A
difícil arte de conhecer-se.
“Considerem: Uma árvore boa dá fruto bom, e uma árvore
ruim dá fruto ruim, pos uma árvore é conhecida por seu fruto. Raça de víboras,
como podem vocês, que são maus, dizer coisas boas? Pois a boca fala do eu está
cheio o coração. O homem bom tira coisas boas, e o homem mau do seu mau tesouro
tira coisas más. Mas eu lhes digo, que no dia do juízo, os homens haverão de
dar conta de toda palavra inútil que tiverem falado. Pois por suas palavras
vocês serão absolvidos, e por suas palavras serão condenados.” Mateus 12.33-37.
Quem
sou eu? Essa parece ser uma pergunta simples, mas dificílima de ser respondida.
Como saber exatamente o que somos?
Nisto constituiu-se a mais nobre tarefa dos filósofos gregos: “Conhece-te a ti
mesmo", era a máxima que orientava todo o pensamento helênico. Como
discernir corretamente porque fazemos o que fazemos, porque agimos como agimos,
porque somos assim do jeito que somos?