns a todos. Ambos são dados por Deus. A afirmação de que qualquer dom é espiritual se baseia se o seu objetivo é a glorificação de Deus e a edificação dos irmãos em Cristo. Neste sentido o talento para cantar usado para glorificar a Deus é tratado como um dom espiritual.

[2] Respostas possíveis: Medo de falhar, orgulho, baixa auto-estima, indiferença, concorrência, desejo de ser independente e não interdependente, etc.

[3] Idem, ibidem “nota 6”, pg. 124

[4] GEE, Donald. A Respeito dos Dons Espirituais. Miami, Flórida: Editora Vida, 1987. – Donaldo Gee, desde 1925, foi membro do Conselho Executivo das Assembleias de Deus na Grã-Bretanha e Irlanda; Foi presidente do Conselho de Missões da Inglaterra. Faleceu em 20 de Julho de 1966.

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