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By Ferramentas Blog

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

LIDERANÇA 16 - LIDERANÇA CORAJOSA


LIDERANÇA CORAJOSA
Bill Hybels – Ed. Vida, 2002

Capítulo 1 – A Participação da Liderança
·        A vitalidade da igreja à Não esta na localização, nem na denominação e nem na estrutura física onde a igreja se reúne, seja em hotéis, prédios, trailers, etc..
·        A vitalidade da igreja à Se encontra na liderança. O líder a torna frutífera. Com isso não dizemos que as demais coisas não influenciam, mas o líder é capaz de enxergar o que é melhor para sua igreja. Para uma boa igreja é necessário alguém com o dom espiritual de liderança (Rm 12.8).
·        Somente alguém com o dom de liderança é capaz de fornecer uma visão, uma estratégia e inspiração que leve a congregação a frutificar abundantemente.
·        A Igreja é a esperança do mundo e ela necessita de líderes que exerçam seu dom com zelo.

Capítulo 2 – A Mais Poderosa Arma do Líder
·        A visão é a mais poderosa arma para a transformação do mundo. Quando a igreja precisa de organização e ordem procura-se alguém com o dom da administração. Quando precisa ser edificada procura-se alguém com o dom do ensino. Quando precisa de uma visão confiável, que a faça avançar em direção ao Reino de Deus ela procura alguém para liderá-los nessa jornada.
·        O que é visão? De maneira bem simples é a imagem do futuro que produz paixão. É aquilo que desejamos nos tornar e que nos move apaixonadamente neste sentido.
·        O que faz seu coração bater intensamente? Qual o sonho que mexe com seus sentimentos? Qual imagem que tira seu sono? De uma criança faminta? Um pecador sendo alcançado pelo evangelho? Pessoas sedentas por ensino? Pessoas sendo treinadas? Missionários sendo cuidados? Seja qual for a imagem ou sonho que te aquece e perturba, com certeza esse sonho é a visão que você deve perseguir.
·        Um líder com uma visão contagia outros a seguir a visão.
·        Não deixe sua visão de lado. Imagine o que seria da igreja cristã se Paulo tivesse deixado sua visão de lado (At 20.24). Imagine o que seria milhares de vida se não Billy Graham tivesse desistido de sua visão de alcançar milhares de pessoas com o Evangelho.
·        Como contagiar as pessoas com minha visão? 1) Encarne sua visão para que todas as pessoas a compreendam melhor.  Que seus valores e compromissos demonstrem aquilo que sonha e busca. 2) Fale sobre ela a igreja e aos seus discípulos e liderados mais próximos individualmente e em grupo pequenos.
·        Precisamos deixar claro qual nossa visão.
·        A visão estimula as pessoas a agirem, intensifica o sentimento de pertencer a um grupo e de fazerem diferença real em algo que trabalham.
·        Uma visão traz objetividade – foco. Nada neutraliza o potencial redentor de uma igreja mais rapidamente do que tentar ser tudo para todos.
·        Uma visão ajuda na sucessão pastoral (sucessão na liderança) da igreja. A igreja já tem o caminho e o sonho que deseja seguir só precisa saber se o futuro pastor tem essa mesma visão.


Capítulo 3 – A Liderança Que Realiza
·        Para a realização de uma visão é preciso mais do que exortações, slogans, histórias emocionantes e clipes de arrancar o coração – é preciso realizar, trabalhar dia a dia para que a mesma se torne realidade. Então é preciso um plano, uma detalhada visão sobre como transformar a visão em realidade.
·        É preciso estabelecer metas especificas. Metas que sejam grandes e nos leve a depender de Deus, mas que também não sejam inalcançáveis para não desanimar a equipe. Elas devem ser desafiadoras e não desanimadoras.
·        Arregimentar líderes que trabalhem para realizar as metas estabelecidas. Esses líderes podem já estar dentro da igreja.
·        Pessoas com o dom espiritual da liderança são chamadas para fomentar um ambiente onde professores possam ensinar, pastores possam pastorear e administradores possam administrar. Sem isso, os outros dons perecem.
·        Devemos buscar nos tornar melhor líder a cada dia, aprender tudo o que pudermos sobre liderança, administração e gerenciamento de pessoas, mas não podemos abrir mão da dependência do Espírito Santo. Oração e disciplina espiritual devem estar unidas ao dom espiritual da liderança.
·        Jesus era um grande líder e sua liderança era caracterizada por um plano estratégico de ação clara, uma visão clara de sua missão e uma disciplina espiritual sem igual.
·        Jesus falava a multidão, aos discípulos, aos discípulos mais próximos (estratégia de ensino).
·        Jesus deu tarefas práticas especificas aos seus discípulos (estratégia de evangelização contínua). Quando eles faziam bem suas tarefas, Ele os cumprimentava e os recompensava. Quando não conseguiam, os confrontava e demonstrava como fazer corretamente. Então Ele os enviava em outra tentativa.
·         Jesus deixou uma missão especifica para seus discípulos (Mt 28.19-20). Fazer discípulos, batizar e ensinar.

