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sexta-feira, 29 de julho de 2011

ORAÇÃO 15 - TRÊS RAZÕES PARA SE ORAR

TRÊS RAZÕES PARA SE ORAR
Mt 6:9-13

Introdução: Esta oração chamada de "Oração do Pai Nosso", é muita conhecida e não só por nós evangélicos, ela é conhecida também pelos católicos, umbandistas, kadercistas. Essa oração é feita em vários lugares em terreiros em igrejas, lares. Mas ela é feita como um mero ritual, uma mera repetição. Uma repetição sem conhecimento profundo do seu significado. As pessoas imaginam que repetindo as palavras de Jesus serão abençoadas, contudo Jesus não queria mera repetição. Muitas coisas poderiam ser faladas a respeito da oração do Pai nosso, poderíamos estudar o significado de cada palavra, contudo hoje nós estudaremos apenas o todo dessa oração e para isso dividiremos ela em três partes.

Transição: Quando Jesus estava ensinando esta oração, ele estava pregando o "Sermão do Monte" que se inicia no capítulo 5 com as "bem-aventuranças". Antes D'ele iniciar como orar, ele ensinou como não orar, para depois passar um modelo de oração. Jesus passa um modelo de oração que não deveria ser uma cópia repetitiva sem expressão, sem sentido, sem compreensão. Jesus passa um modelo que deveria ser compreendido por nós, porque neste modelo se encontra TRÊS RAZÕES PARA SE ORAR.

sábado, 30 de abril de 2011

MEDITAÇÕES 11 - NÓS SABEMSO O QUE FAZER

NÓS SABEMOS O QUE FAZER
Lc 12:35-48

INTRODUÇÃO: Aqueles que são pais, chefe ou responsáveis por outros, com certeza já viveram a experiência de verem seus filhos, empregados, subordinados fazendo algo que não deveriam fazer, e o pior, fazem muitas vezes sabendo que não podem fazer. Nossa atitude muitas vezes não é diferente desses.

TRANSIÇÃO: Nesta passagem Jesus está dizendo que o empregado sabe que deve esperar seu patrão voltar da festa de casamento para abrir-lhe a porta e recebe-lo. Feliz é o empregado que faz o seu dever, quer seu patrão demore ou não. O bom empregado estará sempre vigilante na espera de seu patrão.
            Jesus usa esta figura para falar a respeito de nós seus servos, nós que sabemos o que fazer enquanto nosso patrão não vem e muitas vezes não fazemos.
            Lc 12: 47-48 diz que o servo que sabia o que fazer e não fez será punido, e também diz que o servo que não sabia o que fazer e fez coisas dignas de reprovação também será punido. Por isso hoje quero lembra-los do que devemos fazer para sermos achados como servo fiel:

quarta-feira, 2 de março de 2011

ORAÇÃO 9 - ENSINOS SOBRE ORAÇÃO

ENSINOS SOBRE ORAÇÃO
Mt 7:7-11

INTRODUÇÃO: Ao cruzar o oceano Atlântico de navio, há muitos anos, foi solicitado ao escritor e professor bíblico F. B. Meyer que falasse para os passageiros. Um agnóstico (crê que Deus é inacessível/o mundo espiritual é inacessível) ouviu a mensagem de Meyer sobre orações respondidas e disse a um amigo: “Não acredito em uma só palavra”.
            Mais tarde, naquele mesmo dia, o agnóstico foi ouvir Meyer falar para um outro grupo de passageiros. Mas antes de ir para a reunião, colocou duas laranjas em seu bolso. No caminho, passou por uma senhora idosa que cochilava numa cadeira no convés. Seus braços estavam estendidos e as mãos abertas, então, de brincadeira, ele colocou as duas laranjas em suas mãos. Após a reunião, ele viu a mulher comendo alegremente uma das frutas.
“A senhora parece estar gostando dessa laranja”, comentou com um sorriso. “Sim, senhor” ela respondeu, “Meu Pai é muito bom para mim”.
“O que quis dizer com isso?”, pressionou o agnóstico. Ela explicou: “Tenho estado enjoada há dias. Eu estava pedindo a Deus que me mandasse, de alguma forma, uma laranja. Adormeci enquanto orava. Quando acordei, encontrei não apenas uma, mas duas laranjas!” O agnóstico ficou espantado com a inesperada confirmação da palestra de Meyer sobre orações respondidas. Mais tarde, ele colocou sua fé em Cristo.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

ORAÇÃO 2 - ORAÇÃO: UMA PRIORIDADE, UMA NECESSIDADE E UM PRIVILÉGIO

ORAÇÃO: UMA PRIORIDADE, UMA NECESSIDADE E UM PRIVILÉGIO
LUCAS 10:38 - 42

INTRODUÇÃO
• Alguém perguntou a um pastor: “Por que o senhor prega sobre o mesmo assunto várias vezes”. Ele respondeu: “Porque vocês ainda não estão ouvindo e fazendo o que eu estou pregando”.
• Mais uma vez, quero falar sobre a disciplina da oração.
• Porque as pessoas não tiram tempo para orar? Esse tempo é tão glorioso, é tão poderoso?
• Porque estão muito ocupadas e portanto sem tempo – Lucas 10:38ss
• Porque não é prioridade – Mateus 6:33
• Porque não entendem a bênção de orar. Por isso, prego essa mensagem.

