Translate

terça-feira, 11 de abril de 2023

SERMÕES 191 - JESUS: O AMOR ENTRE NÓS

 JESUS: O AMOR ENTRE NÓS

Série: É Chegado o Reino de Deus

 

Neste mês de Abril estamos refletindo na série “É Chegado o Reino de Deus”. O tema de hoje é: “Jesus: O Amor Entre Nós”.

Com o nascimento de Jesus, o Messias de Deus, o Reino dos Céus se tornou presente no mundo dos homens. Contudo o Reino de Deus e o mundo dos homens vivem em conflito desde a queda do homem no Éden.

Em nosso último encontro falamos que a igreja ao longo dos anos foi construindo espaços sagrados e normas comportamentais para aqueles que desejassem se aproximar ou seguir a Jesus. Esses espaços sagrados e as normas comportamentais foram normatizando a espiritualidade transformando-a em religiosidade.  A relação com Deus e a obediência aos seus mandamentos deixou de serem baseadas no amor e na liberdade dada por Cristo, e passaram a ser baseadas na culpa e no medo – medo de Deus, do inferno, do julgamento da igreja e também do julgamento das pessoas.

Também dissemos que se desejamos viver uma vida que agrade a Deus, que alegre o coração de nosso Pai Celestial precisamos olhar para Jesus como referência e viver como Ele viveu neste mundo caído. Fundamentados no Evangelho de João destacamos que Jesus sabia quem era e qual a sua missão no mundo e essa consciência o fez transitar por todos os espaços deste mundo, os ditos sagrados, assim também como os profanos. A consciência que tinha de si mesmo e de sua missão o levou a se relacionar com pessoas de todas as classes sociais, o fez sentar à mesa com religiosos e pecadores, e se sujeitar as autoridades pagãs deste mundo sem perder sua identidade. Jesus se tornou gente como a gente e transitou por todas as esferas deste mundo caído sem pecar.

Uma das evidências de que Jesus era gente como a gente era que sempre que podia celebrava a vida com seus amigos e discípulos. E sempre que o fazia, Ele buscava glorificar o Pai por meios destas celebrações. Ele desfrutava do prazer de comer e beber do fruto do trabalho que o Pai lhe presenteava, mas também do prazer de dividir a mesa, as bênçãos do Pai com todos aqueles que desejassem participar de sua mesa.

Hoje veremos que esse Jesus do Evangelho de João, gente como a gente, foi nos dia de João e continua sendo a manifestação real do amor de Deus entre nós seres humanos. Jesus é a expressão máxima que podemos ter do amor. O amor de Deus por nós seres humanos é revelado por meio de Jesus.

João inicia seu Evangelho com a narrativa da encarnação do Logos, onde vemos o amor de Deus revelado através de Jesus. Ele é o Logos que revela o amor do Pai. Este é o primeiro ponto de nossa reflexão: “Jesus: O Logos Que Revela o Amor do Pai”.

 

1 – JESUS: O LOGOS QUE REVELA O AMOR DO PAI

14 Aquele que é a Palavra (Logos) tornou-se carne e viveu entre nós. Vimos a sua glória, glória como do Unigênito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade. (João 1.14)

Jesus, o Logos, o poder sustentador e criador de toda vida, de todo universo, se encarna na forma de homem e se torna gente como a gente. Ele se esvazia de todo este poder inerente de seu ser, de toda glória divina e se faz frágil como nós. Ele andou neste mundo por ele criado, sujou os seus pés com o pó da terra, experimentou o suor escorrendo em sua face por causa do calor intenso de um dia ensolarado, sentiu nos ossos o frio do anoitecer, sorriu com as brincadeiras das crianças, celebrou a vida comendo e bebendo com seus amigos, enfrentou a opressão imposta pelos poderosos da religião e do Estado de seus dias, foi gente como a gente.

Este ato de esvaziamento de Jesus para ser homem como nós, gente como a gente, é um ato de manifestação do amor de Deus por nós pecadores, por nós seres humanos que um dia rompemos com Ele no Éden.

