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terça-feira, 2 de abril de 2024

MENSAGEM EM VÍDEO 1259 - A MORTE NÃO É O FIM DE TUDO




 

SERMÕES 224 - A MORTE NÃO É O FIM DE TUDO

 A MORTE NÃO É O FIM DE TUDO

Série: Páscoa

 

INTRODUÇÃO: Muitos têm medo da morte por não saberem o que vêm depois dela, outros pensam que a morte é o fim de toda existência. No entanto a morte não é o fim de tudo, podemos até dizer que a morte é a porta para uma nova vida. Essa nova vida pode ser uma vida de bênção eterna ou uma vida de tormentos eternos, tudo depende da escolha que fazemos hoje, neste mundo presente.

Para que possamos compreender a importância de nossa escolha com relação a vida após a morte eu quero refletir com vocês dois versos que se encontram na carta aos Hebreus 9.27,28.

27 Da mesma forma, como o homem está destinado a morrer uma só vez e depois disso enfrentar o juízo, 28 assim também Cristo foi oferecido em sacrifício uma única vez, para tirar os pecados de muitos; e aparecerá segunda vez, não para tirar o pecado, mas para trazer salvação aos que o aguardam. (Hebreus 9.27,28)

Estes dois versos da carta aos Hebreus nos ensinam algumas coisas muito importantes. Primeiro ensino que aprendemos está no verso 27: não existe reencarnação.

quinta-feira, 15 de abril de 2021

SERMÕES 175 - JUNTOS COM CRISTO EM SUA MORTE

JUNTOS COM CRISTO EM SUA MORTE

Série: Juntos Com Cristo (2 parte)

 

Neste mês de Abril estamos refletindo na série: “Juntos Com Cristo”. No último domingo refletimos no significado de estarmos “Juntos Com Cristo Em Sua Mesa”, hoje iremos refletir no tema “Juntos Com Cristo Em Sua Morte”.

Pretendemos olhar para a morte não como o fim, mas como o inicio de uma nova realidade para nós que morremos com Cristo.

Não quero diminuir a morte, nem a dor que ela proporciona a todos nós. Sei que até este momento 360 mil brasileiros morreram por causa da pandemia e 3 milhões de vidas vieram a óbito em todo o planeta. Me solidarizo com todas as famílias que estão enlutadas. Oro para que Deus possa consolá-las nestes dias tão difíceis que vivemos. (orar pelas famílias)

Reconheço que a morte não é nossa amiga, nem algo que devemos desejar. Ela não constava no plano original de Deus. Não estava inclusa no Éden. A morte entrou em nossa história por causa do pecado. Ela é consequência do pecado. O caos em que vivemos hoje por causa da pandemia é uma consequência do pecado originado no Éden. Contudo a morte pode ser vista por nós, não como o fim da vida, mas como o começo de uma nova vida.

A morte de Cristo na cruz é para nós cristãos libertadora. Quando Cristo morreu na cruz, morremos com Ele também, pela fé. Isso é muito importante para nós porque morrer com Cristo é o caminho para uma nova vida. Morrer com Cristo é a porta para a construção de uma nova sociedade. Morrer com Cristo é recebermos um livro com as páginas em branco para escrevermos uma nova história a partir de nossas próprias vidas.

Hoje iremos mostrar nessa reflexão por que morrermos com Cristo é para nós cristãos libertador. Primeiro vamos começar essa reflexão apresentando o embasamento bíblico para a realidade de que morremos com Cristo quando este morreu na cruz.

