Translate

Mostrando postagens com marcador Páscoa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Páscoa. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 2 de abril de 2024

MENSAGEM EM VÍDEO 1259 - A MORTE NÃO É O FIM DE TUDO




 

SERMÕES 224 - A MORTE NÃO É O FIM DE TUDO

 A MORTE NÃO É O FIM DE TUDO

Série: Páscoa

 

INTRODUÇÃO: Muitos têm medo da morte por não saberem o que vêm depois dela, outros pensam que a morte é o fim de toda existência. No entanto a morte não é o fim de tudo, podemos até dizer que a morte é a porta para uma nova vida. Essa nova vida pode ser uma vida de bênção eterna ou uma vida de tormentos eternos, tudo depende da escolha que fazemos hoje, neste mundo presente.

Para que possamos compreender a importância de nossa escolha com relação a vida após a morte eu quero refletir com vocês dois versos que se encontram na carta aos Hebreus 9.27,28.

27 Da mesma forma, como o homem está destinado a morrer uma só vez e depois disso enfrentar o juízo, 28 assim também Cristo foi oferecido em sacrifício uma única vez, para tirar os pecados de muitos; e aparecerá segunda vez, não para tirar o pecado, mas para trazer salvação aos que o aguardam. (Hebreus 9.27,28)

Estes dois versos da carta aos Hebreus nos ensinam algumas coisas muito importantes. Primeiro ensino que aprendemos está no verso 27: não existe reencarnação.

domingo, 21 de abril de 2019

SERMÕES 78 - PÁSCOA A CELEBRAÇÃO DA NOVA VIDA

PÁSCOA A CELEBRAÇÃO DA NOVA VIDA

Hoje, 21 de Abril de 2019, estamos comemorando a páscoa. Mas o que de fato estamos comemorando na páscoa? Embora esta pergunta pareça irrelevante, contudo em nossos dias a páscoa, assim como o Natal, tem sido compreendida, mais pelo seu valor comercial do que pelo seu valor histórico e espiritual. Então vamos tentar compreender a páscoa a partir de sua origem.
1 O Senhor disse a Moisés e a Arão, no Egito: 2 "Este deverá ser o primeiro mês do ano para vocês. 3 Digam a toda a comunidade de Israel que no décimo dia deste mês todo homem deverá separar um cordeiro ou um cabrito, para a sua família, um para cada casa. 4 Se uma família for pequena demais para um animal inteiro, deve dividi-lo com seu vizinho mais próximo, conforme o número de pessoas e conforme o que cada um puder comer. 5 O animal escolhido será macho de um ano, sem defeito, e pode ser cordeiro ou cabrito. 6 Guardem-no até o décimo quarto dia do mês, quando toda a comunidade de Israel irá sacrificá-lo, ao pôr-do-sol. 7 Passem, então, um pouco do sangue nas laterais e nas vigas superiores das portas das casas nas quais vocês comerão o animal. 8 Naquela mesma noite comerão a carne assada no fogo, juntamente com ervas amargas e pão sem fermento. 9 Não comam a carne crua, nem cozida em água, mas assada no fogo: cabeça, pernas e vísceras. 10 Não deixem sobrar nada até pela manhã; caso isso aconteça, queimem o que restar. 11 Ao comerem, estejam prontos para sair: cinto no lugar, sandálias nos pés e cajado na mão. Comam apressadamente. Esta é a Páscoa do Senhor. 12 "Naquela mesma noite passarei pelo Egito e matarei todos os primogênitos, tanto dos homens como dos animais, e executarei juízo sobre todos os deuses do Egito. Eu sou o Senhor! 13 O sangue será um sinal para indicar as casas em que vocês estiverem; quando eu vir o sangue, passarei adiante. A praga de destruição não os atingirá quando eu ferir o Egito. 14 "Este dia será um memorial que vocês e todos os seus descendentes o comemorarão como festa ao Senhor. Comemorem-no como decreto perpétuo. (Êxodo 12.1-14)

terça-feira, 16 de abril de 2019

MENSAGEM EM VÍDEO 1051 - JESUS E A CRUZ


SERMÕES 77 - JESUS E A CRUZ


JESUS E A CRUZ

Estamos dando início a uma nova série de mensagens: Como Cristo na Morte e na Ressurreição. Esta série surge com o fim de nos levar a uma reflexão através da experiência de Cristo com a cruz e com a ressurreição. E nessa primeira mensagem, cujo tema é “Jesus e a Cruz”, gostaria de refletir com vocês a partir de duas perguntas:
1 – Por que a cruz se tornou necessária ao homem?
2 – Por que a cruz se tornou necessária a Jesus?