Embora em Adão nós falamos para Deus que não o queríamos como nosso Deus, que viveríamos para nós mesmos e seríamos senhores de nossas próprias vidas, Ele enviou seu Filho Jesus para dizer a nós que ainda nos ama e nos deseja em seu reino.

A atitude de Adão no Éden condenou todos nós a morte eterna. Não existe vida fora de Deus. Toda a vida procede Dele. Romper com Deus é se lançar na morte. Deus num ato de amor enviou seu Filho Jesus para morrer numa cruz, pagando por meio de sua morte o preço exigido pela lei do pecado, para que nós pudéssemos ser reconciliados com Deus Pai. Jesus se tornou o caminho para que possamos receber a vida eterna. Todo que Nele crer e o reconhecer como Senhor de suas vidas serão salvos. Por isso podemos afirmar que Jesus é o amor de Deus entre nós, ele é o Logos que se fez carne e manifestou o amor do Pai por nós pecadores.

João em seu Evangelho também nos mostrou como Jesus revelou seu amor e o amor do Pai por nós na mesa. Portanto iremos refletir em como Jesus revelou este amor através da comensalidade. Começaremos em João 2.1,2 onde Jesus se encontra numa festa de casamento. Ele está à mesa com muitos outros convidados e durante a festa ele manifesta o seu amor para com os noivos e convidados. Por isso nosso segundo ponto é “Jesus revela seu amor por nós em meio às muitas pessoas”.


2 – JESUS REVELA SEU AMOR POR NÓS EM MEIO ÀS MUITAS PESSOAS

1 No terceiro dia houve um casamento em Caná da Galiléia. A mãe de Jesus estava ali; 2 Jesus e seus discípulos também haviam sido convidados para o casamento. (João 2.1,2)

Na ocasião desta festa de casamento o ministério de Jesus estava começando. Ele já tinha alguns discípulos, alguns seguidores que também estavam nesta festa de casamento. Jesus estava lá simplesmente celebrando a vida juntamente com os noivos. Talvez ele nem tivesse sido notado na festa. Os noivos precisavam dar atenção a muitos convidados.

As festas de casamentos dos judeus nos dias de Jesus duravam sete dias. Esta festa descrita por João já estava perto do fim, mas o vinho acabou e Jesus num ato de amor, para que a celebração não se interrompesse de uma forma que trouxesse descontentamento para os convidados e para os noivos transformou água em vinho, muita água por sinal em vinho.

Jesus quer participar das grandes celebrações de nossas vidas. Convide Ele para sua festa de casamento, de aniversário, de formatura, para celebrar com você os grandes momentos de sua vida. Ele é aquele convidado que se você tiver em apuros irá te socorrer, ele te vê mesmo no meio da multidão. Ele não deixará sua festa se tornar um fiasco. Ele não deixará sua vida naufragar. Seu amor por você fará sua alma transbordar de vinho novo. Confie Nele e você será honrado no meio da multidão.

No Evangelho de João no capítulo quatro Jesus senta em uma mesa diferente, um poço. Neste lugar ele revela seu amor por nós pecadores e indignos. Este é o nosso terceiro ponto.


3 – JESUS REVELA SEU AMOR POR NÓS PECADORES E INDIGNOS

Esta mesa não só era diferente, ela estava colocada em um lugar geográfico que os judeus consideravam profano, em Samaria. Jesus invade os espaços profanos e convida a sua mesa os pecadores. Homens e mulheres que a sociedade os rotulam de impuros, de sujos, imorais, indignos do amor de Deus. Seu amor se revela na mesa para todas as pessoas inclusive os excluídos. Esta lição nos é apresentada em João 4.4-8.