Capítulo 4 – Montando a Equipe dos Sonhos do Reino de Deus
·        Trabalhar em equipe não é apenas trabalhar com outras pessoas, mas viver em profunda comunhão com elas.
·        O primeiro passo na formação de uma equipe dos sonhos é definir o propósito da equipe. Você deseja uma equipe para ajudá-lo na pregação? Para disciplinar os membros rebeldes? Para comprar e construir edifícios? Para melhorar arrecadação da igreja? Para cada tarefa exige um tipo de dom e habilidades especificas.
·        Critérios para escolher os membros de sua equipe: 3 Cês
o   Caráter (Comprometida com Jesus, honesta, leal, etc.)
o   Competência (capacitação profissional para realizar a tarefa)
o   Combinação (ter a mesma visão, o mesmo sonho)
·         Tarefas do líder
o   Manter a equipe concentrada em seus propósitos.
o   Certificar-se de que as pessoas certas, com os dons e talentos corretos, estejam nas posições corretas.
o   Maximizar a contribuição de cada membro da equipe
o   Distribuir igualmente a carga, a fim de manter o moral alto e o desgaste baixo.
o   Facilitar a comunicação a fim de que todos os membros da equipe permaneçam informados.
o   Avaliar e elevar o nível de comunhão entre os membros da equipe.
·        Como aumentar o desempenho da equipe?
·        O bom desempenho começa com o líder. Esses desafios são imensos. É extremamente ingênuo pensar que equipes podem florescer espontaneamente, sem que haja um líder concentrado em dedicar uma grande quantidade de tempo e energia para que esses objetivos sejam alcançados.
o   Idéias para ajudar na comunhão: A cadeira elétrica (quem estiver na cadeira responderá a diversas perguntas feita pelo grupo), Escrever na Lápide (uma pessoa sai e as demais darão sugestão sobre o que escreviam na lápide da pessoa que saiu caso ele morresse), Pintar um quadro de sua alma (fazer um desenho artistico), Lavar os pés (assumir a bacia e a toalha)
·        Metas claras ajudam no aumento do desempenho. Estabelecer metas claras, desafiadores e honrosas a Deus. Uma vez estabelecidos devemos inspirar os membros das equipes a arregaçar as mangas e a ser criativos. Devemos desafiá-los a jejuar, orar, cooperar e dar o melhor de seus esforços, para que sejam alcançadas as metas, para glória do Único Deus.
·        Recompensas pelas realizações ajudam no aumento do desempenho. Recompensar a equipe pelo trabalho bem feito. Esse reconhecimento pode ser feito através de palavras honrosas. Jesus recompensava seus discípulos quando acertavam e prometia recompensas na vida vindoura também. Paulo também honrava os que o ajudavam. Suas epistolas contem vários agradecimentos e menções honrosas (Fp 2.29). Faça uma festa para seus voluntários, faça uma festa para sua equipe.

