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quinta-feira, 23 de março de 2017

MÚSICA 2 - A MÚSICA NA IGREJA: DOM DE DEUS PARA NÓS

A música na Igreja: Música Dom de Deus para nós

Ser à imagem e semelhança de Deus significa ter características divinas.
Deus é amor e deu ao ser humano capacidade para amar. Deus tem propósitos, e ensina o homem e a mulher a caminharem com objetivos. Deus é criador, e deu à criatura capacidade de criar.
A finalidade da criação é adorá-lo em seus atos e pensamentos. O ser humano é capaz de criar a fim de que alcance, reafirme, deleite-se e expresse algo de si aos outros e ao seu criador. A música é um Dom dado por Deus ao homem para dela criar algo belo que retorne a Deus e transmita mensagens ao seu semelhante levando-o a ter também uma experiência íntima com o Criador.
Na cultura antiga a arte musical e a arte geral era tratada com seriedade como parte predominante na vida diária.
A Igreja, na Idade Média, dominava a sociedade ocidental e através da arte demonstrava as histórias bíblicas, doutrinas e atividades. Sua arquitetura tinha linha vertical – rumo a Deus e horizontal – seu semelhante, sem distinção social. Havia o nível amador e o profissional.
Na Renascença as atenções dos artistas foram para povo. A música falava tanto das coisas espirituais como do cotidiano.

quarta-feira, 22 de março de 2017

MÚSICA 1 - A MÚSICA INSTRUMENTAL NO LOUVOR

A música instrumental no louvor: Uma abordagem bíblica/histórica

Pretendo colocar diante de vocês as bases principais de por que eu acredito que a música instrumental não deva ser utilizada no louvor da igreja. O argumento que eu apresento aqui vem da minha própria leitura da Bíblia, especialmente do Velho Testamento. Aprendi dos outros, é claro, mas o argumento veio a mim principalmente através da minha própria leitura das Escrituras; e acho que algumas palavras de como cheguei nele sejam devidas.

Meu passado em relação à música no louvor
Cresci entre e sempre tinha as minhas associações religiosas com cristãos que não utilizavam instrumentos mecânicos no louvor. Não posso falar por cada indivíduo, porém como uma comunidade, estes cristãos acreditavam que a música instrumental no louvor era errada. Não por uma questão de conveniência nem de preferência pessoal, mas como uma questão de princípio e convicção, eles contestaram a utilização da música instrumental no louvor.
Então, eu mais ou menos herdei esta posição. Ficava emocionado com as histórias de pessoas de fé examinando as Escrituras para voltar à ordem antiga. Ficava cativado pela idéia de restaurar o cristianismo apostólico. Pensava que os nossos antepassados já tinham, há muito tempo, estudado todos os assuntos que importavam e que tinham praticamente descoberto a verdade em todos eles. Há muito tempo, abandonei qualquer pensamento de que os meus colegas religiosos estavam certos em tudo. Não é isso que nos une. É um compromisso fundamental ao domínio de Cristo que nós compartilhamos. Uma atitude básica para com o Senhor Jesus é o que nos une.
Eu concordo inteiramente e aprecio o ponto de Robert Turner de que nunca se pode falar da restauração no passado. É um processo contínuo, sem fim. Nunca devemos considerar qualquer posição que tenhamos como se fosse uma vaca sagrada na qual não se pode tocar, ou que não está sujeita ao questionamento ou a examinação.
Direi, contudo, quando vem à questão da música, que o meu próprio estudo das Escrituras e a re-examinação me trouxe à convicção profundamente enraizada que os meus colegas que têm contrariado a música instrumental no louvor não chegaram à sua posição sem pensamento e estudo sério das Escrituras. Eles tinham motivos bons pela sua posição – razões que estavam totalmente baseadas na revelação que Deus fez de si mesmo e da sua vontade.