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

PÁSCOA 5 - A PERSPECTIVA MISSIOLÓGICA DA PÁSCOA CRISTÃ

A perspectiva missiológica  da páscoa cristã


Introdução

Num contexto de mudanças tão rápidas e da banalização do cristianismo, eu particularmente creio que a celebração cristã que mais representa o significado do verdadeiro cristianismo é a páscoa cristã.
Nela encontramos elementos que resumem o que verdadeiramente significa ser cristão no mundo de hoje. Sem a páscoa cristã não teríamos nenhuma boa notícia para contar a ninguém.
Ela nos diz por exemplo, que: 1. A experiência da páscoa cristã veio confirmar todo o ministério terreno de Jesus. Ele foi verdadeiro e tudo aquilo que ele disse e fez se consumam nesta experiência maravilhosa; 2. Os evangelhos só foram escritos por causa deste evento e que sem ele não teríamos nada prá contar ao mundo; 3. Também nos fala de uma era que se estava findando e de uma nova que estava tomando forma e começando. A páscoa cristã tem profunda influência na origem da missão da Igreja cristã primitiva, pois era o Cristo ressurrecto e exaltado que atraia e atrai as pessoas a Deus.
Neste contexto eu gostaria de pensar sobre o que tudo isto tem a ver conosco no inicio de um novo milênio e meditar sobre a perspectiva dessa experiência tão singular na história da humanidade, para nós hoje enquanto comunidade cristã, Igreja.
Eu quero pensar que os eventos dos últimos dias da vida de Jesus na terra nos falam sobre a nossa responsabilidade de encarnar sua história e nos remetem para a Missão.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

ESTUDOS 163 - A PÁSCOA

A Páscoa


1. A Páscoa e o crente


A primeira Páscoa, celebrada pelo Povo de Israel naquela inesquecível noite da morte dos primogénitos egípcios, trouxe-lhes uma autêntica libertação e o novo sistema de vida. A partir de então, Deus liberta-os poderosamente das garras de Faraó e, levantando Moisés, guia-os pelo deserto, sustentando-os, protegendo-os e disciplinando-os.



Páscoa, em hebraico pesah, significa passar por cima. Assim, naquela noite, o anjo da morte passou por cima de todas as casas israelitas cujo sangue do cordeiro tinha sido aspergido nas ombreiras e vergas das portas (Êxodo 12:7,13).



O mês de Abibe, posteriormente chamado Nisan, no qual foi celebrada a Páscoa, passou a ser o primeiro mês do calendário judaico (Ex. 12:2, Dt. 16:1).



Para o crente, CRISTO é a sua páscoa (1Cor. 5:7). O nosso Senhor Jesus Cristo é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (João 1:29). E só o sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo o pecado (1João 1:7). Tanto a Páscoa antiga dos israelitas, como agora a morte de Cristo, aponta-nos para o juízo de Deus, o pecado do homem, o valor do sangue e a importância da fé.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

ESTUDOS 162 - A PÁSCOA

A PÁSCOA

Êx 12.11 "Assim, pois, o comereis: Os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a páscoa do Senhor."

CONTEXTO HISTÓRICO. Desde que Israel partiu do Egito em cerca de 1445 a.C., o povo hebreu (posteriormente chamado "judeus") celebra a Páscoa todos os anos, na primavera (em data aproximada da sexta-feira santa). Depois de os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó passarem mais de quatrocentos anos de servidão no Egito, Deus decidiu libertá-los da escravidão. Suscitou Moisés e o designou como o líder do êxodo (3 — 4). Em obediência ao chamado de Deus, Moisés compareceu perante Faraó e lhe transmitiu a ordem divina: "Deixa ir o meu povo." Para conscientizar Faraó da seriedade dessa mensagem da parte do Senhor, Moisés, mediante o poder de Deus, invocou pragas como julgamentos contra o Egito. No decorrer de várias dessas pragas, Faraó concordava em deixar o povo ir, mas, a seguir, voltava atrás, uma vez a praga sustada. Soou a hora da décima e derradeira praga, aquela que não deixaria aos egípcios nenhuma outra alternativa senão a de lançar fora os israelitas. Deus mandou um anjo destruidor através da terra do Egito para eliminar "todo primogênito... desde os homens até aos animais" (12.12). Visto que os israelitas também habitavam no Egito, como poderiam escapar do anjo destruidor? O Senhor emitiu uma ordem específica ao seu povo; a obediência a essa ordem traria a proteção divina a cada família dos Hebreus, com seus respectivos primogênitos. Cada família tinha de tomar um cordeiro macho de um ano de idade, sem defeito e sacrificá-lo ao entardecer do dia quatorze do mês de Abibe; famílias menores podiam repartir um único cordeiro entre si (12.4). Parte do sangue do cordeiro sacrificado, os israelitas deviam aspergir nas duas ombreiras e na verga da porta de cada casa. Quando o destruidor passasse por aquela terra, ele passaria por cima daquelas casas que tivessem o sangue aspergido sobre elas (daí o termo Páscoa, do hb. pesah, que significa "pular além da marca", "passar por cima", ou "poupar"). Assim, pelo sangue do cordeiro morto, os israelitas foram protegidos da condenação à morte executada contra todos os primogênitos egípcios. Deus ordenou o sinal do sangue, não porque Ele não tivesse outra forma de distingüir os israelitas dos egípcios, mas porque queria ensinar ao seu povo a importância da obediência e da redenção pelo sangue, preparando-o para o advento do "Cordeiro de Deus," que séculos mais tarde tiraria o pecado do mundo (Jo 1.29). Naquela noite específica, os israelitas deviam estar vestidos e preparados para viajar (12.11). A ordem recebida era para assar o cordeiro e não fervê-lo, e preparar ervas amargas e pães sem fermento. Ao anoitecer, portanto, estariam prontos para a refeição ordenada e para partir apressadamente, momento em que os egípcios iam se aproximar e rogar que deixassem o país. Tudo aconteceu conforme o Senhor dissera (12.29-36).