Capítulo 5 – O Desafio dos Recursos
·        O líder principal é o responsável pelo levantamento e pela distribuição dos recursos de toda a organização.
·        Algumas verdades a respeito de finanças e contribuição
o   1 – Deus é a fonte suprema de recursos (embora Deus use homens, Ele é a fonte suprema. Deus deseja ver sua igreja abastecida).
o   2 – As pessoas gostam de contribuir nas circunstâncias corretas (tenha uma perspectiva positiva quanto ao ofertar. Ofereça uma oportunidade para as pessoas de investir no Reino de Deus e elas farão).
o   3 – O Desafio de Financiar o Ministério Demonstra o Caráter do Líder (a pressão faz com que o líder cresça na fé. Seus valores são desafiados).
·        Cinco princípios sobre recursos financeiros
o   1 – Principio da Educação (grandes partes das pessoas não sabem gerenciar seus recursos financeiros – não sabem fazer um orçamento).
o   2  – Princípio da Informação – Ser um livro aberto quanto ao orçamento e uso do dinheiro.
o   3 – Principio VDA (Vá Direto ao Assunto). A igreja precisa alcançar seus recursos através da doação dos seus membros. Não deve depender de bazares e outras atividades. As ofertas fazem parte da adoração.
o   4 – Principio do Discipulado Estratégico. Ajudar todos a viverem seus dons espirituais com seriedade, inclusive aqueles que possuem o dom da contribuição.
o   5 – Principio da Visão.  As pessoas contribuem melhor quando entendem que estão sendo convidadas a participar de um projeto transformador, que fará diferença no mundo ou onde vivem. Um projeto do bem.
·        Bill Hybells (Lc 10.7) orienta a pagar um salário justo aos funcionários da igreja. As pessoas devem trabalhar felizes na igreja, e também a igreja deve ser exemplo nesse aspecto também.
·        A diretriz do boi sem mordaça (Dt 25.4) implica em dar as ferramentas necessárias para realização da tarefa. Para isso é preciso fazer perguntas corretas: “O que você precisa para melhorar sua tarefa?”
·        A diretriz da dupla honra (1 Tm 5.17) significa “faça seus jogadores-chaves muito felizes. Descubra o que poderia emocionar seus corações e então percorra céus e terras para agraciá-los com isso”. Isso inclui salários justos e cuidados extras com eles. Exemplos: tempo adicional de férias, prêmios financeiros dignos, oportunidades de viagens e extraordinárias opções de treinamento.
·        A diretriz da sabedoria (Mt 10.16). Essa diretriz esta ligada com o pagamento de pastores. Qual salário ideal para os pastores? Várias considerações devem ser consideradas para esta decisão. Qual o tamanho da congregação? Qual o tamanho do quadro de funcionários? Qual o âmbito da responsabilidade? Quantos anos o pastor já está trabalhando na igreja? O pastor tem demonstrado constante melhora na liderança e na pregação? Ele possui necessidades especificas?

Capítulo 6 – Desenvolvendo Líderes em Potencial
·        Somente líderes podem desenvolver outros líderes. Portanto se você é um líder crie a cultura da liderança deixando um legado de líderes.
o   Ter a visão de treinar líderes. Cuidado para não ficar preso na “necessidade urgente”. A urgência das tarefas imediatas nos impedem de planejar o futuro.
·        Por que você se tornou um líder: alguém notou seu potencial? Alguém investiu em você? Alguém confiou a você responsabilidades?
o   Jesus escolheu 12 (notou algum potencial neles). Jesus investiu neles, treinando-os. Jesus confiou a eles responsabilidades.
·        Como avaliar líderes em potenciais?
o   Líderes potenciais possuem qualidade natural de influenciar outros. A liderança na sua essência trata-se de influenciar outros.
o   Muitas pessoas influentes não possuem caráter necessário para serem líderes cristãos.
o   Líderes em potenciais possuem amor pelos outros (habilidades pessoais). Com isso Bill quer dizer que possuem uma sensibilidade para com os pensamentos e sentimentos dos outros. Possuem uma habilidade para ouvir as ideias dos outros. Se relacionam bem com outras pessoas.
o   A “garra” é uma qualidade que todo líder deve possuir. Isso significa que devem ser pró-ativas que se sentem confortáveis em tomar a iniciativa. Possuem energia e estimulam outros a agir.
o   Não podemos deixar de lado a inteligência. Não estamos falando de diplomas universitários, mas em rapidez mental para processar problemas e rapidamente tomar uma decisão correta. Inteligentes também para estarem sempre abertas para novas lições, que desejem aprender sempre mais.
·        Plano de desenvolvimento de liderança:
o   Primeiro passo – faça uma lista com os nomes dos potenciais líderes
o   Segundo passo – Invista nos potenciais líderes (treine-os – ande junto).
o   Terceiro passo – Confie responsabilidades a líderes em potencial. Dê a ele algo que o estimule.
·        O que mantém um líder motivado – é perceber que vale a pena produzir novos líderes; é ver o que seus esforços realizaram em prol da nova liderança; é olhar para os líderes que treinou e vê-los fazendo novos líderes.