4 Era-lhe necessário passar por Samaria. 5 Assim, chegou a uma cidade de Samaria, chamada Sicar, perto das terras que Jacó dera a seu filho José. 6 Havia ali o poço de Jacó. Jesus, cansado da viagem, sentou-se à beira do poço. Isto se deu por volta do meio-dia. 7 Nisso veio uma mulher samaritana tirar água. Disse-lhe Jesus: "Dê-me um pouco de água". 8 Os seus discípulos tinham ido à cidade comprar comida. (João 4.4-8)

A afirmação “Era-lhe necessário” não é feita porque não tinha outro caminho, mas é colocada intencionalmente para mostrar que Jesus desejava sentar à mesa com aquela mulher samaritana.

A mesa de Jesus não precisa necessariamente ser um móvel de quatro pés e ter sobre ela os elementos que costumeiramente usamos para cear: o pão e o vinho, em nossa igreja, pão e o suco de uva. Estes são apenas elementos que Jesus usou para nos ensinar algo muito maior, que transpõe em muito o valor real do pão e do vinho.

Jesus pede para que aquela mulher lhe desse água para matar sua sede. Embora Jesus devesse realmente estar com sede o que Ele de fato estava querendo era iniciar um diálogo com ela a fim de lhe oferecer água viva para beber. Ele estava dizendo para aquela mulher que ela deveria beber dele ou se alimentar dele. Á água que ele tinha para oferecer faria jorrar nela vida eterna. Essa é mesma figura para o pão que comemos em nossas celebrações da ceia do Senhor. Jesus é o pão da vida. Água e pão se referem à vida eterna. Jesus é vida.

Jesus gostava de sentar à mesa com os excluídos e rejeitados pelos religiosos de seus dias a fim de mostrar para eles o Seu amor e amor do Seu Pai. Inclusive ele convidava para serem seus discípulos os rejeitados e excluídos por aqueles que detinham o poder do espaço sagrado construído por eles e que normatizavam os comportamentos morais a fim de manipularem e sujeitarem as pessoas através do medo e da culpa.

No Evangelho de Marcos lemos que Jesus estava em uma refeição na casa de Levi, que é conhecido por nós como Mateus, autor do Evangelho de Mateus. Levi ou Mateus era um publicano, um homem rotulado pelos religiosos como pecador. Segundo o Evangelho de Marcos havia nessa refeição muitos publicanos e pecadores. Todo tipo de pecador estava lá, na casa de Levi, participando dessa refeição com Jesus. (Marcos 2.15).

Essa foi à prática de Jesus que mais causou espanto e escândalo aos religiosos de seus dias: a partilha da mesa com pobres, publicanos (normalmente judeus de boas posses financeiras) e pecadores. Para Ele, a mesa era para ser compartilhada com todos. A partilha do pão, do vinho, da água com publicanos e pecadores fazia parte para os religiosos das práticas transgressoras de Jesus.

Comendo e bebendo com todos os excluídos, Jesus estava transgredindo aos olhos dos religiosos - que detinham o poder político e jurídico de seus dias - as formalidades do comportamento social e religioso de seus dias.  Ele estava desconstruindo as regras que estabeleciam a desigualdade social de seus dias, desconstruindo a estrutura religiosa que havia sido construída em torno do templo e do sacerdote, descontruindo também a espiritualidade normatizada pelos religiosos de seus dias.

Jesus quer sentar a mesa com você. Não importa de onde você veio e como sua vida se encontra hoje. Ele não está preocupado onde você estabeleceu sua mesa, se a refeição é farta ou não, ele apenas quer que você beba da água que ele tem para te dar, que coma do pão que ele tem para te dar. Não importa se a sociedade de nossos dias te rotulou de pecador e indigno de ser amado por alguém. Não importa se os religiosos te condenaram ao inferno ou te expulsaram de suas igrejas. Jesus te convida para se tornar um com ele, para receber dele a vida eterna.

No capítulo doze deste mesmo Evangelho, Jesus está em Betânia à mesa com alguns amigos mais chegados, logo após a ressurreição de Lázaro. Podemos dizer que em João 12.1,2 Jesus revela seu amor por nós se alegrando conosco. Este é o nosso quarto ponto de nossa reflexão.

