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sexta-feira, 10 de junho de 2016

HISTÓRIA DO CRISTIANISMO 4 - FUNDAÇÃO DO CRISTIANISMO

 FUNDAÇÃO DO CRISTIANISMO 

 CAP. 1-o.
CRISTIANISMO A PARTIR DO
VELHO MESSIANISMO DOS PROFETAS. 4251y015.
 
 16. Introdução. O cristianismo é basicamente um messianismo. Começa, pois o exame do cristianismo sob esta perspectiva.
 Ora o messianismo é um fenômeno sociológico muito complexo, ocorrido em diferentes partes do mundo, com nomes diferentes e direções várias, dificilmente previsíveis, mas não de todo fora de um sistema.
   Principia o messianismo, em qualquer povo em que ele aconteça,   com a crença em um Messias, e com a busca, por intermédio deste, de um resultado coletivo.
 O messianismo judaico originário foi sobretudo político, no sentido de que um Messias restabeleceria o reino de Israel.
 Enquanto este restabelecimento não se efetivava, um leque de reinterpretações se foi criando, desde as formas simplesmente políticas, até as espirituais, como a dos essênios e a dos cristãos.
 Portanto, o objetivo final do messianismo cristão seria um Reino de Deus. Os que conseguem pertencer ao Reino de Deus, são considerados salvos, e os demais perdidos para o Inferno eterno.
 Tudo finalmente se completa por uma geral escatologia, denominada Fim do mundo.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

REFLEXÃO 143 - A CRUZ E O CRISTIANISMO

A cruz e o cristianismo
 P. Vernei Henken
Marcos 8.31-38

Bênção de púlpito: Que Deus, nosso Senhor, nos conceda sabedoria e discernimento para ouvirmos a tua Palavra, por isso pedimos que seu santo Espírito nos auxilie neste momento. Amém.
Prezada comunidade, prezados irmãos em Cristo.
Neste texto temos dois assuntos importantes, que devem ser tratados com mais profundidade: 1- O caminho da paixão, o caminho da cruz; 2- O caminho do discipulado, ou seja, o caminho daqueles que tomados pela fé, desejam anunciar a Boa Nova do Evangelho.
Lendo este texto, e, me preparando para a pregação, lembrei-me de alguns ditados populares, que sempre estão muito presentes em nosso meio: “quem pode mais chora menos”. Ou, “querer é poder”. Ou, “Para dá-se um jeito”. Ou ainda, “quem pode, pode, quem não pode se sacode”. São alguns dos ditados populares que, às vezes, se tornam realidade em nosso meio de vida.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

ECLESIOLOGIA 22 - A CRISE DO CRISTIANISMO E A CRISE DO MUNDO

A crise do cristianismo e a crise do mundo
Jung MO SUNG

Júlio de Santa Ana –um teólogo uruguaio que trabalhou por mais de dez anos no Brasil e atualmente ensina em Genebra, Suiça– esteve em São Paulo para assessorar um curso de militantes cristãos latino-americanos. Aproveitando a oportunidade, a Editora Vozes, CESEP (promotora do curso de militantes cristãos) e o Programa de Pós-graduação em Ciências da Religião da PUC de São Paulo organizaram uma noite de conferência. Apesar de pouca divulgação, mais de cem pessoas –maioria cristãos comprometidos com lutas sociais– se reuniram para ouví-lo falar sobre A crise do cristianismo na passagem do milênio.[1]
Sob o impacto desta conferência, o editor da revista Cultura Vozes me pediu com insistência que escrevesse um artigo sobre o mesmo tema. Após estourar vários prazos, estou finalmente atrevendo-me a colocar algumas idéias por escrito.
Na conferência, Júlio de Santa Ana apresentou alguns aspectos da crise do cristianismo: cristianismo é hoje uma religião estatisticamente estagnada; sua presença na crise histórica atual está muito aquém de sua magnitude numérica; e ela não está conseguindo contribuir para a formulação de estratégias de alternativas à sociedade de mercado.
É em torno destas questões que eu quero fazer algumas considerações.