Capítulo 7 – Descobrindo e Desenvolvendo Seu Estilo de Liderança
·        1 – Estilo de liderança Visionário – São idealista e cheios de fé, que creem de todo o coração que, se pregarem sua visão com clareza e frequência suficiente, ela vai se tornar uma realidade.
o   Líderes visionários podem, ou não, possuir a habilidade natural para formar equipes, alinhar talentos, estabelecer metas, ou administrar o progresso em direção a realização de sua visão.
·        2 – Estilo de liderança Direcional – A força desse líder é sua misteriosa habilidade, dada por Deus para escolher o caminho certo para uma organização quando ela chega a um impasse decisivo. Sua tranquilidade em escolher e caminhar em direção correta fortalece o grupo no momento decisivo.
o   Líderes direcionais podem ou não ser conhecidos em uma organização. Podem ter ou não a capacidade de enfrentar o público e se destacar em uma liderança pública.
·        3 – Estilo de liderança Estratégica - Este líder tem a habilidade divinal de pegar uma empolgante visão e fragmentá-la em uma série de fases alcançáveis e sequenciais. Esse dom de liderança possibilita a uma organização marchar de forma consciente para a concretização de sua missão.
·        4 – Estilo de liderança Gerencial – Possui uma habilidade de organizar pessoas, processos e recursos, no esforço de cumprir uma missão. Sente uma profunda satisfação em monitorar e em ajustar processos, motivando os membros da equipe ao estabelecer as devidas marcações pelo caminho até o destino.
·        5 – Estilo de liderança Motivacional – Possuem aquela habilidade divinal de manter seus companheiros de equipe empolgados. Estão em constante procura de “ombros encurvados e olhos embotados” e são rápidos em injetar o tipo certo de inspiração nos que mais precisam. Possuem um senso aguçado sobre quem precisa de reconhecimento publico, e quem precisa apenas de uma palavra de encorajamento em particular.
·        6 – Estilo de liderança Pastoral – É o homem ou mulher que monta uma equipe lentamente, ama os membros da equipe profundamente, acalenta-os gentilmente, apoia-os firmemente, escuta-os pacientemente e ora por eles constantemente. Este tipo de líder traz os membros da equipe para uma tão rica experiência comunitária, que o coração deles começa a transbordar boa vontade que os estimula a realizar sua missão.
·        7 – Estilo de liderança que Forma Equipes – Conhece a visão e compreende que para alcançá-la será necessário uma equipe de líderes e trabalhadores para executar o objetivo. Bons formadores de equipes sabem como dispor essas pessoas nas posições corretas, pelos motivos corretos, liberando-os assim para que produzam os resultados certos.
·        8 – Estilo de liderança Empreendedor – Líderes empreendedores podem possuir qualquer um dos outros estilos de liderança, mas o que o diferencia esses líderes dos outros é que funcionam otimamente na largada do empreendimento. Esses líderes atuam bem no inicio de algo novo e assim gostam de trabalhar. Uma vez que um projeto esteja em funcionamento e operando plenamente necessita-se de outros líderes.
·        9 – Estilo de liderança Reformista – Esses líderes possuem o dom divinal de serem bem-sucedidos em situações turbulentas – uma equipe que perdeu sua visão, um ministério em que as pessoas estão nas posições erradas, um departamento que tenta progredir sem estratégia – conseguindo resolvê-la. Líderes reformistas gostam de arrumar, ajustar e revitalizar departamentos ou organizações danificadas.
·        10 – Estilo de liderança Consensual – Líderes consensuais dão importantes contribuições a organizações de grande porte, como ministérios pareclesiásticos, denominações e instituições educacionais porque possuem extraordinária habilidade de reunir, sob o guarda-chuva de uma única liderança, uma ampla gama de grupos. Estes são muito flexíveis, diplomatas, extremamente habilidosos para contemporizar, talentosos para ouvir e se relacionarem.
·        Quatro passos para descobrir e desenvolver seu estilo de liderança
o   Primeiro – Reveja os estilos de liderança acima e tente identificar seu estilo ou estilos. (Busque informações de outras pessoas para confirmar sua avaliação).
o   Segundo – Procure avaliar se a sua liderança atual (trabalho) se encaixa com seu estilo de liderança.
o   Terceiro – Determine o estilo de liderança de cada membro de sua equipe. Faça isso em conjunto.
o   Quarto – Comprometa-se a desenvolver seu estilo de liderança mais forte e a crescer nos estilos de liderança em que é mais fraco.