 

4 – JESUS REVELA SEU AMOR POR NÓS SE ALEGRANDO CONOSCO

1 Seis dias antes da Páscoa Jesus chegou a Betânia, onde vivia Lázaro, a quem ressuscitara dos mortos. 2 Ali prepararam um jantar para Jesus. Marta servia, enquanto Lázaro estava à mesa com ele. (João 12.1,2)

Lázaro havia morrido. Depois de quatro dias Jesus o ressuscitou. Essa ressurreição era um sinal evidente de que Ele era o Messias anunciado pelos profetas. Onde havia choro e luto, Jesus trouxe alegria e vida.

Após a ressurreição de Lázaro, Jesus deixou Betânia. Aproximando-se a páscoa Jesus voltou à Betânia e foi jantar na casa de Simão, o leproso, na companhia de Lázaro, Marta e Maria. Acredita-se que Simão tenha sido curado da lepra por Jesus, por isso ele o estava recebendo em sua casa. Certamente por ter sido leproso viveu muito tempo excluído da sociedade de seus dias e tratado como impuro. Com o retorno de Jesus a Betânia ele oferece um jantar para Jesus.  Este jantar certamente estava inundado de alegria.

Jesus não estava lá para uma reunião de GP, embora ele estivesse reunido com um pequeno grupo de amigos, um grupo de amigos mais chegados, essa não era uma reunião formal, um culto formal a Deus de gratidão. Ele não estava lá também para fazer uma campanha de evangelismo e nem mesmo para uma sessão de aconselhamento. Ele simplesmente estava lá para celebrar a vida com seus amigos e comer com eles. Este era um ato de amor e carinho de Jesus para com seus amigos. Ele era gente como a gente.

Jesus quer participar com você daqueles momentos compartilhados com os amigos mais chegados. Ele quer se alegrar com você pela cura de uma enfermidade, pela vida que entrou em sua casa através da restauração de seu casamento, pelo nascimento de seu filho ou de sua filha, pelo emprego tão sonhado. Ele quer festejar com você as vitórias mais pessoais, aquelas que você compartilha somente com os amigos mais chegados. Não se esqueça Dele quando você for comemorar suas vitórias pessoais, pois certamente Ele estava lá abrindo as portas dos céus para que você pudesse recebê-las.

No capítulo treze, João relata o momento em que Jesus reuniu os seus discípulos mais íntimos à mesa com ele. João estava lá neste encontro, celebrando a última páscoa com Jesus Este foi um encontro mais pessoal com seus discípulos e este é o nosso quinto ponto e último (João 13.1,2).

 

5 – JESUS REVELA SEU AMOR POR NÓS EM UM ENCONTRO MAIS PESSOAL

1 Um pouco antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que havia chegado o tempo em que deixaria este mundo e iria para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim. 2 Estava sendo servido o jantar, e o diabo já havia induzido Judas Iscariotes, filho de Simão, a trair Jesus. (João 13.1,2)

Jesus reuniu os seus discípulos mais íntimos para este último encontro junto à mesa. Nesta última refeição com eles, Jesus revelou a eles o verdadeiro simbolismo deste ato de sentar à mesa para comer e beber. A lição fundamental da mesa é a comunhão com ele como fonte inesgotável de vida. Comer com ele é comer dele. Aquele que não come dele, o pão da vida, não tem vida eterna, pois ele é a vida. Aquele que não bebe de seu cálice, que não se coloca debaixo de seu sangue não tem salvação, pois ele é a justiça de Deus, o cordeiro que tira o pecado do mundo. Somente em Jesus temos o perdão de nossos pecados.

Aquele que come do pão e bebe do cálice de Jesus, isto é, aquele que se alimenta de Jesus pela fé e que recebe pela fé o perdão do Pai através de seu sangue derramado na cruz do Calvário se torna participante da vida de Jesus por meio do Espírito Santo.