segunda-feira, 22 de junho de 2020

MENSAGEM EM VÍDEO 1109 - JESUS DIANTE A MORTE DO AMIGO LÁZARO


SERMÕES 136 - JESUS DIANTE A MORTE DO AMIGO LÁZARO


NOS PASSOS DE JESUS EM TEMPO DE PANDEMIA:
JESUS DIANTE A MORTE DO AMIGO LÁZARO

Em tempo de pandemia um dos sentimentos que temos que estar prontos para enfrentar é o sentimento de perda. Muitas são as perdas que podemos sofrer durante o período de pandemia. Muitas pessoas têm perdido seu negócio ou seu emprego. A consequência dessa perda da provisão é a perda dos demais bens adquiridos ao longo da vida. Muitos estão vendendo suas casas, carros e outros objetos com o fim de suprirem as necessidades essenciais para sua sobrevivência e de sua família. Mas acredito que estas perdas materiais, embora difíceis de aceitar, não são as piores perdas que podemos experimentar neste tempo de pandemia e confinamento, pois estas ao longo da vida podem ser recuperadas. Entretanto muitas famílias estão lidando com a perda de pessoas amadas. Muitas famílias estão chorando a morte da esposa, do marido, da mãe, do pai, do filho, da filha, do avô ou da avó. Muitos estão sofrendo pela ausência destas pessoas tão próximas e amadas, e também estão sofrendo pela forma como elas partiram. Não lhes foram dada a oportunidade de se despedirem, de dizerem as últimas palavras de orientação e conforto, nem de expressarem o último ato de amor.
Diante dessa realidade de perda vivida por muitos nestes dias e que ainda poderão ser vividas por muitos outros é que te convido a olhar para Jesus comigo e ver como Ele lidou com a morte de seu amigo Lázaro. Meu desejo é que através da experiência vivida por Jesus possamos encontrar o caminho do conforto e da esperança, caso a realidade da morte já tenha alcançado sua casa ou venha alcançar, pois todos nós estamos sujeitos a ela.
A história da morte e ressurreição de Lázaro se encontra no Evangelho de João, capítulo onze. Quero destacar somente um versículo de toda esta narrativa, o verso trinta e cinco.
35 Jesus chorou. (João 11.35)
Muitos dizem ser este o menor versículo da Bíblia, outros dizem ser Lc 20.30, outros dizem ser Jó 3.2 e há ainda quem diga ser Êx 20.13. Não existe um consenso em relação a isso, devido às diversas traduções. Mas independente de ser este ou não o menor versículo da Bíblia, ele nos suscita uma pergunta: por que Jesus chorou?
Esta pergunta não é tão fácil de ser respondida como nos parece à primeira vista. Vou apresentar quatro possíveis causas que levaram Jesus a chorar diante a morte de seu amigo Lázaro. A primeira hipótese afirma que Jesus chorou porque Ele era ser humano.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

SERMÕES 17 - VIVEMOS MORRENDO E MORREMOS VIVENDO

VIVEMOS MORRENDO E MORREMOS VIVENDO
(ano novo)

Na vida existe morte e na morte existe vida.
Somos uma geração que vive a morte todos os dias, que transpira morte, morremos vivendo. Basta olharmos para os noticiários do nosso dia a dia e vemos a morte reinando sobre a humanidade, através da corrupção, da mentira, da idolatria, da  violência, da homossexualidade, da prostituição, etc.. Basta olharmos para nós e vemos a morte se tornando mais real a cada dia sobre nosso corpo. O tempo nos mostra que nossa força se vai, e não conseguimos fugir da morte. A cada dia que vivemos, mais perto da morte estamos. A cada ano que viramos mais velhos ficamos.
Contudo existe algo de especial na virada de 31 de Dezembro para o dia 01 de Janeiro. Esta é uma data em que renovamos nossos sonhos, nossas forças, como num passe de mágica refazemos promessas, esquecemos por um instante do que ficou para trás e olhamos adiante.  
O nascimento de um novo ano é visto como uma oportunidade de recomeçar a vida. Mas que vida pretendemos recomeçar no novo ano? A vida que recebemos de nosso pai Adão no Éden ou a vida que nos foi oferecida por Jesus na cruz?

Portanto, da mesma forma como o pecado entrou no mundo por um homem (Adão), e pelo pecado a morte, assim também a morte veio a todos os homens, porque todos pecaram (Romanos 5.12).

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

MORTE 3 - A MORTE

A Morte

1 Coríntios 15.55 "Onde está ó morte a tua vitória? Onde está ó morte o teu aguilhão?"
Todo ser humano, tanto cristão quanto incrédulo, está sujeito à morte. A palavra "morte" tem, porém, mais de um sentido na Bíblia. É importante portanto, compreendermos os vários sentidos do termo morte.

A MORTE COMO RESULTADO DO PECADO
Nos capítulos 2 e 3 de Gênesis vemos que a morte penetrou no mundo em decorrência do pecado. Nossos primeiros pais foram criados capazes de viverem para sempre. Ao desobedecerem o mandamento de Deus, tornaram-se sujeitos à penalidade do pecado, que é a morte.
Adão e Eva ficaram sujeitos a três tipos de morte, a saber:

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

ESTUDOS 128 - A MORTE QUE DÁ VIDA

A MORTE QUE DÁ VIDA

Mateus 10:39

A MORTE QUE DÁ VIDA
Quem acha a sua vida perdê-la-á; quem, todavia, perde a vida por minha causa, achá-la-á.
(Mateus, 10:39)

INTRODUÇÃO: 
Falar sobre a busca incansável do homem em ser feliz, em sentir-se realizado, em sentir-se completo pelos seus próprios méritos e força. Esquecendo-se sempre de buscar a verdadeira vida que está em Cristo Jesus. É a busca para manter uma vida inteiramente material.