Capítulo 8 – O Sexto Sentido de um Líder
·        O “sexto sentido” para tomada de decisões se baseia em alguns princípios:
o   Primeiro: “Em que creio?” – Isso significa tomadas de decisões baseadas em convicções já estabelecidas.
§  Deus me honrará se eu o honrar.
§  As pessoas importam.
§  A igreja local é a esperança do mundo.
o   Segundo: Aquilo que sei que outros líderes fariam – Pensar na ação ou decisão que outro líder que mereça seu respeito (que você os considere mais sábio que você) faria diante daquela situação.
§  Assumir risco calculado de vez em quando faz bem.
o   Terceiro: Sofrimento – As experiências negativas e doloridas servem de base para tomar decisões.

Capítulo 9 – A Arte da Autoliderança
·        Como qualquer um de nós poderá liderar outras pessoas com eficiência, se o espírito estiver esgotado e a coragem estiver vacilante?
·        Experiência pessoal (Pr. Cornélio) – Comunidade Batista Água Viva (Curitiba).
·        Perguntas que devem ser consideradas:
o   Tenho certeza do meu chamado?
o   A minha visão é clara? O futuro depende da clareza da visão hoje.
o   A minha paixão está acesa? Devo manter a paixão acesa. Essa é minha tarefa.
o   Estou desenvolvendo meus dons? Quais são seus três principais dons? Um dia Deus nos pedirá conta do que nos deu. Você está desenvolvendo os dons que lhe foram confiados?
o   Meu caráter está submisso a Cristo? Isso fala de integridade e de qualidade moral. Marca uma reunião, mas não aparece, ou aparece, mas demonstra desorganizado. As pessoas o procuram, mas nunca o acham. Etc.. Isso compromete o seu caráter e a confiança das pessoas em você.
o   Meu orgulho foi subjugado? 1 Pe 5.5.
o   Estou derrotando o medo? Não é problema ter medo, o problema é o medo ter você, porque ele te paralisa. Arriscar às vezes é necessário.
o   Os problemas interiores estão prejudicando minha liderança?
o   Meu ritmo é sustentável? “O ritmo no qual estou fazendo a obra de Deus está destruindo a obra de Deus em mim”? Nós devemos ser o dono de nossa agenda. Não deixe que outros façam sua agenda. Sua agenda não deve ser ociosa, pois não irá gerar desafios para sua liderança. Entretanto não deve ser exagerada em atividades, pois não lhe proporcionará tempo para reflexões e recuperação de energia.
o   Meu amor por Deus e pelas pessoas está aumentando? É meu dever cuidar da minha relação com Deus e com o meu próximo.

Capítulo 10 – A Oração do Líder
·        Davi – otimismo baseado em sua fé em Deus.
·        Jônatas – Amor pelas pessoas acima de seus interesses.
·        José – Integridade. Não tomou o que não lhe pertencia financeiro, sedução sexual e nem escândalo político.
·        Josué – Determinação. Josué sabia que para liderar era preciso tomar decisões, fazer escolhas difíceis e custosas. Mas sabia que suas escolhas determinariam as escolhas de seus liderados.
·        Ester – Coragem. Que mulher corajosa. Colocou sua vida a disposição de seu povo. Teve coragem de fazer a coisa certa, ainda que lhe custasse a vida. Morreu por determinados valores vale a pena.
·        Neemias – Comprometimento com a comemoração. Neemias desejava que o povo comemorasse a vitória, que saboreasse o fruto do seu trabalho. Muito trabalho, sem nenhuma diversão forma pessoas e igrejas banais. Cultos, sem nenhuma comemoração, é a fórmula para desgastar as pessoas e sugar sua alegria.
·        Pedro – Disposição em agir. Pedro era sempre o primeiro a falar e agir. Algumas vezes o fez de maneira errada, mas fez. Pedro era o homem da iniciativa.
·        Paulo – Intensidade em seu compromisso. Paulo não se entregava de maneira alguma. Sua garra em proclamar o Evangelho era algo admirável (At 20.24; 2 Co 12.15; 2 tm 4.7).

Capítulo 11 – A Trilha do Líder

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