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terça-feira, 8 de outubro de 2024

MENSAGEM EM VÍDEO 1270 - AS AVENTURAS DO VIVER COM CRISTO (parte 2)


 

SERMÕES 235 - AS AVENTURAS DO VIVER COM CRISTO (parte 2)

 AS AVENTURAS DO VIVER COM CRISTO (parte 2)

Série: Atos de Transformação (Atos 16.16-40)

 

Hoje iremos dar continuidade a segunda parte de nossa mensagem “As Aventuras do Viver Com Cristo”. Estamos na série “Atos de Transformação” e estamos refletindo no capítulo dezesseis do livro “Atos dos Apóstolos”.

Para nossa meditação dividimos este capitulo dezesseis de Atos dos Apóstolos em cinco partes, dando foco em cada uma das partes em um dos personagens citados neste capítulo.

·      Primeira parte: Atos 16.1-5 – Timóteo.

·      Segunda parte: Atos 16.6-12 – Espírito Santo de Deus.

·      Terceira parte: Atos 16.13-15 – Lídia.

·      Quarta parte: Atos 16.16-23a – Escrava possessa de um espírito adivinhador.

·      Quinta parte: Atos 16.23b-36 – O carcereiro.

Em nosso último encontro refletimos nas três primeiras partes deste estudo. Hoje iremos refletir na quarta e na quinta parte deste estudo. Iremos falar da escrava possessa de um espírito adivinhador e do carcereiro. O tema de nossa quarta parte é...

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

ESTUDOS 123 - A MISSÃO EM FILIPOS

A MISSÃO EM FILIPOS

Um estudo em Atos 16
 Uma das passagens mais impressionantes sobre a relação do Espírito Santo com a obra missionária é Atos 16.6,7: "E percorrendo a região frígio-gálata, tendo sido impedidos pelo Espírito Santo de pregar a palavra na Ásia, defrontando Mísia, tentavam ir para Bitínia (1), mas o Espírito de Jesus não o permitiu". Como e por que o Espírito Santo impediu que Paulo e seus companheiros pregassem na Ásia e fossem também para Bitínia?
A maioria dos comentaristas bíblicos admite não saber ao certo como foi que o Espírito Santo revelou-lhes que possuía outro programa de viagem. Mas todos eles sugerem uma ou mais possibilidades. Citemos algumas: De acordo com Norman Champlin, "pode ter sido por impulso interior, ou circunstâncias adversas que fugiam ao controle de Paulo, ou alguma visão ou sonho noturno, ou mesmo alguma declaração profética por parte de seus convertidos que possuíssem o dom da profecia" (2). Simon Kistemaker sugere Silas, pois era um profeta (cf. At 15.32) (3). Na minha opinião, é provável que eles só passaram a entender o significado dos impedimentos do Espírito após analisarem os fatos ocorridos. Aquele duplo impedimento (vv6,7), a visão de Paulo (v9) e a declaração de Lucas no verso 10 parecem lançar luz sobre esta possibilidade. Quanto ao "por que?" não há necessidade de se especular. Em Atos a soberania e a liberdade do Espírito Santo na obra missionária são inquestionáveis. O Espírito Santo dirige e coordena a obra missionária. É ele que determina quem vai, como se vai e para quem se vai pregar o evangelho (4).
Acredita-se que havia cerca de meio milhão de pagãos em Antioquia no tempo de Paulo, mas o Espírito não o quis em Antioquia. Certamente o número de habitantes que não ouviram o evangelho na Ásia e Bitínia também não era pequeno, contudo, o Espírito Santo tinha outros planos!
Do início ao fim do livro de Atos não é difícil perceber que o Espírito Santo é quem prepara o campo para receber a boa semente do evangelho. Somente pela atuação direta do Espírito é que a Palavra de Deus germina, cresce e frutifica. E é ele, o Espírito, que além de vocacionar, capacitar e enviar seus obreiros ao campo missionário, sai na frente e prepara com antecedência o coração daqueles que haverão de ouvir a pregação da Palavra. Um exemplo disso é, como se sabe, o capítulo 16 de Atos. O campo que o Espírito preparou para aquela ocasião não seria, por enquanto (5), a província da Ásia e Bitínia que, a princípio, Paulo e seus companheiros tanto queriam ir. O objetivo do Espírito Santo era a Europa (At 16.9,10). E naquela ocasião, em especial, "Filipos, cidade da Macedônia, primeira do distrito, e colônia" (At 16.12). O nome da cidade é originário de Filipe da Macedônia, que a conquistou dos tásios por volta do ano 300 a.C. Em Filipos, por ocasião da segunda viagem missionária no ano 50 A.D., Paulo teria uma das experiências mais frutíferas de seu ministério. Ali nasceria uma igreja abençoada, sua "alegria e coroa", como ele mesmo diria mais tarde em sua epístola aos filipenses (Fp 4.1).