ORAÇÃO NÃO É
• Reza
• Lista de pedidos
• Forma de informar a Deus e aos outros do que sabemos

ORAÇÃO É
• Relacionamento com Deus
• Reconhecimento da nossa necessidade de Deus
• Disciplina - O preguiçoso não pode, não quer e não ora.

POR QUE DEVEMOS ORAR?
1- É mandamento - Mateus 6 e Lucas 18
2- Jesus orou
3- Funciona: Lembra de Ezequias? 2 Reis 18

OS PROBLEMAS QUE ENFRENTAMOS HOJE ESTÃO RELACIONADOS COM A ORAÇÃO OU A FALTA DELA
1 . NADA TENDES PORQUE NÃO PEDIS – Tg 4:2b; Mt 7:7-8
• O maior problema da igreja hoje é que a igreja não ora.
• Promessas na Bíblia de resposta de oração: João 14:11 17, 15:7 e 16, 16:24; I Jo 5:14 e 15; Tiago 5:17 e 18
Em cada passagem há algumas condições, se as condições forem preenchidas, então a promessa é resposta de oração.

2 . PEDIS, E NÃO RECEBEIS PORQUE PEDIS MAL – Tg 4:3
• O Segundo maior problema é que quando a igreja ora, ora mal.
• O que a palavra diz: Deut. 4:29 (de todo coração – Is 26:9). 2 Cron. 7:14 (humilhar, converter do mau caminho), Lucas 11:9-13 (perseverante, pois o Pai tem prazer em dar boas dádivas aos seus filhos).
• Oração deve ser continua “Orai sem cessar”
• Oração é um processo. Deus começa a trabalhar conosco quando estamos de joelhos, é o lugar que crucificamos a carne:
• Estágios de oração:
1 Luta
2 Glória
Do 1 para o 2 pode levar minutos ou horas, ou dias, ou segundos
Quando você chega no 2, a sua oração muda. Ela centraliza em Deus e não em você. A culpa desaparece, Deus fica grande.

COMO DEVERMOS ORAR?
1- Com a mente e com o espírito (1 Co 14:14 e 15) – A mente fala de uma linguagem conhecida e racional. Com o espírito neste contexto significa em línguas estranhas, isto é, numa linguagem desconhecida dos homens.
2- Com ousadia (Hebreus 10:19) - Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus. Oração demanda energia. Quando a ousadia em nossa oração, há manifestação do poder de Deus (At 3:1-6; 13:7-11).
3- Perseverança - Lucas 18:1 – E CONTOU-LHES também uma parábola sobre o dever de orar sempre, e nunca desfalecer. Lembra de Daniel que orou 21 dias e de Jacó que lutou com o Anjo ou a mulher Siro-fenícia que veio a Jesus em favor da sua filha?


A ORAÇÃO DO APOSENTO – Mateus 6:5-8
- Não é asilo para indolente
Verbete: indolente
1. Insensível à dor; insensível, apático.
2. Sem atividade; ocioso, inerte, preguiçoso.
3. Negligente, lânguido:
4. Que denota falta de energia; apático:
5. Pessoa indolente.
- Não é berçário para bebes.
- Mas é um campo de batalha. Um cenário de conflitos heróicos e espirituais.
- É a base de suprimento para a igreja. A fonte de inspiração do pregador. É a única solução para a nação.
- Não deve ser repetida com vãs repetições, mas com fé.

O MODELO DA ORAÇÃO (Mt 6:9-13) –
No modelo de oração que nos foi dado por Jesus encontramos os seguintes ensinamentos para uma vida de oração: LOUVOR, SUBMISSÃO A VONTADE DE DEUS, PETIÇÃO, CONFISSÃO, PERDÃO, INTERCESSÃO E ADORAÇÃO.

CONCLUSÃO: Oração não é opção para o cristão é uma prioridade, deve ser a primeira coisa a se fazer todos os dias; é uma necessidade de sobrevivência, pois sem relacionar-se com Deus o homem nunca chegará a ser verdadeiramente humano; é um privilégio, pois ao orar entramos em contato com o Criador da vida e nosso Salvador.

Pregado por: Pr. Cornélio Póvoa de Oliveira

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

ORAÇÃO 1 - APREDENDO A ORAR COM PAULO

APRENDENDO A ORAR COM PAULO - 1
Filipenses 1:9-11 e Colossenses 1:10

O texto que estamos lendo é uma oração do apóstolo Paulo. Vamos analisar hoje o que podemos aprender desta oração.
Você já se perguntou qual o conteúdo de suas orações?
Hoje, quando oramos, nossa preocupação maior é com o que é exterior (braço quebrado, marido desempregado, por finanças, etc.). Para Paulo o conteúdo da oração é nosso interior.