i ) TIPOS DE MORTE

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

REFLEXÃO 336 - A MORTE EM GÊNESIS 5

A Morte em Gênesis 5

Leia Gênesis 5:1-32. Agora responda a uma pergunta: qual a finalidade desse capítulo? Há, pelo menos, dois motivos importantes para incluir esse relato na  Bíblia:Œ Para mostrar a genealogia de Adão até Noé, assim fornecendo uma parte importante da história dos antepassados dos judeus, e  Para mostrar nitidamente a conseqüência física do pecado que entrou no mundo por meio de Adão e Eva. Pense um pouco sobre esse segundo motivo.
Sete vezes em 32 versículos encontramos esta observação: "e morreu". Alguns viveram muitos anos — até 969 — mas morreram. Adão, Sete, Enos, Cainã, Maalaleel, Metusalém e Lameque. Todos viveram. Todos criaram filhos. Todos morreram. Deus usou, e ainda usa, a morte física para nos relembrar da maior conseqüência do nosso pecado: a morte espiritual.
No meio de um capítulo cheio de morte, há esperança. "Andou Enoque com Deus e já não era, porque Deus o tomou para si" (5:24). Milhares de anos depois, o autor de Hebreus explicou melhor: "Pela fé, Enoque foi trasladado para não ver a morte; não foi achado, porque Deus o trasladara. Pois, antes da sua trasladação, obteve testemunho de haver agradado a Deus" (Hebreus 11:5). Enoque escapou da morte pela fé, dando esperança para todos que vieram depois que haveria a possibilidade de vencer a morte.
Agora, Jesus mostra como nós, também, podemos vencer a morte. A morte física continua, mas não é final. Ele prometeu que todos os homens serão ressuscitados, da mesma forma que ele subiu da sepultura. Mais importante, podemos evitar a morte eterna: "Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?" (1 Coríntios 15:55) 

- por Dennis Allan

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

REFLEXÃO 335 - A VIDA E A MORTE NAS MÃOS DE DEUS

A VIDA E A MORTE NAS MÃOS DE DEUS


                Parece complicado afirmar que Deus tira a vida quando aprendemos que ele é quem doa a vida. Alguém que é amor e tem uma prática que reflete este amor, dificilmente pode ser comparado a alguém que mata. Esperar de Deus a morte é complicado, pois entendemos que nele está a vida, a paz e o perdão.
                Algumas pessoas colocam como hedionda algumas passagens bíblicas onde Deus manda matar e passamos a pensar que certamente isto não pode ser obra divina e sim de um demônio disfarçado de Deus. O fato é que algumas situações que ocorreram no passado podem acontecer no presente, se entendemos que o mesmo Deus da lei é o Deus da graça, Ananias e safira que o digam! (atos 5:1-11) Portanto corremos o risco de sermos fulminados por Deus e estarmos colocando a culpa de muitas desgraças na pessoa do diabo, que é culpado de muitas coisas mesmo, mas sendo o próprio Deus que está manifestando a sua soberania sem que nós seres humanos entendamos, pois não compreendemos algumas características divinas.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

ESTUDOS 127 - A MORTE DE DEUS

A Morte de Deus
(Sinopse Crítica às teorias de Sartre e de Nietzsche)
Carlos Bernardo Loureiro
Certa feita, Sartre, numa de suas conferências, posteriormente publicada, declarou que o existencialismo é um humanismo. Estranhou-se que o filósofo francês não houvesse, em seus arrazoados, mencionado a figura de Nietzsche (1844-1900), o famoso autor de "Assim Falou Zaratrustra". Há, entre ambos os filósofos, profundas semelhanças. Senão, vejamos:
O humanismo de Sartre parte da premissa de que Deus não existe, e declara que o existencialismo não é mais do que "um esforço para tirar todas as conseqüências duma posição atéia coerente". Pois bem. Este é o ponto de partida de Nietzsche, embora não tenha sido ele quem inventou o ateísmo. Entretanto, foi ele quem primeiro pregou a morte de Deus, sendo responsável pela condução do ateísmo às últimas conseqüências. E a posição assumida por Nietzsche foi de tal maneira desassombrada e radical, que ele se tornou o mais veemente dos que, na Europa, combateram a religião. E Nietzsche, praticamente, fundamentou suas acerbas críticas, a partir dos, por exemplo "Amor dei Intellectuais", de Bruno e Espinosa, "Transcendental", de Kant  e o "Absoluto", de Hegel. Até mesmo a ciência rio escapou às agudas e teístas observações do filósofo alemão, porque fundada, segundo ele, "numa crença metafísica, numa parte do grande incêndio milenário que é o resplendor da cristã e da fé platônica". Nietzsche é, pois, mais ateu que Sartre.
Todavia, e focalizando as conseqüências do ateísmo sartreano, temos o homem com liberdade absoluta, "como projeto de si mesmo, artífice de seu destino", ou seja - como existência que cria a sua essência. Em Nietzsche, porém, a resultante da morte de Deus "é a exaltação da vontade de potência". Deduz-se que, se Deus não existe, o homem pode abandonar-se à vontade de potência e de vida, a seus instintos, exigências, arbítrios.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