A diferença desta mesa de intimidade para as demais é que Jesus não é mais o convidado, mas o anfitrião. Jesus te convida para a sua mesa. Ele quer que você se alimente dele e beba do seu cálice. Ele quer se tornar um com você. Ele quer se relacionar de forma íntima com você. Participar de sua vida, colocar ordem no seu mundo interior, tirar os esqueletos do armário de seu coração, curar suas feridas da alma, libertar você da culpa e do medo, ressuscitar a esperança, fazer fluir o amor de Deus novamente em seu coração. Ele quer compartilhar sua vida vitoriosa com você. Na medida em que a vida Dele vai enchendo a sua vida, o seu ser vai se enchendo de paz e ordem. Jesus não quer somente participar de suas festas, Ele quer que você participe da vida Dele. Participar da vida Dele é viver no reino Dele guardando os seus mandamentos livremente, por amor a Ele.

 

REFLEXÃO FINAL

4 Ao amanhecer, Jesus estava na praia, mas os discípulos não o reconheceram. 5 Ele lhes perguntou: "Filhos, vocês têm algo para comer? " "Não", responderam eles. [...] 9 Quando desembarcaram, viram ali uma fogueira, peixe sobre brasas, e um pouco de pão. (João 21.4,5,9)

Jesus montou sua mesa na praia, no amanhecer do dia. Esta não é propriamente uma mesa como estamos acostumados. Jesus revelava uma grande liberdade ao transitar por diferentes mesas, preparadas nos mais diferentes lugares. Isto se deve porque o amor não pode ser contido em uma mesa ou em um templo. O amor é livre para transitar nas mais diferentes mesas e nos lugares mais inapropriados para se montar uma mesa. Jesus é o amor entre nós.

Na beira do mar, Jesus prepara um peixe na brasa e pão para seus amigos cansados de mais uma pescaria que não deu em nada; frustrados diante a realidade da vida que lhes parecia não levar a lugar nenhum; desesperançados, pois aquele em quem colocaram suas esperanças, Jesus, morreu; confusos, pois como compreender e aplicar os ensinos de Jesus mediante sua morte.

Neste cenário de cansaço, frustração, desesperança e confusão, Jesus surge ressurreto na praia, no amanhecer do dia e convida novamente seus discípulos, que eram seus amigos e também pecadores para sentar à sua mesa e se alimentar da sua vida.  

Refeições para Jesus, o comer e o beber eram oportunidades naturais para conectar corações, aquecer almas e oferecer a esperança. É na mesa que sentimentos são conectados, o caráter é construído e a confiança estabelecida. Jesus se sentava à “mesa” com a consciência da preciosidade do outro. Mesa é um lugar de consciência! Consciência de quem Jesus é, de quem somos e de quem o outro é para nós.

A refeição em torno da mesa representa um ato comunitário onde reforçamos nossos laços com Deus e com nossos irmãos da fé. Por isso Paulo condenou a Igreja de Corinto em seus encontros, pois ao invés dos laços serem reforçados, a mesa estava se tornando um lugar para autentificar suas diferenças e divisões. Mas a mesa é também onde reforçamos nossos laços com as demais pessoas, onde abrimos as portas para que conheçam o amor de Jesus através de nós.

Não sei como está o cenário de sua vida. Talvez você esteja como aqueles pescadores, cansado, frustrado, desesperançado e confuso. Não sabe o que fazer, nem para onde ir. Não sabe em que acreditar ou em quem crer. Eu quero dizer a você, este lugar hoje pode ser a sua praia, o amanhecer de um novo dia, um encontro com o Jesus ressurreto, a oportunidade para se alimentar dele e beber da água viva que ele tem para dar. A mesa dele já está posta diante de você. Ele quer que você receba da vida Dele. Ele quer colocar sua vida em ordem. Ouça a voz dele. Ele quer ter comunhão com você e compartilhar do amor do Pai com você.

Se você deseja ter comunhão com ele, viver a liberdade do amor e do Espírito com ele. Eu quero orar por você. Deus te abençoe!

 

 

Pr. Cornélio Póvoa de Oliveira

16/04/2023 (noite)

Nenhum comentário:

Postar um comentário