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

REFLEXÃO 376 - A PÁSCOA

A PÁSCOA 
Êxodo 12.1-27


No texto em tela, o Próprio Deus dá a ordem a Moisés para que preparasse a festa e que a chamassem de Páscoa. 

Páscoa no hebraico é pessach que significa passagem ou passar por cima: "...é a páscoa do Senhor" (Ex.12:11), "Porque o Senhor passará para ferir os egípcios..." (Ex.12:23), "É o sacrifíco da páscoa ao Senhor que passou por cima das casas dos filhos de Israel..." (Ex.12:27).

O desenho ao lado mostra um hebreu aspergindo o sangue de um cordeiro sobre as ombreiras (batentes ou colunas verticais) e nas vergas da porta (Êxodo 12:7). Observe que o sangue aspergido nas colunas e nas vergas, nos sentidos horizontal e vertical, apontam para a cruz de Cristo.

Nela, na Páscoa um animal seria separado, preparado e sacrifício, um cordeiro, como figura pelo pecado (Ex.12.2,6), no dia 14 do mês de abibe. que significa espigas verdes.

Durante o exílio fou substituído pelo nome nisã (Ne.2.1) que significa começo ou abertrua

Correspondendo a março-abril em nosso calendário. A páscoa foi instituída numa sexta-feira, um dia antes dos Pães Asmos (Lv.23.6) e dois dias antes das Primícias (Lv.23.12).
Um cordeiro ou carneiro morreria, porém não um cordeiro comum, sua escolha seria rigorosíssima, deveria ser de um ano, sem nenhum defeito físico (aleijado, mancha, etc), macho, separado por um período de quatro dias nos quais seria observado, para que não pairasse quaisquer dúvidas sobre seu estado de completa perfeição física, após este período seria levado ao Sacerdote que com uma adaga "pechera", que deveria estar absurdamente bem afiada, muito mais que uma navalha - das que conhecemos hoje -, e então era cortada a jugular do animal para que não sentisse dor, seu sangue deveria ser recolhido numa bacia e aspergido nos umbrais das portas para que os primogênitos dos Hebreus não morressem, seriam protegidos da morte.
O Sacrifício do animal deveria ser a tarde, na declinação do sol e o seu ocaso. Seus ossos não poderiam ser quebrados.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

ESTUDOS 161 - A PÁSCOA EM CRISTO É NOVA VIDA

A Páscoa em Cristo é Nova Vida

Ref. Ex 12:3 - Gn 15: 13,14 - Jo 8:32-36 - Jo 3:16

Jesus é a nossa Páscoa. O termo "páscoa" deriva da palavra hebraica "pessah", que significa passar por cima, pular além da marca ou passar sobre (atravessar). Quando Deus ordenou ao anjo destruidor que eliminasse todo primogênito na terra do Egito, a casa que tivesse o sinal do sangue do cordeiro não seria visitada pela morte (Êxodo 12:1-36). Os judeus passaram então a celebrar a Páscoa (Pessah) comemorando a saída do Egito, a passagem para a liberdade. A partir de Jesus, essa celebração foi substituída pela Ceia do Senhor, com o pão e o vinho, em Sua memória. Não mais para relembrarmos a saída do Egito, mas para estarmos sempre nos lembrando da liberdade que nEle há, da Sua morte e ressurreição. A passagem de uma vida, para uma vida vivida em "novidade de vida".
O Homem moderno, em suas muitas ocupações, tem se esquecido do profundo significado da festa da Páscoa. Até porque, a versão secular desta data é apenas comercial e não religiosa. Podemos lembrar dos significados que a páscoa tem dentro do contexto escriturístico.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

REFLEXÃO 375 - A PÁSCOA ABIBE

A Páscoa Abibe


Egito, dia 14 de abibe, do ano em que os filhos de Israel foram livres da 
escravidão. Esse seria um dia decisivo. Dia de regozijo para alguns e 
desespero para outros. Naquela noite, o anjo da morte visitaria o Egito e 
mataria a todos os primogênitos, desde os animais ate o filho de Faraó. 
Esse seria o castigo de Deus contra o Egito.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

REFLEXÃO 27 - PÁSCOA É DOAÇÃO DE VIDA

PÁSCOA É DOAÇÃO DE VIDA

         A páscoa é lembrada por muitos apenas como o dia do “coelhinho”. Sabemos que o coelhinho simboliza a prosperidade, mas nem isto é mais lembrado no dia da páscoa.
A verdadeira páscoa não está na figura do coelhinho, embora ela também fale de prosperidade. A verdadeira páscoa aconteceu quando, Jesus de Nazaré, doou sua vida em prol de toda a humanidade.