A) Que o vosso amor aumente: v.9 - Amor - não é o amor das novelas, nem dos filmes de Hollywood cheio de emocionalismo e erotismo. É o Amor Ágape, que advém do nosso novo relacionamento com Cristo.
Viver o amor ágape não é algo fácil, e creio que sem a ajuda do Espírito Santo, é impossível para nós vivê-lo.
Em 1 Co 13:4-7, Paulo descreve o amor ágape, o amor ideal, perfeito, que devemos buscar viver em nosso dia-a-dia.
A oração de Paulo é que este amor aumente mais e mais em nós.
Todos nós possuímos defeitos, todos nós estamos sujeitos a erros, e somente se vivermos verdadeiramente este amor, poderemos viver relacionamentos profundos uns com os outros.

B) Aumente em pleno conhecimento e toda percepção para aprovardes as coisas excelentes: vv.9 e 10 - Não é possível crescer sem o conhecimento da Palavra de Deus. A palavra grega aqui se refere a conhecimento bíblico (as doutrinas dos apóstolos, que expressam a vontade de Deus revelada aos homens). Este mesmo desejo aparece também na oração de Paulo pelos irmãos da igreja de Colossos.
Este conhecimento tem por finalidade nos ajudar a distinguir entre questões importantes e assuntos secundários e irrelevantes. Não é um conhecimento para ser guardado em uma prateleira teológica, mas para ser vivida no dia-a-dia.
Este conhecimento nos ajudará a vivermos em comunhão, a proclamarmos a Palavra de Deus e nos ajudará a vencer a Satanás e seus príncipes.
Através deste conhecimento poderemos discernir nossas prioridades, colocá-las em ordem. Lendo a Bíblia descobrimos que para um cristão as prioridades corretas são:
1. Deus (Mt 6:33 – “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e Sua justiça...”).
2. Cônjuge – (Nossa metade).
3. Filhos – (São herança do Senhor – Devemos educá-los para o Senhor).
4. Trabalho - (Com o qual sustentará seu lar e ajudará no sustento de sua igreja).
5. Trabalhos da Igreja - (isso não significa não ter tempo para a igreja!).
Este conhecimento nos ajudará a discernir o certo e o errado, o que podemos negociar e o que é inegociável. Esta percepção que nos ajudará a termos unidade em vez de uniformidade.

C) E serdes sincero e inculpáveis para o dia de Cristo: v.10 – Entendo que este mesmo pensamento está expresso também na oração de Paulo, na carta aos Colossenses (Cl 1:10a).
O que é ser sincero e inculpável para o dia de Cristo? É viver de modo digno para o dia de nosso julgamento, o dia do Senhor.
Paulo está dizendo aos irmãos de Filipos que deveriam estar preparados para o dia do Senhor. Que suas vidas pudessem ser como um livro aberto diante de Deus.
A Palavra de Deus é clara em afirmar que somos pecadores, embora fomos santificados pelo sangue de Jesus, continuamos sujeitos a errar. Ser sincero e inculpável significa estar com a vida passada a limpo diante de Deus.
Não esconda nada de Deus. Nada mesmo! Nem seus medos, taras, fraquezas, etc. Coloque tudo diante de Deus, confesse ao Senhor seus pecados continuamente.
Você errou com alguém, roubou alguém, feriu alguém, vá e conserte o que fez. Peça perdão e se for possível restituir, restitua (Mt 5:23).
A promessa Dele é que se confessarmos nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoas de todos os pecados (1 Jo 1:9).


D) Cheios do fruto de justiça: v.11 – Paulo está dizendo que Deus espera que estejamos cheios de fruto. Não é de qualquer fruto? Fruto de justiça. Mais uma vez, Paulo expressa a mesma idéia em sua oração aos irmãos de Colossos (Cl 1:10b).
Paulo esta orando para que possamos nos apresentar a Deus cheios do fruto de justiça. Que frutos são esses? São os frutos de uma vida comprometido com Deus, com Seu Reino e Sua justiça. Poderíamos dizer que frutos de justiça são: amor, paz, misericórdia, santidade, domínio próprio, alegria, fidelidade (todos os frutos do Espírito – Gl 5:22-23).
Mas não devemos nos esquecer que os frutos também se referem ao cumprimento de nossa missão: pregação do evangelho.
Em fim frutos de justiça fala do propósito de nossa existência. Deus nos deu um propósito ao nos criar. Existimos para o louvor da Sua glória. Nosso propósito de vida deve ser glorificá-lo, exaltá-lo, adorá-lo.
Só poderemos atingir o objetivo de nosso propósito se nossa motivação de vida, o louvor a Deus, o engrandecimento de Seu nome.
Como engrandeceremos o nome de Deus, gritando o nome de Jesus bem alto? Não, mas praticando as boas obras, que é manifestação de uma vida transformada pelo poder do Espírito Santo. Uma transformação interior que nos leva a pratica das boas obras. Jesus disse: “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus”.

Conclusão: Através da oração de Paulo aprendemos que devemos orar por uma mudança do nosso homem interior, mais do que pelas coisas exteriores. Não é errado orarmos por nossas necessidades exteriores, mas devemos nos preocupar mais com o que se passa dentro de nosso interior, pois é do coração que procede a vida.

Pr. Cornélio Póvoa de Oliveira