REFLEXÃO 334 - A MORTE NÃO É O FIM MAS O COMEÇO

A morte não é o fim mas o começo

 O que é a morte? Ela é natural a todos os seres vivos, ou no caso do ser humano é uma intrusa, uma conseqüência do pecado? O homem foi criado já tendo na natureza a semente da morte, ou essa semente entrou por causa do pecado? O que é a morte física? O que é a morte espiritual? Quando uma pessoa morre, para onde vai a sua alma? Existe o purgatório? Existe o chamado sono da alma, em que a pessoa fica depois da morte aguardando a ressurreição? Qual é a esperança  a respeito da vitória sobre a morte? Como devemos encarar a morte?
A Bíblia não define a morte. A revelação de Deus toma-a como uma realidade que não precisa de explicação sobre sua natureza, porém, refere-se a ela como conseqüência do pecado, da desobediência, como o inimigo a ser destruído no último dia, como um poder que já tem a sua derrota decretada e que já foi vencido pelo Senhor Jesus em sua ressurreição. A Bíblia refere-se à morte sob dois ângulos:

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

ESTUDOS 124 - A MISTERIOSA MORTE DE JUDAS ISCARIOTES

A Misteriosa morte de Judas Iscariotes

O nome de Judas Iscariotes estará para sempre ligado à deslealdade e à traição. Como a traição de Benedict Arnold, o ato egoísta de Judas Iscariotes lhe reserva um lugar entre os mais infames vira-casacas que ja viveram. Mas as circunstâncias que cercam sua morte sempre desconcertaram os estudiosos. O Evangelho de Mateus afirmam que Judas se enforcou, mas o livro de Atos sugere que ele saltou para a morte. Qual das duas versões é correta?
O próprio Jesus escolheu Judas como um dos doze discípulos, o íntimo grupo que viajava com Jesus e que por ele era ensinado. No entanto, os três anos que Judas passou vendo os milagres e o ministério de Jesus pouco fizeram para mudar seu coração. Jesus manifestou isso em dado momento, dizendo aos discípulos somente que "um de vós é o diabo" (João 6:70). A Bíblia não indica por que Judas quis trair Jesus, dizendo somente que "Satanás entrou em Judas, chamado Iscariotes" (Lucas 22:3). Seja qual for a razão, Judas conspirou sua trama com os líderes religiosos, que buscavam aliados para a sua trama contra Jesus. Em troca de trinta moedas de prata, Judas concordou em atrair Jesus até um lugar onde as autoridades pudessem prendê-lo facilmente.
Depois de ver Jesus preso e condenado à morte, Judas parece ter sofrido uma forte dor na consciência. Devolveu o dinheiro aos principais sacerdotes e aos anciãos, dizendo: "Pequei, traindo sangue inocente" (Mt. 27:4). Os líderes religiosos não se comoveram. Tendo alcançado o que queriam, não se preocuparam com o remorso de Judas. Num ato de desespero, Judas atirou o dinheiro no Templo e foi embora.
O que ele fez a seguir permanece um mistério. Diz Mateus: "[Judas] retirou-se e foi enforcar-se" (27:5). Atos, porém, dá um relato mais horrível e, segundo alguns, contraditório sobre a morte de Judas: "E, precipitando-se, rompeu-se pelo meio, e todas as suas entranhas derramaram" (1:18).
Então, qual das duas? Será que Judas se enforcou ou saltou para a morte?
Na verdade, essas duas descrições aparentemente disparatadas podem encaixar-se com lógica. Uma das possibilidades é que, depois de enforcar-se, seu corpo tenha ficado algum tempo pendurado sem que ninguém o encontrasse. Portanto, quando seu corpo finalmente caiu - ou em virtude da decomposição ou porque alguém cortou a corda -, estava tão putrefeito que se rompeu no meio. Outra possibilidade é que o termo enforcar-se em Mateus signifique de fato "empalar-se". Se Judas decidiu empalar-se - lançando-se sobre as rochas, por exemplo -, isso certamente explicaria a horrível condição do seu corpo descrita em Atos. Outra explicação ainda seria que Judas estrangulou-se em uma árvore. Ao perder a consciência seu corpo caiu e estourou nas rochas lá embaixo.


AUTOR DESCONHECIDO
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